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Tags: terra

Artemis 1: Cápsula Orion, da NASA, completa com sucesso o seu voo próximo à Lua

A missão Artemis 1 continua no espaço e a decorrer como a NASA e os seus parceiros esperavam. Agora que a cápsula Orion está próxima da Lua, é hora de realizar algumas manobras mais críticas e que vão avaliar o futuro desta missão.

Esta cápsula da NASA atingiu um novo momento crítico e chegou ao ponto mais próximo da Lua. Voou a 130 km do satélite natural da Terra, enquanto realizava um teste ao seu sistema de propulsão.

Artemis 1 Orion Lua NASA cápsula


30 mil asteroides vagueiam “perto” da Terra. Quando será que vamos ser atingidos?

A questão não será “se vamos ser atingidos”, porque a história de 4,54 mil milhões já nos respondeu. O “suspense” é quando vamos ser o alvo. Segundo os astrónomos, existem mais de 30.000 asteroides NEAs. Os Near Earth Asteroids, também conhecidos como NEOs ou Objetos próximos da Terra, são asteroides cujas órbitas estão perto da Terra e algumas representam um perigo de colisão.

Em geral, a sociedade vê este tema como “Don’t Look Up (Não Olhem Para Cima)”, já algumas agências espaciais tratam o assunto como um potencial “Deep Impact (Impacto Profundo)” ou “Armageddon”. De tal forma que a NASA enviou o DART para testar as nossas defesas caso tenhamos de desviar um asteroide.


Há 2,46 mil milhões de anos um dia na Terra tinha 17 horas e a Lua estava mais próxima

Um dia, daqui a milhões de anos, a Lua já não será vista como hoje a vemos! Isto porque o nosso satélite natural está a afastar-se da Terra a uma taxa de cerca de 3,8 cm a cada ano. Uma das consequências diretas é os dias no nosso planeta ficarem mais longos. Pela primeira vez, os astrónomos conseguiram estimar a duração do dia e a distância até à Lua, como era há quase dois mil milhões e meio de anos. Naquela altura, o nosso dia teria apenas 17 horas de duração.

Esta descoberta foi conseguida graças à análise de registos geológicos, possibilitando aos cientistas uma previsão da duração de um dia nessa época distante.

Ilustração da Lua muito mais perto da Terra


Se a Terra fosse um Exoplaneta, poderiam os extraterrestres saber que tem vida?

Temos de colocar em cima da mesa que os astrónomos extraterrestres estão a olhar para a Terra, de longe, de muito longe e podem estar a tentar perceber se há vida. Então, a pergunta que se impõe é como é que a Terra aparecerá aos astrónomos alienígenas? O que lhes estarão a dizer as suas observações sobre o nosso planeta?

É uma experiência de pensamento divertida, verdade? Contudo, a experiência é mais do que apenas divertida: é cientificamente instrutiva. Em muitos aspetos, é mais fácil estudar o nosso planeta e como ele aparece e depois extrapolar estes resultados até onde eles vão.

Imagem da Terra a partir de Marte


A Terra sofre constantes modificações e a culpa é da gravidade

Quando o nosso planeta se formou, fê-lo atraindo poeira e rocha em direção ao seu campo gravitacional. À medida que a esfera inchou, a atração gravitacional continuou a reunir mais material. Agora, o efeito da gravidade na Terra continua a moldar o nosso planeta, mas a partir das profundezas do seu interior.

Um novo estudo revelou que o efeito da gravidade na Terra está constantemente a moldar a superfície do nosso planeta. E como estará isso a influenciar a vida de cada um de nós?

O modelo geóide  a partir da qual se podem mapear as características topográficas do planeta, assim como uma melhor compreensão das variações no campo de gravidade