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Tags: despedimento

Intel deve juntar-se à onda de demissões das grandes tecnológicas

Muitas das grandes empresas de tecnologia têm estado a apresentar quebras nas suas receitas e as perspetivas para o futuro não se revelam animadoras, considerando o estado da economia global e toda a incerteza que paira sobre a guerra e sobre a crise dos combustíveis. Muitas destas empresas já anunciaram reestruturações que passam pelo cancelamento de projetos e pela consequente dispensa de pessoal.

A Intel é a mais recente visada. A quebra nas vendas dos seus chips de consumo poderá estar a ser apontada como uma das causas para um despedimento coletivo anunciado ainda este mês.

Intel deve juntar-se à onda de demissões das grandes tecnológicas


“Demissões silenciosas”: a nova prática das gigantes de tecnologia como a Google ou a Meta

A economia mundial está a atravessar um período particularmente conturbado e várias empresas de tecnologia já afirmaram que irão fazer ajustes, focar os esforços em áreas específicas, abandonar outros projetos e, essencialmente, parar de contratar ou abrandar substancialmente o ritmo de contratações… as demissões serão inevitáveis.

Se estão a ser feitas reestruturações os funcionários, ou têm que ser alocados para outras funções ou são despedidos. Mas sobre despedimentos, as empresas não falam. São as “demissões silenciosas”.


Unity despede 200 trabalhadores para reorganizar os seus recursos

Nem sempre as notícias tecnológicas que vão surgindo são sobre coisas animadoras. E é o caso da mais recente situação da empresa Unity que despediu agora pelo menos 200 pessoas dos seus postos de trabalho. O motivo por detrás deste despedimento coletivo prende-se com a necessidade de reajustar os recursos da marca.

A Unity é conhecida sobretudo pelo motor gráfico para o desenvolvimento de vários jogos, tendo servido de plataforma para a criação de muitos títulos populares, como Among Us, Angry Birds (2 e Epic), Pokémon GO, entre outros.


Elon Musk recua na intenção de despedir 10% dos funcionários da Tesla

Nas últimas semanas, muitas são as notícias das empresas a despedir dezenas e centenas de funcionários. O próprio Elon Musk tinha sinalizado uma possível demissão de 10% dos seu colaboradores na Tesla. Contudo, o CEO da empresa de elétricos recuou na sua intenção e anunciou, neste fim de semana, que afinal aumentará o número de colaboradores na empresa durante os próximos 12 meses.

A mensagem foi comunicada através da sua conta do Twitter.

Imagem Elon Musk, CEO da Tesla


TomTom despedirá 500 funcionários. A culpa é de uma nova ferramenta

Assistimos a uma crise latente no mundo da tecnologia com grandes empresas a despedir funcionários às dezenas e centenas. Vimos a ARM que apontou para 15% dos seus funcionários. Depois foi também notícia a PlayStation com o despedimento de 90 colaboradores, a Netflix despediu no mês passado 150 dos seus funcionários e mais recentemente, já este mês de junho foi a Klarna que num vídeo fez saber a 700 funcionários que estavam sem trabalho. A TomTom parece seguir o mesmo caminho.

Segundo informações, TomTom diz que as suas novas ferramentas de automatização são tão boas que despedirá 500 empregados.

Ilustração de um carro com tecnologia TomTom, empresa irá despedir 500 pessoas