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Portugal: Em 2018 bateram-se recordes ao nível das Energias Renováveis


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Mateus Pinto says:

    “Foi alcançada uma poupança em importações de combustíveis fósseis de 1268 M€”

    Se analisarem bem tudo, verão que as poupanças e ganhos não foram para o consumidor mas sim para os produtores.

    Portugal consegue produzir energia quase a 100% só de renováveis, no entanto pagamos das energias mais caras da Europa; por outro lado temos imenso sol e vento e o incentivo em autoprodução para consumo privado é uma anedota. Porquê? Porque os consumidores domésticos iríamos depender pouco da EDP e isso não é desejável:
    – as energias são uma máfia que não quer perder o poleiro;

    – os políticos tem que cuidar das empresas que futuramente lhes vão dar tachos;

    Uma tristeza.

    • joao silva says:

      totalmente de acordo

    • cenas says:

      Os verdadeiros clientes não são as casas mas sim as empresas.

    • Vitor says:

      É verdade que as poupanças e ganhos não foram na TOTALIDADE diretamente para o bolso do consumidor mas o consumidor não ganha apenas quando,como neste caso,esse ganho se reflete no aumento da conta bancária. A poupança na “exportação” de 1268 ME em divisas também permite que o governo possa investir esse dinheiro em serviços ao dispor dos cidadãos…não sou dos que pensam que os políticos são TODOS desonestos ou TODOS iguais. O “portuga” médio sempre teve a mania de que “se é Português…não presta”!

      • onurb82 says:

        O político português é desonesto.
        Esse dinheiro poderia também como diz e bem, alem da inovação refletir esse ganho no consumidor.
        O portuga que se julga média, não é mais que um pobre, que paga a conta de tudo e todos e sempre que pode refletir isso num comentário, fá-lo!!!

    • Joao says:

      Em parte tens razao no que diz respeito as poupancas e o preco do consumidor nao baixa, no entanto em relacao a producao privada nao e anedota nenhuma, se queres investir uns largos milhares num sistema privado nao precisas da EDP, se quizeres um sistema mais barato ai implica teres lgiacao a rede e toda a energia que produzes e nao gastas vendes a EDP, no entanto neste metodo como ja nao tens as ditas baterias tens tambem de comprar em alturas que nao produzes suficiente.

      • Mateus Pinto says:

        “se queres investir uns largos milhares num sistema privado nao precisas da EDP”

        Isso não está permitido. Há regras específicas mas em modo muito simplório, se queres “produzir” energia tens que a injetar/ vender à rede a maioria e… compras a energia novamente! Há óbvio regras mas no geral é assim em quase toda a Europa.

        Ter painéis no teu campo a carregar umas baterias e depois usar essa bateria não está autorizado.

  2. Alpha says:

    Um dos maiores embustes… É tão bom que o preço da de energia é elevada e mais engraçado, subsidiado por fora através de outros impostos!

    Vamos lá ver:
    https://www.pordata.pt/Portugal/Consumo+de+energia+prim%C3%A1ria+total+e+por+tipo+de+fonte+de+energia-1130

    Vamos lá ver, o engraçado é misturarem as hídricas (barragens) no mesmo bolo das “renováveis”, o total destas continuam a ser uma parte muito pequena do consumo de energia, embora a parte mais subsidiada.
    O verdadeiro custo nem sabemos, infelizmente não é só na factura energética!

    O grave problema das eólicas, é a sua inconstante produção que leva a ter custos elevados com as outras centrais em “backup”, ou os picos de produção de energia que levam só criam constrangimentos no fornecimento de energia. São tudo custos tapados para subsidiar um GRANDE negócio à custa do contribuinte, mas pronto a lavagem cerebral leva a isto, já sei que vou ser altamente criticado por expor estes factos 🙂

    • Fak says:

      não disseste mais que verdades.
      quando andei pelas serras de Gois e Sertã o que via mais eram eolicas estragadas, tipo, umas não giravam a favor do vento, outras não giravam as pás, algumas até as luzes de presença não funcionavam!
      para mim algo que gasta energia para gerar energia é um autentico flop! até pode gerar mais do que gasta, mas fonix, tanto vento corre no topo das serras, principalmente nas serras no arredor da serra da estrela, onde já senti no corpo o vento e a sua velocidade a altitudes de 1300-1400 metros, não valia mais usar eolicas mais pequenas, consequentemente mais leves que o proprio vento as consegui-se fazer girar sozinho?
      mas pronto…

      • R says:

        As centrais de backup são mais do que isso e entram para esta contabilidade. Muitas turbinas estão paradas porque já atingiram a quota de produção para que foram contratadas – ah pois é.
        Uma enorme palhaçada!

    • Nuno V says:

      “o engraçado é misturarem as hídricas (barragens) no mesmo bolo das “renováveis””
      O engraçado é tu pensares que a energia hídrica não é uma energia renovável. Energia renovável são todas as formas de energia que são restabelecidas na escala da vida humana. A energia hídrica satisfaz a definição de energia renovável, logo é energia renovável. Se o ciclo de carbono fosse extremamente mais rápido, até os combustíveis fosseis seriam renováveis. Com este nível de desconhecimento, mais valia manteres a tua opinião para ti mesmo.

      • Alpha says:

        Não, meu caro, por uma razão muito simples.
        As hídricas SEMPRE foram importantes em Portugal em termos de peso… Interessa para “encher a vista” e brincar com os números para dizer que já representa um bolo importante para justificar o investimento nas eólicas e foto-voltaicas. O facto das hídricas serem uma energia renovável não está em causa, mas a forma como se apresentam os números sim, devia ser visto de forma separada! (cosmética estatística)

        Se é algo recente, devia ser medido à parte, para ver os seus resultados, tal como se faz para analisar um “novo negócio”. É um principio básico de BOA GESTÃO. Como o seu peso ao longo do ano é baixo (para o investimento que está a ser feito), nada como misturar tudo para justificar o saque aos contribuintes!

        • Nuno V says:

          Se o teu problema é ter os valores de forma descriminadas dos tipos de energia renováveis, deves visitar o site da REN, em vez de dizeres disparates em tentares afirmar que não existe tal distinção.

          http://www.apren.pt/contents/publicationsreportcarditems/06-boletim-energias-renovaveis-2018.pdf

          • Alpha says:

            Mas alguma vez isso tem os subsídios? Valores discriminados só servem para o usufruto final do serviço, que não dizem nada nem representam os custos de uma indústria subsidiada! Quando compras uma batata subsidiada, vem lá discriminado o valor do subsídio por unidade?

            Isso é areia para os olhos das pessoas. Se queres continuar a ficar satisfeito apenas com essa representação de custo não chegas a lado nenhum.

            É esta a falta de sentido de gestão que falta na nossa cultura.

          • Alpha says:

            O pior de tudo, é outro custo que aqui não é contabilizado, nem falamos apenas dos subsídios. Qualquer fornecimento de energia pressupõe que seja ESTÁVEL e CONTÍNUA, as eólicas, foto-voltaicas variam, o que causa graves problemas no fornecimento de energia (e custo), o que obriga sempre a ter as outras preparadas quando produzem pouco (mais custo) ou a resolver um problema bem mais grave que são os picos de produção (a energia tem de ir para algum lado, isso obriga às tradicionais a estarem sempre a aumentar e a reduzir produção, triplicando o seu custo)

            O petróleo, carvão, gás e nuclear (e em parte as hídricas quando há boas condições para tal) podemos ARMAZENAR e produzir de acordo com a necessidade! O Vento e Sol não se pode armazenar, daí a ilusão de ser uma fonte “inesgotável” e 100% limpa ser um sonho numa noite de Verão.

          • Nuno V says:

            Mas tu pediste os subsídios? Tu afirmaste que não faziam a distinção entre os vários tipos de energias renováveis, o que é uma mentira. Agora numa técnica de ofuscação reages como se nunca tivesses feito tal argumento.

            Petróleo, carvão, é gás não são recursos inesgotaveis, a eólica, solar,… são (no que toca à escalas temporais humanas). Os combustíveis fósseis também significa que alguns países ficam à mercê que sejam outros a fornecerem-lhes combustível, pois não possuem tal recurso. Bem como os combustíveis fósseis emitem co2. A energia nuclear é uma energia limpa, mas infelizmente também é problemática quando acontecem problemas, bem como depois existe os problemas dos resíduos resultantes deste que podem ser usados para fabricar arsenal nuclear, ou usados como bombas sujas num acto de terrorismo.

            Recomendava que tirasses um curso de engenharia electrónica, que vais ter uma cadeira em economia da energia. Quando fizeres tal vais ver que estás a retirar argumentos do traseiro de um tema que não percebes.

          • Alpha says:

            Nuno V, Primeiro não é preciso ser rude e responder sem argumentos com ofensas. Não sabes o curso que tenho, nem podes avaliar por aqui se tenho ou não conhecimentos para falar sobre este assunto só simplesmente porque não estou de acordo.

            Segundo o que disse, vou voltar a repetir e espero não precisar de fazer um desenho, os subsídios são atribuídos em diversas partes da cadeia de valor, pelo que o preço descriminado que aparece nas contas NÃO TEM EM CONTA OS SUBSÍDIOS, PELO QUE O VALOR NÃO CORRESPONDE AO VERDADEIRO CUSTO (desde a produção das eólicas, produtores, etc), o consumidor final usufrui de um preço que é suportado pelos contribuintes de uma forma que estes NÃO SABEM O VERDADEIRO CUSTO. A distinção de preços que falas vale “0” do ponto de vista macro-económico!

            Terceiro, ninguém, muito menos eu disse que os combustíveis fósseis são inesgotáveis, assim como afirmei que as renováveis NÃO SÃO ILIMITADAS, pelo simples facto de NÃO ESTAREM SEMPRE DISPONÍVEIS essa variação tem custos elevados no fornecimento de energia pelas razões que expliquei anteriormente, essa é UTOPIA “vendida” das renováveis uma vez que o Vento e Sol não são possíveis de “ARMAZENAR”, apesar de serem “inesgotáveis”.

          • Nuno V says:

            Lamento, mas quando falas de um tema que não percebes com certeza absoluta, como se o efeito de Dunning-Kruger fosse prova de algo mais do que a tua ignorância, tenho todo o direito em ser rude. Tu aqui no pplware apenas me vês a comentar com boa confiança sobre aquilo que realmente percebo, principalmente no que toca a astronomia e eletrónica porque foi nestas áreas em que me doutorei e trabalhei. E afirmar que retiraste argumentos do traseiro não é nenhum tipo de ofensa. E acredita que pelos teus comentários dá muito bem para ver que não possuis qualquer tipo de formação relevante sobre o assunto.

            “A distinção de preços que falas vale “0” do ponto de vista macro-económico!” Eu por acaso falei em qualquer distinção de preço? Nem sequer me debati sobre as questões económicas. Lamento, mas quando pões palavras na minha boca que não disse parto para a ofensa, és um desonesto. A única coisa que eu respondi foi quanto às tuas alegações que estavam a esconder os números, quando os números estão presentes na APREN no que toca à produção de energia separada por tipo, bem como os números estão presentes no gabinete do secretário de estado da energia no que toca aos valores subsidiados por tipo de energia renovável.

            Tu não disseste que as pessoas pensam que a energia eólica e solar são ilimitadas, mas sim que não inesgotável. Mais uma vez estás a ser desonesto a mudar o teu argumento. As energias supracitadas não são ilimitadas, no entanto, em escalas temporais humanas estas são, basicamente, inesgotáveis. E as energias renováveis não são uma utopia, são uma realidade. Sabemos que as energias provenientes de combustíveis fósseis causam um impacto extremamente negativos na nossa bioesfera. Também sabemos que o ciclo de carbono é extremamente lento, que significa que não podemos continuar indefinidamente pois vai chegar a uma altura que esta vai ser insuficiente para as nossas necessidades. As energias renováveis são perfeitas? Claro que não. Não têm qualquer tipo de impacto no ambiente? Claro que não. No entanto é a melhor maneira que temos para gerar energia enquanto minimizamos o impacto no ambiente.

      • Alpha says:

        Só contas simples… cerca de 1,2 Mil Milhões de euros, é o subsidio à produção das renováveis, +70% desse valor vão para as eólicas, que corresponde a uma ínfima parte do CONSUMO TOTAL de energia ao longo do ano, dá €11 euros por mês por família (contas simples).

        Isto estamos a falar só do subsidio à PRODUÇÃO, não falamos em incentivos à produção de eólicas, incentivos fiscais, outras taxas cobradas…!!!!

        • Sujeito says:

          Venho tarde, para partilhar que acompanhei a discussão em que estiveste aqui envolvido e percebi o que querias dizer. E aprendi, pois não tinha perspectiva de como as contas estavam a ser ludibriadas.

  3. Zepagador says:

    Déficit tarifário + mama dos contratos das eólicas com o estado para terem preços que lhes convém = roubo de centenas de milhões

    Para quando é que alguém com força suficiente para deixar todo o negócio da energia sem qualquer tipo de subsídio ou ajuda?
    Tudo em mercado aberto. Mas há € que se levantam mais alto.

  4. AJMS says:

    Apostem no auto-consumo, em 2018 poupei 112€ só com um painel fotovoltaico, em 6, 7 anos está pago.

    • R says:

      Se for para autoconsumo é preciso licenciar?

    • Joao says:

      Quando e que investiste no painel? se em 2018 poupaste 112 euros ora bem em 7 anos (7*112) 784 euros, estranho, investiste este valor num painel com o transformador? Duvido…
      Outro ponto e que esse valor de 784 nao e real nem pode ser calculado de forma gradual, o painel e constituido por celulas que desgastam ao longo do tempo logo vais poupar um valor <784 em 7 anos. E nao e poupar e pagar o investimento.

    • Mateus Pinto says:

      AJMS, o único que podes poupar é se esse painel for para aquecer água e aí não usas quase energia para isso. Aí poupas e a longo prazo pagar o painel. Se é para produção de energia… só se o fabricaste tu LOLOL

    • AJMS says:

      R – Para auto-consumo até 6 painéis não é preciso licença.

      João – o painel ficou em 720€ (painel+inversor+montagem), quanto ao poupar acho que expliquei bem, se reduzes a factura da luz será lógico que essa poupança será para pagar o invertimento, ivestimento esse que tem garantia de 10 anos, logo a partir do 6/7 ano é só poupar e tendo em conta que a durabilidade de um painel será de 20 a 25 anos.

      Mateus Pinto, o painel é de produção de electricidade, o pior mês consumi energia do painel no valor de 5.56€ (nov2018) e o melhor mês consumi do painel energia no valor de 13,59€ (Agost 2018).

      Conclusão, tendo o painel e todo o equipamento uma garantia de 10 anos, e o mesmo se paga antes dos 10 anos, é um investimento acertado para todos que tenham boa exposição solar.

      • JJ_ says:

        Uma nota… até 6 painéis ou potencia máxima de 1500W.

      • Joao says:

        Qual a potencia contratada que utilizas? e qual a potencia do painel, esse preç od epainel da para uma tv e um frigorifico se tanto

        • JJ_ says:

          Se ele consegue reduzir a factura da electricidade num ano em +100€. Quer dizer que esse painel com uma vida útil de 20 anos e garantia de 10 anos, ao fim de 7 anos terá o investimento pago. A partir desse ponto, todo o que reduzir na factura será a poupar.

          Não importa se só dá para uma TV ou um frigorífico, o que importa é que o resultado final esta a poupar dinheiro.

          Alem disso, se ele num painel poupa 100€, se investir noutro painel (onde o investimento já será menor que no primeiro painel), irá conseguir a factura da electricidade em cerca de 200€ por ano. E se calhar no mesmo período de 7 anos, fica com investimento pago.

          Ao seja, após 10 anos de ter instalado o primeiro painel, consegue estar a poupar cerca de 200€/ano na electricidade (se instalar um segundo painel). Se a media anual da factura da electricidade for de 600€, ele passou a pagar apenas 400€.

          Não importa onde essa energia é gasta, o que importa é que poupa ao recorrer a esse tipo de energia.

          Alem disso, daqui a 12/15 anos, com o dinheiro que poupo na factura da electricidade (depois de recuperar o investimento), vai conseguir duplicar a capacidade de produção sem gastar dinheiro próprio, apenas com o dinheiro poupado da investimento inicial. Ou seja, daqui a 15 anos, poderá estar a poupar não 200€ (no cenário de ter adicionado 1 painel nos primeiros 2/3 anos), mas 400€.

          • Alpha says:

            Faltam algumas coisas importantes nas contas…!

            Retorno em investimento em 7 anos bom… Bem, avaliar como um bom investimento acima de 7 anos… tudo o que for acima de 3 a 5 anos por si é mau.

            Faltam outros valores… O subsídio de produção das foto-voltaicas, venda e uso das mesmas no valor global que é retirado aos contribuintes. Isto é tudo muito giro falar de poupanças em mercados subsidiados, faz lembrar a agricultura na Europa, em que todos ficamos contentes por comprar produtos europeus (UAU, uma batata europeia é melhor que as outras) e estamos a pagar 50% a 70% da produção através de subsídios que vêm dos nossos impostos! (mas não conseguimos fazer essa conta…)

          • JJ_ says:

            Essa que um investimento acima de 5 anos é mau…. então muitos investidores que estão a ganhar milhões que investiram em StartUps a 10 anos atrás, afinal fizeram um mal investimento… Tens dizer isso aqueles gajos que puseram dinheiro na Uber a 10 anos atras…

            Depois, actualmente já quase não existem praticamente apoios do estado para aquisição de painéis solares e afins, para a produção de energia de consumo próprio.

            Logo, o investimento feito por um particular, será quase a 100% as suas custas.

            Com relação aos mercados subsidiados, se estas a por 50% de teu imposto para a produção desse produto, faz todo o sentido que tu como contribuinte para essa produção, adquirires o respectivo produto. Alias, se os teus impostos vão para a produção de um produto que depois não é consumido, esta-se a fazer uma má aplicação dessas contribuições. Dai ser-se incentivado a consumir esses produtos financiados, de modo a que a contribuição comunitária tenha um resultado positivo. Se agora, alegares que isto muitas vezes não é assim, isso já será outra conversa.

          • AJMS says:

            Alpha então aplique 720€ numa aplicação sem risco durante 10 anos que eu aplico num painel , e no fim vamos ver quem obteve mais rendimento liquido ao fim de 10 anos.

          • Alpha says:

            O ponto principal do que falei não é o facto de 7 anos ou 10 ou 20 re retorno ser bom ou mau (para mim é péssimo) mas cada um sabe o que é um bom ou mau investimento.

            O ponto principal é que tudo é enviesado porque os subsídios que estão alocados deturpam qualquer análise objectiva! Para aplicares €720 e teres retorno em 7 anos, estão TODOS os contribuintes s pagar para esse retorno. O pior é que não se tem noção exacta desse valor porque na cadeia toda são vários que são subsidiados!

          • AJMS says:

            JJ- concordo com parte da sua analise, mas no meu caso não será assim tão linear, eu antes de investir em 1 painel fiz contas e analises ao meu consumo, e no meu caso com 2 paineis iria injectar muita energia na rede EDP de borla, por isso cada caso é um caso e o meu resume-se ao consumidor básico de uma vivenda com 4 pessoas a morar com tvs, 1 frig-1 arca, pc + routers + boxs +alarme + cameras de vigilancia, ou seja todo este equipamento a trabalhar sem ninguém em casa 1 painel 260w chega e só recorre à edp quando o frig+arca arrancam ao mesmo tempo que acontece poucas vezes, e mesmo assim ao fim de um mês 10% da produção vai para a EDP, com 2 paineis no meu caso penso que seria na ordem dos 30% injetados na EDP. Dois ou mais paineis será para quem tenha mais equipamentos que façam uso durante o dia, tipo ar condicionados, bombas de calor , fogões electricos ou coloquem as maquinas de lavar durante o dia varias vezes, ou seja cada caso é um caso.

          • AJMS says:

            Alpha, mas qual subsidio? Alpha está a confundir produtores empresariais ( edps e afins ….) com os particulares, eu não obtive nenhum subsidio, além disso eu até injeto eletricidade na rede publica de graça. Atualmente 10% do que produzo é injetado na rede publica sem nenhuma compensarão por parte da edp

          • Joao says:

            Os paineis podem ter 10 anos de garantia é o que dizem, mas também é preciso que a empresa que o vende não vá á falencia antes dessa garantia (ja vi muita gente em que isto aconteceu, principalmente com paineis solares que partiam e a empresa ja nao existia ao fim de 2 ou 3 anos). Outro ponto é que os paineis PODEM durar os 20 anos mas a eficiencia é cada vez menor, ou seja, em vez de poupar 112 euros vai poupar muito menos do que isto a cada ano que passe e não so depois da garantia. Se a EDP paga-se bem por Kw até investia numa centrar +- vantajosa, agora para poupar 30 euros ao final de 8 ou 9 anos não vale a pena.

          • Joao says:

            AJMS – A EDP não lhe paga a energia que voce injeta na rede?

          • JJ_ says:

            A produção para consumo próprio de energia, não precisa de vender nada a EDP. Isso não é obrigatório.

            Alias, se alguém quiser investir o suficiente para ser autónomo a nível energético pode o fazer, desde que não ultrapasse os 1500W.

            Se esta a injectar energia na rede, sem receber nenhuma compensação da EDP, deverá rever essa situação. Ou a nível contratual ou a nível de instalação de modo a evitar essa fuga.

        • AJMS says:

          João, a resposta é não, a edp não paga nada pela energia de auto consumo do protutor doméstico, há uns anos atrás é que era possível fazer esses contratos, actualmente não compensa investir em grande para injectar na rede uma vez que o preço é muito baixo e não paga o avultado investimento.

        • AJMS says:

          João, quanto a falências não penso correr esse risco, não estou a ver a EDP falir, e faça estas contas e apesar de ter sido mais caro o facto de ter escolhido a edp para instalar o Solar e como o painel é pago em prestações de 36 meses no valor de 20€ sem juros, implica que a minha fatura mensal por mês acresce de 10€ durante 3 anos (20€prestação – 10€produção solar) e partir do 3 ano as minhas faturas irão baixar +/- 10€ por mês até o painel acabar mesmo a perder eficiência dos 10€ poderá ir baixando para 9€…. mas com o aumento anual da eletricidade faz com que a perda de eficiência seja compensada pelo aumento da eletricidade anual.

  5. ked says:

    Porque não despacham só as energias renováveis? Será que sabem ao menos a diferença entre potência e energia? A ignorância paga-se e os produtores das energias renováveis e cogeracao renovável e não renovável agradecem!

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