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Astrónomos acabam de detetar asteroide a passar extremamente perto da Terra

Um pequeno asteroide do tamanho de um autocarro irá passar extremamente perto da Terra hoje, quinta-feira (7 de julho), passando num raio de apenas 90.000 quilómetros, ou, noutro comparativo, a cerca de 23% da distância média entre a Terra e a Lua.

A questão do tamanho, velocidade e outros detalhes são importantes, contudo, o mais importante e preocupante é que até há apenas alguns dias, ninguém sabia que estava a caminho.

Astrónomos acabam de detetar asteroide a passar extremamente perto da Terra


A Terra está hoje mais longe do Sol, a 152 milhões de quilómetros de distância

A órbita terrestre do Sol não é um círculo perfeito. Hoje é o “Dia do Afélio“, o ponto em que a Terra está mais afastada do Sol durante todo o ano. Enquanto no seu ponto mais próximo, o periélio, que aconteceu de 4 de janeiro de 2022, estava a cerca de 147 milhões de quilómetros do Sol, hoje encontra-se a 152 milhões de quilómetros de distância. Esta diferença tem a ver com a órbita elíptica que faz em volta da sua estrela.

A título de curiosidade, a Terra viaja pelo cosmos a uma velocidade de 30,75 quilómetros por segundo.

Imagem da Terra mais longe do Sol, o Afélio


Mancha solar duplica de tamanho em 24 horas: “calma, não há razões para pânico”

O nosso Sol é uma fonte de vida, mas tem também o potencial de infligir à Terra danos provocados pela sua radiação. Nesse sentido, as preocupações com uma mancha solar apontada ao nosso planeta têm crescido nos últimos dias. Estas manchas podem disparar contra nós poderosas erupções solares, e os danos são já bem conhecidos. Contudo, os especialistas disseram que está longe de ser invulgar.

As declarações dos especialistas parecem ter acalmado as preocupações, pois ainda recentemente estas erupções destruíram satélites e tiveram vários efeitos no nosso Planeta Azul.

Imagem da mancha solar que duplicou no nosso Sol


Júpiter foi atingido por algo tão grande que provocou a maior explosão deste século (vídeo)

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa, e é o quinto mais próximo do Sol. Está a uma distância média da Terra de 628.000.000 km. Portanto, está perto, astronomicamente falando, e acessível aos vários instrumentos humanos que o estudam. Tal proximidade permitiu perceber que foi atingido por algo tão grande que provocou a maior explosão e o maior clarão registado da Terra dos últimos 28 anos.

Segundo os cientistas, esta explosão em Júpiter terá a força equivalente a 2 milhões de toneladas de TNT. Apesar do impacto ter acontecido há algum tempo, só agora se conheceram mais detalhes deste fenómeno.

Júpiter foi atingido por algo tão grande que provocou a maior explosão deste século (vídeo)


A cada 6 anos há um fenómeno que acontece no núcleo da Terra e que nos influencia

Os cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC) encontraram evidências de que o núcleo interno da Terra oscila, contradizendo modelos previamente aceites que sugeriam que ele gira consistentemente a uma taxa mais rápida do que a superfície do planeta. O novo estudo mostra que o centro planetário mudou de direção em seis anos, de 1969 a 1974. A informação foi constatada através da análise de dados sísmicos.

A equipa de investigadores conseguiu mostrar que o núcleo interior oscila com base na duração do dia, isto é, aproximadamente 0,2 segundos durante seis anos.

Ilustração do núcleo da Terra e da sua oscilação