A Força Aérea dos Estados Unidos está a testar um programa de misseis hipersónicos. Contudo, não tem dado resultados e as tentativas não têm sido bem-sucedidas.
Pela segunda vez, o teste de mísseis hipersónicos da Força Aérea Americana falhou.
Apesar da positiva evolução tecnológica, os ciberataques têm sido prática comum e, na grande maioria dos casos, põem em risco os dados envolvidos. Nesse sentido, o Reino Unido e os Estados Unidos da América juntaram-se e formalizaram uma acusação contra um grupo chinês apoiado pelo Estado.
Na base da acusação está a sabotagem sistemática da Microsoft.
O tema continua a dar o que falar e a preocupação não são os homenzinhos verdes vindos de outras galáxias. Os avistamentos também não devem ser tratados como um OVNI, mas sim um FANI. Isto é, passa então de Objeto Voador Não Identificado para Fenómenos Atmosféricos Não Identificados. No entanto, cuidado, o caso é bem mais interessante, porque estão já envolvidas teorias e suspeitas do uso de ferramentas de guerra eletrónica.
Aos olhos podem não ser visíveis, mas nos radares e nos sensores mais sofisticados, poderemos estar a ser invadidos, perseguidos e até vigiados. Mas, então, o que se passa nesta “guerra de computadores”?
Recentemente, muitas têm sido as empresas vítimas de ciberataques, desde redes sociais, a grandes companhias, supostamente protegidas. Desta vez, o ataque foi ligeiramente diferente e atingiu várias empresas dos Estados Unidos da América, através de ransomware.
Segundo os especialistas, o ciberataque foi “devastador”.
Já foi divulgado um dos relatórios mais esperados sobre objetos voadores não identificados (Óvnis). O Governo dos EUA partilhou na passada sexta-feira toda a informação, destacando-se o facto de considerar que é um desafio para a segurança nacional.
Nos mais de 140 casos investigados e relacionados com Óvnis, o relatório revela que não se encontraram ligações extraterrestres.