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Nvidia segue a Apple a também não aceita o aumento de preços dos chips

Está tudo a aumentar de preço, e tal é simples de observar através de uma simples ida a um supermercado. Mas também o mundo da indústria tecnológica está a sofrer com esta inflação que se sente em praticamente todo o mundo, e está assim a aumentar o valor dos seus produtos.

Mas a Apple recusou que a gigante TSMC aumentasse o preço dos seus chips. E agora a Nvidia, também cliente da poderosa fabricante de Taiwan, seguiu os mesmos passos e recusa-se a aceitar que o preço dos seus componentes fique mais caro.

NVIDIA


Apple não aceita que o preço dos seus chips seja aumentado em 2023

Basta estarmos atentos às notícias diárias para percebermos que, de uma maneira geral, tudo está a aumentar de preço. Este é um fenómeno provocado pela inflação, originada sobretudo pela guerra na Ucrânia, e os especialistas preveem que a situação ainda se agrave mais ao longo dos próximos meses.

Desta forma, também o setor da indústria está a fazer contas à vida e a ajustar os seus orçamentos. Mas parece que a Apple já deixou claro que não vai aceitar o aumento de preço nos seus chips no ano de 2023. Resta saber se a sua fabricante TSMC aceita esta exigência.


China: Dependência da importação de chips para automóveis já é maior do que a de petróleo

Já praticamente ninguém tem dúvidas de que o segmento dos carros elétricos já está forte e firmemente implementado no mercado dos automóveis, sendo que cada vez mais é frequente vermos estes carros nas estradas em todo o mundo.

No entanto, tal também implica um aumento de stock de componentes para servir e alimentar estes e outros veículos no geral. E segundo as mais recentes notícias, na China, a dependência da importação de chips para automóveis já é maior do que a dependência de petróleo.


China e Huawei juntas na produção de chips para contornar as sanções os EUA

Começou em 2019 o processo de afastamento da Huawei nos negócios dos EUA. O país, na altura liderado por Donald Trump, assinou uma série de sanções e bloqueios que impediram, até hoje, que a marca chinesa conseguisse manter as suas parcerias e produtos das marcas e fabricantes norte-americanas, ou cujas negociações também passassem pelo país. Esta situação teve um forte abalo na produção, crescimento e receita da Huawei, tendo esta que aprender a ‘crescer sozinha’ ao criar várias ferramentas, como o próprio sistema operativo móvel e loja de aplicações para os seus smartphones.

Mas tal acabou também por fortalecer a vontade da China em ultrapassar as adversidades, sendo que as mais recentes informações indicam que o país asiático e a Huawei se uniram para produzirem chips eletrónicos e, assim, contornar as sanções impostas pelos EUA.


AMD quer ultrapassar a Intel e a Nvidia através dos chips de 3 nm e 2 nm da TSMC

Mesmo que o mercado de hardware esteja a ultrapassar algumas fragilidades, mantém-se firme a corrida para conseguir os melhores e mais avançados componentes oferecidos pelo setor da indústria. E bem sabemos que este é um mercado bastante forte ao nível da concorrência.

No entanto, e embora a Intel seja líder no setor dos processadores e a Nvidia no setor das placas gráficas, tudo indica que a AMD quer ultrapassar as suas mais fortes rivais através da conquista dos avançados processos de fabrico de 3 nm e 2 nm da gigante TSMC.