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Tags: coronavírus

Estudo: Foram cientistas chineses que criaram o novo coronavírus

Já se passou mais de um ano que foram detetados os primeiros casos de infeção do novo coronavírus em seres humanos. As dúvidas continuam a ser muitas e ainda há poucas respostas. Uma vez que os primeiros casos foram detetados na China, sempre correram rumores que este era um vírus de laboratório criado na própria China.

De acordo com um estudo recente, foram cientistas chineses criaram o novo coronavírus. Conheçam as evidências.

Estudo: Foram cientistas chineses que criaram o novo coronavírus


Cientistas descobrem novo tipo de coronavírus em cães

É verdade que já se passaram muitos dias desde que foi descoberto o primeiro caso de coronavírus em seres humanos. Os cientistas continuam as investigações e, recentemente, foi divulgada uma nova informação.

No seguimento de algumas investigações, há um novo tipo de coronavírus que aparentemente, tem origem nos cães.

Cientistas descobrem novo tipo de coronavírus em cães


Cientistas estão a treinar abelhas para detetar o coronavírus

O estado de pandemia por causa do coronavírus já foi decretado há mais de um ano. Durante este período, muitas têm sido as investigações, as descobertas, mas, além das vacinas, as soluções ainda são poucas.

Uma das novidades recentes envolve abelhas. Um grupo de cientistas holandeses está a treinar abelhas para detetar o novo coronavírus.

Cientistas estão a treinar abelhas para detetar o coronavírus


Estudo: Cães podem detetar o coronavírus com 96% de precisão

Os cães conseguem detetar o coronavírus? Sim! O tema não é propriamente novidade, mas recentemente foi publicado um novo estudo que ajusta o valor da precisão.

Depois de um estudo da Universidade Veterinária de Hanover, na Alemanha, que revelava que os cães farejadores conseguiam detetar o vírus com taxa de sucesso de 94% com apenas com uma semana de treino, há agora um novo estudo que revela que a precisão é de 96%.


Imagens microscópicas revelam a ciência das máscaras descartáveis

Mais de um ano depois, a máscara já faz parte do quotidiano de toda a gente. Afinal, foi um dos primeiros métodos adotados globalmente para travar a propagação de um vírus, então desconhecido, mas muito infecioso. De forma a conhecer as máscaras, é interessante observá-las até ao mais ínfimo detalhe que poderá ser, neste caso, através de imagens microscópicas.

Desta forma, além dos estudos que já existem, conseguimos perceber como funcionam e o quão eficazes são.