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Ciência da vacina da Pfizer-BioNTech vai ser direcionada para o tratamento de cancro

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Sofia Neto


  1. TUGA says:

    Que isto se realize rapidamente, quem tem familiares diretos com cancro como eu sabe bem o que é ver a pessoa a sofrer com os velhos e duros tratamentos da radioterapia e quimioterapia.

  2. PORTUGAL says:

    Uma vacina contra o cancro era algo que eu tomava sem qualquer receio. Espero que funcione.

    • wq says:

      vacinas contra o cancro são bem mais preocupantes do ponto de vista de segurança já que têm que activar o sistema imunitário contra as tuas próprias células, de modo que imagino que só sejam dadas a quem tenha cancro e não à população em geral.

      • g0tH1c.X says:

        Depende…tens muitos cancros “silenciosos”…Preferias tomar uma vacina quando nascias e saber que nunca irias ter cancro…ou descobrir aos, 20, 30, 50, que tinhas um cancro e já só tinhas meses de vida? É que esta realidade, infelizmente acontece a muita boa gente…

        • wq says:

          preferia não tomar a vacina! Doenças autoimmune são lixadas!

          • rui says:

            lá vem a teoria das autoimunes.
            Já tiveste cancro?
            Tens familiares ou amigos com cancro?
            Por acaso já viste o que faz um cancro ao corpo?
            Ja viste um orgão (ou parte) retirados por causa de um cancro? Eu vejo isso TODOS os dias.

            Não sabes do que falas. Doença autoimune (a crer nessa teoria) são muito mais simples de lidar do que cancro…..

            Há cada cromo…. dassss

          • wq says:

            Rui, não é nenhuma teoria, é uma realidade, os cancros não inventam novas proteínas no teu corpo, como tal o reconhecimento de células tumorais pelo sistema imunitário tem que passar pelo reconhecimento de determinado epítopo que também existe noutras células, a diferença está no grau de expressão e no ambiente que pode ser gerado à volta do tumor. Como tal existe sim o risco de criar doenças autoimunes se se pretender dar a toda a população, ainda para mais quando se é jovem…
            E presta bem atenção ao que eu disse! O meu senão é contra dar uma vacina destas antes de se ser diagnosticado. A tecnologia tem potencial, mas é preciso ter cabeça e não achar que é para ser aplicada de qualquer maneira

          • rui says:

            Não concordo com essa descrição. Isso é apenas teorias.
            exemplos:
            a chamada vacina contra o colo do utero, é mais precisamente vacina contra estirpes de papiloma humano, que podem provocar tumor.
            Tumores do estomago estao associados ao Helicobacter Pilory que é uma bacteria. A criar uma “vacina” será contra essa bacteria (se é que podemos chamar vacina a isto)

            Outro exemplo que eu proprio faço: para ver se uma pessoa que tem um tumor já tem invasaõ do sistema linfatico (e possibilidade de ver a ter metastases) usamos uma tecnica chamada OSNA que vai procurar um proteina especifica desses turmores.
            Uma possibilidade de vacina é ser dirigida contra essa proteina, e assim poder evitar que essa pessoa possa vir a ter metastases noutros orgãos.

            Mas como eu disse:
            Uma doença autoimune pode ser “gerida” muito melhor do que um cancro.
            A medicina esta a evoluir muito e talvez daqui a uns anos havera uma vacina contra alguns tumores ou até mesmo contra todos.

            Falando estatiscamente, vê a quantidade de pessoas com uma vacina que venham a ter uma doença autoimune e a sua esperança de vida e qualidade de vida com essa doença, e depois compara com um doente com qualquer que seja o cancro. Vais ver que a esperança de vida de uma doença autoimuno são anos, ou até mesmo decadas.
            E isso sem falar da qualidade de vida de uma doença ou outra.

            Fica bem

          • wq says:

            rui, mania de chamar teorias quando já se verificou este tipo de problema com esta tecnologia. As vacinas que são faladas não são contra agentes patogénicos que possam ser um factor no desenvolvimento de tumores, sendo que não se chamam a esse género de vacinas que referencias de vacinas contra o cancro.

            A técnica que descreves depende do facto da maior expressão de determinada proteína em tumores, não ser torna numa proteína exclusiva.
            Doenças autoimunes poderem ser melhor geridas não justificam que se criem doenças autoimunes em milhões de pessoas, especialmente quando há alternativa quer na forma de uso da técnica quer por uso de outras terapias! Do ponto de vista ético seria altamente reprovável.

          • rui says:

            Já vi que não vale a pena discutir sobre essas “supostas” doenças autoimunes que as vacinas “supostamente” provocam.
            Digo e volto a repetir: Teorias, tal como a que o virus foi fabricado…

            Gostaria de ver artigos publicados em revistas de renome com numeros efectivos…..

            Essa de milhoes de pessoas… daqui a pouco todas as pessoas que tomam vacina tem doença autoimunes
            Depois, deves saber que pessoas que não ainda não tomaram vacinas com essa tecnologia tambem tem doenças autoimunes…. deve ser por antecipação.

            A proteina que falo na tecnica que descrevi, até ao momento foi descoberta e esta presente em tumores da mama, colon, estomago, endometrio, prostata, e esta a ser estudada noutros, logo pode não ser um proteina exclusiva, mas esta no bom caminho….mas para já tens razão, não é exclusiva.
            O certo é que a que se encontra em muitos tumores e é pesquisada nos ganglios para saber se podem haver invasão e consequentemente poder haver metastases.

            Gostaria de saber quais as alternativas que falas? E mais uma vez que sejam publicadas e reconhecidas na comunidade cientifica….

      • rui says:

        Se for dada a uma pessoa com cancro já não é vacina, mas sim um tratamento.
        São coisas diferentes

        • wq says:

          Acho que estás a confundir definições. Uma vacina é qualquer agente que cria uma resposta imunitária específica de reconhecimento de determinado alvo, sem criar a doença. Como tal uma vacina é sempre uma vacina qualquer que seja a situação em que é administrada. A sua eficácia é que pode depender do momento, mas isso depende muito da evolução do alvo que se quer combater. Ou seja no caso de muitos dos cancros que têm uma evolução temporal alargada, a eficácia da vacina pode ser mantida.

          • rui says:

            Ok.
            As vacinas para uso terapêutico ainda estão em estudo. Este artigo é sobre isso.
            Mas concordo com a tua descrição

    • Antonio says:

      Bem, o meu avô ultrapassou os 100 anos sem vacinas.
      Agora há vacinas para tudo e mais alguma coisa e cada vez mais doenças.

      • g0tH1c.X says:

        O teu avô não tinha que se preocupar, com as coisas com que o ppl se tem que preocupar nos tempos que correm…
        O meu avô chegou aos 95, sem nunca ter ido também a um hospital, quando foi, para um exame de rotina, já não saiu de lá, devido à “bacteria dos hospitais”… Também seria caso para dizer, que se não existissem hospitais, ainda poderia estar vivo… 😉

        • Keyboardcat says:

          Tens boa solução. Para a próxima que tu ou um familiar tenham algum problema de saude, fiquem em casa e bebam um cházinho de ervas medicinais em vez de irem encher os hospitais.

      • Keyboardcat says:

        Comentario inútil. E os outros 3 avós, também chegaram aos 100 anos sem vacinas?

        A esperança média de vida tem vido a aumentar com o passar dos tempos, isso é um facto. As tuas teorias sem cabimento que incluem o teu avô não tem qualquer fundamento.

      • Manekas says:

        E tu sais ao teu avô? Se já apanhaste vacinas, não chegas aos 50. Penso eu de que…

    • g0tH1c.X says:

      Contra o Cancro, HIV, fosse o que fosse…:)

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