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Funcionários de nove armazéns da Amazon estão infetados com o coronavírus

As compras online são hoje uma forma de continuar o comércio mundial em tempos de quarentena. Um pilar fulcral nas compras online, são as entregas. As empresas de entregas são hoje “um serviço essencial”. A Amazon sabe disso e tem adaptado o seu serviço à realidade. Mas a pandemia atacou também a empresa.

A Amazon tem mais de 750.000 trabalhadores em todo o mundo. Contudo, existem já nove armazéns com funcionários infetados com o novo coronavírus.

Imagem armazém Amazon que ilustra outros onde apareceu coronavírus


Amazon: Saiba como abrir as suas encomendas em segurança nesta fase

Tendo em consideração que a COVID-19 é altamente contagiosa, desde cedo as pessoas se preocuparam com a segurança relativamente às encomendas, uma vez que a grande parte vem da China. Assim, de modo a ajudar na prevenção, a Amazon ensina como devemos abrir as nossas encomendas em segurança.

Apesar de não haver, até ao momento, nenhum caso confirmado de infeção originada através de encomendas, a regra é a da prevenção.


Amazon deixa de aceitar encomendas de bens não essenciais, na Itália e França

Com as restrições, aumentam as encomendas feitas online. Por isso, recentemente a Amazon anunciou que iria aumentar salários e contratar mais 100 mil trabalhadores.

O Estado de Emergência já está implementado em vários países devido ao surto do Coronavírus, limitando significativamente o comércio não prioritário. Neste sentido, a Amazon vai deixar de aceitar encomendas de bens não essenciais, na Itália e na França.


COVID-19: Amazon contrata mais 100 mil funcionários e aumenta os salários

Por vivermos a atual situação dramática relacionada com o COVID-19, as compras feitas pela Internet têm sido privilegiadas. No entanto, devido ao abrupto aumento de encomendas online, a Amazon foi ‘obrigada’ a contratar mais 100 mil trabalhadores.

Para além disso, a empresa também aumentou os salários.


Amazon proíbe venda de 1 milhão de produtos que prometem curar o Covid-19

A Amazon deu um passo importante na defesa dos seus clientes. A loja online proibiu e barrou a venda de um milhão de produtos por estes alegarem falsamente curar ou prevenir o Coronavírus.

A notícia foi dada nesta quinta-feita e agora a Amazon.com junta-se ao Facebook no combate pela desinformação acerca do vírus.