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Depois da Huawei, governo dos EUA boicota empresas chinesas de supercomputadores

O impasse comercial entre os EUA e a China continua, depois de ter culminado com o bloqueio à Huawei. O mais recente boicote do governo dos Estados Unidos é referente a empresas de supercomputadores chinesas.

O departamento comercial dos EUA indicou na passada sexta-feira que empresas chinesas de supercomputadores não poderão comprar componentes a empresas americanas sem a autorização do governo.


Apple pode deslocar até 30% da produção para fora da China

A Apple está a ponderar mover entre 15 a 30% da produção de hardware como o iPhone e os Mac para fora da China. A hipótese é agora avançada pela agência Nikkei, tendo a fabricante de smartphones iOS pedido aos seus parceiros, a Foxconn, Pegatron e Winstron para avaliar a exequibilidade de tal medida.

É, portanto, o mais recente capítulo na escalada de tensões entre os EUA e a China.

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Huawei aponta quebra de 60% nas vendas internacionais de smartphones

A Huawei tem sido o centro das atenções desde que foi recentemente incluída na lista negra dos Estados Unidos. Agora, a tecnológica está a preparar-se para uma quebra de 40 a 60% no volume de smartphones Android vendidos fora da China. No entanto, próximo o Honor 20 Pro já está assegurado pela Google.

É o mais recente desenvolvimento na já longa guerra comercial entre os EUA e a China.

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Os portáteis da Huawei já voltaram a ser vendidos nas lojas da Microsoft

A Huawei, depois de ter estado debaixo de fogo, parece agora estar a conseguir recuperar o fôlego que tinha antes. Os ataques do governo dos EUA pararam e as empresas americanas estão lentamente a voltar.

Depois de termos visto casos como a Google e outras a pedirem o fim do embargo, surge uma nova. A Microsoft tomou uma nova posição e os portáteis da Huawei já voltaram a ser vendidos nas suas lojas.

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Huawei prevê quebra nas receitas superior a 26 mil milhões de euros

Ren Zhengfei admitiu, esta segunda-feira (17), que a sua empresa já está a contar com uma significativa quebra nas receitas. Mais concretamente, estimam uma perda de 30 mil milhões de dólares, cerca de 26,7 mil milhões de euros devido à expectável queda nas vendas de smartphones Android da Huawei.

É, portanto, uma das consequências imediatas face à pressão da administração Trump à tecnológica.

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