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Tags: SARS-CoV-2

Cientistas descobrem um novo e importante ponto fraco do coronavírus

Cientistas da Northwestern University, nos Estados Unidos, descobriram um novo ponto fraco na famosa proteína S ou proteína spike (espigão), a grande molécula por meio da qual o SARS-CoV-2 reconhece as células humanas e entra nelas. Assim, com esta descoberta, as portas para novos tipos de tratamento poderão estar abertas. A forma prática como é mostrada nesta descoberta poderá significar que foi encontrado o caminho para pôr fim a esta pandemia causada pelo novo coronavírus.

A cada dia que passa, as investigações conhecem melhor o SARS-CoV-2 e a forma como infeta os humanos.

Ilustração do SARS-CoV-2, o novo coronavírus e a sua proteína S ou spike


Crianças podem ter até 100x mais coronavírus no corpo do que os adultos

A pandemia do novo coronavírus prejudicou a experiência escolar às crianças, adolescentes, professores e encarregados de educação. Os estudantes viram-se obrigados a ficar em casa e a ter aulas em formato digital através de aplicações de videoconferência, à medida que as autoridades se debatiam com a crise de saúde. O encerramento de escolas pode ter evitado casos adicionais da COVID-19, uma vez que famílias e professores se isolaram durante o confinamento obrigatório ou voluntário. Assim, o próximo ano escolar pode estar igualmente comprometido, pelo menos em parte.

Por todo o mundo há um debate contínuo sobre a abertura de escolas em segurança, considerando o risco de infeção. No entanto, um novo estudo traz dados preocupantes. O estudo afirma que as crianças podem ter até 100 vezes mais coronavírus nos seus corpos do que os adultos.

Imagem de uma criança a ser examinada à sua temperatura corporal para despiste do novo coronavírus


Cientistas finalmente descobriram o que torna o novo coronavírus tão perigoso

A doença COVID-19 não para de fazer vítimas. Hoje, o mundo caminha para as 700 mil mortes em mais de 16 milhões de casos positivos e ainda nem se vislumbra uma melhoria dos contágios. Pese o facto de já se saber mais sobre o vírus SARS-CoV-2, ainda se tenta perceber como é que este agente patogénico se tornou tão perigoso e mortal. Contudo, foi dado mais um passo importante que poderá ser determinante para atacar o vírus e acabar com a doença.

Foi identificada uma enzima que poderá ser o sistema que o vírus usa para se camuflar.

Imagem de testes à COVID-19, doença provocada pelo novo coronavírus


Cientistas da OMS na China para investigar comércio de animais selvagens

Não é segredo para ninguém que a China possui vários locais de comércio de animais selvagens. Aliás, muitas teorias ditam que a atual pandemia surgiu daí mesmo. Assim, a fim de perceber a origem desta e para que outras se evitem, investigadores acreditam que é necessário um minucioso estudo aos vários comércios de animais selvagens, na China.

Nesse sentido, a Organização Mundial de Saúde (OMS) enviou cientistas à China, antes de ser enviada uma equipa internacional maior, para investigar a origem do vírus.

Mercado de animais selvagens na China.


Estirpe do novo coronavírus do ocidente é mais perigosa do que a original

Os números não dão margem para dúvidas e as mais de 500 mil mortes pela COVID-19 mostram que a luta está longe de abrandar. Aliás, as análises revelam agora que o vírus SARS-CoV-2 passou por mutações em relação ao primeiro identificado em Wuhan, na China, em dezembro do ano passado. Segundo o que foi descoberto, as novas estirpes dão conta que o vírus ganhou força e está mais eficiente.

O artigo publicado por grupo de investigadores do Scripps Research Institute, descreve que a mutação sofrida pelo SARS-CoV-2, a estirpe dominante no Ocidente (G614), é 10 vezes mais infecciosa do que a original.

Ilustração mutação novo coronavírus