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NASA dá 150 mil euros a quem consiga resolver um problema “poeirento” da Lua

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Gonçalo says:

    A indução de uma carga electromagnética em torno dos equipamentos expostos à superfície lunar creio que resolveria o problema…

  2. Rodrigo says:

    Se eles enviassem uma amostra da poeira aos candidatos era um must, sendo assim vou ter que trabalhar às cegas. Pelo menos uma proposta de Portugal vão receber.

  3. António Marques says:

    Várias minúsculas ventoinhas distribuídas pelo fato pode ser uma solução.

  4. Ze says:

    Eu tenho uma ideia.
    É levar aquele actor drogado que ele snifa esse po todo

  5. Miguel says:

    Molhem o chão antes de o pisar.

  6. Técnico Meo says:

    É mandar para lá a dona Lurdes de uma empresa onde trabalhei. Aquela mulher deixava tudo a brilhar: era mochilas no chão tudo esbranquiçado da lixívia, fontes de alimentação com condensadores abertos devido á lixívia e desengordurante, bainhas de calças do pessoal a ficarem cor de rosa, casas de banho com cheiro tóxico durante horas por causa da lixívia, solas do calçado gretadas pelos solventes de limpeza, até o Mr POP do anuncio da limpeza do chão tinha terror á dona Lurdes!

  7. Antonio Paiva says:

    Se te candidatasses e fosses escolhido verias que essa observação não tem sentido.

  8. Antonio Paiva says:

    Rodrigo. Se te candidatasses e fosses escolhido verias que essa observação não tem sentido.

  9. Miguel Augusto says:

    isto é muito bonito, mas depois de ver o regulamento todo tem la isto que deita por terra os outros paises: “Team sizes vary widely, but must contain, at a minimum, one US citizen faculty advisor from a U.S.-based, Space Grant Affiliated university, and 5 U.S. Citizen students from that university who work on the project and present at the BIG Idea Forum, each of whom must be U.S. citizens.”

    Resumindo é uma coisa Americana para Americanos

  10. RG says:

    eu sei mas não digo

  11. George Orwell says:

    Se assim é, não duvido, então os fatos dos astronautas e os apoios e revestimento do módulo lunar deveria estar cobertos dessa “poeira estranha e pegajosa que se agarra a tudo à sua volta”, um pouco à imagem do que acontece na Terra quando um veículo segue num caminho de terra batida com poças de lama, ainda mais na Lua onde a gravidade é bem menor.
    Mas, pasmem-se, atentemos à fotografia do astronauta junto à bandeira americana em :
    https://pplware.sapo.pt/ciencia/segundo-os-astronautas-da-missao-apollo-a-lua-cheira-mal/
    e à foto do astronauta na escada do módulo lunar em :
    https://pplware.sapo.pt/informacao/50-anos-do-primeiro-homem-na-lua-por-que-razao-armstrong-saiu-primeiro/

    Na primeira das fotos, o fato do astronauta está imaculado como se saído do “5 à sec”, além da bandeira ondulante ao vento (que não existe na Lua ) exibir as suas 50 estrelas, cada uma delas com o brilho de uma supernova que a poeira pegajosa não conseguiu machucar.
    Na segunda foto, o módulo lunar que sofreu um impacto com o solo na alunagem que decerto levantaria um ror dessa poeira pegajosa , aparece-nos como se tivesse sido objecto de trato de espanador e abrilhantador, pronto a ser exibido num “stand” ou museu.

    Quererá isto dizer que, afinal, o homem não chegou à Lua e que as fotos seriam forjadas algures num “plateau” ?
    Para mim, é incontestável que o homem chegou à Lua, não só porque os competidores soviéticos jamais a contestaram, bem como pelas rochas que de lá trouxeram, uma delas patente na Universidade de Coimbra, consistentes com aquelas posteriormente seriam encontradas na Terra sob o manto polar, provenientes da Lua.

    Já quanto às fotos lunares não estou tão seguro. As inconsistências e perplexidades apontadas são mais que muitas, o suficiente para uma dúvida razoável. E fossem só as duas fotos acima. Os americanos nunca tiveram sorte nas fotos do momento histórico, sendo o exemplo mais exemplar as fotos do “Dia D” de Robert Capa. No caso da Lua, a fotos em filme dificilmente resistiriam à forte radiação solar ali existente, ou à do cinturão de Van Allen, ademais, ao que se sabe, os astronautas não eram exímios fotógrafos.
    Daí que é aliciante pensar que os americanos pudessem “dourar a pílula” encenando a primeira alunagem e tirando supostas fotografias lunares em “plateau” para marcar o significado histórico duma proeza que efectivamente existiu. Não existir na segunda metade do sec. XX fotos da alunagem, seria desastroso como veículo comunicacional. Equivaleria, nas nossas modestas vidas, à ausência total de fotos do nosso casamento.

    Se houve uma recreação ou reconstituição em “plateau”, o que não posso assegurar, tal deveria desclassificado e contada toda a verdade, porque as teorias da conspiração assentes em efectivas e perplexas inconsistências conseguem ofuscar um feito que realmente existiu, com poeira mais pegajosa do que a poeira lunar.

    • Vítor M. says:

      Não é verdade 😉 não puxes os factos á tua sardinha. Primeiro, a qualidade das imagens nunca em momento algum te podem dar certezas dessa limpeza imaculada, NUNCA, é falta de honestidade intelectual dizeres isso. Até porque o fino pó brilha quando agarrado ao fato. Quanto ao resto… é mais da divertida teoria da conspiração 😉

    • JJ_ says:

      Tens de me explicar essa de o pó se ver nas fotografias… É que nem nas fotos 4K a parte do pó raramente se nota. Quanto mais fotos com +50 anos a preto e branco, usando caixa de protecção para proteger a maquina da radiação solar.

      Se foram capazes de projectar uma nave para aterrar na lua, certamente foi muito mais fácil, criar um sistema para proteger a maquina fotográfica/filmar.

    • George Orwell says:

      Muitas inconsistências e perplexidades são apontadas às fotos lunares e não se referem apenas à poeira. Tais perplexidades foram apontadas nomeadamente por peritos em fotografia.

      Mas será que uma “poeira estranha e pegajosa que se agarra a que se agarra a tudo à sua volta” proveniente de um solo rochoso em ambiente de pouca gravidade, em que a NASA até oferece avultada quantia para a remover, apenas oferece brilho à fotografia, nunca resíduos sólidos capazes de serem captados na sua cor e textura tal como as rochas lunares ?

      E desde quando propor uma hipótese, sem ter descurado o cuidado que , cito, “não posso assegurar” é desonestidade ou teoria da conspiração às quais até eu me insurjo no último parágrafo ?

      Tenham pois, por honestidade, a bondade de responder a estas duas questões

    • Wishmaster says:

      “Para mim, é incontestável que o homem chegou à Lua, não só porque os competidores soviéticos jamais a contestaram”

      Portanto, se ninguém contesta, é porque é verdade?
      Mesmo que os russos apresentassem algum tipo de prova, seriam sempre ridicularizados. Penso que estão melhor assim, caladinhos.
      Atenção que tentar provar o contrário e falhar nessa prova pode ser pior do que ser ultrapassado na suposta corrida espacial.
      Tal só evidenciaria ainda mais que foram ultrapassados.
      Putin disse que não se consegue falsear um acontecimento desses e vais ver que ele nunca vai entrar em pormenores sobre isso. Nem ele nem o Kremlin. Isso só fará com que sejam ridicularizados, que percam credibilidade perante o mundo. Se o fizerem é com prova suficiente para demonstrar que não foram lá naquele ano. É um grande SE porque, mesmo tendo essa prova, não seria aconselhável que se pronunciassem publicamente sobre esse tema.

      Agora, de que forma poderiam os russos provar que nenhum homem foi à Lua? Que foi encenado?
      Penso que o que levanta maiores dúvidas sobre a ida (pelo menos no ano em que dizem que foram) é:
      – dizerem que não têm mais a tecnologia utilizada;
      – dizerem que não vale a pena ir à Lua;
      – levarem anos e anos a regressar, sendo que já adiaram uma data de ida;
      – as rochas poderia ter sido trazidas com robôs?
      – dificuldades actuais e descobertas de novos dados sobre o espaço e a própria Lua fazem com que surjam dúvidas.

    • George Orwell says:

      @ Wishmaster

      Claro que a falta de contestação soviética, apesar de muito reveladora, não prova a existência de um facto, na mesma medida em que também não contesta. Por essa razão, acrescentei na parte final da frase omitida na citação que me faz, a prova das rochas trazidas da Lua.

      Havendo as rochas lunares, cabe o chamado ónus da prova a quem pretende contestar, por exemplo, provar que as rochas não foram recolhidas pelos astronautas , o que não é o meu caso, uma vez que acredito que os americanos chegaram à Lua e que as rochas foram efectivamente ali recolhidas.

      Acrescento agora também que é virtualmente impossível envolver milhares de pessoas em Houston, no Cabo Canaveral, nos corredores do poder, numa hipotética farsa ou conspiração sem que uma ou mais “gargantas fundas” acabassem por desmascarar a mesma ao dar com a língua nos dentes aos “media” ou publicar um livro, o que lhes traria largos proventos. O mesmo se passando do lado soviético, algum dos que tivessem provas duma hipotética falsidade americana certamente que não desaproveitariam um momento de glória pessoal, ainda que eventualmente dissidentes em relação ao poder. Ora, nada disto aconteceu, nem da parte americana nem da parte soviética.

      Já quanto a certas fotos lunares, é um facto que peritos e milhões de observadores comuns encontram nelas perplexidades, ainda mais quando, tal como bem refere, se sabe hoje muito mais sobre o espaço e da Lua, ao ponto de gerar dúvidas razoáveis. Foi esse o meu ponto, propus uma hipótese tendo então o cuidado de advertir que não a posso assegurar, ou seja, provar. Vale apenas o que vale.

      Talvez o caro Wishmaster queira partilhar também connosco a sua visão das fotos lunares.

      • Wishmaster says:

        @George Orwell

        Por essa razão, não se envolvem muitas pessoas. Deve fazer-se com que acreditem que estão a trabalhar num projecto real, devem ter a convicção disso. O número tem necessariamente que ser muito reduzido e naturalmente funciona em hierarquia, como uma pirâmide em que só uma mão é suficiente para contar as pessoas que realmente têm acesso ao que se está a passar. Funciona, como disse, com hierarquia, subordinação, ou seja, seguem ordens e não têm que questionar.

        400 mil pessoas: penso que é necessário perceber a intervenção que cada uma dessas 400 mil pessoas tiveram… temos que contar até a senhora que coseu os emblemas, a senhora que fez a bandeira, por aqui vamos…? De que forma poderia ela questionar ou ter acesso a informação? Cada pessoa faz uma pequena parte, tem uma pequena tarefa.

        Além disso, quando se fala das 400 mil pessoas, estão a presumir. Acontece que quase a totalidade dessas pessoas trabalhou na convicção do projecto. Caso contrário, se formos a pensar assim, que alguém sempre dá com a língua nos dentes, não existiriam serviços secretos, que empregam centenas, senão milhares de pessoas 😉

        Mas atenção, estou apenas a pensar, não digo que seja tudo falso, penso que ninguém conseguirá provar totalmente alguma falsidade da ida, mas dúvidas surgem e as análises que vi (é verdade que são feitas por vários sites, digamos, conceituados mas não especializados), deixam algumas coisas de fora…

        Por exemplo, as rochas lunares podiam ser trazidas de outra forma. Mas é utilizado como argumento para confirmar a ida…
        Os russos nunca foram à Lua e têm rochas lunares que trouxeram de lá.

        “The USSR flew three successful automated lunar sample return missions: Luna 16, Luna 20 and Luna 24. The probes landed on the Moon, collected samples, and started a small rocket with the samples back to Earth. The returned mass was very small (101 g, 30 g and 170 g, respectively).”
        Muito antes dos EUA irem à Lua.

        “Foi esse o meu ponto, propus uma hipótese tendo então o cuidado de advertir que não a posso assegurar, ou seja, provar. Vale apenas o que vale. ” Certo e em grande parte, concordo.

        Agora, talvez a questão que me suscite mais dúvidas, pois não consigo compreender, é como se “perde” a tecnologia, como alguns defensores dizem, que perderam, que não conseguem replicar…. Ou que perderam muitos vídeos…(se foram perdidos no espaço, tudo bem, muita coisa pode correr mal, afectar as câmaras etc). Como se perde a tecnologia, ou se deixa cair esse Saber? o Saber do maior feito da Humanidade?
        Os engenheiros morreram todos?

        Temos 50 anos de avanço tecnológico incrível e temos que começar tudo de novo…?
        É isso que não entendo.

        • JJ_ says:

          Mas a tecnologia nunca foi posta em causa… Uma a duas vezes por ano, vão e voltam 2 ou 3 pessoas da EEI, isto durante 20 anos seguidos.

          A questão aqui é, qual o objectivo de ir a lua? Até a coisa de 10/15 anos, não se via grandes razões para lá ir. Hoje, sim… olha-se para a lua como um ponto de partida para outros planetas, não é ir lá só por ir.

          Nos anos 60 havia um objectivo, vivia-se na Guerra Fria, onde sem utilizar-se armas, a Rússia e os EUA queriam mostrar ser superiores ao outro. Por isso ir a Lua, na realidade, não tinham como base estudo cientifico (isso foi uma “desculpa”), mas sim objectivo politico/militar.

          Por isso, a Rússia, numa altura tão critica entre os dois países, deixar os EUA ficarem com os louros, tendo provas que tinha sido tudo montagem… é realmente algo mais utópico, do que dizer que foi tudo montagem. A ser verdade que os EUA tinham inventado isto, a Rússia só tinha motivos para continuou a trabalhar para levar o homem a lua, e assim apresentar mais provas que tinha sido tudo inventado e que eles eram os primeiras (como foram em praticamente tudo a nível espacial, menos alunar seres humanos… deixaram a principal primazia para a concorrência…)

          Depois a ida a lua, por parte de humanos, não foi só uma vez… foram 6, e uma foi cancelada antes de alunar. Dizer que não foram a lua, será dizer que tiveram de falsear 6 idas a lua. Envolvendo pessoas diferentes. E será dizer que a Rússia, aceito sem mais nem menos, essas 6 farsas… admitindo perante todo o seu povo um “falso” insucesso!

          Junta-se a isto, a complexidade da coisa… tinha-se que por duas pessoas dentro da nave, enviar para o espaço durante dias, alimentar conteúdo (falso) video/foto/audio durante esse período, enganado centenas de cientistas em todo o mundo que analisavam esses dados. E ao mesmo tempo, ter uma equipa de filmagem/produção, durante dias, escondida a criar conteúdo para ser analisado. Tudo isto tinha de bater certinho… sem falhar, pois até as falhas que existiram tiveram de ser produzidas ao detalhe, de modo a serem capazes de enganar centenas de cientistas ao redor do mundo. Depois os dois (ou 12) indevidos que andaram no espaço a vaguear durante dias, tinham memorizar todo o conteúdo falseado e manter a coerência no discurso durante o resto das suas vidas.

          • Wishmaster says:

            @JJ_
            Como é que os russos poderiam testemunhar a presença humana na Lua?
            Testemunhas objectos lá, não estou a ver como poderiam testemunhar a presença humana.
            Mas, como digo sempre, estou apenas a questionar.

            Quanto à tecnologia, parece-me que continua a ser evitada a sua explicação por quem defende a ida à Lua. É só isso que friso, são incoerências difíceis de entender, pelo menos para mim.

            Perderem-se documentos de construção, de projecção, moldes etc…ou melhor, não se conservarem…é no mínimo estranho.

            Vê por exemplo este artigo, perdeu-se tudo. Isto é inédito…se fosse há 500 anos ainda se perceberia, mas estavamos no século XX:

            https://www.independent.co.uk/life-style/gadgets-and-tech/features/do-we-still-have-the-technology-to-go-to-the-moon-9780152.html

          • JJ_ says:

            @Wishmaster
            Eu não disse que os Russos podia testemunhar, a questão é se eles sabiam que era falso, de certeza não se iam simplesmente limitar aceitar que os seus principais rivais ficassem com esses louros. E não era a opinião internacional que os iria impedir de expor essa farsa.

            Quanto a tecnologia… talvez nunca tenhas trabalhado em áreas que envolva moldes e peças feitas por medida. Eu tenho essa possibilidade e posso dizer como é fácil num espaço de 15/20 anos uma determinada peça deixar de ser fabricada e o molde simplesmente desaparecer. E a sua reprodução ficar a preços estupidamente caros, para replicar algo com mais de 20 anos.

            O simples facto da fabricar fechar e as instalações serem vendidas, e os moldes dessa fabricar estarem todos ao “molho” num barracão meio abandonado, que quem compra vai olhar para aquilo como lixo e rapidamente destrói tudo aquilo sem sequer analisar se é ou não algo com algum valor.

            Conheço casos de grandes armazenistas que fecharam, venderam o stock que tinham ao desbarato e depois o material que sobrou, desde moldes a peças, abrirem um buraco e enterrarem tudo.

            Estiveram centenas de empresas envolvidas a fazer peças para o projecto Apollo. Desde de um simples parafuso ao sistema mais complexo. Empresas essas que mantinham os direitos sobre essas peças, ou pelo menos sobre os moldes e planos. Basta uma dessas empresa ter fechado e ter-se perdido moldes e projectos relacionados com uma simples peça, para ser necessário rever todo o plano de desenvolvimento. Uma nova empresa, nunca irá conseguir recriar a 100% a mesma peça.

            Podes dizer, mas não existem os planos? Claro que existem… Mas será que compensa 50 anos depois, tentar reconstruir coisas tecnologicamente ultrapassadas? Claro que não.
            Hoje esses planos servem para serem analisados e ajudar a desenvolver novas tecnologias e novos equipamentos.

  12. Jagunço says:

    Por uns bug em determinados softwares dão MILHÔES , mas um projecto que custa Milhões para concretizar e tem somente este pequenino problema , aí já se abre os cordões à bolsa e dá-se uns fartos 180.000 dólares !!!

    Tá bem visto sim senhor …

  13. o Canalizador says:

    Os chineses já devem ter alguma solução e até deve estar à venda no Aliexpress.

  14. J says:

    Tomem banho antes de voltar para a capsula… e muito importante…. usem mascara!

  15. AlexX says:

    Tenho a solução e desde já ofereço os direitos a quem quiser usar ou melhorar: É forrarem(/embrulhar) a lua com folha de alumínio e prendê-lo com fita adesiva nos cantos.

  16. Luis Santos says:

    O ser humano é do car…..
    Não conseguimos resolver os nossos problemas no planeta Terra, não temos o direito de alterar seja o que for no espaço, meus amigos astronautas, estudem mas é o ser humano, isso sim o ser humano tem que mudar por um mundo melhor e não procurar fugir daqui, se não fomos nascidos lá é porque não é para nós, a própria lua irá encarregar-se de fazer desaparecer tudo o que lá construírem e as centenas e milhares de anos que a humanidade lá gastar!!!
    Limitem-se aos estudos..

  17. Luis Santos says:

    Ainda fazem desaparecer a lua com essas teorias

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