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Tags: terra

Vem aí um asteroide “potencialmente perigoso” que passa pela Terra amanhã, 18 de janeiro

Um grande asteroide fará a sua passagem mais próxima da Terra nos últimos 89 anos nesta terça-feira dia 18. Batizado de 7482 (1994 PC1), o astro tem cerca de 1,1 km de comprimento e estará a uma distância de quase 2 milhões da Terra – o equivalente a cinco vezes a separação entre o nosso planeta e a Lua. Segundo a NASA, o asteroide, com cerca 3 vezes o tamanho da Torre Eiffel, passará “perto” e não apresenta riscos.

Este asteroide rochoso foi descoberto em 9 de agosto de 1994, pelo astrónomo Robert McNaught. Com um arco de observação de 47 anos tem uma órbita muito conhecida e foi observado pelo radar Goldstone em janeiro de 1997. A aproximação de 2022 tem sido observada todos os meses desde agosto de 2021.

Ilustração de asteroide em direção à Terra


A Terra está a “encolher”. Será esta perda de volume uma ameaça à vida no planeta?

É interessante perceber que a Terra está constantemente a dar e a receber materiais com o sistema solar circundante. Isto é, a poeira que acelera pelo espaço bombardeia regularmente o nosso planeta sob a forma de estrelas cadentes, e os gases da atmosfera da Terra infiltram-se regularmente no espaço. Mas então… o planeta está a expandir-se ou a encolher?

É uma boa questão, até porque é importante entender se estica e encolhe pode ameaçar a vida na Terra.


Onde será que vai cair? Parte do foguetão russo Angara A5 perdeu o controlo e ruma à Terra

O programa espacial russo aposta muito na família de foguetões Angara, em desenvolvimento há mais de 20 anos. Um novo teste aconteceu no passado dia 27 de dezembro, com o voo do Angara. É precisamente este foguetão que agora se revela um problema.

O Angara 5 falhou e está descontrolado e rumo à Terra. O pior é que não parece ser possível calcular nem quando e nem onde este foguetão vai cair. Há algumas possibilidades já avançadas, mas ainda nenhuma certeza.

Angara A5 Terra foguetão russo


Segurança espacial: E se um satélite for “hackeado” este ano?

A humanidade nunca dedicou tanta atenção e investimento ao espaço como no último ano. Foram 365 dias de muitas novidades, quer ao nível da exploração espacial, quer mesmo ao nível dos serviços que servem as pessoas a partir dos satélites na órbita baixa da Terra. A questão que se coloca é: e se o alvo dos hackers passar a ser os satélites? Como seria recuperar um satélite se fosse hackeado?

Analistas de segurança espacial temem que com o número de satélites a crescer, também aumente a hipótese de um deles ser “atacado”. O ano de 2022 pode ser o ponto de viragem.

Ilustração de satélite hackeado


Os dias estão mais curtos porque a Terra está a girar mais rápido

O seu dia “não dá para nada”? Bom, de facto a Terra está a girar mais rápido do que no último meio século. Isso faz com que os nossos dias sejam um pouco mais curtos. Embora seja uma diferença infinitesimalmente pequena, tornou-se numa grande dor de cabeça para os físicos, programadores e até mesmo para os corretores da bolsa.

O nosso planeta tem comportamentos que ainda deixam os cientistas intrigados, mas faz parte da sua existência. Qual será a razão de estar a aumentar a velocidade de rotação da Terra?

Imagem do planeta Terra na sua rotação