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Categoria: Ciência

Descoberta da NASA pode explicar por que nunca encontramos vida em Marte

Marte e a Terra, planetas vizinhos com passados aparentemente semelhantes. Porque é que um floresceu com vida enquanto o outro se tornou num deserto árido e inóspito? Uma recente descoberta de um rover da NASA poderá ter encontrado uma peça fundamental para resolver este enigma.


Magmatismo em Portugal influenciou a formação da Madeira e das Canárias

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa – NOVA FCT e do Instituto Dom Luiz da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa demonstrou que o magmatismo ocorrido em Portugal no final do Cretácico influenciou a formação das ilhas vulcânicas da Madeira e das Canárias.


Dupla detonação: nova imagem revela os restos de uma estrela destruída por duas explosões

Pela primeira vez, os astrónomos conseguiram evidências visuais de que uma estrela terminou a sua vida com duas explosões consecutivas. Estudando os restos da supernova SNR 0509-67.5, com centenas de anos, através do telescópio VLT do ESO, os cientistas identificaram padrões que confirmam este fenómeno raro. Esta descoberta ajuda a compreender melhor algumas das explosões mais importantes do Universo.

Ilustração de evidências visuais de que uma estrela terminou a sua vida com duas explosões consecutivas


Estudo afirma: garrafas de vidro podem conter mais microplásticos do que as de plástico

Para os consumidores que optam pelo vidro como uma alternativa mais sustentável e segura ao plástico: um novo estudo revela uma realidade inesperada… As bebidas comercializadas em garrafas de vidro podem, afinal, conter uma maior concentração de microplásticos.


Cientistas descobriram uma nova criatura que “nem está viva, nem morta”

Num dos campos mais fascinantes da biologia moderna, os cientistas acabam de identificar um organismo que desafia as fronteiras clássicas entre o que é vivo e o que não é. Chamado Sukunaarchaeum mirabile, este ser microscópico parece habitar um limbo biológico: não é bem um vírus, mas também não é uma célula comum. Capaz de produzir os seus próprios ribossomas, mas totalmente dependente do seu hospedeiro para outras funções essenciais, este organismo abre um novo capítulo no debate sobre o que realmente significa estar “vivo”.