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Tags: nasa

NASA deixa recado à China, para partilharem os dados obtidos durante missão lunar

A China lançou ontem com êxito a sua sonda espacial Chang’e-5. Esta nave tem como finalidade a recolha de material da superfície lunar e regressar à Terra com o que foi obtido. É de realçar que esta é a primeira missão do género desde os anos 1970. Apesar da NASA nessa altura ter feito também várias recolhas, agora é a vez da China trazer solo lunar para o estudar.

Nesse sentido, a NASA afirmou numa declaração que tem expectativas que a China partilhe os dados obtidos durante a missão lunar do rover Chang’e.

Imagem do foguetão da China que leva a sonda sonda espacial Chang'e-5 à Lua


A lua de Júpiter, Europa, tem gelo que brilha no escuro

Europa, a lua de Júpiter, é umas das maiores do nosso sistema solar. Aliás, este satélite é apontado como tendo potencial a haver vida, face a um variado número de fatores, como a existência de água em estado liquido. Contudo, esta lua é agora notícia, pois poderá ter gelo que, no seu lado escuro… brilha!

Estas conclusões foram obtidas depois de experiências mostrarem que o tipo de gelo que cobre a superfície da lua brilha sob radiação.

Ilustração da lua de Júpiter, Europa, com o gelo a brilhar


Voyager 2 está viva após 8 meses sem a NASA conseguir comunicar com a nave de 40 anos

A sonda da NASA Voyager 2 foi lançada para o espaço a 20 de agosto de 1977. Conforme presenciámos, esta sonda já viajou por onde nunca se havia imaginado ser possível com tecnologia desta idade. Hardware imortal, dizem uns, outros acreditam que o caminho percorrido foi tranquilo. Contudo, desde março deste ano, em pleno confinamento, a NASA deixou de conseguir comunicar com a nave. Agora, 8 meses depois, a Voyager 2 disse um “olá”.

A agência espacial norte-americana precisava de reparar uma antena na Terra que era a única usada para “falar” com a sonda. Assim, após uma intervenção de vários meses, a renovada tecnologia conseguiu verificar que a sonda nos confins do espaço estelar ainda está viva.

Imagem da antena Deep Space Station 43 usada pela NASA para falar coma sonda Voyager 2


Inovador conceito de bicicleta “NASA” movida a vento quer conquistar o transporte em Marte

O próximo maior sonho para a humanidade é pôr os pés em Marte e colonizar o Planeta Vermelho. Conforme temos seguido, a NASA já colocou vários rovers para estudar como será a casa dos astronautas quando chegarem ao planeta. Nesse sentido, a agência espacial norte-americana está a estudar o clima, a geologia, a atmosfera e uma vasto leque de fatores científicos que podem ser cruciais para implantarmos no solo marciano uma base de vida. Depois há os visionários, como Elon Musk que querem colonizar Marte até 2050.

Apesar de 2050 ser “ainda longe”, os trabalhos já começaram. Desde o foguetão que levará a homem e a mulher a Marte, até aos transportes que serão usados lá, tudo está a ser pensado. Pela mão criativa de do designer Simon Grytten nasceu este inovador conceito de bicicleta marciana.

Imagem de conceito da bicicleta NASA que será usada como transporte em Marte


Psyche, o asteroide na mira da NASA que vale mais que a economia do nosso planeta

Psyche é um colossal asteroide, uma espécie de planeta falhado com cerca de 200 quilómetros de diâmetro. Alguns astrónomos consideram-no como sendo o núcleo exposto de um protoplaneta. Além de ser colossal, o seu valor económico é várias dezenas de vezes superior ao do nosso planeta Terra. Isso, claro, se um dia conseguirmos monetizar toda a riqueza que os cientistas estimam que tenha, estamos a falar de um asteroide gigante feito de ferro, níquel, platina e ouro!

Assim, a NASA, através do Hubble, está a estudar o asteroide Psyche, descoberto em 1852, e que se encontra a 370 milhões de quilómetros da nossa casa.

Imagem ilustração do asteroide Psyche que terá ouro, níquel