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Nova tecnologia poderá reduzir o custo de carros a hidrogénio


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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17 Respostas

  1. TeArs says:

    Toyota sempre á frente ….

  2. Carlos Portugal says:

    100x melhor q os electricos …

  3. Bruno says:

    Toyota já tem estes carros em circulação a Europa.

  4. Fernando says:

    Se eu acho que o hidrogénio é o futuro e a melhor opção? Sim! Já o digo à anos.
    Se eu acho que a indústria petrolífera / eléctrica irá deixar (não esquecer que não é só de fontes alternativas que a energia vem)… Duvido.

    • Sergio Silva says:

      A Toyota e a Hyundai (em parceria se não me engano) têm conseguido grandes avanços na tecnologia do hidrogênio. Tenho a certeza q o litium é uma tecnologia de transição e que o hidrogênio é quem vai vingar se não aparecer outra. Espero q não demore muito porque o Litium não é sustentável e é altamente tóxico para os solos. Se for massificado teremos q ter uma reciclagem muito bem implementada caso contrário teremos um problema grave.

  5. Ruy Acquaviva says:

    Em se falando do uso do hidrogênio é importante relembrar que o hidrogênio não é uma fonte de energia e sim uma forma de armazenamento de energia. Estamos falando em gás hidrogênio (H2) e não em fusão nuclear, que é um assunto completamente diferente.
    O gás hidrogênio não é encontrado livre em depósitos subterrâneos como o gás natural, nem congelado no fundo dos oceanos como o metano. Ele pode ser produzido a partir da hidrólise da água, processo que consome bastante energia. Por isso mesmo, apesar de possível, a hidrólise da água utilizando eletricidade (eletrólise), experiência científica realizada normalmente nas escolas para fins didáticos, não utilizado comercialmente. De fato o hidrogênio utilizado para fins industriais é obtido do petróleo. A esperança é a produção de hidrogênio utilizando a luz solar, em equipamentos semelhantes às placas fotovoltaicas, em um processo chamado de “fotossíntese artificial” (nome incorreto mas popularizado, o certo seria dizer “fotólise” já que não ocorre síntese e sim a quebra – lise – da molécula de água).
    Mas então qual a diferença entre gerar hidrogênio em vez de gerar energia elétrica?
    A ideia é que o hidrogênio seria mais fácil de se armazenar do que a energia elétrica, o que não é completamente verdade já que o armazenamento de hidrogênio também tem seu problemas, ou que a densidade energética do hidrogênio seria maior que a da eletricidade armazenada em baterias.
    Outro ponto é que além da utilização do hidrogênio para mover veículos de tração elétrica,através de células de hidrogênio como as abordadas no texto deste artigo, o gás hidrogênio pode ser utilizado diretamente como combustível em veículos com motores de combustão interna.
    A ideia de veículos a combustão utilizando hidrogênio como combustível é atraente porque permitiria o aproveitamento da tecnologia atual com muito menos modificações que o uso da tração elétrica, mas esbarra no mesmo problema das baterias, pois a densidade energética do hidrogênio é menor que a da gasolina, já que o hidrogênio não pode ser liquefeito por compressão a temperatura ambiente e portanto deve ser armazenado na forma gasosa sob altas pressões, o que implica em tanques pesados e volumosos.
    O uso de células de combustível permitiria um melhor aproveitamento do da energia do hidrogênio, pois os motores a combustão tem aproveitamento energético muito inferior aos motores elétricos.
    Seja como for, o futuro do hidrogênio depende do desenvolvimento da chamada “fotossíntese artificial” e do desenvolvimento de um sistema de produção distribuída de energia.
    Trata-se de uma alternativa muito promissora e os avanços tanto na área de produção quanto da utilização desse gás são sempre muito bem vindos, mas não existe contraposição entre o uso de baterias e do hidrogênio, nem este é uma alternativa energética milagrosa que estaria sendo preterida em prol de investimentos em baterias, como denotam alguns comentários recorrentes em artigos sobre este assunto.

  6. Paulo says:

    Funcionando a tecnologia com o ar ambiente, como é a diferença de comportamento do carro em ambientes ricos em oxigénio (Campo) Vs ambientes muito poluídos (Cidades na China, por ex). Será que se vai notar muito no rendimento?

    • Ruy Acquaviva says:

      Nos carros a gasolina o combustível também queima reagindo com oxigénio do ar ambiente, portanto essa diferença de que você é a mesma que existe hoje nesses carros.

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