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Crianças que jogam mais do que 1 hora por dia têm um QI mais alto, diz estudo

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. Cláudia Santos says:

    Não conseguem ter uma conversa com conteúdo nem sequer sabem escrever sem erros.
    Ah, mas têm um QI brutal claro, gerações robotizadas… surge a dúvida, vão ao Google, simples

  2. Hugo says:

    Seria interessante se o estudo também incluísse a relação entre as horas passadas com os olhos fixos num ecrã com a capacidade de interacção com as outras crianças, com o bem estar físico e psicológico, problemas de obesidade, autismo, hiperactividade, adição, etc, etc. Obviamente, sei que há estudos que abordam estas questões . Mas penso que quando se realiza um onde se gaba o positivismo do dos jogos de vídeo, tá se devia mencionar os perigos que estes trazem (como o que se faz nas publicidades dos chocolates ou outras goloseimas)

  3. SANDOKAN 1513 says:

    Um QI mais alto e uma sociabilidade abaixo de 0 !! De 0,muita atenção !!

  4. compro essa também says:

    Altamente tendencioso é o que é.

    Dos varios problemas ja citados falta a epilepsia, etc, etc, e por alguma coisa se sabe que são altamente prejudiciais…

    O ser Humano é um ser social … enfim.

    Video chamadas ?

    HAHAHAHAHAHA !!

  5. Lara says:

    As crianças até podem ter um aumento superficial de QI por alguns anos, mas talvez não seja melhor pegar nessas crianças e avalia-las de novo daqui a uns 20-30 anos?
    Elas têm um QI maior porque para jogar precisam de uma grande capacidade de raciocínio rápido e de memorização das regras, contudo enquanto as outras crianças estaram a aprender a conviver em sociedade, a fazer atividades que estimulam o seu cérebro a longo prazo… Essas estão presas num ciclo de dopamina.
    Acho que devemos de ter mais cuidado quando se trata de notícias que podem prejudicar grandes futuros de crianças em que os pais acreditaram num estudo mal conduzido!

  6. ON says:

    Inverdade completa… Estudo do Departamento de Marketing da Microsoft Canadá (insuspeito…) conclui que o tempo de concentração do ser humano, hoje, é menor que o de um peixe! Está é a geração que, pela primeira vez, terá um QI inferior ao dos seus pais. É caso para questionar de que forma foi “feito” o estudo… Terá sido por alguém com QI já “atualizado”, isto é, à custa de “Apps” e “IA” por inaptidão própria? Leia-se “Fábrica de Cretinos Digitais”, experience-se diariamente o contacto com jovens e, aí sim, conclua-se!

  7. Joe says:

    Tudo na vida convém ter a sua dose moderada, claro que aumenta o QI, porque este continua dependente de raciocínio rápido e deixa praticamente de lado os outros lados da inteligência.
    Conforme o interesse do estudo se poderia escolher outra atividade sem ser os jogos de vídeo, poderia ser jogo de tabuleiro, fazer uma pintura, escrever um livro, tocar uma música, desporto e todos são benéficos.

  8. AlexX says:

    Aqui há uns tempos chamaram-me a atenção para um programa num dos canais generalistas portugueses, creio que 18-25, onde entrevistavam jovens acerca das suas perspectivas de futuro. Vi com sacrifício dois programas e foi de bradar aos céus, não sei que critérios usaram para seleccionar aquelas personagens mas só deu gosto ouvir as raparigas, seguras de si, soltas, rápidas nas respostas com fluência e ordenamento no raciocínio… quanto a eles… salvem-nos. Mi mi mis com medo de partir uma unha, sabe-se lá o que lhes deram a ver e comer mas todos efeminados, quase todos viciados nas consolas de jogos, raciocínio ao retardador, respostas engasgadas, total ausência de ideias e uma enorme dificuldade em expor ideias que nem eram deles mas que terão ouvido falar quiçá na escola. Nada que não tenha já percebido ao ouvir conversas entre eles em esplanadas, sem conteúdo ou medíocres. Óbvio que excepções existem sempre e para tudo mas no que toca a inteligência esta parece estar em vias de extinção na nova geração e entre rapazes. Além que conheço pais desiludidos com filhos rapazes que a escola, o sistema e um sem fim de caca que lhes foi instalada pelo programa, tornou em completos inúteis hábeis apenas em alcançar o nível seguinte do videojogo. Se essa é a nova definição de inteligência, ok e compreendo que o QI tenha subido. Estarei também errado por há muito achar estranho que se tenha inteligência como sendo algo mensurável, como quem mede uma área ou volume, mesmo sendo testes efectuados pela Mensa, porque na minha opinião alguém considerado analfabeto porque nunca teve oportunidade de aprender a ler e escrever, pode ser muito mais inteligente que outro alguém com 5 doutoramentos e 185 de QI.

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