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Investigadores desenvolvem máscara que emite sinal fluorescente quando deteta COVID-19

Com o descofinamento e um maior número de pessoas na rua, o uso de máscara torna-se um ato fundamental para não voltarmos ao estado de quarentena. Além disso, visto que o vírus não desapareceu, serão necessários mais meios, mais formas de testar se as pessoas estão saudáveis. Uma máscara que detetasse se a pessoa está doente com COVID-19 poderia ser uma solução… para o imediato.

Assim, tendo em vista a identificação de um portador do novo coronavírus, investigadores de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão a desenvolver uma máscara facial que produz um sinal fluorescente, quando uma pessoa com o novo coronavírus espirra e tosse, ou até quando respira.

Imagem máscara para detetar o novo coronavírus


X-Hood: máscara descartável que permite ventilação e proteção contra a COVID-19

Com uma doença infeciosa espalhada pela sociedade, as medidas de proteção concentram-se nas máscaras para tentar parar o contágio da COVID-19. Vários tipos de máscaras estão a ser fabricadas, mas nem todas são eficazes. Depois há os olhos, que são igualmente um ponto sensível. Usar só viseiras também não resulta. Então o que poderá ser realmente uma proteção simples, mas segura?

Conforme iremos ver, para a criação desta máscara vários cenários foram equacionados, e o resultado é muito interessante. Assim, venham conhecer connosco a máscara descartável X-Hood.

Imagem da máscara X-Hood para combater a propagação da COVID-19


Transportes Públicos: Não usar máscara dá multa até 350 euros

Já começou a usar máscara? Portugal passou do estado de emergência para o estado de calamidade! Não é de maneira nenhuma um voltar ao estado de normalidade, até porque é exigida muito mais responsabilidade a cada um de nós. Como sabemos o uso de máscaras é obrigatório em alguns locais!

Saiba quem pode fazer a fiscalização pela não utilização de máscara e qual valor das multas.

Transportes Públicos: Não usar máscara dá multa até 350 euros


As viseiras de proteção facial serão eficazes para prevenir a COVID-19?

De repente vemos a nossa vida completamente transformada por um vírus que, supostamente não chegaria cá e que provavelmente nem era assim tão contagioso. Fomos obrigados a estar confinados, temos de nos afastar de todos, usar máscara e viseiras para tentar levar a vida sem sermos afetados pela pandemia. Apesar de no início as máscaras terem sido desvalorizadas, hoje já se eleva a obrigatoriedade. Além disso, muitas pessoas usam outras proteções faciais.

As viseiras passaram a ser mais uma proteção contra o novo coronavírus e contra o “spray” exalado pelas pessoas, que pode transmitir o vírus. Mas será que são eficazes, será que servem para alguma coisa?

Imagem viseiras contra a COVID-19


Face ID do iPhone não funciona com o uso de máscara e a Apple vai ajustar o sistema

A Apple tem promovido ao longo dos anos o Face ID como o melhor sistema de segurança para dispositivos móveis. De facto é um sistema que permite inclusive validar pagamentos e acessos bancários. Contudo, com a COVID-19 a mudar a vida das pessoas, a máscara passou a ser uma obrigatoriedade. Assim, o reconhecimento facial da Apple enfrenta agora um novo desafio.

A empresa de Cupertino está a testar algumas novidades no próximo iOS 13.5. Além do sistema de notificação de exposição à COVID-19, o iOS 13.5 terá ajustes para facilitar a utilização do Face ID quando usamos máscara.

Imagem Face ID Apple iOS 13.5 com máscara