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Tags: emprego

Amazon entra para a lista das empresas mais perigosas para se trabalhar nos EUA

A Amazon nunca foi propriamente distinguida pelas suas boas práticas de condições laborais. Histórias de elevada carga horária, de proibição de pausas para ir simplesmente à casa de banho e de acidentes de trabalho multiplicam-se um pouco por todo o mundo.

Agora, nos EUA a empresa entrou para uma lista que integra as empresas mais perigosas para se trabalhar.

Trabalhadora na Amazon. Créditos: Chang W. Lee/The New York Times


Tesla pagará até 3 meses aos funcionários ucranianos que forem chamados pelo país

O mundo está a conhecer uma onda de solidariedade que há muito não se fazia ver. Indo ao encontro do apoio que as empresas estão a dar à Ucrânia, a Tesla anunciou que irá pagar salários por até três meses aos funcionários ucranianos que forem chamados para servir o país.

Além disso, manterá também os seus empregos.

Ucrânia


Tesla, um local de trabalho racialmente segregado

A acusação não é nova. Já no passado, a Tesla foi acusada de ser uma empresa racista e misógina. Aparentemente, o ambiente de trabalho não é bom para as minorias, segundo um processo recente avançado pela agência de direitos civis, na Califórnia, a Tesla é apontada como um “local de trabalho racialmente segregado”.

A empresa antecipou-se na defesa das acusações.


6 conteúdos que não deve partilhar no seu LinkedIn

O LinkedIn é a rede social profissional mais popular contando com mais de 700 milhões de utilizadores. Mesmo sendo uma das melhores plataformas para partilhar o seu currículo, portfólio, e outros conteúdos relacionados com o trabalho, há certos conteúdos que não deve publicar.

Portanto, trazemos-lhe hoje algumas das coisas que não deve partilhar para ficar com o perfil o mais profissional possível.


Renault: Transição elétrica custará 2.000 empregos em França

É do interesse da União Europeia que, em breve, a transição para uma mobilidade elétrica comece nos países que dela fazem parte e nas fabricantes que abriga. De todos os senãos que lhe estão associados, um dos mais preocupantes é a perda de empregos que ela poderá provocar.

Afinal, como resultado da transição para os carros elétricos, a Renault, por exemplo, planeia cerca de 2.000 cortes de emprego, em França.

Renault