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Intel também consegue aprovação para vender componentes à Huawei

Apesar de estar debaixo de fogo e sob o olhar atento da administração de Donald Trump, parece que a situação da Huawei nos EUA se começa, aos poucos, a compor-se.

Depois da AMD, agora a Intel também confirmou nesta terça-feira que está agora autorizada a vender componentes à fabricante chinesa.


Xiaomi não pretende atualizar os seus smartphones para o HarmonyOS

A Huawei criou o seu próprio sistema operativo para smartphones em resposta às sanções e impedimentos aplicados pelo Estados Unidos. O sistema deverá chegar em 2021, mas muitos utilizadores da marca chinesa estão ansiosos para o experimentar.

No entanto, a também chinesa Xiaomi parece não estar interessada nesta alternativa. E mesmo mantendo boas relações com a Huawei, a marca não pretende atualizar os seus smartphones para o HarmonyOS.


Análise: smartphone Huawei P40 lite E – Uma boa opção para o regresso às aulas?

O Huawei P40 lite E é um smartphone que se enquadra na gama média/baixa de preços. Mais concretamente, este modelo pode ser encontrado em Portugal por menos de 200 €. Além do seu design distinto, o smartphone ainda oferece uma câmara principal de 48 MP.

Dentro de um segmento tão competitivo, esta é uma boa opção. E será um bom smartphone para este regresso às aulas?

Análise: smartphone Huawei P40 lite E - Uma boa opção para o regresso às aulas?


AMD terá obtido autorização para fornecer componentes à Huawei

A Huawei não está a passar um bom momento no que respeita à possibilidade de realizar os seus negócios com outras empresas. Sobretudo as que têm alguma ligação aos Estados Unidos da América. Por outro lado, também algumas empresas chinesas estão a recusar negociar com a marca de smartphones.

No entanto, parece que há uma luz ao fundo do túnel nesta novela pois a norte-americana AMD poderá ter agora conseguido obter licença para fornecer a Huawei.


Também as empresas chinesas estão a deixar de fornecer componentes à Huawei

Se pensávamos que o problema da Huawei era apenas os Estados Unidos da América, e ainda alguns países europeus, não poderíamos estar mais enganados.

Depois das sanções e bloqueios da potência de Donald Trump, a marca chinesa procurou alternativas que pudessem responder às suas necessidades. No entanto, segundo as informações, também as empresas chinesas estão a parar de produzir componentes para a tecnológica localizada em Shenzhen.

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