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EUA também estão a ponderar colocar a Honor na lista negra

Quando falamos em restrições impostas pelos Estados Unidos a marcas de tecnologia, a Huawei é o nome mais sonante. As sanções do país liderado atualmente por Joe Biden tornaram a vida da empresa chinesa num autêntico pesadelo, envolto em diversos bloqueios que levaram a que a marca tivesse que reestruturar completamente a sua estratégia de negócios e os seus produtos. Uma das mudanças radicais foi a venda da sua subsidiária Honor.

No entanto, de acordo com as informações mais recentes, tudo indica que as autoridades norte-americanas também estão a ponderar colocar a ex-subsidiária da Huawei na lista negra de restrições.


COVID-19: Mercado online de venda de cartões de vacinação falsos está a crescer

Com as exigências sanitárias devido à COVID-19 – que exige comprovativo de vacinação ou um teste negativo, por exemplo -, nem todos seguem as regras e contorná-las parece estar a tornar-se demasiado comum. Afinal, conforme se sabe agora, o mercado online dos cartões de vacinação falsificados está em expansão.

Alguns vendedores chegam a cobrar centenas de dólares por um único cartão.

Cartões de vacinação


Pirataria Informática: Agentes dos serviços secretos dos EUA envolvidos

Três antigos agentes dos serviços secretos norte-americanos admitiram ter participado numa operação de pirataria informática ao serviço dos Emirados Árabes Unidos. A revelação foi feita pelo Departamento de Justiça dos EUA esta terça-feira.

Os três ex-agentes foram banidos dos serviços secretos americanos.


11 de setembro de 2001: Há 20 anos na memória do mundo

Passavam 46 minutos das 8h da manhã do dia 11 de setembro de 2001 quando o primeiro avião invadiu a torre norte do World Trade Center, em Nova Iorque, EUA. Esse momento iniciou uma série de outros que viriam a marcar esse dia fatídico como um dos mais negros da história da Humanidade.

Duas décadas depois, as imagens do 11 de setembro ainda chocam o mundo e estão vivamente presentes na memória de alguns.


EUA querem que 45% da eletricidade provenha de energia solar em 2050

Não só as fabricantes têm dado cartas no sentido de contribuir para a minimização das emissões de gases de efeito de estufa. De forma a atingir os objetivos estabelecidos, os países estão também a trabalhar nesse sentido. Os EUA, por exemplo, querem que 45% da eletricidade consumida no país provenha de fontes de energia solar.

Com o horizonte temporal estabelecido para 2050, esta meta poderá fazê-lo poupar cerca de 1,7 biliões de dólares.

Energia solar