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Autor: Ana Sofia Neto

Instagram está alegadamente a tapar publicações sobre o aborto

A decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos relativamente ao aborto puxou o assunto para a agenda pública e intensificou o debate. Agora, o Instagram está a tapar algumas publicações que o mencionam.

Em alguns casos, exige que os utilizadores confirmem a sua idade para aceder aos conteúdos.

Instagram e Facebook


Americanas estão a apagar as aplicações de monitorização menstrual. Perceba porquê!

Na sequência da decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América (EUA) relativamente ao aborto, muitas mulheres americanas pararam de utilizar aplicações de monitorização menstrual nos seus smartphones.

A tendência começou no mês passado, mas intensificou-se agora.

Aborto nos EUA


CEO de uma das maiores petrolíferas diz que em 2040 não existirão novos modelos a gasolina

Não se sabe como vai correr, mas os objetivos vão sendo traçados e, em alguns anos, é possível que as estradas estejam repletas de elétricos. Aliás, na opinião do CEO da maior petrolífera do mundo, em 2040, não haverá novos carros a gasolina.

Empresas como a sua terão de adaptar a atividade às necessidades dessa altura.

Darren Woods, CEO da petrolífera ExxonMobil


Google vai permitir que os funcionários se mudem para estados com direito ao aborto

É um tema fraturante e, como tal, as opiniões dividem-se. Com cidadãos contra e outros a favor da reversão da decisão do caso Roe vs. Wade, a Google já tomou uma posição e já informou os seus funcionários sobre a possibilidade de serem transferidos para os estados onde o direito ao aborto se mantém.

A diretora dos recursos humanos da Google endereçou-lhes uma carta para dar a novidade.

Google


Fim da proteção do aborto: Democratas querem saber como as tecnológicas utilizam os dados

Num retrocesso que o atual Presidente estimou ser de 150 anos, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América (EUA) acabou com as proteções constitucionais associadas ao aborto. Agora, um grupo de democratas pretende que os reguladores federais investiguem a forma como as tecnológicas recolhem os dados.

Os reguladores querem ver a Apple e a Google investigadas por, alegadamente, enganarem milhões de utilizadores de telemóveis, permitindo a recolha e venda dos seus dados.

Cartazes sobre o aborto nos EUA