Este artigo foi escrito para o PPLWARE.COM por Luis Peixe, Country Manager da Nokia Portugal.
Recentemente, temos vindo a assistir à emergência do termo smartphone, que está hoje presente sempre que se fala de comunicações móveis. Mas, afinal, o que é um smartphone?
A resposta a esta pergunta está na análise do tipo de utilização que os consumidores fazem de um equipamento móvel, geralmente denominado telemóvel; uma análise que é complexa, já que, como se costuma dizer, cada caso (pessoa) é um caso, com interesses, gostos e necessidades diferentes. O termo one size doesn’t fit all (uma única medida não serve a todos) resume bem a dificuldade que é encontrar uma solução que consiga satisfazer todos os tipos de utilização que cada pessoa dá ao seu dispositivo.

Com o lançamento do “badalado” Samsung Wave trazendo o novo sistema operativo bada e loja de aplicações Samsung Apps Store, o mundo mobile é mais uma vez agitado. Mas afinal o que é que a nova aposta da Samsung traz de inovador ao mercado móvel?
Foi exactamente para responder a esta questão e muitas outras curiosidades que fomos convidados pela Samsung a entrevistar 3 representantes da empresa – Nuno Silva (Product Manager em Portugal), Taiho Choi (Senior Engineer na Coreia) e Gina Sangjin Lee (Assistant Manager na Coreia) - no quartel-general da Samsung Portugal, no Lagoas Park.
Ainda me lembro o dia em que entrei para o ensino superior e numa das primeiras aulas de programação comecei a programar em Pascal. Para iniciar no mundo da programação, o Pascal era uma linguagem de programação bastante flexível onde poderíamos aplicar os conhecimentos da disciplina de Algoritmos.
Depois veio a linguagem de programação C, seguiu-se o C++ da Borland (para introdução à programação orientada por objectos) até que no 4º ano aparece o Java. No início foi um bocado complicado perceber a filosofia do Java, mas depois torna-se uma linguagem apetecível.![]()
Lá dizia a sabedoria popular, que tudo o que é em excesso faz mal. É uma frase que podemos aplicar no conjunto de elementos que nos rodeia. As altas tecnologias de informação e todos os meios tecnológicos em particular que temos hoje em dia à nossa disposição, são mais que suficientes para nos deixar entretidos. Os jogos além de instrumentos indispensáveis ao relaxar da nossa mente, podem ter consequências bastante viciantes para os mais permeáveis às novas tecnologias.

O pplware apresenta hoje uma nova rubrica, mais concretamente um espaço de opinião, com o objectivo de analisar temas (ex. eventos, produtos, iniciativas, programas tecnológicos, etc) que lançaremos para obter o vosso feedback.
A ideia consiste num brainstorming de opiniões/ideias, para um determinado tema proposto por nós, nesta fase de arranque (no futuro podemos aproveitar temas propostos por utilizadores).
Tema proposto: A importância do Magalhães
Este artigo foi escrito para o pplware.com por Paulo Barreto, Country Manager da Google Portugal.
Antes de mais gostaria de agradecer o convite do pplware para escrever este artigo no qual gostaria de partilhar com os vossos leitores o que têm sido este 3 anos da Google em Portugal.
Dia 2 de Junho de 2007. A Google abria escritórios em Portugal e iniciávamos um percurso que, três anos depois, nos deixa muito satisfeitos: colaboradores, utilizadores, anunciantes e, eu próprio, que desde há muito defendia a abertura de escritórios no mercado português.

Este artigo foi escrito para o pplware.com por Lourenço Medeiros, editor de novas tecnologias e apresentador do programa Futuro Hoje.
É impossível ver tudo o que há no Mobile World Congress. Na Feria de Barcelona converge praticamente toda a indústria das comunicações móveis. Desde fabricantes de antenas a pequenos aparelhos que pouco mais são do que brinquedos mas esperam fazer dinheiro. Este ano como sempre tentei apanhar o tom do que aí vem, as tendências em termos de telemóveis. Depois da peça da SIC (ver aqui) ficam aqui algumas constatações mais pessoais. O que mais me marcou. Não pretendo de todo ser exaustivo, nem vi tudo, nem escrevo tudo o que vi.
Em busca da nova eficiência
Este artigo foi escrito para o Peopleware por Cláudia Goya, Directora Geral da Microsoft Portugal
A ideia de que a economia global está a iniciar a retoma parece hoje consensual, embora as opiniões se dividam quanto ao ritmo e à forma que essa retoma assumirá. Pessoalmente, acredito que as sequelas da crise económico-financeira dos últimos meses nos projectaram para uma realidade de mercado totalmente nova, assente em pressupostos muito diferentes das taxas de consumo irrealistas e dos níveis insustentáveis de dívida privada que nos conduziram às dificuldades conhecidas.
Hoje, acredito que as pessoas aprenderam a lição, que são mais poupadas, mais criteriosas nos empréstimos contraídos e cuidadosas nos gastos, protagonizando aquilo a que, com inteiro acerto, se convencionou chamar “o novo normal”, ou seja, um enquadramento bem diferente dos mercados, pelo menos enquanto nos lembrarmos dos efeitos da crise.
Cada vez mais a Internet é essencial nas nossas vidas. Quer para trabalho, quer para lazer. No entanto, esta tecnologia oferece serviços de tal forma cativantes, que muitas vezes deixamos de ter aqueles pequenos hábitos do nosso dia-a-dia e passamos a substituí-los por outros mais rápidos e dinâmicos, mas online. Em baixo, apresento-vos uma lista de 20 coisas que as pessoas estão a deixar que a Internet destrua.
…e um telefone inteligente.
Este artigo foi escrito para o Peopleware por Lourenço Medeiros, editor de novas tecnologias e apresentador do programa Futuro Hoje.
Estive a fazer o upgrade de um HTC Magic que me tem acompanhado. Tenho um telefone novo. Já tinha tido oportunidade de testar o interface Sense e tinha gostado francamente, mas estava resignado a manter o meu Magic como veio ao mundo, não era tão bom, mas enfim…