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Tags: Covid-19

COVID-19: Aberto autoagendamento para maiores de 18 anos

A pandemia por COVID-19 foi declarada a 11 de março de 2020, ou seja há mais de mil dias. A OMS mantém o estado, apesar de considerar que vivemos atualmente numa outra fase. No entanto, todos os esforços para combater a doença devem manter-se.

Depois do autoagendamento para quem tem mais de 45 anos, agora passou a ser possível agendar a vacina para quem tem mais de 18 anos.

COVID-19: Aberto autoagendamento para maiores de 18 anos


COVID-19: Tem mais de 45 anos? Já pode agendar a dose de reforço

A pandemia por COVID-19 foi declarada a 11 de março de 2020, ou seja há mais de mil dias. A OMS mantém o estado, apesar de considerar que vivemos atualmente numa outra fase. No entanto, todos os esforços para combater a doença devem manter-se.

Em Portugal passou a ser possível agendar a dose de reforço para quem tem mais de 45 anos.


COVID-19: Se esteve infetado com o vírus deve ler este artigo

Já se passaram mais de mil dias depois que o mundo entrou em pandemia por COVID-19. Os primeiros tempos foram muito difíceis, com vários momentos de lockdown, até porque se conhecia pouco vírus que origina a doença COVID-19.

Recentemente foi lançado um estudo que revela algumas conclusões interessantes.

COVID-19: Se esteve infetado com o vírus deve ler este artigo


COVID-19: Detetadas “algumas dezenas” de casos da linhagem XBB

O Instituto Ricardo Jorge (INSA) detetou em Portugal “algumas dezenas de casos” da linhagem XBB do vírus que provoca a COVID-19, mas apenas um foi classificado como sendo da sublinhagem XBB.1.5, associada a uma maior transmissibilidade.

Na quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já tinha indicado estar a avaliar o risco da nova XBB.1.5.

COVID-19: Detetadas “algumas dezenas” de casos da linhagem XBB


Desinformação sobre a COVID-19 continua a circular e os médicos estão preocupados

A desinformação foi uma das batalhas que a pandemia provocada pela COVID-19 forçou. Embora surjam com conteúdo diferente, a verdade é que as informações imprecisas continuam a circular e, três anos depois, mencionam os efeitos a longo prazo na saúde daqueles que deram, dão, e podem vir a dar casa ao vírus.

Os médicos mostram-se preocupados com a quantidade de informação imprecisa e conspiratória que ainda circula nas redes sociais.

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