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Reino Unido baniu o 5G da Huawei apenas porque os EUA pediram essa ação

Mesmo sendo uma das empresas que mais desenvolveu e suportou o 5G, a Huawei tem sido alvo de constantes boicotes e tentativas de remover toda a sua tecnologia das redes dos operadores.

Do que temos visto, estas campanhas têm, na sua grande maioria, um foco grande na segurança e na proteção de dados. Agora, e do que foi revelado, este argumento parece cair por terra, pelo menos no Reino Unido. Afinal foram os EUA a pressionar esta decisão.

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Huawei terá encontrado a forma certa para contornar as sanções dos EUA nos smartphones

A guerra comercial entra a China e os EUA tem feito muitas vítimas, entre elas a Huawei. Este não é um tema nova e a marca parece ter ultrapassado o problema, com o seu ecossistema. Mesmo assim, não desistiu de manter a sua posição no mercado.

Claro que para isso precisa de ter acesso a muitos componentes, que até agora parecem barrados. A Huawei terá agora em curso mais uma ação, que poderá ultrapassar todas as limitações impostas pelos EUA e assim voltar em força ao mercado dos smartphones.

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Huawei vai vender o seu negócio de servidores x86 devido às sanções dos EUA

Depois que os Estados Unidos colocaram a Huawei na sua lista negra, a vida e a atuação da empresa chinesa tornou-se bastante complicada. E as consequências desses bloqueios têm sido sentidos frequentemente, com diversas portas fechadas. Dessa forma, a marca sediada na cidade de Shenzhen tem em mãos o grande desafio de tomar decisões difíceis e definir muito bem as suas prioridades, com base nas limitações que enfrenta.

Nesse sentido, as informações recentes indicam que, devido às sanções impostas pelos EUA, a Huawei vai agora vender a sua divisão de servidores x86.

Huawei vai vender o seu negócio de servidores x86 devido às sanções dos EUA


EUA também estão a ponderar colocar a Honor na lista negra

Quando falamos em restrições impostas pelos Estados Unidos a marcas de tecnologia, a Huawei é o nome mais sonante. As sanções do país liderado atualmente por Joe Biden tornaram a vida da empresa chinesa num autêntico pesadelo, envolto em diversos bloqueios que levaram a que a marca tivesse que reestruturar completamente a sua estratégia de negócios e os seus produtos. Uma das mudanças radicais foi a venda da sua subsidiária Honor.

No entanto, de acordo com as informações mais recentes, tudo indica que as autoridades norte-americanas também estão a ponderar colocar a ex-subsidiária da Huawei na lista negra de restrições.


Agora é a vez da Honor? EUA querem aplicar as mesmas restrições que a Huawei tem

As restrições que o governo dos EUA aplicaram à Huawei e à ZTE pretendiam limiar o acesso a estas duas empresas e às suas subsidiárias, como a Honor. Esta ação teve um impacto grande, ainda que algumas destas visadas conseguissem superar isso.

Desde essa altura que a Honor tem tentado separar-se destas limitações, sendo, entretanto, vendida para sair do controlo da Huawei. Com uma nova posição no mercado, a Honor arrisca-se agora a perder tudo. Os EUA reavaliaram a situação e agora parecem querer aplicar as mesmas restrições que a Huawei tem.

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