56 anos depois… a China começa a “tomar conta da Lua”? Caminha para isso
Se olharmos aos desenvolvimentos recentes que ocorrem no nosso satélite natural, percebemos que a China está apostar forte na corrida à conquista da Lua. Os especialistas norte-americanos abordam esta dedicação como algo... preocupante! Não será culpa dos próprios americanos?
Um pequeno passo para o homem, um salto gigante para a Humanidade
Há 56 anos, mais concretamente no dia 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e “Buzz” Aldrin tornaram-se os primeiros seres humanos a pisar outro mundo.
Naquele momento histórico, Armstrong falou de um “salto gigante” e foi mesmo. Culminando um esforço tecnológico notável, lançado pelo Presidente Kennedy apenas sete anos antes, o programa Apollo inspirou gerações. E o ato simbólico de plantar a bandeira americana, embora sem intenções de reclamar a Lua, mostrou ao mundo que os EUA eram, então, líderes indiscutíveis do planeta.
Em 2029, os próximos humanos irão novamente à Lua. Apesar do estranho hiato entre esses dois momentos, será outro passo que prenderá a atenção da Terra. Mas resta saber quem liderará agora.
E quais serão as primeiras palavras ao voltar pisar o solo lunar?
Sejam quais forem, não será em inglês. Os analistas reforçam a ideia de que as palavras serão proferidas em chinês. E sim, isso mais uma vez será um sinal, o mundo compreenderá quem lidera.
Como é que o país que outrora simbolizava a ambição de alcançar as estrelas permitiu isto? Bom, a resposta é simples e complexa. Segundo os analistas, a explicação passa pela falta de visão e total falta de liderança.
E o que aconteceu mais recentemente é o corolário deste cenário, uma sucessão de administrações e Congressos que apenas mudaram nomes e siglas, adiando qualquer plano lunar.
Para além do valor científico e tecnológico que o espaço oferece, há algo mais profundo: novos recursos, novos lares e nova esperança para a Humanidade. A expansão para novas fronteiras sempre foi parte da história americana, mas nunca fez parte oficial do seu programa espacial.

Missão Chang’e‑6 (maio–junho 2024): A sonda pousou no lado oculto da Lua, na bacia South Pole–Aitken, recolheu cerca de 1 930 g de amostras e voltou à Terra com sucesso em 25 de junho de 2024, tornando-se a primeira missão a trazer material lunar da face oculta.
No caso da China é esse o ponto central
Enquanto isso, cidadãos privados nos EUA, inspirados pelo Apollo, têm vindo a investir e a construir foguetões reutilizáveis que podem abrir o sistema solar, a partir de agora.
Em contraste, o Congresso americano continua a investir no programa Artemis, um programa dispendioso e pouco eficaz, construído à volta do SLS (Space Launch System), que custa milhares de milhões por voo e poderá voar, com sorte, uma vez por ano.
O SLS, a cápsula Orion e a estação Gateway são uma estrutura que, no máximo, poderá permitir umas voltas à Lua. Mas jamais suportará uma base permanente, uma indústria lunar ou uma presença sustentada americana fora da Terra.
Quem o refere são os relatórios do Office of Management and Budget, entidades independentes e muitos na própria NASA concordam: o programa Artemis, tal como está, é um beco sem saída.

Sean Duffy foi escolhido por Donald Trump para diretor da Agência Espacial Americana (NASA). Sean ganhou notoriedade no final dos anos 1990 como membro do elenco do The Real World: Boston, da MTV.
E então, qual é o problema da China chegar primeiro?
Bom, alguns especialistas americanos dizem que não há problema com a China ter o seu momento ao sol lunar. Mas isto não é uma corrida simbólica. É uma afirmação de civilização, uma demonstração de que são eles quem constrói, lidera e permanece.
O seu objetivo não é uma bandeira. É uma pegada seguida de fundações. O que alguns dirão ser “um espetáculo”, será recordado como o momento em que a China marcou território no novo capítulo da História.
Entretanto, a NASA, outrora o orgulho da excelência americana, está a ser desmantelada para financiar outros sectores. A agência que levou humanos à Lua é agora liderada por uma antiga estrela de reality shows da MTV.
Será já tarde para os EUA abrirem os olhos?
Se houver uma liderança ousada e mudanças rápidas, ainda poderá a NASA ter novamente o privilégio do primeiro passo.
Claro que a ousadia tem um preço. Dizem os analistas que é necessário substituir o atual administrador da NASA por alguém competente, que saiba entregar resultados. É também fundamental terminar de imediato o programa Artemis. Cancelar o SLS e o Gateway. Em vez disso, reforçar o modelo de parcerias comerciais da NASA, como o CLPS (Commercial Lunar Payload Services).
É imperativo, dizem, apoiar startups como a Intuitive Machines, Firefly, Lone Star e Interlune, e focar numa aldeia industrial lunar permanente, liderada pelos EUA.
Outro ponto importante é deixar a SpaceX seguir para Marte. Apesar do objetivo ser 2030, depois da chegada da China à Lua, mais tarde esta missão a Marte poderia ser importante para ajudar a construir várias estações espaciais comerciais e um posto avançado na Lua (mesmo que por robots).
Limpar a NASA
OS EUA estão a passar por um tempo conturbado, externamente mas também internamente, essencialmente dentro das principais organizações do país. A NASA, dizem, tem de parar de escolher “vencedores e perdedores” entre as empresas que projetam as estações espaciais, impondo padrões personalizados e exigentes.
Criar legislação que permita à agência espacial norte-americana ser um cliente âncora em várias plataformas e dar incentivos ao sector privado, como fabricantes de chips ou empresas de biotecnologia, para se juntarem ao esforço.
Se estas profundas alterações não forem rapidamente efetuadas, então os americanos estarão a entregar, não só a Lua para as mãos dos chineses, mas também o Sistema Solar.






















Mas a existir um país para controlar a Lua seria ou China ou India. Têm mais de 1 Bilião de pessoas logo são os mais responsa´veis para tomar conta de algo que se for destruído destroi o planeta.
Como ser habitante do planeta Terra prefiro a China a controlar a Lua do que os EUA ou a Russia LOLOLOL
Mesmo! A china que domine o mundo, foram eles que inventaram o fogo de artificio. So por isso merecem tudo de bom
Então para si a responsabilidade mede-se em número de habitantes? Que curioso critério!
E que belíssimo desejo o do sapochupador… uma ditadura que tem o seu povo na palma da mão, a controlar não só o nosso mais admirado e estimado satélite como aquele que, nas suas próprias palavras, nos mantém vivos!!!
Se malta como tu administrasse a Lua já não tinhamos sistema solar sequer. E eu ia mais longe e metia pioneses por baixo das tuas teclas do teclado ou por baixo do ecrã do smarttphone para ver se te impedia a ti e aos teus amigos anrquistas de se exprimirem.
Enquanto tavam caladinhos estava o mundo controlado, agora que cada um diz o que pensa e pior, pensam coisas obscenas como este utilizador @narcesudo que na China estavas onde merecias estar hehe
Para quem louva a China, experimentem ir lá um dia.
Pessoas muito afáveis e sempre prontas a ajudar.
Depois digam-lhe, em tom casual, que a polícia o mandou parar e pediu-lhe os documentos.
E aí vai ver uma mudança curiosa.
O anterior ar afável transforma-se em ar de pânico. E a partir daí tentam afastar-se o mais rapidamente possível, como se vocês tivesse uma doença contagiosa
A população chinesa não tem apenas medo da polícia/autoridades. Têm pânico! E isso devia-nos dar que pensar.
Como “habitante do planeta Terra” não gosto dos EUA. Mas gosto ainda menos da China
De onde lhe veio isso? Da sua cabeça, ou de uma rede social?
lamento que ainda não conheça a china,nao sabe o que é,não fale do que não sabe.
@mapril, @silverio
Experiência própria meus caros.
Ao contrário de muita gente que por aqui anda, e que vivem no la-la-land do achismo só porque sim, como vocês, eu já lá estive e testemunhei esta realidade.
Tudo espectacular à primeira vista, mas passado algum tempo começa-se a perceber o que está por baixo da superfície.
Da primeira vez que vi esta reacção de pânico, foi ao falar com uma pessoa de lá e ao dizer que fui mandado parar pela polícia para verem os meus documentos. Foi por acaso que o fiz, mas a reacção surpreendeu-me porque pareceu-me surreal.
Depois, mais tarde, e aí sim de propósito, disse o mesmo a outra pessoa quando lhe pedi indicações para ir para o hotel. A reacção foi idêntica.
O nascer, crescer e viver toda uma vida sob o jugo do partido e o medo de dizer e ter contacto com quem não devem está intricado nas pessoas. E isso é notório em pequenos incidentes como o que relatei.
Ignorem esta realidade se quiserem e continuem a viver no vosso mundo cor-de-rosa.
China? Não obrigado.
Ótimo artigo!
Grande artigo! No entanto, não há problema – os imbecis todos que daqui a bocado passam aqui a dizer que a ida à lua foi um embuste também não acreditam nas capacidades da China e quando lá chegarem os chineses também irão dizer que é tudo mentira e manipulado.
e foi um embuste e so imbecis acreditam que nao o foi.
56 anos depois e mais ninguem consegui ir a lua.
Bro para a altura foi uma mega producao de hollywood!
😀
O que me intriga nem é ninguém lá ter voltado até porque existem, supostamente, dezenas de amostras do que por lá se pode encontrar.
O que me intriga é a tecnologia ter evoluído o que todos assistimos durante estas décadas e não terem feito uma “Nova versão” dessa viagem.
Explica lá isso á malta… e…já agora, quem deixou lá aqueles refletores?
O que ainda mais me intriga são as fotos detalhadas de corpos distantes a anos-luz da terra que existem, assim como o mapeamento fotográfico de marte, mas…..não fazem fotos das supostas ex-missões à lua…que nem foram feitas no lado oculto…que chatice pá
Fotos detalhadas a anos luz? LOL estás a fazer uma grande confusão rapaz.
Vá lá…não estamos a falar de uma nem duas missões. Tu sabes que existem registos, apenas os negas.
Eu pago-te 1 bilhete no foguete do jeff bezzos para veres o que lá se passa e quando vieres espero que fiques como a Katy Perry, dodinhoi da silva, que já és, so te falta o empurrão para o pecepício hahahaha
ja viste, um esqueleto no espaço? haha
Lê o teu comentário e faz-te um homem. Não consegues escrever duas linhas de jeito moço. Acorda pra vida.
mais uma aldeia que ficou sem o i=)/(%& de serviço para vir aqui falar de megaproduções de hollywood.
Só quero que ela continue a brilhar à noite!
Aproveita enquanto podes que, quando o ser humano começar a ser mais activo por lá duvido que ela lá fique inteira muito tempo.
E para que queres a lua inteira? So ves metade na mesma, a outra metade e minerar tudinho
Um asteróide tem, no mínimo, 1000000000 vezes mais interesse, económico, que a Lua.
Mais um dos muitos sinais da decadência da civilização ocidental. É o resultado de décadas de governação não para os interesses do povo e do país mas para os interesses dos lobbies… A feudalização do sistema economico e social regido não por titulos mas por dinheiro e capacidade de influência… Onde a lei é mais uma mercadoria de luxo ao alcance das elites e dos grupos de interesse que as podem encomendar, ou reinterpretar.. E só vai continuar a descer…
Mais um a criticar a civilização Ocidental…
Caro Paulu, não existe maior “feudalização do sistema economico e social” do que as que são praticadas em civilizações não Ocidentais. Neste aspecto, aqui o Ocidente é um santinho quando comparado com os restantes!
O pessoal queixa-se que na Europa estarem realmente preocupados com os Europeus, enquanto outros países se enchem de armas e ditadores a Europa pensou na sua população, construído hospitais, apostando na segurança e por em primeiro lugar o ser humano, mas prontos os nossos níveis de qualidade de vida estão a anos luz do resto do mundo, mas o pessoal continua a preferir e defender ditaduras e ditadores, como já alguém me disse uma vez, “só um parvo que nunca viveu em ditadora é que pode defender uma ditadura”, dito por médico antigo preso politico em Portugal.
Mais dois convencidos que propaganda é coisa dos outros sem sequer se aperceberem que a andam a engolir… Lol…
Mais a mais, não me viste a defender ditaduras nem ditadores, o que me viste foi a criticar um sistema disfuncional quue afirma ter, defender e praticar um determinado conjunto de valores, mas que na prática são cade vez mais uma miragem. podia dar exemplos dess dissociação entre aquilo que o ocidente afirma defender e o que pratica na pratica, mas como entendo que cada um deve fazer o seu trabalhinho de casa antes de se pôr a debitar propaganda, aponto apenas para alguns casos flagrantes:
Guerra Russia/ Ucrania – defende o invadido do invasor.
Guerra Isrreolo/Palestiniana – defende e apoia o invasor do invadido
Texto interessante da IA sobre esta “dissonancia cognitiva” colectiva do ocidente:
“Existem diversos casos notáveis de discrepância entre o que o Ocidente afirma defender — como direitos humanos, democracia, igualdade e justiça — e o que efetivamente pratica, tanto em nível social, econômico, político quanto militar. Abaixo, exemplos concretos em diferentes áreas:
Social
Acolhimento de refugiados: O Ocidente, especialmente países europeus e os EUA, ofereceram ampla acolhida a refugiados ucranianos após a invasão russa, mas mantiveram políticas muito mais restritivas, discriminatórias e até violentas em relação a refugiados vindos de zonas de conflito no Médio Oriente e África, como sírios, afegãos e haitianos, revelando critérios seletivos baseados em origem e, muitas vezes, em questões raciais
Racismo estrutural: Apesar de discursos sobre igualdade, persistem práticas segregacionistas nos EUA, por exemplo, com a existência de bairros, escolas e igrejas segregadas, além de violência policial desproporcional contra minorias étnicas
Econômico
Exploração de migrantes: Nos países da União Europeia, há denúncias recorrentes sobre exploração de mão de obra migrante, especialmente em setores como a agricultura, construção civil e trabalho doméstico, com pouca ou nenhuma proteção contra abusos
Padrões duplos de comércio e investimento: O Ocidente defende o livre-comércio, mas impõe sanções seletivas ou barreiras protecionistas quando interesses próprios são ameaçados, enquanto faz alianças econômicas com regimes autoritários se isso lhe convém
Político
Defesa seletiva de direitos humanos: Países ocidentais condenam vigorosamente violações dos direitos humanos em países adversários (ex: Rússia, Irã), mas são muito mais tolerantes ou silenciosos diante de violações cometidas por aliados estratégicos (como Arábia Saudita, Egito ou Israel)
Apoio a regimes não democráticos: O Ocidente frequentemente sustenta financeiramente e politicamente governos autoritários ou repressivos se estes servem a interesses geopolíticos ou econômicos, em contradição com o discurso de promoção da democracia
Militar
Intervenções contrárias à legalidade internacional: Os EUA e membros da NATO realizaram diversas intervenções militares (Jugoslávia, Afeganistão, Iraque, Síria, Líbia) com justificativas de defesa de direitos humanos ou da democracia, mas operaram à margem ou em afronta à Carta das Nações Unidas, provocando graves consequências humanitárias e instabilidade regional
Guantánamo e guerra ao terror: O Ocidente critica outros países por práticas de tortura ou prisões arbitrárias, mas mantém, por exemplo, a prisão de Guantánamo, execuções extrajudiciais com drones e outras ações contrárias aos princípios que proclama
Esses fatos sustentam a percepção global, sobretudo nos chamados países do “Sul Global”, de que há uma hipocrisia sistêmica no comportamento das potências ocidentais, muitas vezes resumida na expressão de “dois pesos, duas medidas”
Eis exemplos de discrepância entre os princípios jurídicos que o Ocidente proclama defender e a sua prática efetiva:
Apoio seletivo ao Direito Internacional: O Ocidente, especialmente EUA e seus aliados, frequentemente invoca o direito internacional para condenar adversários (exemplo: Rússia na Ucrânia), mas adota posições opostas quando se trata de aliados estratégicos, como Israel. Durante a ofensiva em Gaza, países ocidentais forneceram apoio político, financeiro e militar a Israel, apesar de evidências públicas de graves violações dos direitos humanos e acusações de crimes de guerra e genocídio. Ao serem confrontados no Tribunal Internacional de Justiça, os EUA chegaram a pedir explicitamente que o tribunal ignorasse o direito internacional no caso da Palestina, defendendo que Israel não é obrigado a retirar-se dos territórios ocupados, contrariando os princípios universais de justiça que afirmam valorizar
Impunidade e responsabilização desigual: Lideranças políticas e militares ocidentais raramente são responsabilizadas por crimes de guerra, tortura e detenções ilegais promovidas, por exemplo, na “guerra ao terror” (centro de detenção de Guantánamo, prisões secretas da CIA, execuções extrajudiciais por drones), enquanto exigem responsabilização rigorosa de líderes de países rivais por práticas similares
Tratamento judicial discriminatório: O sistema judicial em países aliados do Ocidente, como Israel, mantém práticas acusadas de violar sistematicamente os direitos fundamentais dos palestinianos. Crianças palestinianas são detidas em operações noturnas, interrogadas sob intimidação, privadas de acesso à família e a advogado, alvo de julgamentos tendenciosos, quando muitas vezes apenas são acusadas de pequenos delitos como atirar pedras. A posição oficial do Ocidente perante esses processos é de silêncio ou apoio tácito ao aliado, enquanto exige rigor extremo e respeito absoluto aos direitos das crianças em outras geografias
Dois pesos e duas medidas nos tribunais internacionais: O discurso ocidental destaca-se pela defesa de uma “ordem internacional baseada em regras”. No entanto, sempre que processos chegam à Corte Internacional de Justiça contra aliados, como no caso do apartheid ou do genocídio em Gaza, a tendência é de tentar desacreditar, boicotar ou politizar o tribunal, em vez de se submeter aos seus veredictos — prática que contrasta fortemente com a exigência de cumprimento dos veredictos internacionais quando se trata dos “inimigos” do Ocidente
Justiça racial e social desigual: Países ocidentais condenam internacionalmente a discriminação e a violência policial, mas internamente enfrentam graves problemas estruturais, como o aumento da violência policial e racismo institucional em várias democracias europeias e nos EUA. A Anistia Internacional denunciou em 2023, por exemplo, o aumento da violência policial e a exploração de migrantes em Portugal, além de desigualdade de resposta a crises humanitárias em função da origem dos refugiados – ucranianos versus sírios, afegãos ou haitianos
Esses exemplos demonstram que o discurso de universalização dos direitos, da justiça e do respeito à legalidade é muitas vezes subordinado pelo Ocidente aos seus próprios interesses políticos, estratégicos e econômicos.”
Das duas uma, ou andas a precisar de desenvolver esse pensamento critico, ou então andas completamente a leste da realidade… As bolhas “mágicas” normalmente são a causa…
Para ti o Hamas é um agrupamento de escoteiros, é isso, certo?
Se tomares atenção já por aqui escrevi muitas vezes, não vejo grande diferença entre Gaza e os guetos de Varsóvia.
O Hamas nos atentados de 8 de Outubro podia ter atacado instalações militares e esquadras de polícia, mas optou por atacar mulheres, crianças e idosos, faz toda a diferença, mas pronto os outros é que se deixam levar por propaganda, e como todos sabemos só há do lado do ocidente.
Lol.. Justificar uma guerra aberta e todo um sistema de opressão que faria o apartheid parcer uma coisa “analógica” de amadores, contra um povo por causa de um grupo que ainda por cima também oprime a maioria dos palestinianos que se vêem entre a espada e a parede sem meios para se livrarem deles e com a IDF a largar-lhes toneladas de bombas em cima sempre que tentam arranjar forma de matar a fome… Como digo, este pessoal que engole propaganda como se fossem bejecas convencidos que a propaganda é uma coisa de povos “inferiores”…
«E quais serão as primeiras palavras ao voltar pisar o solo lunar?»
Bem… se essas palavras fossem em chinês, então seria algo como isto:
CONQUISTÁMOS A LUA!
Logo de seguida seria feito pela China um bloqueio naval com exercícios de prontidão e lançamento de munições para o estreito entre a Lua e a Terra de modo a pôr em sentido quem mais se atrevesse a aproximar-se da Lua.
Lá teriam então os EUA de deslocar dois porta-aviões para a China se deixar de brincadeiras.
China mais uma vez a somar pontos, só de pensar que existe pessoal que pensa que a China é a mesma de há 100 anos, nunca foram á China pelo menos nos últimos 5 anos.
O que é que isso interessa? O que interessa ter muita tecnologia, se essa só serve para controlar a população e oprimir? Quem lhe garante que os chineses são felizes e livres? Falam também imenso do Dubai, como falavam e falam de Nova Iorque, mas quem lhe disse a si que isso é sinal de sociedades mais livres, educadas e cultas? Nunca deve ter estado com turistas chineses como estive na Tailândia! Nunca vi gente tão primitiva com telemóveis topo de gama. Ah pois, esquecia-me também tenho equipamentos topo de gama, pagos por mim e não impostos pelo Estado ou ter seguido fanatismos políticos. O único que sigo é evitar comprar marcas chinesas e/ou algo “Made in China” para não alimentar gulosos!
Como ele disse, nunca foste á china nos tempos recentes
Vai lá (pelo menos nas zonas mais urbanas) e vais ver que a percepção que passa cá para fora é bem diferente da realidade
@José, também já aqui tinha falado nesse pormenor de ver “Xineses” com IPhones topo de gama e depois para fazerem chamadas tinham um outro tlf qualquer Chines “escondido”.
Eu acho graça ao pessoal que diz que já foi a China e os Chineses dizem sempre que são felizes e contentes, até pare-se que numa ditadura as pessoas andam na rua a demonstrar a sua insatisfação.
A China está muito evoluída tecnologicamente, as cidades são autênticas obras de arte, mas o mais importante que é direitos e liberdades são uma autentica vergonha.
É curioso como consegues explicar a China sem nunca lá ter posto os pés. Bastou veres uns turistas na Tailândia para diagnosticares um povo inteiro como “primitivo” – brilhante exercício antropológico de meio palito.
Falas de opressão e controlo enquanto escreves num dispositivo feito na China, com peças montadas por quem dizes estar a viver numa distopia. Aliás, o teu heroísmo em evitar produtos “Made in China” seria inspirador, não fosse impossível – até o iPhone ou tablet que usas tem mais ADN chinês do que gostavas de admitir.
Sobre liberdade: se fosse tudo assim tão negro, porque será que tantos chineses viajam, estudam e até regressam ao país? Inclusive, há comunidades portuguesas que vivem em Xangai e Pequim — mas claro, devem ser masoquistas, ou comunistas disfarçados.
A China não é perfeita — longe disso — mas reduzi-la a um enredo de ficção distópica enquanto beneficias dos produtos e avanços dela, é só hipocrisia com Wi-Fi.
Vai lá visitar primeiro. Depois falamos.
Como é obvio os ditadores não se aguentam sozinhos no poder, há certamente muita gente feliz na Coreia do Norte, os que estão a suportar o ditador, mas a maioria da população vive em desgraça, o mesmo se passa na China, longe das grandes e fantásticas cidades há fome e miséria e sem direita a opinião, já repares-te nos milhares de exilados Chineses espalhados ao redor do mundo.
As ditaduras são muito eficazes a esconder o que não querem que o mundo veja, mas certamente há pessoas bem e felizes.
Eu como conheço bem o mundo que me rodeia já estive na China, não é o país que melhor conheço na Ásia mas já lá estive.
“A China não é perfeita”, sim quase todos sabemos disso.
Já visitei vários países em ditadura, o último foi Birmânia e foi dos países que mais gostei, com gente das mais simpáticas que encontrei, mas sempre sem falar de politica apenas e só conversas circunstancias genéricas como é normal em países que vivem em ditadura, completamente o oposto dos restantes países que vivem em democracia, onde as pessoas gostão de perguntar e saber como se vive no nosso país.
Artigo curioso, quando mais abaixo têm outro que diz que a NASA chegou mais perto do Sol do que alguma vez foi feito! A mesma NASA que fez de Marte um espaço de passeio das suas sondas, além de ter sido a única até hoje ter “visitado” todo o sistema solar o que nos permite a todos estuda-lo como nunca foi feito antes! Têm hoje diversas agências espaciais não só a NASA, que vão dando o seu contributo nos avanços na conquista do espaço, ao ponto de serem objecto da intensa espionagem chinesa. Aliás, os EUA adoram desafios. Se tiverem um adversário, é seguro que irão competir.
Segundo os analistas, estes atuais conseguimentos são fruto do trabalho de uma NASA de há 10, 15 e 20 anos. A atual, que deveria estar a desenvolver tecnologias, logística e a preparar equipas… não está como deveria estar. Já. no que toca à China, como temos visto, estão a reforçar a presença no espaço com a sua estação espacial (a ISS está em fim de vida), estão a lançar imensos projetos para a Lua, conseguiram chegar e explorar o lado escuro, estão a desenvolver mais ainda a forma como o nosso satélite poderá trazer à Terra mais riqueza. E não esquecer que a China também já está em Marte 😉
E nos os Tugas, estamos em faze final de uma exploração ao sol, para combater os efeitos das altas temperaturas vamos lá aterrar de noite, mas disso o Pplware não fala, francamente 🙂 🙂
Hehehhe… nós Os tugas estamos é aqui tranquilos a ver se ninguém se lembra que temos de pagar alguma coisa 😀
A China promete muita coisa… o Zhurong, que é uma cópia, actualizada (com 8000000 vezes mais bateria) do Spirit/Opportunity, que devia durar 6 a 8 anos, marcianos (11 a 14 da Terra), nem 1 ano, terrestre, funcionou. É que ter 1 bateria, de elevada capacidade, sem backup, (ou painéis solares comuns) lixou-o, durante o inverno, de 2022.
Na Lua, conseguiram 3 alunagens (e 4 falhadas, que foram esquecidas), nesta década, com uma a trazer amostras. Na órbita baixa, a estação espacial está operacional, com metade do espaço previsto.
Além de que, a “viagem inaugural” do novo foguetão, está atrasada, depois de 2 explosões, no solo. Ainda não há data, para ele. O actual permite enviar, a Shenzou-26, para a órbita lunar. Há é o problema de precisarem de 2-5 lançamentos, porque não conseguem lançar, juntamente, os módulos, para a alunagem (como vai acontecer, com a NASA, que precisa de 2-3). O SLS já fez o voo inaugural. Há o problema do módulo de aterragem, da SpaceX, poder não estar disponível, antes de, 2035-2040. Já pagaram 4000 milhões, de dólares, a contar que estivesse disponível, em meados do próximo ano.
Por isso, não tenham pressa… a China irá aterrar, na Lua, já para 2036-2050. Nunca antes disso. Com os cortes, do governo chinês, as viagens espaciais, vão atrasar-se, ainda mais.
Começam a brincar com a LUA e então será o fim do ser humano. Vão destabilizar o clima, fauna, flora e marés.
O país que primeiro descobrir que o que chamam primitivamente de LUA, na verdade é um ESTABILIZADOR ENERGÉTICO ATÓMICO que estabiliza a rotação e ciclos das marés do nosso PLANETA:
Decerto estará na frente.
Olha…voltou do boom LOLOL