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Tags: energia

Novembro: 62% da produção de eletricidade teve origem renovável

Como é comum nesta altura do ano, as baixas temperaturas registadas o nosso país provocam uma subida no consumo de eletricidade. De acordo com dados da ADENE – Agência para a Energia, em novembro, 62% da produção de eletricidade teve origem renovável.

Tais números significam um aumento do consumo de energia elétrica de 4,0% face ao período homólogo.

Novembro: 62% da produção de eletricidade teve origem renovável


Grécia vai eletrificar as suas ilhas com a ajuda da Citroën e da Volkswagen

Aos poucos, estamos a ver os países a eletrificar a sua frota, adotando medidas de incentivo ao aumento dos carros elétricos. A juntar-se à lista, que ainda não é longa, está a Grécia, que pretende que as suas ilhas habitadas se tornem ambientalmente sustentáveis.

Para isso, contará com a ajuda da Citroën e da Volkswagen.

Citroën na Grécia


Relâmpagos deixam marcas únicas nos ossos das suas vítimas, dizem investigadores

Até agora, os especialistas não tinham encontrado uma forma de perceber se a morte de uma pessoa poderia ter sido causada por um relâmpago, devido à inexistência de tecido mole no seu corpo. Então, contornando o problema, um grupo de investigadores encontrou nos ossos uma forma de identificar as vítimas mortais deixadas pelas descargas de energia.

Aparentemente, os restos do esqueleto humano são suficientes, tendo em conta uma marca única deixada pelo fenómeno.

Relâmpagos


Carregar um veículo elétrico na rede pública? Em quanto fica?

Uma das discussões mais recentes no mundo da internet tem sido relativa ao preço dos carregamentos de veículos elétricos. Os condutores de carros elétricos estão a ser surpreendidos com as faturas dos carregamentos e a conclusão é que se tem retirado é que é mais caro fazer uma viagem num carro elétrico do que num carro a gasolina.

Afinal quanto custa carregar um veículo elétrico na rede pública?

Carregar um veículo elétrico na rede pública? Em quanto fica?


Teletrabalho: Empresas obrigadas a pagar despesas com energia e Net

A pandemia por COVID-19 veio reforçar o Teletrabalho. As empresas foram obrigadas a permitir este modo de trabalho, mas com o abrandamento da pandemia, o teletrabalho parece ter vindo para ficar.

Em setembro surgiu uma proposta para que as empresas fossem obrigadas a pagar as despesas adicionais relacionadas com o teletrabalho, incluindo os custos com a energia e com a internet.  A proposta do PS foi aprovada.

Teletrabalho: Empresas obrigadas a pagar despesas com energia e Net