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Exército dos EUA irá começar a testar um sistema de armas a laser de 300 kW em 2022

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. IKAROS says:

    Duvido. Rapidamente os inimigos começam a sair com tanques cromados e a ideia cai por terra.

  2. Str says:

    A esta hora já os Russos e os Chinos roubaram a tecnologia e daqui a 1 ano a coisa fica novamente empatada. Lá se vai a superioridade

  3. RM says:

    Bravo. Finalmente estamos a evoluir.

  4. Adeus says:

    Os russos já usam equipamentos destes e até há vídeos no YouTube

  5. Space says:

    está mais perto o que se passa em Alice in Bordeland, quando perdem.

  6. Pedro V says:

    “Em 2019, os governos do mundo gastaram mais de 1,9 trilhão de dólares em armamentos, valor mais alto desde 1988, segundo o relatório anual do Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado nesta segunda-feira (27/04).”

    Ora aqui está uma gestão correta dos recursos ao nosso dispor. É só esquizofrénicos a liderar a Bola.

    Pplware, nem ao planeta mais próximo chegámos, quanto mais ser comum nos dias de hoje a conquista de planetas! Mais devagar.

  7. Joao Ptt says:

    A Europa anda a dormir no campo militar, não é de admirar por tanto que a Rússia e/ ou a malta do Médio Oriente e Norte de África venham a atacar militarmente a Europa nos próximos 20 anos.

    Pelo menos a Rússia tem andado a praticar exercícios em larga escala nos últimos anos com vista a testar a sua capacidade de rapidez e coordenação, e corrigir os erros para quando sentirem que existe uma “onda” favorável (leia-se: desculpa) avançarem para a conquista da Europa.

    Existem diversas previsões nesse sentido, a maioria indica que será a Rússia, mas algumas falam em malta do Médio Oriente/ Norte de África… e diria que existe a possibilidade de ambas se concretizarem, e o actual estado das forças armadas na Europa em particular na União Europeia é muito preocupante, e nem é preciso ir mais longe do que aqui em Portugal para ver quão miseráveis as forças armadas se encontram, a começar pela marinha de guerra que aparentemente nem tem os mínimos para patrulhar o território marítimo em tempo de paz quanto mais se entrarmos de um dia para o outro em guerra.

    Tem sido sempre assim na história, quando os inimigos sentem a fraqueza atacam… e neste momento a Europa está muito fraca militarmente falando… as forças armadas talvez consigam controlar as populações civis desarmadas dos países mas contra uma força estrangeira como a Rússia (e alianças da mesma) e/ ou malta do Médio Oriente e Norte de África logisticamente apoiados pela China e/ ou Rússia a conversa é bem diferente.

    A boa notícia é que todas as previsões indicam que quem quer que venha a invadir acabará por perder a guerra no final, mas não sem antes destruir a sociedade europeia pelo menos como hoje a conhecemos… sem falar na morte de grande parte de nós população da mesma.
    Um mal que virá por um bem maior, mas que estando nós aqui a vivenciar a coisa não será lá muito agradável o processo em especial se viermos a morrer ou pelo menos a sofrer horrores com o processo.

    • Sujeito says:

      A situação das forças armadas na Europa está encaminhada. O exército militar comum, já avançado pelos franceses, alemães e portugal, entre outros, destina-se a unificar as forças da união europeia.

      Contudo isso traz água no bico, pois implica a perda do último vestígio que determina a soberania dum país – a independência militar. Isto são as normas oficiais, se acha correcto ou errado é outro assunto.

      Portanto, para impedir essa tal perda de independência que apontaste, a solução deles é – e tem sido – a unificação do espaço europeu, que implica necessariamente a perda de independência e subjugação total externa.

      Pescadinha de rabo na boca.

  8. AlexX says:

    Com Japão, China, Coreia do Norte e Sul, Taiwan, Índia, Israel, todos fazendo ensaios, Austrália querendo submarinos de guerra, Rússia, Ucrânia e Georgia vai não vai… tudo indica que uma guerrinha vai avante não tarda. Só não se sabe ainda contra quem ou o quê.
    Por cá flower power e kumbaya que logo se vê, estamos aqui para reparar os estragos.

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