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Bitcoin poderá ser usada como garantia em empréstimos nos Estados Unidos

A moeda virtual Bitcoin é hoje uma das que mais transações movimenta e o mundo não é indiferente ao seu valor. No entanto, a sua aceitação já não partilha da mesma unanimidade. Ainda assim, os principais agentes dos mercados financeiros, estão a trabalhar em formas de a integrar no sistema e a notícia de hoje vai nesse sentido.

Segundo a imprensa especializada, a Goldman Sachs e outros bancos norte-americanos estão a estudar a possibilidade de utilizar a Bitcoin como garantia em empréstimos, sem que haja contacto direto com a moeda virtual.

Bitcoin poderá ser usada como garantia em empréstimos nos Estados Unidos


Rússia e China estão a interferir com os satélites americanos, diz a Space Force

A corrida espacial não envolve apenas empresas privadas, uma vez que são várias as nações que, desde há muito tempo, também têm interesse em conquistar o seu lugar no espaço. Agora, a Space Force acusa a Rússia e a China de interferirem com os satélites americanos, diariamente.

Pela evolução espacial que lhe está crescentemente associada, os EUA temem ser ultrapassados pela China na corrida espacial.

Satélites


OVNIs: Fenómenos inexplicáveis ​​obrigam o Pentágono a lançar nova investigação

Existem alguns eventos que não têm ainda explicação. Contudo, estes fenómenos estarão agora a preocupar o Pentágono. Segundo informações, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos está a criar uma unidade para investigar objetos voadores não identificados (OVNIs). Isto porque há novos “avistamentos” misteriosos perto de áreas militares altamente sensíveis.

Esta decisão foi tomada pela vice-secretária de Defesa Kathleen Hicks e pelo diretor de inteligência nacional dos EUA.

Ilustração OVNIs


EUA não querem que Intel recorra a fundições chinesas para combater a escassez de chips

A escassez de componentes continua a assombrar fortemente o setor da indústria tecnológica. Gigantes como a Intel, TSMC, Samsung, entre outras têm tentado arranjar soluções para combater este problema.

Neste sentido, a Intel tinha como estratégia recorrer à produção de fabricantes chinesas. Contudo, parece que os Estados Unidos não vão nessa conversa e não querem que a empresa use fundições chinesas para combater a escassez de chips.


Huawei terá encontrado a forma certa para contornar as sanções dos EUA nos smartphones

A guerra comercial entra a China e os EUA tem feito muitas vítimas, entre elas a Huawei. Este não é um tema nova e a marca parece ter ultrapassado o problema, com o seu ecossistema. Mesmo assim, não desistiu de manter a sua posição no mercado.

Claro que para isso precisa de ter acesso a muitos componentes, que até agora parecem barrados. A Huawei terá agora em curso mais uma ação, que poderá ultrapassar todas as limitações impostas pelos EUA e assim voltar em força ao mercado dos smartphones.

Huawei EUA componentes smartphones mercado