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Fim da proteção do aborto: Democratas querem saber como as tecnológicas utilizam os dados

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Pedro says:

    Finalmente algum raio de luz na racionalidade. Este tema também igualem-te deveria ser discutido aqui. Mas não como sempre, por um painel de indivíduos que enchem todos os dias as televisões com as suas ideias radicais de esquerda. Todos vindos do mesmo buraco sem dar voz a outra parte.
    Já chega deste cancelamento da opinião contraria.

    • Mr. Y says:

      Qual a razão da discussão? Desde 2012 que o número de IVG está a descer.

    • JR says:

      Podes explicar onde é que é racional isto e o fim da legalização do aborto?

      • jorgeg says:

        o sr informou-se?! Mas de que fim fala o sr?!
        Os estados “California, New Jersey, New york, etc” vai-se poder continuar a “assassinar” bebes vao continuar a poder fazer-lo infelizmente! Pq segundo este tipos pode-se fazer um aborto ate ao momento em que a crianca pode nascer, 9 meses, isto nao e normal!

        • Nuno V says:

          Não sejas mentiroso, um feto não é um bebé. Se o fosse poderia sobreviver fora do ventre da mãe. Nunca vi ninguém a defender para se efectuar um aborto aos 9 meses, mais uma vez, estás a mentir. Resumindo, nada de anormal, a malta a favor do aborto é a grande maioria uma cambada de ignorantes, mentirosos e/ou fanáticos religiosos.

          • jorgeg says:

            Tudo o que escreves-te reflete o que es!
            Diz-me la o que eu escrevi e mentira?!

            BARBARIDADE
            “Não sejas mentiroso, um feto não é um bebé. Se o fosse poderia sobreviver fora do ventre da mãe.” – Diz-me la que crianca consegue sobreviver sem os pais no minimo ate aos seus 13, 14 anos, segundo a tua infinita inteligencia tb se deveria terminar estas criancas?!!!

            “tristeza” ao que chegamos onde se deseja matar bebes, o sr e cruel, mau, pena foi o seus pais nao terem pensado nisso em relacao a si!

          • Nuno V says:

            Meu caro ignorante/mentiroso, um feto por formar não é viável fora do ventre, ponto. Um bebé necessita de cuidados, bem diferente. E essa das crianças apenas consegueguirem sobreviver a partir dos 13, 14 anos é outra mentira. Deves de estar confundir viver na nossa sociedade, com a necessidade de sobreviver. Existem casos de crianças bem, mas bem mais jovens que isso que sobreviveram sem a ajuda dos seus pais.

            Eu é que sou cruel? Se calhar é melhor forçar uma gravidez indesejada, para mais tarde veres na CM TV esta a sofrer violência física e/ou mental.

            A título de curiosidade, em caso de violação, que achas que deve ser o procedimento? E que tal em caso de incesto? E quando existem altas hipoteses de a mãe não sobreviver ao parto?

        • João says:

          Calma, porque já esta a ser criada (na Califórnia também) uma lei que permite a morte da criança até aos 28 dias APÓS o parto. Basta que a mãe peça.
          Quem a ajudar a concretizar essa vontade fica protegido por lei. Quem FALAR contra passa a ser tido como um criminoso sujeito até a prisão.
          (ora vão lá investigar!!!)

          • Nuno V says:

            Errado. Lê o projeto lei, pois em parte alguma sequer menciona que a vida de um bebe pode ser terminada após nascer. As noticias sensacionalistas retrógadas que tu lês mentiram-te sobre o assunto. O que o projeto lei realmente menciona é que se a criança morrer durante o período perinatal devido a complicações durante a gravidez, a mulher não será perseguida criminalmente.

            Outra mentira que as noticias sensacionalistas retrógadas que tu lês escreveram, é que o período perinatal termina 28 dias após o nascimento. O período perinatal termina 7 dias após o nascimento.

    • Fusion says:

      Quem és tu para mandar no corpo de uma mulher que nem sequer conheces? Se tu e as mulheres com quem convives não precisam de fazer aborto tudo bem, mas pessoas como tu não podem interferir assim na liberdade de escolha de outro ser humano

      • Sofia Coelho says:

        E o ser humano que está dentro da barriga? Tem escolha?

        • Mr. Y says:

          Sabe que só se pode fazer IVG nas primeiras semanas de gestação? Um conjunto de células não é um ser humano é um feto.
          Obrigar uma mulher a continuar a gravidez quando não é desejado ou fazer um aborto clandestino é muito pior para a própria.

          • Sofia Coelho says:

            Vai primeiro ver o que querem fazer com estas leis podes estar a defender uma coisa que estás contra. Não são semanas de gestação que querem colocar, são meses.

            O “conjunto de células já tem coração a bombear e espinhal medula formada na 6ª semana de gestação, entre outros orgãos.

            Fica sabendo que em portugal já temos a seguinte lei, em que o aborto é permitido nas seguintes situações :
            – O aborto é permitido até à 10.ª semana de gestação a pedido da grávida
            – Até às 16 semanas, em caso de violação ou crime sexual (não sendo necessário que haja queixa policial).
            – Até às 24 semanas, em caso de malformação do feto.
            – Em qualquer momento, em caso de risco para a grávida (“perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida”) ou no caso de fetos inviáveis.

            Achas mesmo necessário aumentar isto?

          • Mr. Y says:

            @Sofia ah nesse ponto de estender por meses, concordo contigo!

            Pensei que estivesses contra a nossa lei do aborto, que já foi mais do que discutida e, não teve o efeito que muitos receavam que seria o disparo de abortos por causa da liberação.

            Como mulher, de certeza, saberás que nenhuma mulher fará isso como se fosse uma coisa banal. Todo este processo é uma invasão da privacidade imensa e uma mulher só passará por isso se sentir mesmo que não dá para continuar.

          • AlexS says:

            Aberrante. Nós também somos um conjunto de células.

            Um deficiente também é um conjunto de células.

          • Sofia Coelho says:

            @Mr. Y, eu acho a lei portuguesa muito permissiva, mas isto é opinião pessoal. Acho que é um ser e deve ser preservado. Vai ver vídeos de como são feitos os abortos em estágios iniciais. O “aglomerado de células” tenta fugir da agulha.

            Infelizmente as agendas e propaganda não mostram estes factos e “embelezam” os nomes, como “direito das mulheres” ou “questão de saúde publica”, …, e não é nada disso.

          • JR says:

            @sofia
            Então diz me uma coisa
            Uma pessoa não tem possibilidade, algo acontece etc,
            Nao quer ter o bebe mas e obrigada a dar a luz
            Vais ser tu a tomar conta dele ou es so +1 que te faz confusao as pessoas fazerem o aborto e apoia a 100% o nascimento mas o resto (qualidade de vida) peanuts, nao importa?

          • Sofia Coelho says:

            @JR, é toda a vida, nem faz sentido essa separação que estás a fazer de antes e depois do nascimento.

          • JR says:

            @sofia
            Então olha tens 1001 orfanatos, crianças na rua etc
            Porque é que ainda não os foste buscar e ajudar!?
            Faz todo o sentido quando criticas o poder ou nao decidir dar a luz algo indesejado quando, no fim, quando é preciso ajudar viras as costas e que se dane
            O que importa é que nasceu, se tiver uma vida miseravel, que se dane

          • QQ says:

            @JR o tempo médio de adoção de um orfão são 6 anos. Não fales do que não sabes.

          • Sofia Coelho says:

            @JR, que ridículo essa comparação. vamos lá por partes:
            1. Tú (ou quem vai abortar) é que decide se a criança vai ser feliz ou não? Tanto exemplo de pessoas pobres com 5 e 6 filhos e mesmo na pobreza são felizes. Entre outras “boas” histórias
            2. Se o que importa é ser feliz ou não, estar num orfanato ou não, então matemos todas as crianças no orfanato. Porque tanto dentro da barriga como fora são seres humanos. Se aceitas matar um, podes matar um de 18 anos também, certo? Ele é infeliz ou tem uma vida miserável mesmo… (pela tua lógica)
            3. Em relação ao que faço para ajudar ou deixar de ajudar não é para aqui chamado, nem faço publicidade do que faço ou não. Sou pró vida e pronto.

            Vai ver as leis que esses grupos de propaganda querem fazer valer e talvez fiques com a ideia que estás a defender uma coisa que tu mesm onão concordas.

          • Nuno V says:

            @Sofia
            Correto, existem pessoas pobres com filhos felizes. No entanto, lamento desfazer as tuas ilusões, pois os dados mostram, que as crianças que nascem numa família com uma situação económica estável, são, regra geral, mais felizes do que aquelas em situações económicas mais complicadas. Não só isso, mas a estabilidade económica está também ligada ao aproveitamento escolar.

            Um feto não é uma criança. Não compares ambas. No entanto estou curioso, já que equiparas um feto a uma criança. Podias responder-me a estas perguntas?

            1. O que devemos de fazer em casos de violação? Forçamos a mãe a suportar durante 9 meses a gravidez sabendo que esta é constante memória de um evento traumático? Damos a hipótese de matarmos uma “criança”?

            2. O que devemos de fazer em caso de existir perigo agravado de a mãe não sobreviver o parto, no entanto, ao mesmo tempo, sabemos que a criança sobrevirá, mesmo que a mãe não? Deixamos a mãe morrer? Damos a hipótese de matarmos uma “criança”? Neste caso são duas vidas que estão em jogo, mas e se forem gémeos? Mais uma vez, deixamos a mãe morrer? Damos a hipótese de matarmos duas “crianças”?

            3. O que fazer em caso de existir graves deformações no feto? Deixamos a criança nascer para mais tarde morrer, mesmo que em agonia? Damos a hipótese de matarmos uma “criança”? E em caso de sabermos que esta possui graves deformações, mas sabemos que estas não colocam a sua vida em risco, mas que será um vegetal e terá um grave atraso mental? Quais as nossas opções neste caso?

            4. O que fazer em caso de ser uma menor de 13 anos que se encontra grávida? Deixamos a criança nascer? Damos a hipótese de matarmos uma “criança”?

            5. E em caso de a mãe ter aborto espontâneo? Que devemos fazer nestes casos? Em caso de esta ter sido descuidada inconscientemente, devemos de a processar por homicídio por negligência? E em caso de a mãe ter seguido todos os concelhos e todos os cuidados e mesmo assim tiver um aborto espontâneo? Devemos de investigar todos os abortos espontâneos para verificar se houve negligência ou não? Afinal de contas, sendo o feto uma “criança”, esta tem os mesmos direitos que qualquer outra criança, correto?

          • Sofia Coelho says:

            @Nuno V, em relação ao serem mais “felizes” ou melhor aproveitamento escolar, isso NUNCA será um indicado a ser utilizado para deixar nascer ou não. Desformata-te desse pensamento para o teu bem.

            Em relação às tuas perguntas:
            1. Já está previsto na maioria das leis de quase todos os paízes, no entanto pode-se dar acompanhamento desde o início e resolver o quanto antes.
            2. Já está previsto na maiorias das leis de quase todos os paízes.
            3. Já está previsto na maiorias das leis de quase todos os paízes.
            4. Se for violação já está previsto na lei. Se não for, não vejo o porquê de matar aquela criança na barriga
            5. Sem nexo esta questão. Não conheces mesmo a realidade.

            O que esta agenda do aborto quer fazer é ampliar a lei para que se possa abortar durante toda a gravidez, mas contam a histórinha diferente para parecer que é um caso de saúde publica que não o é.

            Se tens opinião diferente estás no teu direito, e eu tenho à minha também.

            bem haja!

          • Nuno V says:

            @Sofia
            Se a tuas respostas é simplesmente invocar a lei, então, sem qualquer sombra de dúvida, um feto não é uma criança. A lei faz uma clara distinção entre ambas, com punições distintas por terminar ilegalmente uma gravidez ou terminar a vida de uma criança. Aliás, se a mãe terminar a gravidez ilegalmente antes do parto, apanha uma pena máxima de 3 anos, no entanto se for durante, ou logo a seguir, ao parto já são 5 anos. Obrigado por seres tu própria a refutar o teu argumento. Poupaste-me o trabalho.

            E o que esteve na agenda nos EUA neste episódio nunca foi ampliar os direitos da gravidez, mas sim de os cercear. E como resultado desta agenda tens já vários estados que ilegalizaram o aborto, outros que dão passos rápidos para também o fazer. Alguns estados criminalizaram todos os tipos de aborto, com a exceção de a vida da mãe estar em risco, ou seja é ilegal mesmo que a mãe seja uma menor, ou que esta tenha sido violada. E isto não é uma opinião, é um facto. Portanto, não inventes.

            A mim não me interessa opiniões, mas sim argumentos válidos baseados em factos.

          • Sofia Coelho says:

            Pior cego é aquele que não quer ver. Averigua melhor e certamente encontrarás.

            Fica bem!

          • Nuno V says:

            Podias ser mais específica, em que aspecto estou cego? É que se não, não passa de uma acusação sem substância.

      • Jane Doe says:

        Aquele ser, aquele ” conjunto de células” faz parte do corpo da mulher? E só a mulher tem direiro a decidir sobre o futuro do mesmo? Porquê? Não foi gerado pela mulher e um homem? Se a mulher decidir levar a gravidez avante, a responsabilidade da criança não cai também sobre o pai? A responsabilidade não decorre da liberdade de decisão?

      • AlexS says:

        “Quem és tu para mandar no corpo de uma mulher que nem sequer conheces?”

        Há 2 corpos e um deles não tem voz.

    • Louro says:

      Sempre que vejo um homem contra a legalizacao do aborto, a primeira coisa que me ocorre é que é alguém que recorre ou já recorreu ao mesmo de forma ilegal e claro secreta e que está com medo de que passe a ser legal e já deixe de ser um segredo.

    • CENAS says:

      Escrever “igualem-te” em vez de “igualmente” dá logo a dica de que se trata de uma pessoa que lê muito e que está devidamente informada.

      Nada mais a acrescentar.

    • João says:

      Manifesto que também sou contra o aborto!
      A partir do momento da União do esperma com o óvulo, para mim, é um ser humano em desenvolvimento!

      Aceito nos casos de risco da saúde da mãe ou de má formação.
      A violação……… Mais ou menos… Digamos que “entendo”

  2. Gianluigi Buffon says:

    ate que enfim passo a passo as ideologias da extrema esquerda estao a serem desmascaradas nas sociades o ocidentais da-me esperanca acerda do nosso futuro

    • someone says:

      Desde quando o aborto é discussão?
      Mandas no corpo de uma mulher? A mulher é livre se quer ou não ter filhos…

      Aqui não se trata de ideologias…mas sim de um direito ao corpo que é seu…ponto!

      • Sofia Coelho says:

        E o corpo da criança que está na barriga dela? é direito de quem?

        • jota says:

          Concordo plenamente, a partir de quantas horas passa a ser criança?

          • andre says:

            Provar que “ainda nao é criança” é que tem de vir de quem defende o aborto como algo que diz respeito apenas a um ser senciente.

          • jota says:

            Há quem defenda que até 9 semanas é embrião, depois passa a feto, mas o feto é uma criança? Pelo menos até às 22 semanas não creio, pois a probabilidade de sobreviver fora do utero e em incubadora é quase nula.
            IVG até à 9ª semana deve ser permitido e até pode ser feito com medicação. Até à 22ª semana pode ser discutivel, mas permitir que a pessoa decida não a estamos a obrigar a fazer. A partir da 22ª semana só casos muito especiais relacionados com saude do feto ou da mãe.
            Proibir por capricho de alguns não me parece solução.

      • jorgeg says:

        mas de que mulher falas tu?!
        Da que tem testiculos ou a que tem uma vagina?!
        Niguem faz filhos sozinhos, se nao quer engravidar que utilizem PERSERVATIVOS!

        • Zé Fonseca A. says:

          Exactamente, as mulheres que escolham ser engravidadas com preservativo.
          Não poderia dizê-lo melhor.
          Aproveitando a boleia, escolham que os fetos não tenham mal formações e que a gradivez corra sem precalços de doenças, toxoplasmoses, etc.

        • Nuno V says:

          O preservativo é 98% efetivo quando é feito uma utilização perfeita. O problema é que ninguém faz uma utilização perfeita, e isto desce a sua eficácia de tal forma que esta é inferior a 85%. Mas mesmo considerando o melhor cenário, num ano, 2 e em cada 100 mulheres têm um filho. Os EUA têm 21,92 milhões de mulheres entre os 20 e os 29 anos. Apenas nesta faixa etária existe a possibilidade de 400 mil nascimentos por falha de preservativo. Mesmo que uses múltiplos contracetivos, continuas a ter a possibilidade de várias dezenas de milhares de nascimentos por falha do contracetivo, apenas nestas idades. Nem uma esterilização da mulher e do homem é 100% efetiva.

        • CENAS says:

          “PERSERVATIVOS”

          Mais um que exala sapiência. Nota-se um certo padrão no pessoal anti-aborto…

      • AlexS says:

        Há 2 corpos. Não há só um corpo.

      • Luís Costa says:

        E o bebe não tem direito a nada? É simplesmente morto? Sabes que nos EUA não é só até aos 3 meses, estes malucos querem a liberdade de abortar até aos 9 meses.. achas isso bem?

        • CENAS says:

          Na minha opinião, nem tanto ao mar nem tanto à terra, como se costuma dizer, mas há sinceramente muita criança que vem ao mundo para ter vidas miseráveis (pelas mais variadas razões) e que se calhar se tivessem tido hipótese teriam escolhido não a ter. É claro que depois de estar vivo ninguém “são” se quer matar, mas nessa altura”o mal já está feito”.

          Sinto que no nosso pais os critérios são responsáveis de forma a não banalizar este tipo de intervenção e a dar abertura a casos delicados onde se justifica.

      • Tonheco says:

        É livre também de se precaver de os ter, chama-se responsabilidade.
        O corpo de uma futura vida não é o corpo da mulher e o aborto viola o direito á vida.

        Mas tem de haver bom senso, e no caso de por exemplo de pessoas como tu o aborto deveria ser obrigatório seguido de uma laqueação de trompas.

  3. David Guerreiro says:

    É curioso os políticos portugueses todos preocupados com situações que sucedem nos EUA, não vejo nenhum deles preocupado com o estado do SNS, em que as grávidas muitas vezes nem têm quem as acuda na hora de aflição.

    • Sofia Coelho says:

      +1000

    • Mr. Y says:

      Concordo contigo mas SÓ se a MÃE quiser!
      No caso que apontaste (o caso de uma violação) não quer dizer que se aborte. A mulher tem o DIREITO de o fazer se achar que não tem condições (normalmente psicológicas) de o ter.
      Resumindo é ESCOLHA da mulher a opção de fazer IVG, dentro dos limites que estão na lei, sendo acompanhada nesse processo.

    • Louro says:

      Aposto contigo que se o aborto fosse permitido desde sempre, hoje nao tinhamos tanta gente com ideias completamente descabidas.

  4. Honorato says:

    Existem preservativos e pílulas para alguma coisa serve. Se as pessoas usasse mais isso muitos abortos evitavam se

  5. Joao Ptt says:

    Felizmente alguns estados nos EUA vão tornar ilegal.

    Algumas mulheres preferem este discurso de que o corpo é delas, e fazem o que querem, quando morrerem vão vivenciar o quão erradamente agiram do ponto de vista espiritual. Não aturam a criança cá {insira aqui o seu motivo, ou falta dele} mas terão de a aturar no além, por assim dizer, porque nada passa impune, mesmo que a lei humana o permita.
    Quem apoia abortos também é co-responsável e também terá de resgatar tal erro.

    Na prática nos EUA não vai mudar assim muito, as mulheres ou têm recursos económicos e vão por elas, ou contactarão certos grupos que apoiam tal disparate e que as ajudarão a ir fazê-lo para onde tal seja legal.

    Se as mulheres vão continuar a abortar, seja ilegalmente, ou indo para outros estados onde seja legal, o que muda? Aquele Estado deixa claro que tal não é correcto, e assim o povo do mesmo não fica associado como um todo a um disparate praticado por decisão de tais mulheres… elas terão de resgatar tais erros, mas pelo menos que o resto não sofra por tais decisões erradas dessas mulheres a nível de karma colectivo.

    Portugal já há bastante tempo que está a sofrer as consequências de permitirem o aborto, transplantes de órgãos e sangue, permitirem e de certa forma a sociedade tentar impor como correcto relações amorosas que não sejam entre pessoas de sexo/ géneros diferentes, entre outras coisas erradas, que para muitos parecem/ acham até positivas/ corretas/ que ninguém tem nada haver com isso, mas que do ponto vista espiritual não o são, e como tal as consequências sempre chegam, e já chegaram, e vão continuar a agravar-se, e é tudo merecido, gostam tanto do que é errado, apoiam-no, promovem-no, protegem-no, alimentam-no, têm de levar com as consequências e podem lamentar-se o quanto quiserem das consequências que nada mudará até que mudem!

    É possível evoluir para cima (correcto), como para baixo (errado)… actualmente caminhamos colectivamente para baixo (errado) a toda a velocidade.

    • JR says:

      Outro religioso que vai adotar todas as crianças do mundo ^-^
      Está tudo a espera que as salves, sendo tu alguem tão importado com a sua nascença e criação.
      Ou es apenas +1 que fala fala mas no fim é so bitates e os bebes quando nascem que se lixem?

    • Louro says:

      Sempre que vejo um homem contra a legalizacao do aborto, a primeira coisa que me ocorre é que é alguém que recorre ou já recorreu ao mesmo de forma ilegal e claro secreta e que está com medo de que passe a ser legal e já deixe de ser um segredo.

  6. Tiago says:

    Muito gente diz, desde que o aborto foi aprovado, os numeros ate desceram. Mentira. A quantidade de colegas na escola e na Universidade que recorreram ao aborto apos uma gravidez indesejada, era grande. As pessoas todas sabiam. Apoio o aborto em casos de violacao, algum problema de saude, ou quando o feto nao esta desenvolvido.
    Agora, aborto como metodo contracetivo nao.

    • Mr. Y says:

      Os números estão aí. Agora se não encaixam com o que tu pensas isso é problema teu.

    • Fusion says:

      Porra mas não percebes que a grande parte das mulheres que recorrem ao aborto é a pensar na criança??? Tu sabes se essas pessoas têm condições de criar uma criança? Psicológicas e monetárias? Preferes que a criança venha ao mundo e dada a situação dos pais tenha uma vida de mer****??
      Tu chamaste Tiago portanto vou assumir que és rapaz/homem, dá próxima vez que tiveres a “por o pincel” espero que não tenhas nenhum azar, mesmo que estejas a usar contracetivos, porque não sei se estas a par o contracetivos não são 100% seguros.

      • Tonheco says:

        Grande parte das mulheres (e homens) que recorrem ao aborto são umas incompetentes mentais que nem se dão ao “luxo” de usar métodos contraceptivos assim como quem anda de carro deve usar cinto de segurança.

        Façam antes uma laqueação de trompas, o mundo agradece.

        • JR says:

          E por isso merecem perdem o poder de escolha sobre uma decisão que lhes pertence somente a eles?!

          Quer dizer que vais ser tu a tomar conta e a cuidar dos filhos dessas pessoas?!

        • Nuno V says:

          Sim, porque o omnipotente, omnisciente e omnipresente Tonheco pensa que os contracetivos são 100% eficientes. Nem uma laqueação das trompas é 100% eficiente. 1 em cada 200 mulheres que laquearam as trompas acabam por eventualmente ter um filho durante a sua vida.

    • David Guerreiro says:

      Esse é que é o problema em Portugal. Liberalizou-se a IVG, e qualquer uma o pode fazer (desde que cumpra os tempos) sem nenhum motivo, ou seja, pode-o fazer só porque sim. Acho que essas leis de 8 ou 80 feitas em cima do joelho, nunca dão bom resultado. E continuamos a ver fetos no lixo, no esgoto, etc.

      • Mr. Y says:

        Acabas por dar razão à criação da lei. Como dizes continua a haver este absurdo de bébés serem abandonados no lixo e no esgoto, imagina o que seria se o aborto não fosse permitido…

    • Nuno V says:

      Tens toda a razão, o teu testemunho vale certamente mais que as estatísticas de quem executa este procedimento. Santa ignorância…

  7. B@rão Vermelho says:

    E o que protege a criança quando perguntar a mãe o porquê do pai ausente da vida dela, quem é que protege a criança da brutal realidade de que o teu pai apenas quis satisfazer um prazer carnal, o teu pai não que saber de ti para nada, ou se dependesse do teu pai tinhas morrido a fome, ou o teu pai só contribui porque não consegue fugir mais e foi obrigado pelos juiz.
    Ou quem é que protege as crianças de andar a pedir nas ruas, ou serem vendidas para redes de trafico humano.
    Pelo que sei o aborto não é obrigatório é facultativo, quem precisar de recorrer a ele, e recorre e em segurança, ou acham que por se proibir vai deixar de haver?
    Se assim fosse nos EUA, não haveria drogas se há país que têm declaradamente uma guerra as drogas é os EUA
    Não acredito que as mulheres recorram ao aborto como meio de contraceção, recorrem quando estão veneráveis, é uma discissão ponderada e por vezes a única, para o homem abortar é simples, vou ali comprar tabaco e já volto.
    Deve de ser bem melhor ouvirmos as noticias que foram encontrados bebes nos caixotes do lixo, isso sim é dignificar a vida dos mesmos.

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