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Uma em cada cinco novas viaturas 100% elétricas matriculadas em 2025 foi BYD

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Yamahia says:

    “…foi, também, a marca número um para Cliente Particular. …”
    Isso representa qts carros? Os de serviço ofertadados a amigos de ocasião?

    “…carregamento ultrarrápido Flash Charging de megawatts que permite alcançar tempos de carregamento comparáveis ao reabastecimento de veículos a combustão…”
    Obviamente é falso, a começar porque não há nenhuma bateria capaz de percorrer 1400 kms e se houvesse nem com 4MWH seria possível, Qt mais com um mísero MWH.
    E assim se embalam os tolos.

  2. Rui Pereira says:

    Com apoio do governo e de um governo de um país de partido único, depois não admirem que apareça um Trump a ir contra o direito internacional para libertar o povo da escravidão que o colocam. É claro que vão dizer que isso não vai acontecer. E quem dizia que iria acontecer o que aconteceu na Venezuela, um país riquíssimo?

    • RRR says:

      Escravidao pratica a inditex (zara e companhia) no bangladesh
      As condicoes de trabalho na china e salario subiram muito
      Para os EUA tudo é uma questao de segurança nacional
      engracado que quando sao empresas americanas a tomarem posicoes de monopolio em varios mercados estao calados
      Mas quando aprare uma BYD uma DJI uma Huawei
      Resumindo temos é que deijas de beber Coca Cola

    • Jaime says:

      “depois não admirem que apareça um Trump a ir contra o direito internacional para libertar o povo da escravidão”
      A questão é mesmo esta. Como é possível alguém nos dias de hoje, com tudo o que se sabe, acreditar que o trump quer libertar alguém do que quer que seja?
      O Trump está a olhar pela casa dele, sem olhar a meios. E sim, se a BYD fosse portuguesa se calhar até nos invadia, lol.
      A Europa a dormir não foi invadida, porque ele sabe que à parte da Gronelândia, não temos mais nada para lhe oferecer. Quer dizer até temos, temos muito dinheiro (aparentemente em Bruxelas) e os EUA souberam muito bem fazer-nos um completo assalto ao dinheiro, seja por via do petróleo e gás que lhes passamos a comprar mais caro, como também pelo alto investimento em armamento que eles nos vão fornecer (enquanto ocupam um país europeu?).
      Incrível ver que os EUA são o único país que tem ganho com isto e achar que é uma pura coincidência.
      E não sou nem anti americano, obviamente eles tiveram muita influência na forma como as sociedades se desenvolveram, mas começam a ficar demasiado perigosos. Quem diria que o primeiro país a ameaçar de invasão um país da NATO, fosse outro país da NATO? Lol

      • PorcoDoPunjab says:

        Jaime, segundo ouvi dizer, o Macron já se reuniu com a trupe dele de Bruxelas para responder ao Trump no caso de anexar a Gronelândia.
        Posso assegurar que a resposta que o Trump terá da Europa caso faça uma loucura dessas será terrível e avassaladora, o fim do mundo.

        Bom, óbvio que estou no sarcasmo.
        Caso anexe a Gronelândia a Europa vai fazer o que sabe fazer, ou seja, nada.

        Vai mas é comprar mais gás e petróleo aos EUA, bem mais caros que os que comprava aos Russos, e mais armas lol…

        Se isto não fizer alguém corar de vergonha, não sei o que fará..

        Se fosse o PorcoDoPunjab a mandar nesta lixeira que é a Europa, várias medidas seriam adoptadas de imediato.

        Tudo económico, claro, não temos poderio militar para combater os EUA.
        Mas posso enumerar aqui algumas medidas, só assim de repente…

        1- interdição imediata e total de aviões da Boeing sob o espaço aéreo europeu.
        Companhias aéreas europeias que os tenham nas frotas têm dois anos para se livrarem deles. Após esse tempo, ficam no chão.

        2- 0 ( zero ) compras de gás, petróleo e armas aos EUA.
        Passamos nós a fazer as armas ou então comprem onde quiserem, EUA não.

        3- Boicote total a tudo o que é produzido nos EUA ou tem sede lá, a não ser que não haja alternativa viável.
        Tesla, Coco Cola, McDonalds e tudo isso, fora daqui.
        Tesla tem BYD, Coca Cola tem outra coisa qualquer e McDonalds igual.

        4- Fomentar o uso de outras plataformas para abandonar o Windows o mais breve.
        Dá trabalho e incómodo mas se houver vontade, é possível de fazer.

        E por fim, fazer de conta que os EUA não existem e passar a adoptar isso como se de facto fosse verdade.

        Que fiquem sozinhos, se é isso que querem.
        Isolamento total.

        Basicamente, o mundo não precisa dos EUA para sobreviver…

        E isto foi pensado só assim de repente, muito mais coisa se pode fazer.

        Agora com esta mulherada woke em Bruxelas alguém acha que a Europa fará alguma coisa?
        Claro que não, abanam a cauda ao dono e mais nada.

        Uma vergonha, é o que é.
        Toda agente faz pouco de nós..

        • Ivo says:

          É inegável que o atual cenário geopolítico internacional reflete dinâmicas que se vêm repetindo ao longo das últimas décadas. Infelizmente, a Europa tem mantido um papel secundário, por vezes submisso, na arena internacional, agindo como um “cão de guarda” dos interesses americanos.
          A cada nova crise, assistimos a uma reação previsível: quando os Estados Unidos tomam uma posição, logo surge a Europa a reforçar a mensagem, muitas vezes sem se questionar a fundo as reais motivações ou o impacto dessas decisões para os próprios europeus. Este alinhamento, quase automático, demonstra falta de autonomia estratégica e, sobretudo, de visão a longo prazo.
          Um exemplo recente foi a aprovação tácita, por parte de muitos europeus, do sequestro de Maduro. Muitos celebraram esse ato sob o pretexto da defesa da democracia, mas rapidamente se percebeu que o verdadeiro motivo era o acesso a recursos petrolíferos. A seguir, veio a exigência americana para que a Dinamarca entregasse a Gronelândia num prazo de 20 dias. Pelo menos, neste caso, houve um “prazo” formal — uma ironia reveladora da forma como os interesses nacionais dos EUA se sobrepõem a qualquer outra consideração.
          É importante questionar: o que pode realmente fazer a Europa perante estas situações? Muito pouco, ao que parece. Hoje fala-se da Gronelândia, amanhã poderá ser outro território estratégico, como os Açores. Isto demonstra a vulnerabilidade da Europa e a necessidade urgente de repensar o seu posicionamento internacional.
          Defendo que a Europa deve recentrar-se nos seus próprios interesses, deixando de lado a postura de seguidismo face aos EUA. Só assim poderá afirmar-se como uma potência verdadeiramente independente e relevante no cenário global, protegendo os seus valores e os interesses dos seus cidadãos.
          A História ensina-nos que alianças desequilibradas acabam por fragilizar as partes mais dependentes.
          A Europa precisa de investir na sua autonomia, seja energética, tecnológica ou militar, para não ficar à mercê de terceiros.
          O papel de “cão de fila” não dignifica um continente com o peso histórico e económico da Europa.
          Acredito que é tempo de a Europa agir com mais pragmatismo, menos emoção e, sobretudo, com mais assertividade na defesa dos seus próprios interesses.

          • PorcoDoPunjab says:

            Ivo, “Acredito que é tempo de a Europa agir com mais pragmatismo, menos emoção e, sobretudo, com mais assertividade na defesa dos seus próprios interesses.”

            Com esta gente que tem em Bruxelas?
            Von der Liar, Punjabi Costa, Kallas e demais mulherio?
            Boa sorte com isso…

            Vá esperando deitado.

          • Ivo says:

            Concordo plenamente contigo, PorcoDoPunjab. Infelizmente, no Conselho Europeu temos demasiada gente a defender os interesses americanos e não os europeus.

            Ao longo dos anos, os EUA têm sido mestres na manipulação através dos meios de comunicação — espalham russofobia, sinofobia e o que mais for conveniente para manter a sua influência global. Assim que pretendem avançar com algo, lançam primeiro a propaganda nos multimedia, criando uma narrativa que justifica os atos que virão a seguir.

            O mais grave é ver os dirigentes da União Europeia e da NATO a repetir essas mesmas mensagens, como verdadeiros papagaios, sem qualquer reflexão crítica. Tornou-se quase automático: Washington lança a ideia, Bruxelas segue a cantiga.

            Uma Europa assim, submissa e sem voz própria, dificilmente conseguirá afirmar-se como potência independente. Enquanto não houver coragem política para romper com este seguidismo, vamos continuar presos à agenda americana e afastados dos verdadeiros interesses europeus.

          • RRR says:

            Temos que ser mas selectivos nas compras que fazemos
            e perceber que comprar coisas do japao coreia do sul ou da formosa e o mesmo que comprar dos EUA

    • Mapril says:

      “Trump a ir contra o direito internacional para libertar o povo da escravidão”!!! Há gente que não tem sentido do ridículo. Será fanatismo ou ignorância? Será que este ainda não percebeu que Trump só quer apoderar-se do petróleo da Venezuela e está-se c_ando para o povo?

      • PorcoDoPunjab says:

        Mapril, como é óbvio, e qualquer pessoa minimamente com bom senso percebe, as razões que levaram os EUA a actuar na Venezuela foram duas, essencialmente.
        Petróleo e eliminar a crescente influência chinesa e russa na Venezuela.
        Quem diz que ele foi lá para ajudar os venezuelanos, bem pode meter um post ir de otário na testa.

  3. Antonio Vasco says:

    Isso é fácil falar, mas estão prontos para deixarmos de ser um país e passar a ser um estado? Criar a federação “EUROPA” ? Porque só assim poderemos ter um exército e uma força, a força da união.

    • PorcoDoPunjab says:

      Antonio Vasco, não seja lírico.
      Federação não vai acontecer.
      E já não somos um país há décadas.
      E cada dia que passa isto parece mais outra coisa qualquer que um país europeu.

  4. VAOpoK says:

    Tesla who XD

    O Musk andou entretido a trollar no X e agora está a perder em todos os setores.

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