Estirpe do novo coronavírus do ocidente é mais perigosa do que a original
Os números não dão margem para dúvidas e as mais de 500 mil mortes pela COVID-19 mostram que a luta está longe de abrandar. Aliás, as análises revelam agora que o vírus SARS-CoV-2 passou por mutações em relação ao primeiro identificado em Wuhan, na China, em dezembro do ano passado. Segundo o que foi descoberto, as novas estirpes dão conta que o vírus ganhou força e está mais eficiente.
O artigo publicado por grupo de investigadores do Scripps Research Institute, descreve que a mutação sofrida pelo SARS-CoV-2, a estirpe dominante no Ocidente (G614), é 10 vezes mais infecciosa do que a original.


































