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Autor: Ana Sofia Neto

Energia nuclear é “apropriada e segura”, diz relatório da UE

Por aquilo que provocou no passado, a energia nuclear ainda não vista com bons olhos pela generalidade das pessoas. Tendo sido a origem de alguns desastres e tendo tido repercussões que se estendem até aos dias de hoje, poucos são aqueles que a veem como um trunfo.

No entanto, um relatório levado a cabo pela União Europeia revela um resultado surpreendentemente positivo. Energia nuclear


Facebook testa etiquetas para contextualizar páginas populares

As redes sociais têm caminhado na direção de uma comunicação mais clara e esclarecedora. Num mundo onde as notícias correm à velocidade da luz, é importante distinguir as brincadeiras das questões reais. Nesse sentido, o Facebook está a testar novas etiquetas.

Servirão para contextualizar as várias páginas, para que os utilizadores não confundam publicações humorísticas, por exemplo, com notícias.


Mineração de moedas criptográficas na China poderá comprometer objetivos climáticos

A China detém um vasto império no comércio global de moedas criptográficas, sendo responsável pela maioria do processo de mineração. Paralelamente, estabeleceu o ano de 2030 para diminuir as suas emissões de carbono.

Estas duas responsabilidades não são compatíveis e a mineração de moedas poderá comprometer os objetivos climáticos estabelecidos pela China.

Mineração de criptomoedas na China


Cofundador da Neuralink diz que podemos construir um Jurassic Park real

Aquilo que conhecemos como ficção científica pode tornar-se, com a evolução tecnológica, numa realidade. Aliás, há uns anos, carros voadores eram associados a um planeta futurista e, agora, não muito tempo depois, há já quem os tenha conseguido produzir. Portanto, aparentemente, não há nada que com uma pitada de tecnologia não funcione… nem mesmo um Jurassic Park do mundo real.

É verdade, Max Hodak, o cofundador da Neuralink, acha que temos o que é preciso para projetar o filme para a realidade.

Jurassic Park


Facebook não contratou empregados negros porque não “encaixavam na cultura”

A maioria das pessoas utiliza alguma, se não várias, plataformas do Facebook. Embora saibamos como ela funciona, a empresa, internamente, é uma incógnita para os utilizadores. Todavia, vai deixando de ser à medida que vão sendo divulgadas situações.

Segundo um relatório, o Facebook não contratou empregados negros, porque não se “enquadravam na cultura” da empresa.