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Tags: energia

Cascas de ovo podem ser usadas para armazenar energia solar e eólica

As cascas de ovo são aquele resíduo que, depois de partido, parece não servir para rigorosamente nada. Devido à sua frágil natureza, não parece ser algo que pode ser reutilizado. Agora, investigadores podem transformar este desperdício numa bateria para armazenar energia solar e eólica.

Seguindo a velha máxima, no mundo nada se perde, tudo se transforma.

Cascas de ovo podem ser usadas para armazenar energia solar


Criado combustível líquido que pode armazenar a energia do Sol durante 18 anos

O grande problema das energias renováveis é o armazenamento. Qual o interesse em haver muita energia solar ou eólica quando não temos como guardar de forma eficiente e barata?

Este é o calcanhar de Aquiles que tem travado o grande avanço deste tipo de energias. Contudo, há algumas tecnologias que podem em breve resolver o problema de forma “intrigante”.

Imagens ilustrativa combustível líquido armazenando a energia do Sol


Portugal: Em 2018 bateram-se recordes ao nível das Energias Renováveis

Em março de 2018 a produção renovável foi suficiente para satisfazer o consumo total de eletricidade em Portugal Continental, com especial contribuição das tecnologias eólica e hídrica.

Graças aos renováveis foi possível reduzir emissões de 6 milhões de toneladas de CO2 e poupar 1,3 mil milhões de Euros de importações de combustíveis fósseis.


Nova tecnologia poderá reduzir o custo de carros a hidrogénio

Embora a vantagem esteja no lado dos veículos elétricos, o mercado ainda não tem bem a certeza de qual será o melhor substituto para os combustíveis fósseis. Há muitos estudos e especialistas que afirmam ser o hidrogénio o verdadeiro combustível “zero emissões”, limpo desde a produção ao consumo, mas os custos parecem ser o grande entrave.

Para combater o maior problema para a implementação do hidrogénio nos veículos, foi desenvolvido um novo catalisador que combina técnicas mais modernas e materiais mais baratos, para substituir, por exemplo, a platina. Poderá ser um novo rumo para este mercado.


Fusão Termonuclear: Reator nuclear da China atinge temperatura sete vezes superior ao Sol

O ‘Sol artificial’ da China alcançou pela primeira vez uma temperatura do plasma superior a 100 milhões de graus Celsius, marcando um passo importante na futura experiência do reator de fusão, de acordo com o Instituto de Física de Hefei, da Academia de Ciências da China.

Esta temperatura atingida pelo reator nuclear experimental é quase sete vezes superior à temperatura do núcleo do Sol. Estes valores foram conseguidos durante quase dez segundos.

Imagem ilustrativa fusão termonuclear do Sol artificial da China