Num mundo em aceleração elétrica, deixar de pensar em litros e passar a pensar em kWh não é apenas uma questão de vocabulário. É aceitar que a estrada mudou. E que a forma como a percorremos também evoluiu.
Com o objetivo de informar, orientar e aconselhar os utilizadores de automóveis europeus sobre a verdadeira eficiência e utilização dos mais recentes carros elétricos puros, uma organização internacional conduziu testes independentes, colocando frente a frente 15 modelos. Eis os resultados!
A China tem o maior mercado automóvel do mundo, especialmente no que diz respeito a veículos de novas energias (NEV – new energy vehicles) – ou seja, veículos elétricos e híbridos, incluindo carros totalmente movidos a bateria e carros híbridos plug-in. Uma vez consolidadas no seu mercado doméstico, as marcas têm decidido expandir-se globalmente, chegando a novos países e clientes. Apesar do crescimento atual, um novo relatório prevê que das quase 130 fabricantes de carros elétricos, apenas 15 deverão sobreviver até 2030.
Em destaque no mercado global dos carros eletrificados, a China tem conseguido que as suas empresas cresçam internamente, com vendas significativas. Agora, o país decidiu contra uma funcionalidade controversa dos carros elétricos, tornando-a ilegal a partir de 2027.
No ocidente, a implementação de carros elétricos não está a correr de “vento em popa”, com o crescimento a ser paulatino. Entre os muitos entraves que já lhes foram apontados, há um que se destaca, na opinião da Rivian; e não são os governantes e as suas políticas.
Os carros elétricos vão tomando as estradas, com a velocidade da mudança marcada pelos clientes. Entretanto, vão-se descobrindo curiosidades relativamente...