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Supercomputador da IBM analisou dados da COVID-19 e traz uma nova explicação

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Cicrano says:

    E porque não usaram a maquina para criar uma cura, ou no melhor caso, uma lista de combinações de químicos que destruísse o vírus?
    Sem querer ser como certa gente aqui que é especializada em tudo, acho que os supercomputadores deviam ser utilizados para encontrar uma cura e não a causa.

    • PGomes says:

      Porque primeiro é necessário compreender o virus. Só depois é que se pode desenvolver uma cura.

      Imagina tentar reparar um carro, sem saber o que está avariado….

      • Abreu says:

        Deviam de começar pelos morcegos, como eles vivem com o Corona

        • Luisão says:

          Os morcegos vivem bem, eles apenas são meios intermediários ou se preferires são eles onde o vírus se aloja. Tal como a raiva foi que foi transmitido do morcego para o cão há milhares de anos atrás. Este vírus atua da mesma forma apenas os cães não apresentam problemas (até agora não foi registado qualquer morte desse animal) já ao contrário do Humano esse o vírus pode ser fatal

    • Tadeu says:

      Para encontrar uma cura é necessário primeiro compreender os mecanismos da doença, ou pelo menos uma parte do que poderá ser mais relevante na doença. Sem isso um computador não pode adivinhar o que é preciso fazer.
      Tendo estes dados pode ser mais fácil determinar que fármacos serão mais indicados para combater a doença

    • fim do mundo says:

      Se fosse assim tão simples como tu estás a pintar o Vírus já tinha sido erradicado, entre tantas outras doenças, mas infelizmente os computadores só funcionam através dos dados que lhes são fornecidos, dado que o vírus é algo que tem de ser estudado, compreendido, por ai fora, sendo algo que está a decorrer, essa informação não está disponível para ser inserida.

  2. Zé Duarte says:

    A única coisa que tirei deste artigo é que as vacinas que circulam não vão fazer nada a longo prazo.

    • Tadeu says:

      donde é que tiraste essa conclusão?

      • TwoEyez says:

        deste artigo

        • Tadeu says:

          não vejo em lado nenhum deste artigo dados que possibilitem avaliar a eficácia de vacinas.

          • Zé Duarte says:

            Se se pensava que o virus afectava uma área e a final é outra, acho que é plausível assumir que as vacinas feitas antes desta descoberta vão atacar o vírus de forma ineficaz.

          • Tadeu says:

            As vacinas não são como vulgares medicamentos! A sua acção e formulação não depende de conhecer bem como é que um virus ou bactéria causam a doença.
            Uma vacina expõe o corpo a componentes do virus para que o corpo crie células de memória e anticorpos contra o vírus, ou seja para capacitar o próprio sistema imunitário da pessoa de defesas (“naturais”) para uma possível infecção, atacando directamente o virus, reduzindo muito mais rapidamente a capacidade do virus para infectar novas células no corpo, em quase qualquer parte do corpo.
            Aquilo que é preciso saber é que componentes do virus podem ser reconhecidos pelo sistema imunitário e qual deles é que sofre poucas mudanças por mutações para que a “defesa” criada possa ter um efeito mais prolongado no tempo.
            Por isso essa tua ideia não tem nada a ver com vacinas.

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