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Os telemóveis podem causar tumores cerebrais? Investigadores já têm a resposta

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. xtremis says:

    Spoiler: (parece que) não.

    • Keyboardcat says:

      Não é muito difícil de perceber. Nas últimas4 décadas passamos de praticamente nada para milhares de milhões de smartphones. No entanto a quantidade de cancros diagnosticados pouco se alterou nas últimas décadas.

      E tem que se ter em conta que com o aumento da idade média de esperança de vida vai aumentar a taxa de mortes por cancro. Visto cancro ser uma causa de morte mais comum em idades mais avançadas.

      • Miguel F. says:

        Não é bem assim… O cancro tem uma faixa etária de “preferência”… Normalmente, os cancros tendem a surgir entre os 45-50 anos, e podem ser mais frequentes até aos 70-75 anos.
        Acima dos 75, como o corpo já poucas regeneração celular faz, o cancro há fica mais limitado (convivo com doentes oncológicos cujo diagnóstico foi feito após os 75, e alguns mantém-se estáveis há mais de 8 anos).
        O que se tem visto é um aumento de cancro em idades mais precoces…

    • tim says:

      “em condicoes normais” o que quer isto dizer?

  2. Jane Doe says:

    “Joachim Schüz, principal autor do estudo, aconselhou os utilizadores de telemóveis a reduzir “as exposições desnecessárias”, como forma de prevenção”
    Transmite confiança! 😀
    É claro que pode provocar cancro… Tudo pode… Até respirar pode…
    Como disse alguém, “viver, mata”.

  3. Filipe says:

    A duração do estudo foi de quanto tempo? E porque é que se cingem a tumores e não perturbação do sono, por exemplo? O estranho seria dizerem que poderá haver alguma relação entre radiações e a saúde.

    É um lobbie muito poderoso e que mexe com muita gente e muitos biliões, nunca irá sair nada sobre isso…

    • Jane Doe says:

      E o lobby do tabaco, não era poderoso? E olha o que aconeteceu, tal como noutros casos semelhantes. Tem juízo de deixa-te de delírios; se estás desconfiado, podes sempre tu fazer e publicar um estudo que comprove o contrário.

      • says:

        E o que aconteceu com o tabaco afinal ? Diz lá tu !!!! À minha volta só vejo é gente a fumar , jovens novinhos , mulheres , mulheres com crianças que até mete impressão …

        • LR says:

          Sim, porque se forem “homens de barba rija”, já não há problema, certo?
          De qualquer forma, “picanços” à parte, creio que tem havido uma diminuição do número de fumadores em geral. Claro que agora há a mania do cigarro eletrónico, “e que faz menos mal, blá, blá, blá”. Mas, mesmo contando com estes, noto uma diminuição. Mas pode ser apenas impressão minha.

        • Jane Doe says:

          E fumam porque não sabem que faz mal, não sabem da associação direta entre o tabaco e o cancro do pulmão, certo?

      • Filipe says:

        O seu comentário denota fraco conhecimento e argumento fácil. Quando se começou a descobrir que o tabaco fazia mal para a saúde, a Indústria do Tabaco naturalmente desmentiu e inclusive, criou estudos próprios para tentar sustentar que era mentira, que não fazia mal. Passaram-se décadas até que finalmente se aceitou que o tabaco é prejudicial. Infelizmente com a radiação vai ser igual.

        • Keyboardcat says:

          Exceto que com o tabaco existe uma relação direta entre fumadores e riscos de doenças respiratórias.

          Quanto aos números de tumores cerebrais, a incidência pouco mudou nas últimas décadas. Já no que toca a telemóveis, o mesmo não se pode dizer, o seu uso aumentou exponencialmente. Estranho como não está toda a gente a morrer. Por este andar a esperança média de vida vai diminuir. Agora com o 5G é que vai ser. Não andes na rua, porque a radiação da luz solar vai matar-te.

          Só mesmo quem não sabe somar 1 + 1

        • Jane Doe says:

          A indústria do tabaco tentou desmentir, mas os estudos comprovaram o contrário, permaneceram, foi um facto aceite e foram inclusivamente castigados por isso. Portanto, no seu “argumento difícil que denota forte conhecimento”, em que medida é que com o tabaco “nunca saiu nada que comprove a relação entre tabaco e cancro”?

      • FAR says:

        São ordens de grandeza suficientemente diferentes para que o assunto seja levado a sério por quem quer manter o negócio.

        E hoje em dia o conhecimento de, psicologia, sociologia, engenharia social, marketing (no fundo o que é necessário para “manipulação de massas”) é amplamente maior. Cada vez menos nos podemos de forma segura basear em casos “grandes”, como esse que refere do tabaco, do passado e aplicar a mesma lógica/esperar o mesmo resultado nos dias de hoje. A desinformação, por exemplo, é poderosissima. E o peixe graudo sabe-no muito bem.

        • Jane Doe says:

          Factos continuam a ser factos e com a evolução e a facilidade de partilha de informação, é cada vez mais difícil, diria mesmo impossível, abafar a verdade, que acaba por vir sempre ao de cima.
          Não é por desinformação, ou sequer falta de informação que as pessoas continuam a fumar.

  4. Tonheco says:

    Até podia ter uma probabilidade de cancro de 50% que não alterava nada, ninguém deixaria de usar.
    Se com tanta informação e preço elevado não deixam de fumar, deixar o telemóvel só se disparasse balas.

    • Jane Doe says:

      Verdade, mas isso aplica-se a tantas outras coisas, que de certeza que também arriscas a saúde/vida com frequência, sabendo que o fazes e era evitável.

  5. Olaf says:

    Comer carne é que provoca cancro, mas isso já é demasiado incómodo para dizer e mudar.

    • Daniel says:

      Não é bem assim… O problema não é a carne, mas os químicos usados nos aditivos alimentares.
      Quem tem a sorte de viver na aldeia, onde o gajo é caseiro, e se a pessoa tiver um dieta equilibrada, o consumo de carne não é prejudicial… Tudo o que é exagerado, é danoso…

    • David says:

      Se comer carne é assim tão mau, porque é que nós evoluímos para ser omnívoros? A teoria da evolução é uma conspiração?

  6. Daniel says:

    Não que ver com a carne em si, mas sim com o recurso que a pecuária faz, a procedimentos/compostos hormonais, para acelerar o processo de crescimento… É diferente, consumir carne dum produtor doméstico ou consumir dum produtor industrial

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