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Tags: coronavírus

Coronavírus “resiste” após 21 dias em alimentos congelados

Quando foi declarado o estado de pandemia, os medos eram muitos assim como as incertezas. Durante este período a ciência tem tentado descobrir o comportamento do vírus, mas a verdade é que ainda não há assim tanta informação e estudos que nos levem a concluir o quer que seja. Por outro lado, as sociedades tentam voltar à “vida normal”, mas como resultado o número de infetados tem disparado na Europa.

Um estudo recente revela que o novo coronavírus pode resistir em carne congelada e peixe até três semanas.

Coronavírus pode sobreviver com carne congelada e peixe até três semanas


Eco2Covid: Projeto português para detetar o coronavírus nos esgotos

A par com outros países, Portugal também tem vindo a desenvolver soluções para ajudar no combate ao novo coronavírus. Um projeto diferente dá pelo nome de Eco2Covid e o objetivo é monitorizar os esgotos para verificar a presença do vírus.

Para isso terão de ser avaliadas as fezes dos pacientes infetados e assim analisar a presença do coronavírus através de testes de ADN.

Eco2Covi: Projeto português de 482k€ para detetar o coronavírus nos esgotos


Máscaras “egoístas” FFP2 e FFP3 com válvula são proibidas em Madrid

As máscaras são das primeiras defesas que atualmente as pessoas contam para se proteger e proteger os outros dos contágios com a COVID-19. Assim, após uma polémica inicial se as máscaras eram ou não eficazes para parar os contágios do novo coronavírus, o foco parece ser agora que tipo de máscaras usar e quais as que são efetivamente eficazes. Em Espanha, há máscara que não são permitidas por só protegem quem usa e não proteger também os outros.

O diretor do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências de Saúde (CCAES) de Espanha, Fernando Simón garantiu que o uso das máscaras FFP2 e FFP3 com válvula não era “ideal” e descreveu-as como “egoístas”.

Imagem ilustração máscara FFP2 com válvula de respiração


Cientistas descobrem um novo e importante ponto fraco do coronavírus

Cientistas da Northwestern University, nos Estados Unidos, descobriram um novo ponto fraco na famosa proteína S ou proteína spike (espigão), a grande molécula por meio da qual o SARS-CoV-2 reconhece as células humanas e entra nelas. Assim, com esta descoberta, as portas para novos tipos de tratamento poderão estar abertas. A forma prática como é mostrada nesta descoberta poderá significar que foi encontrado o caminho para pôr fim a esta pandemia causada pelo novo coronavírus.

A cada dia que passa, as investigações conhecem melhor o SARS-CoV-2 e a forma como infeta os humanos.

Ilustração do SARS-CoV-2, o novo coronavírus e a sua proteína S ou spike


COVID-19: DGC alerta para estes quatro modelos de máscaras

A Direção-geral do Consumidor (DGC) alertou recentemente para quatro modelos de máscaras que não têm a capacidade de reter as partículas. A DGC proibiu a comercialização de um dos produtos, ordenou a destruição de outro e sobre os restantes dois emitiu avisos acerca dos riscos para a saúde e segurança dos utilizadores.

Estejam atentos ao que compram e descubra quais os quatro modelos de máscaras não indicados pela DGC.

COVID-19: DGC alerta para estes quatro modelos de máscaras