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Tags: SARS-CoV-2

Enzima produzida pelos pirilampos poderá ser usada para detetar SARS-CoV-2

O SARS-CoV-2 e a doença COVID-19 serão, provavelmente, alvo do maior e mais sofisticado processo de investigação alguma vez elaborado. Em tão pouco tempo as vacinas estão a conseguir conter os estados de doença grave, a travar mortes e os vários estudos podem levar a que haja medicação e forma de deteção revolucionárias, do ponto de vista do consumo global. Depois da vacina em spray, chega agora uma inovação que conta com uma enzima produzida pelos pirilampos.

Segundo os investigadores da UFSCar, é possível acoplar a molécula a uma proteína que se conseguirá ligar ao novo coronavírus. Assim, a presença de anticorpos contra o microrganismo seria confirmada pela emissão de luz.

Imagem pirilampo que tem enzina capaz de detetar a COVID-19


COVID-19: Bactérias do intestino produzem compostos que inibem o vírus

Já se passou mais de um ano de pandemia por COVID-19. Durante este período a ciência já criou várias vacinas, mas as investigações continuam à escala mundial para se descobrir mais sobre o vírus e arranjar soluções alternativas.

De acordo com informações recentes, investigadores da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, descobriram que algumas bactérias comensais que se encontram naturalmente no intestino humano podem produzir compostos que inibem o vírus SARS-CoV-2.

COVID-19: Bactérias do intestino produzem compostos que inibe o vírus


Como higienizar a 100% o ar que o rodeia garantindo proteção contra a COVID-19?

Higienizar a 100% o ar que nos rodeia não é tarefa fácil, e a situação pandémica atual relacionada com a COVID-19 veio reforçar essa necessidade! Existem algumas soluções no mercado, com as mais variadas tecnologias e níveis de eficiência, no entanto a tecnologia NanoStrike®, aqui em análise, é a única que mata e destrói os microrganismos patogénicos do ar em menos de um segundo.

Assim, inicialmente voltada para o sector médico, a Novaerus expandiu a sua tecnologia para todos os utilizadores e apresenta a sua avançada solução, conhecida como a primeira linha de proteção contra vírus e bactérias aerotransportadas. Já conhece?


Fármacos contra o Ébola bloqueiam propagação do SARS-CoV-2 em laboratório

Ébola é o nome comum dado à doença rara, grave, muitas vezes fatal com uma taxa de mortalidade de 25% a 90%, causada pela infeção por vírus Ébola. Apesar de atualmente não existir um tratamento específico para a doença, nem vacinas comercialmente disponíveis, há medicamentos que podem atuar como medidas de suporte. Foi exatamente a utilização de três medicamentos antivirais e antimaláricos comummente utilizados que impediram eficazmente a replicação do SARS-CoV-2, em ambiente de laboratório.

Segundo um estudo, no ensaio foi utilizada uma variedade de linhas celulares que representavam potenciais alvos da infeção pelo SARS-CoV-2 no corpo humano.

Imagem investigadora a testar fármacos contra o SARS-CoV-2


COVID-19: EUA recomendam utilização de duas máscaras em simultâneo

O vírus que origina a COVID-19 parece não querer dar tréguas ao mundo e para tornar tudo ainda mais complexo têm aparecido várias e poderosas variantes. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, em Portugal já foram detetadas 7 variantes sendo que a do Reino Unido é a mais contagiosa.

O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA passou a recomendar a utilização em simultâneo de duas máscaras para evitar o contágio pelas estirpes do SARS-CoV-2 que dão origem à doença COVID-19.

COVID-19: EUA recomendam utilização de duas máscaras em simultâneo