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Autor: Ana Sofia

Estudo mostra que pacientes COVID-19 não são infeciosos a partir de alguns dias

Uma das características que mais preocupou os infeciologistas, quando apareceu o vírus, foi a sua capacidade de se propagar de forma muito rápida e silenciosa. Apesar das investigações e os testes em curso e já realizados, ainda não existe uma forma de combater a infeção. Contudo, e contra o que era esperado, em Singapura, surgiram alguns pacientes que, após 11 dias de infeção, não representavam um risco de propagação, podendo ter alta em segurança.

À medida que o tempo passa, desde o aparecimento do novo coronavírus, mais informação é recolhida, trabalhada e compreendida. No entanto, estas descobertas, não sendo uma vacina, podem ajudar a moldar métodos de proteção.

Imagem doente com a COVID-19 recuperado

 


Investigadores desenvolvem máscara que emite sinal fluorescente quando deteta COVID-19

Com o descofinamento e um maior número de pessoas na rua, o uso de máscara torna-se um ato fundamental para não voltarmos ao estado de quarentena. Além disso, visto que o vírus não desapareceu, serão necessários mais meios, mais formas de testar se as pessoas estão saudáveis. Uma máscara que detetasse se a pessoa está doente com COVID-19 poderia ser uma solução… para o imediato.

Assim, tendo em vista a identificação de um portador do novo coronavírus, investigadores de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão a desenvolver uma máscara facial que produz um sinal fluorescente, quando uma pessoa com o novo coronavírus espirra e tosse, ou até quando respira.

Imagem máscara para detetar o novo coronavírus


X-Hood: máscara descartável que permite ventilação e proteção contra a COVID-19

Com uma doença infeciosa espalhada pela sociedade, as medidas de proteção concentram-se nas máscaras para tentar parar o contágio da COVID-19. Vários tipos de máscaras estão a ser fabricadas, mas nem todas são eficazes. Depois há os olhos, que são igualmente um ponto sensível. Usar só viseiras também não resulta. Então o que poderá ser realmente uma proteção simples, mas segura?

Conforme iremos ver, para a criação desta máscara vários cenários foram equacionados, e o resultado é muito interessante. Assim, venham conhecer connosco a máscara descartável X-Hood.

Imagem da máscara X-Hood para combater a propagação da COVID-19


COVID-19: Será que o vírus se pode transmitir pelos olhos?

Um dos objetivos, desde o início da pandemia, é arranjar métodos que possam prevenir, conter ou erradicar a doença COVID-19. Além disso, como esforço no presente, a ciência tem de perceber as formas como a doença se pode transmitir, resultando esse entendimento num significativo avanço a nosso favor. Assim sendo, investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins descobriram um comportamento do SARS-CoV-2, quando entra em contacto com os olhos das pessoas.

Usar máscara é importante, reforçar com o distanciamento social é fundamental. Eventualmente, a viseira poderá acrescentar uma proteção também aos nossos olhos e há uma forte razão para isso!

Imagem olhos, a porta de entrada para a COVID-19


Dica: Como efetuar chamadas de vídeo em grupo através do WhatsApp no iPhone

Qual é a importância hoje do WhatsApp na sua vida? Muitos estarão a responder que é altamente importante esta ferramenta de trabalho. Como tal, para esses e para todos os outros, hoje trazemos uma dica para que possa realizar chamadas de grupo através do seu iPhone. Uma vez em isolamento, nada como uma plataforma que permite realizar chamadas de vídeo mais informais, de forma gratuita.

Para isso, basta que efetue a instalação da versão mais recente do WhatsApp na App Store e que esteja registado com um contacto válido. Vamos a isso?

Imagem WhatsApp com chamadas de grupo no iPhone