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56 anos depois… a China começa a “tomar conta da Lua”? Caminha para isso

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. saposomapuhc says:

    Mas a existir um país para controlar a Lua seria ou China ou India. Têm mais de 1 Bilião de pessoas logo são os mais responsa´veis para tomar conta de algo que se for destruído destroi o planeta.

    Como ser habitante do planeta Terra prefiro a China a controlar a Lua do que os EUA ou a Russia LOLOLOL

    • Joao Canpeao says:

      Mesmo! A china que domine o mundo, foram eles que inventaram o fogo de artificio. So por isso merecem tudo de bom

    • narcesudo says:

      Então para si a responsabilidade mede-se em número de habitantes? Que curioso critério!

      E que belíssimo desejo o do sapochupador… uma ditadura que tem o seu povo na palma da mão, a controlar não só o nosso mais admirado e estimado satélite como aquele que, nas suas próprias palavras, nos mantém vivos!!!

      • saposomapuhc says:

        Se malta como tu administrasse a Lua já não tinhamos sistema solar sequer. E eu ia mais longe e metia pioneses por baixo das tuas teclas do teclado ou por baixo do ecrã do smarttphone para ver se te impedia a ti e aos teus amigos anrquistas de se exprimirem.

        Enquanto tavam caladinhos estava o mundo controlado, agora que cada um diz o que pensa e pior, pensam coisas obscenas como este utilizador @narcesudo que na China estavas onde merecias estar hehe

    • Realista says:

      Para quem louva a China, experimentem ir lá um dia.
      Pessoas muito afáveis e sempre prontas a ajudar.
      Depois digam-lhe, em tom casual, que a polícia o mandou parar e pediu-lhe os documentos.
      E aí vai ver uma mudança curiosa.
      O anterior ar afável transforma-se em ar de pânico. E a partir daí tentam afastar-se o mais rapidamente possível, como se vocês tivesse uma doença contagiosa
      A população chinesa não tem apenas medo da polícia/autoridades. Têm pânico! E isso devia-nos dar que pensar.
      Como “habitante do planeta Terra” não gosto dos EUA. Mas gosto ainda menos da China

      • Mapril says:

        De onde lhe veio isso? Da sua cabeça, ou de uma rede social?

      • silverio says:

        lamento que ainda não conheça a china,nao sabe o que é,não fale do que não sabe.

      • Realista says:

        @mapril, @silverio
        Experiência própria meus caros.
        Ao contrário de muita gente que por aqui anda, e que vivem no la-la-land do achismo só porque sim, como vocês, eu já lá estive e testemunhei esta realidade.
        Tudo espectacular à primeira vista, mas passado algum tempo começa-se a perceber o que está por baixo da superfície.
        Da primeira vez que vi esta reacção de pânico, foi ao falar com uma pessoa de lá e ao dizer que fui mandado parar pela polícia para verem os meus documentos. Foi por acaso que o fiz, mas a reacção surpreendeu-me porque pareceu-me surreal.
        Depois, mais tarde, e aí sim de propósito, disse o mesmo a outra pessoa quando lhe pedi indicações para ir para o hotel. A reacção foi idêntica.
        O nascer, crescer e viver toda uma vida sob o jugo do partido e o medo de dizer e ter contacto com quem não devem está intricado nas pessoas. E isso é notório em pequenos incidentes como o que relatei.
        Ignorem esta realidade se quiserem e continuem a viver no vosso mundo cor-de-rosa.
        China? Não obrigado.

  2. Marco Aurelio says:

    Ótimo artigo!

  3. says:

    Grande artigo! No entanto, não há problema – os imbecis todos que daqui a bocado passam aqui a dizer que a ida à lua foi um embuste também não acreditam nas capacidades da China e quando lá chegarem os chineses também irão dizer que é tudo mentira e manipulado.

    • jorgeg says:

      e foi um embuste e so imbecis acreditam que nao o foi.
      56 anos depois e mais ninguem consegui ir a lua.
      Bro para a altura foi uma mega producao de hollywood!

      • Hugo says:

        O que me intriga nem é ninguém lá ter voltado até porque existem, supostamente, dezenas de amostras do que por lá se pode encontrar.
        O que me intriga é a tecnologia ter evoluído o que todos assistimos durante estas décadas e não terem feito uma “Nova versão” dessa viagem.
        Explica lá isso á malta… e…já agora, quem deixou lá aqueles refletores?

        • SoLinux says:

          O que ainda mais me intriga são as fotos detalhadas de corpos distantes a anos-luz da terra que existem, assim como o mapeamento fotográfico de marte, mas…..não fazem fotos das supostas ex-missões à lua…que nem foram feitas no lado oculto…que chatice pá

          • Hugo says:

            Fotos detalhadas a anos luz? LOL estás a fazer uma grande confusão rapaz.
            Vá lá…não estamos a falar de uma nem duas missões. Tu sabes que existem registos, apenas os negas.

        • saposomapuhc says:

          Eu pago-te 1 bilhete no foguete do jeff bezzos para veres o que lá se passa e quando vieres espero que fiques como a Katy Perry, dodinhoi da silva, que já és, so te falta o empurrão para o pecepício hahahaha

          ja viste, um esqueleto no espaço? haha

          • Hugo says:

            Lê o teu comentário e faz-te um homem. Não consegues escrever duas linhas de jeito moço. Acorda pra vida.

      • says:

        mais uma aldeia que ficou sem o i=)/(%& de serviço para vir aqui falar de megaproduções de hollywood.

  4. LM says:

    Só quero que ela continue a brilhar à noite!

  5. Paulu Oliveira says:

    Mais um dos muitos sinais da decadência da civilização ocidental. É o resultado de décadas de governação não para os interesses do povo e do país mas para os interesses dos lobbies… A feudalização do sistema economico e social regido não por titulos mas por dinheiro e capacidade de influência… Onde a lei é mais uma mercadoria de luxo ao alcance das elites e dos grupos de interesse que as podem encomendar, ou reinterpretar.. E só vai continuar a descer…

    • narcesudo says:

      Mais um a criticar a civilização Ocidental…

      Caro Paulu, não existe maior “feudalização do sistema economico e social” do que as que são praticadas em civilizações não Ocidentais. Neste aspecto, aqui o Ocidente é um santinho quando comparado com os restantes!

      • B@rão Vermelho says:

        O pessoal queixa-se que na Europa estarem realmente preocupados com os Europeus, enquanto outros países se enchem de armas e ditadores a Europa pensou na sua população, construído hospitais, apostando na segurança e por em primeiro lugar o ser humano, mas prontos os nossos níveis de qualidade de vida estão a anos luz do resto do mundo, mas o pessoal continua a preferir e defender ditaduras e ditadores, como já alguém me disse uma vez, “só um parvo que nunca viveu em ditadora é que pode defender uma ditadura”, dito por médico antigo preso politico em Portugal.

        • Paulo Oliveira says:

          Mais dois convencidos que propaganda é coisa dos outros sem sequer se aperceberem que a andam a engolir… Lol…
          Mais a mais, não me viste a defender ditaduras nem ditadores, o que me viste foi a criticar um sistema disfuncional quue afirma ter, defender e praticar um determinado conjunto de valores, mas que na prática são cade vez mais uma miragem. podia dar exemplos dess dissociação entre aquilo que o ocidente afirma defender e o que pratica na pratica, mas como entendo que cada um deve fazer o seu trabalhinho de casa antes de se pôr a debitar propaganda, aponto apenas para alguns casos flagrantes:
          Guerra Russia/ Ucrania – defende o invadido do invasor.
          Guerra Isrreolo/Palestiniana – defende e apoia o invasor do invadido

          Texto interessante da IA sobre esta “dissonancia cognitiva” colectiva do ocidente:

          “Existem diversos casos notáveis de discrepância entre o que o Ocidente afirma defender — como direitos humanos, democracia, igualdade e justiça — e o que efetivamente pratica, tanto em nível social, econômico, político quanto militar. Abaixo, exemplos concretos em diferentes áreas:

          Social
          Acolhimento de refugiados: O Ocidente, especialmente países europeus e os EUA, ofereceram ampla acolhida a refugiados ucranianos após a invasão russa, mas mantiveram políticas muito mais restritivas, discriminatórias e até violentas em relação a refugiados vindos de zonas de conflito no Médio Oriente e África, como sírios, afegãos e haitianos, revelando critérios seletivos baseados em origem e, muitas vezes, em questões raciais

          Racismo estrutural: Apesar de discursos sobre igualdade, persistem práticas segregacionistas nos EUA, por exemplo, com a existência de bairros, escolas e igrejas segregadas, além de violência policial desproporcional contra minorias étnicas

          Econômico

          Exploração de migrantes: Nos países da União Europeia, há denúncias recorrentes sobre exploração de mão de obra migrante, especialmente em setores como a agricultura, construção civil e trabalho doméstico, com pouca ou nenhuma proteção contra abusos

          Padrões duplos de comércio e investimento: O Ocidente defende o livre-comércio, mas impõe sanções seletivas ou barreiras protecionistas quando interesses próprios são ameaçados, enquanto faz alianças econômicas com regimes autoritários se isso lhe convém

          Político

          Defesa seletiva de direitos humanos: Países ocidentais condenam vigorosamente violações dos direitos humanos em países adversários (ex: Rússia, Irã), mas são muito mais tolerantes ou silenciosos diante de violações cometidas por aliados estratégicos (como Arábia Saudita, Egito ou Israel)

          Apoio a regimes não democráticos: O Ocidente frequentemente sustenta financeiramente e politicamente governos autoritários ou repressivos se estes servem a interesses geopolíticos ou econômicos, em contradição com o discurso de promoção da democracia

          Militar
          Intervenções contrárias à legalidade internacional: Os EUA e membros da NATO realizaram diversas intervenções militares (Jugoslávia, Afeganistão, Iraque, Síria, Líbia) com justificativas de defesa de direitos humanos ou da democracia, mas operaram à margem ou em afronta à Carta das Nações Unidas, provocando graves consequências humanitárias e instabilidade regional

          Guantánamo e guerra ao terror: O Ocidente critica outros países por práticas de tortura ou prisões arbitrárias, mas mantém, por exemplo, a prisão de Guantánamo, execuções extrajudiciais com drones e outras ações contrárias aos princípios que proclama

          Esses fatos sustentam a percepção global, sobretudo nos chamados países do “Sul Global”, de que há uma hipocrisia sistêmica no comportamento das potências ocidentais, muitas vezes resumida na expressão de “dois pesos, duas medidas”

          Eis exemplos de discrepância entre os princípios jurídicos que o Ocidente proclama defender e a sua prática efetiva:

          Apoio seletivo ao Direito Internacional: O Ocidente, especialmente EUA e seus aliados, frequentemente invoca o direito internacional para condenar adversários (exemplo: Rússia na Ucrânia), mas adota posições opostas quando se trata de aliados estratégicos, como Israel. Durante a ofensiva em Gaza, países ocidentais forneceram apoio político, financeiro e militar a Israel, apesar de evidências públicas de graves violações dos direitos humanos e acusações de crimes de guerra e genocídio. Ao serem confrontados no Tribunal Internacional de Justiça, os EUA chegaram a pedir explicitamente que o tribunal ignorasse o direito internacional no caso da Palestina, defendendo que Israel não é obrigado a retirar-se dos territórios ocupados, contrariando os princípios universais de justiça que afirmam valorizar

          Impunidade e responsabilização desigual: Lideranças políticas e militares ocidentais raramente são responsabilizadas por crimes de guerra, tortura e detenções ilegais promovidas, por exemplo, na “guerra ao terror” (centro de detenção de Guantánamo, prisões secretas da CIA, execuções extrajudiciais por drones), enquanto exigem responsabilização rigorosa de líderes de países rivais por práticas similares

          Tratamento judicial discriminatório: O sistema judicial em países aliados do Ocidente, como Israel, mantém práticas acusadas de violar sistematicamente os direitos fundamentais dos palestinianos. Crianças palestinianas são detidas em operações noturnas, interrogadas sob intimidação, privadas de acesso à família e a advogado, alvo de julgamentos tendenciosos, quando muitas vezes apenas são acusadas de pequenos delitos como atirar pedras. A posição oficial do Ocidente perante esses processos é de silêncio ou apoio tácito ao aliado, enquanto exige rigor extremo e respeito absoluto aos direitos das crianças em outras geografias

          Dois pesos e duas medidas nos tribunais internacionais: O discurso ocidental destaca-se pela defesa de uma “ordem internacional baseada em regras”. No entanto, sempre que processos chegam à Corte Internacional de Justiça contra aliados, como no caso do apartheid ou do genocídio em Gaza, a tendência é de tentar desacreditar, boicotar ou politizar o tribunal, em vez de se submeter aos seus veredictos — prática que contrasta fortemente com a exigência de cumprimento dos veredictos internacionais quando se trata dos “inimigos” do Ocidente

          Justiça racial e social desigual: Países ocidentais condenam internacionalmente a discriminação e a violência policial, mas internamente enfrentam graves problemas estruturais, como o aumento da violência policial e racismo institucional em várias democracias europeias e nos EUA. A Anistia Internacional denunciou em 2023, por exemplo, o aumento da violência policial e a exploração de migrantes em Portugal, além de desigualdade de resposta a crises humanitárias em função da origem dos refugiados – ucranianos versus sírios, afegãos ou haitianos

          Esses exemplos demonstram que o discurso de universalização dos direitos, da justiça e do respeito à legalidade é muitas vezes subordinado pelo Ocidente aos seus próprios interesses políticos, estratégicos e econômicos.”

      • Paulo Oliveira says:

        Das duas uma, ou andas a precisar de desenvolver esse pensamento critico, ou então andas completamente a leste da realidade… As bolhas “mágicas” normalmente são a causa…

        • B@rão Vermelho says:

          Para ti o Hamas é um agrupamento de escoteiros, é isso, certo?
          Se tomares atenção já por aqui escrevi muitas vezes, não vejo grande diferença entre Gaza e os guetos de Varsóvia.
          O Hamas nos atentados de 8 de Outubro podia ter atacado instalações militares e esquadras de polícia, mas optou por atacar mulheres, crianças e idosos, faz toda a diferença, mas pronto os outros é que se deixam levar por propaganda, e como todos sabemos só há do lado do ocidente.

          • Paulo Oliveira says:

            Lol.. Justificar uma guerra aberta e todo um sistema de opressão que faria o apartheid parcer uma coisa “analógica” de amadores, contra um povo por causa de um grupo que ainda por cima também oprime a maioria dos palestinianos que se vêem entre a espada e a parede sem meios para se livrarem deles e com a IDF a largar-lhes toneladas de bombas em cima sempre que tentam arranjar forma de matar a fome… Como digo, este pessoal que engole propaganda como se fossem bejecas convencidos que a propaganda é uma coisa de povos “inferiores”…

  6. narcesudo says:

    «E quais serão as primeiras palavras ao voltar pisar o solo lunar?»
    Bem… se essas palavras fossem em chinês, então seria algo como isto:
    CONQUISTÁMOS A LUA!
    Logo de seguida seria feito pela China um bloqueio naval com exercícios de prontidão e lançamento de munições para o estreito entre a Lua e a Terra de modo a pôr em sentido quem mais se atrevesse a aproximar-se da Lua.
    Lá teriam então os EUA de deslocar dois porta-aviões para a China se deixar de brincadeiras.

  7. Mário says:

    China mais uma vez a somar pontos, só de pensar que existe pessoal que pensa que a China é a mesma de há 100 anos, nunca foram á China pelo menos nos últimos 5 anos.

    • José says:

      O que é que isso interessa? O que interessa ter muita tecnologia, se essa só serve para controlar a população e oprimir? Quem lhe garante que os chineses são felizes e livres? Falam também imenso do Dubai, como falavam e falam de Nova Iorque, mas quem lhe disse a si que isso é sinal de sociedades mais livres, educadas e cultas? Nunca deve ter estado com turistas chineses como estive na Tailândia! Nunca vi gente tão primitiva com telemóveis topo de gama. Ah pois, esquecia-me também tenho equipamentos topo de gama, pagos por mim e não impostos pelo Estado ou ter seguido fanatismos políticos. O único que sigo é evitar comprar marcas chinesas e/ou algo “Made in China” para não alimentar gulosos!

      • Zacarias says:

        Como ele disse, nunca foste á china nos tempos recentes
        Vai lá (pelo menos nas zonas mais urbanas) e vais ver que a percepção que passa cá para fora é bem diferente da realidade

      • B@rão Vermelho says:

        @José, também já aqui tinha falado nesse pormenor de ver “Xineses” com IPhones topo de gama e depois para fazerem chamadas tinham um outro tlf qualquer Chines “escondido”.
        Eu acho graça ao pessoal que diz que já foi a China e os Chineses dizem sempre que são felizes e contentes, até pare-se que numa ditadura as pessoas andam na rua a demonstrar a sua insatisfação.
        A China está muito evoluída tecnologicamente, as cidades são autênticas obras de arte, mas o mais importante que é direitos e liberdades são uma autentica vergonha.

      • Ivo says:

        É curioso como consegues explicar a China sem nunca lá ter posto os pés. Bastou veres uns turistas na Tailândia para diagnosticares um povo inteiro como “primitivo” – brilhante exercício antropológico de meio palito.

        Falas de opressão e controlo enquanto escreves num dispositivo feito na China, com peças montadas por quem dizes estar a viver numa distopia. Aliás, o teu heroísmo em evitar produtos “Made in China” seria inspirador, não fosse impossível – até o iPhone ou tablet que usas tem mais ADN chinês do que gostavas de admitir.

        Sobre liberdade: se fosse tudo assim tão negro, porque será que tantos chineses viajam, estudam e até regressam ao país? Inclusive, há comunidades portuguesas que vivem em Xangai e Pequim — mas claro, devem ser masoquistas, ou comunistas disfarçados.

        A China não é perfeita — longe disso — mas reduzi-la a um enredo de ficção distópica enquanto beneficias dos produtos e avanços dela, é só hipocrisia com Wi-Fi.

        Vai lá visitar primeiro. Depois falamos.

        • B@rão Vermelho says:

          Como é obvio os ditadores não se aguentam sozinhos no poder, há certamente muita gente feliz na Coreia do Norte, os que estão a suportar o ditador, mas a maioria da população vive em desgraça, o mesmo se passa na China, longe das grandes e fantásticas cidades há fome e miséria e sem direita a opinião, já repares-te nos milhares de exilados Chineses espalhados ao redor do mundo.
          As ditaduras são muito eficazes a esconder o que não querem que o mundo veja, mas certamente há pessoas bem e felizes.
          Eu como conheço bem o mundo que me rodeia já estive na China, não é o país que melhor conheço na Ásia mas já lá estive.
          “A China não é perfeita”, sim quase todos sabemos disso.
          Já visitei vários países em ditadura, o último foi Birmânia e foi dos países que mais gostei, com gente das mais simpáticas que encontrei, mas sempre sem falar de politica apenas e só conversas circunstancias genéricas como é normal em países que vivem em ditadura, completamente o oposto dos restantes países que vivem em democracia, onde as pessoas gostão de perguntar e saber como se vive no nosso país.

  8. José says:

    Artigo curioso, quando mais abaixo têm outro que diz que a NASA chegou mais perto do Sol do que alguma vez foi feito! A mesma NASA que fez de Marte um espaço de passeio das suas sondas, além de ter sido a única até hoje ter “visitado” todo o sistema solar o que nos permite a todos estuda-lo como nunca foi feito antes! Têm hoje diversas agências espaciais não só a NASA, que vão dando o seu contributo nos avanços na conquista do espaço, ao ponto de serem objecto da intensa espionagem chinesa. Aliás, os EUA adoram desafios. Se tiverem um adversário, é seguro que irão competir.

    • Vítor M. says:

      Segundo os analistas, estes atuais conseguimentos são fruto do trabalho de uma NASA de há 10, 15 e 20 anos. A atual, que deveria estar a desenvolver tecnologias, logística e a preparar equipas… não está como deveria estar. Já. no que toca à China, como temos visto, estão a reforçar a presença no espaço com a sua estação espacial (a ISS está em fim de vida), estão a lançar imensos projetos para a Lua, conseguiram chegar e explorar o lado escuro, estão a desenvolver mais ainda a forma como o nosso satélite poderá trazer à Terra mais riqueza. E não esquecer que a China também já está em Marte 😉

  9. Manuel da Rocha says:

    A China promete muita coisa… o Zhurong, que é uma cópia, actualizada (com 8000000 vezes mais bateria) do Spirit/Opportunity, que devia durar 6 a 8 anos, marcianos (11 a 14 da Terra), nem 1 ano, terrestre, funcionou. É que ter 1 bateria, de elevada capacidade, sem backup, (ou painéis solares comuns) lixou-o, durante o inverno, de 2022.
    Na Lua, conseguiram 3 alunagens (e 4 falhadas, que foram esquecidas), nesta década, com uma a trazer amostras. Na órbita baixa, a estação espacial está operacional, com metade do espaço previsto.
    Além de que, a “viagem inaugural” do novo foguetão, está atrasada, depois de 2 explosões, no solo. Ainda não há data, para ele. O actual permite enviar, a Shenzou-26, para a órbita lunar. Há é o problema de precisarem de 2-5 lançamentos, porque não conseguem lançar, juntamente, os módulos, para a alunagem (como vai acontecer, com a NASA, que precisa de 2-3). O SLS já fez o voo inaugural. Há o problema do módulo de aterragem, da SpaceX, poder não estar disponível, antes de, 2035-2040. Já pagaram 4000 milhões, de dólares, a contar que estivesse disponível, em meados do próximo ano.
    Por isso, não tenham pressa… a China irá aterrar, na Lua, já para 2036-2050. Nunca antes disso. Com os cortes, do governo chinês, as viagens espaciais, vão atrasar-se, ainda mais.

  10. 9WaInJo11 says:

    Começam a brincar com a LUA e então será o fim do ser humano. Vão destabilizar o clima, fauna, flora e marés.

  11. José Bonifácio Boni. says:

    O país que primeiro descobrir que o que chamam primitivamente de LUA, na verdade é um ESTABILIZADOR ENERGÉTICO ATÓMICO que estabiliza a rotação e ciclos das marés do nosso PLANETA:

    Decerto estará na frente.

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