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iPhone X: Estudantes chineses trabalharam horas extra ilegais

A procura pelo iPhone X está a levar as empresas, que trabalham para a Apple, a contratar mão-de-obra sem ter os devidos cuidados.

Informações reportadas referem que adolescentes de uma escola foram deixados a trabalhar na Foxconn horas a mais, de forma ilegal. A Apple refere que ficaram de forma voluntária mas que não deveriam ter trabalhado tantas horas.


iPhone X – Primeiro envio limitado a apenas 46500 unidades. Só?

O iPhone X está a criar uma grande curiosidade no mundo da tecnologia pela suposta revolução que este trará no aspeto da autenticação e segurança aos seus dados. Além disso, este iPhone comemorativo reúne num só equipamento várias das mais populares tecnologias desenvolvidas para smartphones.

A empresa de Cupertino, embora esteja a vender mais o iPhone 7 do que o iPhone 8, sabe que este iPhone X será muito procurado, mas as coisas parecem estar lentas. Segundo informações veiculadas, o principal parceiro de fabrico da Apple, a Foxconn, enviou recentemente o seu primeiro carregamento do iPhone X, mas esse lote incluiu apenas 46500 unidades.

Foto do iPhone X


Foxconn vai substituir todos os trabalhadores por robots

Há já muito que se fala dos processo de automatização de fábricas e de outros complexos industriais, removendo completamente o factor humano e colocando no seu lugar robots e máquinas.

Se até agora estes eram apenas cenários pensados, a Foxconn prepara-se para fazer essa mudança em todas as suas fábricas da China, tornando-as totalmente operadas por robots.

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Executivo da Foxconn conseguiu roubar 5700 iPhones

Pior que ser roubado por alguém fora de uma empresa é ser roubado por alguém da própria empresa! Depois de uma auditoria interna à Foxconn, foi descoberto que entre o ano 2013 e 2014 foram “desviados” 5700 iPhones. Os modelos em questão foram o iPhone 5 e 5S.

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Foxconn substituiu 60 mil trabalhadores por robots

Há já algum tempo que se fala da possibilidade dos robots ocuparem os lugares dos trabalhadores em fábricas e em outros ambientes em que os processos de fabrico são repetitivos e podem ser automatizados.

A Foxconn resolveu agora dar esse passo e substituiu parte da sua força de trabalho por robots. São 60 mil postos de trabalho que foram substituídos.

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