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EUA tentam que a chinesa YMTC abandone o mercado dos chips de memória

A tensão entre os Estados Unidos e a China aumenta dia após dia e o impacto no setor da tecnologia tem sido uma dos mais visíveis. Como alternativa, o país chinês tem tentado subsistir através do desenvolvimento e produção dos seus próprios equipamentos.

No entanto o poder norte-americano está a condicionar fortemente este objetivo e as últimas informações indicam que o país pode estar a unir esforços para que a chinesa YMTC deixe o mercado de memórias Flash 3D NAND antes do ano de 2024.


Senado dos EUA quer proibir TikTok em dispositivos do governo e prepara nova lei

O crescimento do TikTok não tem sido isento de problemas, em especial em países como os EUA. Os governos temem que esta rede esteja a ser usada para obter informações sensíveis e até para influenciar muitos utilizadores.

Para contrariar este movimento, os legisladores dos EUA têm estado ativados. Agora, foi aprovado no Senado um projeto de lei que quer proibir o TikTok em dispositivos oficiais. Caso seja aprovado na Câmara dos Representantes, torna-se uma realidade.

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Arm não vai vender mais chips avançados na China por causa das restrições dos EUA

Continuam a chegar várias notícias que nos mostram o impacto da tensão entre a China e os Estados Unidos. Neste cenário, o país asiático tem que tentar encontrar alternativas e, tal como já aqui mostrámos várias vezes, essas passam pelo desenvolvimento e produção dos seus próprios componentes e produtos tecnológicos.

Mas as últimas informações não são nada animadoras para o território chinês. Segundo os detalhes, a Arm não vão poder vender mais unidades dos seus chips avançados para a China devido às restrições dos Estados Unidos da América e também do Reino Unido.


China vai investir US$ 143 mil milhões na sua indústria de chips para competir com os EUA

A relação entre os Estados Unidos e a China nunca foi um mar de rosas, mas nos últimos meses a tensão tem aumentado e o impacto afeta sobretudo o mercado tecnológico. O país asiático enfrenta duras barreiras na aquisição de componentes e, como alternativa, tem-se focado em criar os seus próprios equipamentos.

Como tal, as mais recentes notícias indicam que a China vai agora investir um total de 143 mil milhões de dólares na sua indústria de chips para competir com os EUA.


Fusão nuclear: EUA anunciam aquele que é um enorme avanço científico

Pela primeira vez, cientistas americanos no National Ignition Facility do Lawrence Livermore National Laboratory na Califórnia produziram com sucesso uma reação de fusão nuclear que resultou num ganho líquido de energia. Por outras palavras, os cientistas obtiveram mais energia do que a que foi consumida.

Esta pode ser, pela primeira vez, uma revolução para se conseguir produzir energia limpa, barata e quase ilimitada para acabar com a dependência dos combustíveis fósseis.

Ilustração da fusão nuclear