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Autor: Vítor M.

Odysseus: meio século depois, EUA aterram uma nave na Lua

Em dezembro de 1972, durante a missão Apollo 17, os EUA fizeram a última aterragem na Lua. Depois desse dia, os americanos nunca mais pousaram no solo do nosso satélite. Agora, 52 anos depois, a empresa norte-americana Intuitive Machines fez um pouso histórico na Lua. O módulo de aterragem Odysseus, lançado no início deste mês, marcou uma nova era.

Imagem do módulo americano Odysseus que aterrou na Lua


Google suspende a sua IA Gemini. Está a apresentar erros raciais e históricos

Gemini está a ter um comportamento racial, dizem os seus responsáveis. Na verdade, a ferramenta de IA apresentou imagens criadas por si de soldados negros na Alemanha em 1943, na era nazi. Isso levou a Google a reconhecer o erro e referiu que está já a trabalhar para melhorar as representações da sua tecnologia.

Ilustração do Gimini, a ferramenta de inteligência artificial da Google


Regulador americano opõe-se ao uso de smartwatches para vigiar diabetes

É uma das tecnologias mais requisitadas à Apple. Muitos indicadores e declarações de responsáveis da empresa de Cupertino dão conta de que o Apple Watch terá tecnologia de monitorização dos níveis de glicose no sangue, para controlo da diabetes. Aliás, são várias as empresas de tecnologia que estão há anos a trabalhar em novos métodos não invasivos para este tipo de função, sobretudo através dos smartwatches e dispositivos semelhantes. A FDA, no entanto, tem uma opinião diferente.


O desejo é termos um elétrico com autonomia de 1000 km, mas fazemos 30 a 60 km por dia

Se falarmos com as pessoas que estão de olho nos carros elétricos, o que referem não é o consumo dos kWh a cada 100 km percorridos. Não! Elas falam na autonomia. É um aspeto crucial para muitos compradores. No entanto, a realidade das suas necessidades é outra. Para quem tem uma média diária de 30 a 70 km percorridos, faz sentido dar tanto valor a uma autonomia “massiva”?

Ilustração autonomia de um elétrico

 


Novo estudo sugere que iPhone e Apple Watch podem ajudar pessoas com artrite reumatoide

Com apurada tecnologia, o iPhone e o Apple Watch são atentos dispositivos que auscultam os nossos sinais vitais e outros dados relativos à nossa saúde. Por várias vezes estes equipamentos foram sugeridos para deteção de doenças e quadros clínicos mais complexos. Desta vez, um novo estudo sugere que o iPhone e o Apple Watch podem ajudar pessoas com artrite reumatoide.

Ilustração de Apple Watch que poderá ajudar pessoas com artrite reumatoide