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Microsoft é a marca mais usada para os golpes dos criminosos, diz estudo

Cada vez mais, ao navegarmos na Internet, temos que ter muita atenção aos sites que visitamos. Em muitos casos, as páginas a que acedemos são criadas para burlar o utilizador através do roubo dos dados, ou o chamado phishing.

Nestes crimes, há quase sempre marcas conhecidas envolvidas, de forma a dar credibilidade ao esquema fraudulento. Uma recente pesquisa revela que a Microsoft é a marca mais usada pelos criminosos para levarem cabo os seus golpes virtuais.


Engenheiro condenado a 9 anos de prisão por roubar milhões à Microsoft

Um ex-engenheiro da Microsoft foi agora condenado a 9 anos de prisão por ter roubado cerca de 10 milhões de dólares à Microsoft. Trata-se do ucraniano Volodymyr Kvashuk de 26 anos, que serviu a empresa de Redmond entre o ano de 2016 e 2018.

Agora, Kvashuk foi condenado a uma sentença de 9 anos de prisão devido aos seus crimes contra a gigante tecnológica.


Polícia da Noruega recorre aos Teslas para ajudar na investigação de um crime

Os Teslas não são veículos como outro qualquer, mas são sim máquinas completas, inovadoras e com diversas funcionalidades úteis até em áreas que não se imaginaria.

A polícia da Noruega apostou agora nos carros da empresa de Elon Musk para ajudar na investigação de um crime e na busca pelo criminoso.


TV Pirata: Distribuição de Sinal é Crime? Arguido diz que não sabia

TV Pirata não é Crime? A Polícia Judiciária, identificou e deteve um indivíduo pela prática dos crimes de burla informática agravada, acesso ilegítimo, detenção e venda de equipamentos protegidos, usurpação de direitos de autor e fraude fiscal, cometidos através do método de “cardsharing”.

O homem confessou hoje no Tribunal de Aveiro ter fornecido o acesso a TV Pirata a cerca de 30 pessoas… mas referiu não saber que estava a cometer um crime.


Ex-engenheiro da Microsoft condenado por roubar 10 milhões de dólares

Um antigo engenheiro da Microsoft foi condenado nesta terça-feira pelo roubo de 10 milhões de dólares. O funcionário foi acusado de fraude eletrónica, uma vez que desviava cartões-oferta e moedas digitais da empresa.

Os valores roubados eram depois usados para fazer compras luxuosas como, por exemplo, carros e casas.