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Estudo diz que jogar videojogos não parece ter um impacto na saúde mental

No que respeita ao mundo gaming, há ainda muito a ideia e associação de que os jogos eletrónicos causam algum impacto na saúde mental e no comportamento de quem os joga. E se nos focarmos apenas nos jogos com conteúdos mais violentos, como armas, mortes, roubos, etc., então, nesse caso, existe normalmente a tendência de assumir que o jogador se poderá tornar mais agressivo devido a jogá-los.

Mas, tal como já outras fontes indicaram anteriormente, um recente estudo indica agora que os videojogos não parecem ter um impacto significativo na saúde mental dos jogadores. Mas vamos então ficar a conhecer os resultados desta pesquisa.


Crianças e jovens já passam mais tempo no TikTok do que no YouTube, diz estudo

Sempre que vemos um jovem, certamente que este se faz acompanhar pelo seu smartphone. As plataformas sociais são os serviços mais frequentados pelos mais novos, sendo que o YouTube sempre foi um dos preferidos desta faixa etária.

No entanto, de acordo com os dados de um novo estudo, parece que essa realidade está a mudar. Isto porque essa mesma pesquisa concluiu que as crianças e os adolescentes já passam mais tempo na rede social chinesa TikTok do que no TouTube.


Perdemos um elemento crucial à consciência durante o sono, diz estudo

O sono é verdadeiramente regenerador. No entanto, um novo estudo concluiu que é também durante esse período que perdemos um elemento essencial da consciência.

O estudo foi desenvolvido durante oito anos e acompanhou pacientes com epilepsia.

Sono


NASA explica por que razão alguns planetas têm nuvens de areia

Não é algo que nos seja familiar, porque não acontece no nosso planeta, mas noutros é comum haver nuvens de outros elementos que não água. Um novo estudo levado a cabo pela NASA explica como e por que se formam essas nuvens.

Abra o artigo e perceba!

Anãs castanhas estudadas pela NASA devido à formação de nuvens


Será que as empresas querem substituir os seus funcionários por robôs? Estudo responde!

O mundo pula e avança e a tecnologia permite que algumas tarefas, outrora executadas por pessoas, sejam agora realizadas por máquinas. No entanto, a pergunta que se impõe pretende perceber se as empresas estão dispostas a largar os seus funcionários por robôs.

É a essa questão que este novo estudo responde.

Automatização das empresas, substituindo funcionários por robôs