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Europa acelera transição para o software livre. Libertar amarras dos EUA

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. saposalhxoxo says:

    Para mim o windows sempre foi de borla ou estou enganado? Nunca paguei licença nenhuma. Sempre kasperry ou lá como se chama agora.

    • carlosF. says:

      Depende, ou a licença já vinha com o PC que comprás-te ou é licença pirata. Vê-se que não leste o artigo com olhos de ver:) A vantagem do Linux não é ser “gratuito” é a sua natureza opensource que permite a tão desejada soberania digital, além que normalmente é também mais seguro e mais eficiente em máquinas antigas.

    • Zacarias says:

      Uma licença windows custa uns 2€, Não poupaste muito 😀

      • saposalhxoxo says:

        Em 1995 era bem mais cara. Desde 1990 que uso windows e nunca paguei NADA. Mas como dise o carlos paga-se quando se compra um pc novo e nesse caso sim relamente comprei alguns que já vinham com licença digital. Isos ou pagar pelos impostos não é?

  2. LP says:

    Munique mudou para Linux em 2004 e reverteu em 2017

    • João says:

      Mas também é preciso dizer que reverteu porque o panorama político mudou e que o novo “boss” desse novo panorama político tem “laços fortes” com a microsoft…

      • Zé Fonseca A. says:

        Lá vem essa dos laços fortes, como se as pessoas não fossem idóneas no cumprimento das suas funções..
        Isso foram balelas lançadas pelos opositores, é como dizer que o Manuel Dias agora CTO do estado (ARTE) que foi director da Microsoft Portugal durante 14 anos que tem laços fortes com a Microsoft, saiu de uma empresa das que melhor paga em Portugal, para ganhar 5 vezes menos, alguém no seu perfeito juízo faz um movimento destes que não seja pelo desafio? São pessoas ligadas ao sector tecnológico, as decisões vão muito além de fabricante A ou B, há estratégia, há dados concretos, há reuniões de decisão com fundamentação e atas. O Zé povinho não tem que saber isso, tal como os funcionários de uma empresa só têm envolvimento na tomada de decisões a partir de determinado nível. Isso não significa que não haja idoneidade e motivos objectivos

      • Zé Fonseca A. says:

        os verdadeiros motivos que o antigo mayor tentou abafar para não demonstrar que errou:

        Technical Issues & Productivity: Employees reported issues with document compatibility (e.g., LibreOffice vs. MS Office) and printer support, leading to widespread dissatisfaction.

        Administrative Hurdles: A 2016 Accenture report highlighted deep silos in IT management, aging equipment, and staff shortages that hampered the transition to open source.

        Compatibility Pressure: The need to interact with external partners, who largely used Windows, created pressure for a unified, familiar platform.

        maior problema de todos foi falta de técnicos com competencias para dar suporte, precisam de entender que FP tem tectos salariais e há determinados skills sets que nunca vão conseguir contratar por serem abaixo do valor de mercado de IT que só nos ultimos 5 anos teve um aumento de salarios na ordem dos 40%

        • Zé Fonseca A. says:

          faltou referir que eles nunca concluíram a transição, passados aqueles anos todos só tinham 60% do parque migrado estando muitos utilizadores a trabalhar com os dois sistemas.

          o tema de munique é claramente um tema politico, até SAP quiseram tirar e é software alemão, as decisões são de acordo com o partido politico e não tecnologicas

    • Rúben says:

      e voltou a implementar novamente – https ://www.zdnet.com/article/linux-not-windows-why-munich-is-shifting-back-from-microsoft-to-open-source-again/

      • Zé Fonseca A. says:

        supostamente só em 2026, lá está, com nova mudança politica..
        esqueçam munique, as motivações são todos menos tecnologicas ou financeiras

  3. Grunho says:

    Arranjem aí um bom programa de OCR à borla para Ubuntu que eu mudo já. Ou então muito baratinho.

  4. PGomes says:

    Tendo em conta que o Windows 11 é uma porcaria descomunal, ter uma alternativa viavél seria o ideal.

  5. Gringo bandido says:

    Mudem para linux! Quem não muda multa!

  6. Antonio says:

    A UE é um “Flor”. Nem daqui a 30 anos.

  7. rui says:

    A unica pessoa que acha isto viável é que não produz nada, se a malta tivesse de mudar amanha para open source metade da industria europeia estava parrada ao fim de uma semana, nenhum ou quase nenhum software industrial suporta algo que não seja Windows e muito dele é legacy logo esqueçam lá refazer. Pois em muitos casos é para equipamentos fora de suporte já.
    Para não falar que nada substitui o Microsoft Excel, quem disser o contrario está a mentir.
    Ninguem vai converter ficheiros Excel com 20 anos em novas ferramentas e nem vou falar do PowerBI ou mesmo Microsoft Access que ainda é usado em muito lado…

    • Vilna says:

      Sim e não. É um facto que o Excel é muito poderoso e PowerBI outro nível mas também é verdade que em muitos, muitos sítios e muitos utilizadores apenas usam apps via web e trabalham com documentos num formato mais básico. Muita gente usa apenas num nível básico.

      • rui says:

        Ficarias surpreso quanta dessa malta faz coisas basicas mas com modelos pre feitos em MS Excel…

        • carlosF. says:

          Na empresa onde trabalho somos cerca de 250 trabalhadores e temos uma faturação substancial. Mudámos no inicio do ano passado para Ubuntu LTS nos desktops e uma mistura de Ubuntu Server e Suse Linux nos servidores, passamos a utilizar Nextcloud e ferramentas colaborativas da Colabora baseadas em LibreOffice. Não foi por causa disso que deixámos de produzir e ter lucro, pelo contrário. E a mudança não foi um bicho de sete cabeças para as pessoas, até nos surpreendeu pela positiva. Cada caso é um caso, não podemos generalizar, mas parece-me que é o futuro quer queiram ou não…

          • Zé Fonseca A. says:

            em casos de empresas pequenas como a tua é mais facil garantir o sucesso, mas essas empresas nunca tiveram um custo muito grande, imagino que na tua empresa por ser tão pequena nem sequer foram para ubuntu pro + landscape e nem sequer estão a usar suse manager, porque o numero de maquinas é tão reduzido que nem sequer têm politicas de patch management nem lifecycle management, ainda devem fazer tudo à pata sem o minimo de processos, o departamento de qualidade nem sequer deve saber o que faz o IT.. em empresas a sério tens departamentos de qualidade dentro do proprio IT, tens compliance, não podes andar a fazer essas macacadas, muito menos sem suporte de fabricante nem ferramentas de gestão

    • Zé Fonseca A. says:

      isso é o menor dos problemas, vai muito além disso:
      ERP, maioria das empresas usa SAP ou Oracle, CRM, maioria das empresas usa Salesforce, MES, maioria das empresas usa Siemens ou RockWell, automação, maioria usa SCADA, sistema core bancario, só se usa mainframes, plataformas de trading, sistemas de gestão de risco.. etc etc etc

      além disso nenhuma empresa de media/grande dimensão alguma vez vai sequer considerar sistemas sem suporte de fabricante, o que significa que poderia ser opensource mas voltariam a ficar dependentes de empresas americanas como red hat, suse, etc, já para não falar que o TCO seria superior.

      são ideias giras para identidades governamentais sem accountability pelos sistemas ficarem horas em baixo com o João a dizer “ainda não descobri o problema, precisam de mais 10 min” e repetir-se horas a fio

      • rui says:

        Isso era a parte de software industrial, não me apetecia dizer cada nome…
        Mas é obviamente claro que quem diz estas coisas nunca fez IT na industria…

      • carlosF. says:

        A Suse é uma empresa Alemã. Não é ideias giras, já temos soluções, eu que trabalho numa empresa relativamente grande já começámos no ano passado a transição para ferramentas e sistemas operativos open source e tem estado a correr bem.

        • Zé Fonseca A. says:

          errado, suse é sueca, lá por ter nascido alemã a pobre coitada teve a maior parte da sua vida nas mãos de americanos, europa nos ultimos 20 anos demonstrou que não consegue segurar tecnologicas nem está interessada em faze-lo.
          250 pessoas é uma empresa grande? então eu que trabalho numa empresa com mais de 100k que nem é das maiores que já trabalhei o que direi..
          empresas com menos de 1k pessoas são pequenas e pouco dependentes de tech, só a partir das 10k é que uma empresa começa a ser considerada grande e minimamente interessante para se trabalhar, até aí parece que andavas a brincar aos servidores..

    • Jose Lapao says:

      Isso revela exactamente a mentalidade europeia “Para que me vou dar ao trabalho de estar a converter ficheiros ou criar ferramentas novas mais robustas e sofisticadas, e tenho a papinha feitas por outros, vou mais é beber umas jolas no bar e ver futebol” depois quando tarados com o Trump decide que ou estás conosco e compras o que é meu ao meu preço ou estás contra mim e te metem o dedo num sítio que eu cá sei, o doidos como Putin, que sabendo que dependem dele até para aquecer os tomates, e invade tudo, aí choram, e dizem porquê raio eu não evolui, não pensei por mim. A Europa está assim porque sempre pensou que era rica, e que podia dominar e “comprar” todos os outros, transferiu indústria crítica para fora para baixar custos e maximizar lucros, agora está a correr atrás do prejuízo pois os “outros” neste momento são mais fortes economicamente e até estratégicamente. Temos mais nunca remamos todos para o mesmo lado, teoricamente somos 27, mas cada um por sim, e isso ve-se pela Alemanha e pela França cada um a desenvolver a sua própria estratégia e não uma unificada, infelizmente a Europa tem os dias contados como união, económica, militar e até de existência.

      • rui says:

        Acho que não percebeste o que quis dizer, não é uma questão de ficar a sobra e beber jolas, o sistema está montado de uma forma que é impossivel mudar da noite para o dia, qualquer plano tem de ser a 20 anos e não sei se chega.

        Mudar um excel com decadas não é tarefa facil, com formulas feitas que nem sempre há correlação 1 para 1, qualquer erro pode custar milhoes, há malta que só usa Excel 97 por essa razão, porque converter para versões mais modernas é impossivel ou muito demorado.

        Na realidade SAP que é europeia é líder e a Sage que é a número 2 em ERP é igualmente europeia, a razão de não teres mais é porque muitas vezes empresas boas são compradas pelas big tech, pois lá é que há dinheiro para isso.

      • Toni da Adega says:

        Se for possivel fazer a mudanca sem perder tempo e dinheiro ninguem se opoe.
        Depende do que se faz. As empresas pagam por software porque a maioria das vezes sai mais barato pagar que utilizar algo que é gratuito.
        É como qualquer outra ferramenta de trabalho.

    • Zé Fonseca A. says:

      muito gosta o pessoal que não percebe nada tech enfiar esse link nos comentários..

      um desafio que vai parecer facil.. diz-me só uma dessas alternativas que seja uma alternativa real ao produto lider de mercado americano..

      estar na mesma classe ou subclasse de produto não significa que seja uma alternativa, até o dicionário te ajuda com essa, nem precisas de saber de tech:
      “uma de duas ou mais possibilidades pelas quais se pode optar.”
      ou seja.. tem que ser algo pelo qual as empresas possam optar para suprir as suas necessidades face ao produto de referência..

      o desafio está lançado, boa sorte

      • Rúben says:

        americano – Alternativa
        google translate – DeepL
        chrome – Vivaldi
        google search ( só a busca ) – Qwant ( ou alternativa ecosia )

        Tens melhores alternativas, não todas, mas algumas são melhores que as americanas

        • Zé Fonseca A. says:

          agora uma analise seria, ninguém quer saber se porcarias de consumo, já ficou estabelecido que para users domesticos qualquer coisa serve.. estamos a falar de empresas

          • Rúben says:

            falaste em pessoal, logo assumi todos os consumidores ( incluindo empresas )… mas focando em empresas:
            google translate – DeepL
            chrome – Vivaldi
            google search ( só a busca ) – Qwant ( ou alternativa ecosia )

            As empreas continuam a usar as mesmas ferramentas que os consumidores, é normal, muitos consumidores replicam o que usam em casa nas empresas.

            outras alternativas:
            americano – Alternativa
            Office 365 – LibreOffice / OnlyOffice / Apache OpenOffice ( Nem sei como as 2 últimas não estão listadas como alternativa )
            ChatGPT – Mistral Le Chat

            Isto sendo o que mais se usa em empresas. Agora se quiseres ser objetivo, diz me que dou te alternativas. O que pode existir é falta de vontade de aprender a mexer com novas ferramentas. O Excel, por exemplo, é muito bom, é verdade, mas para quem usa OnlyOffice ( exemplo ), este não fica muito atrás e faz o mesmo que o Excel.

          • Zé Fonseca A. says:

            achas que o problema é falta de vontade.. alguma empresa que usa O365 consegue mudar para uma dessas plataformas? sabes o que é o O365 e o que inclui? nem conheço nenhuma alternativa ao 365 de nenhum fabricante, tens exchange, sharepoint, onedrive, visio, project, onenote, planner, teams, teams como telefone corporativo, integração com powerbi, copilot, jira, slack..
            como disse, tem que ser algo pelo qual as empresas possam optar para suprir as suas necessidades face ao produto de referência.. não podes optar por algo que te vai limitar funcionalidades e diminuir produtividade, esse é o grande ponto, é preciso haver honestidade quando falamos de alternativas, mais de 90% não são alternativas, muitas não têm alternativa, no caso do 365 terias de substituir por mais de 10 produtos que teriam que ser self hosted, não teriam integração entre si nem sequer APIs de integração com 3rd party como Jira, muito importante para a maioria das empresas com equipas de dev.

          • Rúben says:

            Pelos vistos não consigo comentar o teu último post (não sei porquê). Em relação ao teu comentário, creio que vale a pena clarificar um ponto: a maioria das funcionalidades que referiste no O365 exige licenças E5. Na prática, muito provavelmente mais de 80% das empresas em Portugal não utiliza nem tem essas licenças, pelo que não consome grande parte dessas funcionalidades.

            No teu caso específico não sei, mas quem trabalha com Linux e Nextcloud não precisa do O365 da forma como referes. O Nextcloud, por exemplo, tem integrações com Jira, Slack e várias outras ferramentas. Uma stack composta por Nextcloud + SAP Analytics + um servidor de email europeu constitui uma substituição funcional ao Microsoft 365, com mais controlo e menor dependência do ecossistema Microsoft.

            Para mim, o único ponto realmente diferenciador continua a ser a cloud: as empresas americanas estão, de facto, anos-luz à frente das europeias. Fora isso, a menos que se utilize uma licença E5, perde-se grande parte do argumento para a obrigatoriedade das ferramentas Microsoft.

            Ainda assim, levantas um ponto relevante: a Microsoft acaba por moldar o mercado ao definir ecossistemas e padrões que, com o tempo, se tornam difíceis de abandonar.

          • JJ says:

            Mas 90% das empresas não quer mais controlo, quer que a coisa funcione e não precisem ligar ao informático todas as semanas. Que na maioria das vezes é um externo.

            Além disso uma empresa de 5 funcionários, vai pagar mais por ter Nextcloud + SAP Analytics + um servidor de email europeu; do que o O365.

            A empresa até pode não precisar de tudo o que o O365 oferece, mas fica mais econômico. Só a licença do Nextcloud Empresas 1 user, paga os 6 no O365.

          • Rúben says:

            Concordo que muitas empresas não querem mais controlo, querem que funcione, mas isso não é exclusivo do O365, é uma questão de modelo de serviço, não da ferramenta em si. Nextcloud, email e analytics podem ser totalmente geridos por um fornecedor externo, tal como hoje o O365 é, sem a empresa “ligar ao informático todas as semanas”.
            Quanto ao custo, depende muito do cenário real. Para uma empresa de 5 pessoas, o O365 é de facto competitivo. Mas essa comparação deixa de ser linear à medida que crescem requisitos de dados na Europa, soberania, compliance específico ou lock-in.
            O ponto não é que o O365 seja mau, é excelente. O ponto é que não é a única opção viável para a maioria das empresas, sobretudo quando não usam E5. Muitas escolhem Microsoft por inércia e ecossistema, não por impossibilidade técnica ou económica de alternativas.

          • Zé Fonseca A. says:

            E5 é para security features, consegues aquilo tudo com E3 ou se não quiseres office com F1, E5 ganhas defender suite EDR e PIM, entre um monte de outras coisas.
            Todas as empresas que conheço têm no mínimo E3 dentro do seu EA, muitas como a minha têm E5 e nem sequer usamos defender, tiramos partido de outras coisas como phishing campaigns mensais, Entra ID, DLP, compliance, etc.

          • Rúben says:

            Certo, E5 é essencialmente security/compliance, estamos de acordo. O meu ponto não é que essas funcionalidades não existam ou não tenham valor, é que na maioria das empresas não são efetivamente usadas na sua totalidade, mesmo quando estão licenciadas.
            O facto de muitas empresas terem E3 ou E5 via EA não significa que precisem dessas ferramentas para operar no dia a dia, mas sim que o modelo comercial da Microsoft empurra para esse bundle. Na prática, muita da adoção vem por standardização, negociação de contratos e inércia, não por necessidade funcional real.

            O argumento que faço mantém-se: para empresas que não tiram partido ativo dessas capacidades avançadas (Defender, PIM, DLP, compliance, etc.), existem stacks alternativas viáveis que cobrem as necessidades reais de produtividade e colaboração. O O365 ganha sobretudo pela comodidade, integração e posição dominante, não porque seja tecnicamente insubstituível em todos os cenários.

        • Álvaro Campos says:

          cuidado que o Vivaldi é baseado no Chromium….
          o Chromium é o pai do Chrome, do Edge e muitos outros browsers
          o Chromium é americano (https://en.wikipedia.org/wiki/Chromium_(web_browser))

          • Rúben says:

            Muitas bases do open source começaram num país específico, seja nos EUA ou noutro lugar. O essencial é que as licenças open source permitem que o código seja analisado, adaptado e reutilizado conforme a necessidade. É essa liberdade que faz o modelo open-source funcionar.

  8. Factos says:

    A sério que a europa ainda não se deu conta que futuro não é o software e muito menos livre? Mas andam todos cegos? Não existem analistas e economistas na europa? Já bastam os números ridiculos que estão a investir na IA, mas nunca pensei que fossem tão decandentes ahahahhahah.

  9. ahahah says:

    Mais depressa migro para os EUA do que de sistema operativo.
    Não há alternativa à altura e vai levar uns aninhos até que surja.

  10. Nuno says:

    França já substituiu o Teams.

  11. Hugo C says:

    Na Europa ha muito que o opensource ocupa um lugar importante.
    Mais recentemente, de todos na europa, a Russia é um dos que está a cabeça, a Alemanha, os Britânicos, e França.

    Mas falando dos dias de hoje, ter opensource significa que tens um País mais desenvolvido que um outro que só usa formatos proprietários externos.
    É uma métrica para analisar o desenvolvimento de um País.Quanto mais opensource provavelmente mais desenvolvido é.

    A EU lançou uma iniciativa, eu até conheço um dos Elementos que está a cabeça, pois já fiz algum trabalho comunitário em conjunto com ele,reuniões,etc e muita galhofa claro 😀
    Esta nova entidade está na Bélgica, e o Hartman(O homen forte do kernel Linux), foi galardoado um dia destes lá.

    Eles querem ser uma entidade sem fins lucrativos.
    Mas estas entidades e grupos, é melhor olhar para elas, com alguma distância.

    Tentar perceber os elementos que fazem parte destes grupos, que ideologias teem.
    Qual é a base de cada individuo… É saudavel??

  12. Sintronics says:

    Eu venho do tempo do ms-dos e do Spectrum

    Sempre fui usando Linux, e posso dizer que quem quer trabalhar e não jogar, tem tudo no Linux. Até esse panorama está a mudar, graças a Steam. E quem quer correr aplicações Windows em Linux tem o Wine.

  13. Darky says:

    Pensem só não temos quase nenhuma alternativa made in portugal pelo menos que visse no site para já….

  14. Andre says:

    Expectativa: Europa a produzir produto que rivaliza com o produto americano

    Realidade: Europa regula, sugere, excreta textos e textos em papel, não consegue nadar então taxa, nada consegue e por fim proíbe o uso do produto americano que os privados querem usar porque é melhor.

  15. Ricardo Ferrão says:

    Os Europeus têm conhecimento, competência e valor em qualquer área. Há que assumir uma Europa Unida e Soberana. Só assim é que podemos deixar de depender dos EUA.

  16. says:

    O caminho faz-se caminhando e acho muito bem se começar!!! em certas areas podem haver dores de crescimento, mas para se ter liberdade tem de ser assim!!!! Hoje em dia não existem razoes técnicas para nao termos na EUROPA alternativas iguais ou melhores.

  17. Zacarias says:

    Infelizmente, Livre e Bom não são sinónimos 😀

    • Hugo says:

      Não ha sinónimos, ha muita coisa proprietária que é uma miséria.
      E ha muita coisa livre que é má, e ha muita coisa livre que em muitas áreas já está quase lá, e outras que são bastante boas.
      O software cientifico que existe, algum é de muito boa qualidade.
      Usados na energia nuclear, ,CERN,e por ai a fora.

      Não me digas que estas entidades não são crediveis, não ha nada mais credivel que eles.
      Mas também ha Áreas onde so existem coisas propriétarias.

  18. JJ says:

    O problema dessa transição, começa logo de base. Estão a querer começar no software, antes de terem hardware livre. Sim, porque para serviços CRM, Cloud, etc, é preciso hardware.

    Então, primeiro temos de conseguir ter chips, boards e afins fabricados na Europa em quantidade para essa demanda. Ou seja, é preciso uma Intel , uma Asus ou uma Nvidia europeias. Sem isso, lá se vai essa tal “liberdade”.

    Depois, mesmo que se gaste 5 anos no desenvolvimento dessas soluções alternativas, continuaremos 30 anos atrasados. Por isso, haverá em curto prazo esse grande fosso.

    Podem começar a estudar e montar as coisas agora, mas só será verdadeiramente viável daqui a 50 anos. Estão disponíveis em esperar?

    • says:

      Antes esperar do que estar sempre dependente da vontade dos outros!!!!

      • JJ says:

        A questão é saber quantos investidores europeus estão realmente despostos a investir milhões e ter retorno, daqui a 50 anos.
        Porque dizer que os investidores são US, o problema mantem-se.

        • Zé Fonseca A. says:

          Milhões? Lol
          Precisas de triliões, muita massa cinzenta, muita gente disposta a fazer 996 e muita resiliência para fazer esse caminho.
          Nunca vai acontecer, a única hipótese da Europa é fazer cedências e acordos com os EUA, trabalhar a soberania dos dados para que seja incontornável e ir desenvolvendo alternativas sem ficar para trás.
          Vejamos as maiores asneiras que a UE fez nos últimos tempos para chegarmos onde estamos:
          Cotas de imigrantes, destruiu muitos estados socais e levou ao brexit;
          Forçar transição energética, fez com que a nossa energia ficasse mais cara com tudo o que isso acarreta para as indústrias;
          Falta de posicionamento na Ucrânia, permitiu que a guerra durasse este tempo todo aumento a inflação e custo de vida;
          Forçar a compra de EVs, flanco exposto para os chineses atacarem um dos maiores sectors de exportação da Europa e dos que emprega mais pessoas;
          Alemanha acabar com o nuclear, energia ainda mais cara num dos países mais industrializados do mundo;
          Multar as big techs por ideologias, afastar investimento tech da Europa

  19. Pedro says:

    Boas notícias 🙂

  20. iFernando says:

    Desde o Symbian da Nokia que se dá pontapés ao muito que produz na Europa.

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