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Polónia está contra a proibição dos motores de combustão e vai recorrer ao Tribunal da UE

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Sofia Neto


  1. Hugo says:

    Devia ser em 2925. So se compra eletricos e quem não pode anda a pe! Ha muito transporte publico para ser utilizado , não refilem! Não deixa de ser engracado que sao os paises mais poluentes os que mais refilam, a polonia também queria continuar a usar carvao ate sempre so porque tem minas, a qualidade do ar não interessa. Ja chega de aturar o pivete dos outros, eletrico e mais silencioso e não poluiu nem cheira mal

    • Nuno says:

      Diz-ne que nao vives fora das grandes cidades sem me dizeres que vives fora das grandes cidades. Aposto que terias um ataque ao saber que maior parte do país nem sequer tem transportes publicos e os que têm é em horarios super limitados LOL

      • Fusion says:

        Nuno já tenho reparado, mas sinto que a malta dos elétricos são uns elitistas, egocêntricos e maníacos.

        Sabes, aposto que a maior parte deles (em regra geral) são uns frustrados na vida, ou foram rebaixados pela sociedade em diferentes fases da sua vida.

        Hoje em dia tiveram a sorte de conseguir ter e manter um elétrico e depois atiram isso as pessoas como se fossem superiores aos outros.

        Não sou contra nem a favor do elétrico, é apenas um carro e a tecnologia a avançar, mas vejo vantagens no elétrico, no entanto tenho a capacidade de ver que elétrico ainda não é opção para as pessoas, ou que potencialmente se torne em algo para massas.

        E tenho pena que esses zés pinceis que toda a vida andaram a combustão e nunca se insurgiram contra isso, agora que têm elétrico é só destilar e rebaixar quem ainda anda a combustão.

        • Amilcar Alho says:

          Disseste tudo!

          • Ifm says:

            Ainda bem a pouco tempo no parlamento dos EUA, essa questão dos elétricos veio a baila. Em 2050 tem o objectivo de ter 60% da frota do país elétrica.
            A pergunta que foi feita, foi:
            ” Se até 2060, 100% dos carros for elétrica, qual a redução de CO2 que vamos ter?”
            Resposta ” os estudos apontam para uma previsão de 0.002%”

            Hahaha 0.002% é a redução de CO2 que vão ter pela total transição elétrica!!

            Andamos a discutir os 0.002% que polui???
            Os outros 99.998% não interessa é secundário o foco é os 0.002%

          • JL says:

            Se tem uma redução e não tem aumento, não existe melhorias ?

            Neste momento só temos aumento.

            Já agora gostava de ver esses dados em concreto.

          • Vagueante says:

            iFM, pode fornecer a fonte dessa noticia? Obrigado

        • Jose says:

          O meu aplauso!

        • David says:

          Perfeito!
          Serve para alguns, mas não quer dizer que sirva para todos! Há ainda um enorme e longo caminho a percorrer tal como um longo percurso para o tratamento e reciclagem do mesmo, por exemplo! Para mim os eléctricos serão apena suma tecnologia de transição… mas a Europa quer reduzir as emissões… e tirar a dependência do petróleo e ficar mais autónoma… mas não sei se será bem assim!

          • JL says:

            Sim, serão uma das … até agora não conhece mais nenhuma que consiga competir com os mesmos resultados, talvez um dia apareça.

        • JL says:

          E quem lhe disse que quem tem agora eléctrico nunca teve a combustão ?

          Depois diz que os outros é que estão mal ?

        • Realista says:

          Desde que tenho um EV passei a ser mais intolerante com os veículos a combustão porque o fumo é realmente incomodativo. Antigamente nem sequer reparava no fumo dos escapes mas agora reparo na quantidade abismal de fumo preto que sai dos escapes e que é bastante incomodativo e nem me permite andar com a janela aberta quanto mais com a capota.

          O cheiro entranha-se dentro do habitáculo e dá náuseas e é realmente bastante incomodativo e eu só tenho um EV à 4 meses, coitados dos que os possuem faz décadas!!

          É como aquelas pessoas que têm roedores de estimação em casa mas como estão tão habituadas a viver com os odores dos animais diariamente perdem a sensibilidade, mas até aí nada contra, o problema é quando vai alguém lá em casa e têm que apanhar com o cheiro!

        • caetano says:

          Boa resposta,esta tudo dito

        • ElitistaManiacoFrustrado says:

          És Psicólogo? Com tudo o que escreveste tens inveja por não teres dinheiro para comprar um carro eléctrico ou mesmo qq carro, deves ser daqueles que ainda vive em casa dos pais ou então vives que nem um pé rapado a pagares dívidas até teres 60 anos. Vamos então generalizar que todos que compram carros eléctricos são elitistas, maníacos, frustrados com a vida. A minha pergunta – e tu, como te defines será egocêntrico, falso, invejoso, pobre, burro ou mesmo parvo em generalizar todos que compram carros eléctricos são o que mencionaste, olha-te ao espelho.

        • Orlando says:

          O electrico não vai existir se não houver petróleo muito bem dito

      • Hugo says:

        Para que agricultores precisam de transportes publicos? O trator chega bem

      • Duarte says:

        Fora de Lisboa?

        Eu Vivo em Odivelas e trabalho em Lisboa.
        Vou sempre de diesel fap off. Não estou aturar a porcaria dos transportes públicos e agora de verão muito menos.

    • toder says:

      eletrico nao polui 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 :D, mas quando utilizamos demasiada energia em casa, ali ja temos te poupar e desligar as luzes etc, é por causa de pessoas como tu que o mundo esta onde esta…

      • JL says:

        Onde dizem que não polui ?

        A sério ? Quem decide isso não é você ? Se quer poupar ou não ?

      • Luís Costa says:

        Claro que não poluí.. isto é só artistas por aqui, deve ser o mesmo pessoal que vai ao supermercado e pensa que os ovos das galinhas são fabricados em laboratório.. epah sai de casa vai ver o mundo

        • JL says:

          Quem disse que não polui ?

          A maior parte dos que dizem que polui nem sequer admite que os a combustão poluem muito antes da gasolina chegar ao carro. Portanto estão no mesmo barco.

          • toder says:

            claro que estao no mesmo barco, mas ter pessoas como o Luis Costa que pensa que o eletrico nao polui e depois anda a dar exemplos de retardado com ovos e galinhas, enfim….

        • toder says:

          pelos vistos tu é que tens que sair de casa, das exemplos que nada tem a ver, e depois se pensas que o eletrico nao polui, entao tenho mesmo pena de ti. a eletricidade vem de onde? as baterias vem de onde? sim estas nao poluem. quando a energia for toda “verde” e as baterias nao de litio e etc, entao podemos falar, ate ali, tu é que pelos visto tens que sair de casa e viver um pouco pois a tua vida é so de odio…

    • P says:

      Os transportes funcionam na grande Lisboa, Porto, Coimbra , Faro. O resto é paisagem. Diga-me os transportes públicos em Aveiro que está entre as 10 cidades de Portugal entre as mais de 300 que existem.

    • Sergio says:

      Anda viver para Aveiro (:

      O grande mal das pessoas é terem uma ideologia fomentada apenas pelo seu próprio umbigo.

      Um elétrico é uma solução não é a solução.
      O nosso amigo fanático, JL, até vai ficar doente em 2035 quando vir que a lei não foi implementada.

      • JL says:

        Eu é que sou fanático e você é que vem com certezas de futuro ? Também não entendi.

        A lei já está feita, e vai ser aplicada, se é para 2035 ? Não sei, mas sempre disse que duvidada que fosse tão cedo.

    • Segna says:

      Tudo bem que andes de carro e possivelmente eléctrico agora querer condicionar os outros !!!!????

    • Segna says:

      Por tu poderes andar de elétrico não quer dizer que os outros tenham de andar. A nível do ambiente não é assim tao bom como julgas.

    • Yamahia says:

      @Hugo, que raio de argumento…a Polónia até teria interesse em ser inundada por elekros se é verdade que tem muitas minas. Seria uma forma de fazer render o peixe dado que os elektros não estão proibidos de usar electricidade a carvão e o carvão não serve para os ICE.

      • JL says:

        E depois vendem o petróleo a quem ? Estes são mais atrasados, podiam fazer como a Noruega, mas enfim.

        Serve sim; produzem hidrogénio e efuels e pronto. Então agora já não serve ?

        • yamahia says:

          Não é por causa disso que estão a é litigar.

          • JL says:

            Estão a fazer por eles, já que são dos mais atrasados da Europa. Só quem não visitou o país é que não vê, isso, faz lembrar Portugal nos anos 80-90.

            Mas olhe, têm mais carros a hidrogénio que Portugal e Espanha juntos. Lool

    • Orlando says:

      O electrico não vai existir se não houver petróleo

      • JL says:

        Porque não? Há elementos que podem ser substituídos por outros, como o plástico, borracha entre muitos outros.

        • Yamahia says:

          Convém então começarem já a aplicar. E deixar já de lado a aplicaçao de plásticos, polietileno, polipropileno, PVC, napad ,etc Ontem já era tarde. Isso e o alcatrão milagroso q vc fala mas até hoje só vejo alcatrão com origem no petróleo e intenções de usarem materia radiactiva.
          Já agora não se esqueça de esclarececer como vão produzir tintas e diluentes e que coque vão usar na indústria do aço e alumínio.
          Olhando para isto…É muito fácil dzer que fazem e acontecem mas depois vai-se a ver e…nickles.

          • JL says:

            Alcatrão milagroso ? Não sabe o que é betão? Raio!!

            Exato, entende agora porque é preciso poupa-lo ?

          • Yamahia says:

            O quê, aquela cena marada que meteram aqui na CREL e na A8??? Ah
            Por isso é q quase 100 dessa brincadeira já levou alcatrão por cima qs a 100%. Deve ser pq é muito bom.
            Já agora o cimento polui que se farta.

          • JL says:

            Levou porque foi mal feito, as bem feitas duram.

            Sim, como qualquer outra atividade humana…

          • Yamahia says:

            Para além disso era abrasivo até dizer chega. Piso come pneu looloolool. E bastante barulhento, se bem me lembro! Uma desgraça!

          • JL says:

            Abrasivos são todos, quando é mal feito como o caso sim.

  2. Realista says:

    “Disse a ministra do clima e ambiente da Polónia, à Radio Zet.”

    Para os desatentos:

    – Ministra do Clima e Ambiente…

    Hahahahahaha!!

  3. Naodouonome says:

    A situação deles é a energia necessária pra alimentar o carregamento de todo o parque eléctrico do país.

    • Realista says:

      Carregar um veículo em casa sem nenhuma modificação, numa tomada normal consome no máximo 16A, embora muitos modelos estão programados para consumir 10A.

      Para teres uma ideia:

      – Um secador de cabelo consome 8A.
      – Um mini-forno consome 10A.
      – Um forno de encastrar consome 16A
      – Uma máquina de lavar a loiça consome entre 5 a 10A
      – Uma máquina de secar roupa consome 10A
      – O inverter de um ar condicionado (15.000BTU) consome 10A

      Agora, queres-me dizer que o carro elétrico vai sobrecarregar as linhas?!

      Têm juízo.

      • Joca says:

        O consumo de eletricidade mede-se em kWh (quilowatt-hora) e múltiplos.
        (Amper é a unidade de corrente elétrica que está a fluir).
        Em 2021 a Polónia consumiu 158.194 GWh-ano.
        Aumentando o número de veículos elétricos aumenta o consumo de eletricidade (La Palisse).
        Mas não me parece que seja o aumento do consumo de electricidade que leva a Polónia a opor-se ao fim dos motores de combustão interna (com exceção dos a e-fuel) em veículos novos, em 2035, e ao crescimento dos veículos eléctricos até lá, para permitir que, em 2030, os valores das emissões de CO2 estejam 55% abaixo do nível de 2021.

        • JL says:

          Mais um motivo para não terem razão nenhuma, se vão pelos efuel, então vão consumir 8 a 10 x mais kwh para fazer os mesmos kms.

          Digam antes assim: a Polónia é produtora de petróleo, apesar de pequenos. só que não tem a mesma mentalidade de outros…

        • Realista says:

          É mais preocupante os Amperes que os kWh consumidos porque são os Amperes que definem a capacidade da estrutura…

          Mas se quiseres ver por outra forma, se do dia para a noite TODOS os veículos existentes em Portugal passassem a utilizar amanhã a rede elétrica:

          – A produção bruta de energia total em Portugal foi de 50.981 GWh-ano em 2021. Em 2016 foi de 60.000GWh-ano mas utilizemos os valores mais pequenos.

          https://www.dgeg.gov.pt/pt/estatistica/energia/eletricidade/producao-anual-e-potencia-instalada/

          – A média de utilização de veículo em Portugal é de 16 795km/ano:

          https://sol.sapo.pt/artigo/643579/31-dos-portugueses-pensa-comprar-veiculo-eletrico-este-ano

          – A Quantidade total de automóveis em Portugal é 7.090.000 veículos rodoviários. (segundo a Pordata existem 5.600.000 veículos ligeiros mas podemos usar a abrangência total)

          https://www.pordata.pt/portugal/veiculos+rodoviarios+motorizados+em+circulacao+total+e+por+tipo+de+veiculos-3100-262481

          – Vamos utilizar um consumo médio por veículo de 18kWh/100km (Exagerado).

          Assim:

          18kWh/100 = 0.18kWh por km.

          0.18kWh/km * 16 795 km/ano = 3 023kWh/Ano.

          # Isto significa que cada veículo necessitaria, em média, de 3023kWh por ano.

          3023kWh = 7.090.000 veículos = 21 433 070 000 kWh

          Reduzido para GWh, onde 1 GWh = 1.000.000 kWh

          # 21 433 070 000 / 1.000.000kWh = 21.433 GWh

          Assim no pior, dos piores dos cenários se do dia para a noite passassem todos os veículos rodoviários a utilizar energia elétrica o impacto seria de 42% da produção de 2021.

          Isto com cenários realmente exagerados como:

          – Transição de todos os veículos do dia para a noite;
          – Consumos da viaturas exagerados (o mais certo é 14kwh ou menos);
          – Total de viaturas em circulação é mais baixa (anda na volta dos 5.000.000;
          – Total percorrido por veículo por ano situa-se nos 9.000 km

          Reduzindo alguns parâmetros para valores mais normais, colocaria o impacto na ordem dos 10% mesmo se a transição fosse do dia para a noite.

          E já agora sabes quanto é que cresceu a produção de energia nos últimos 25 anos em Portugal? 80%.

          Sabes quanto cresceu desde 2012 a 2016? 25%…

          • JL says:

            Exato, e os 45 % caixam para menos de metade se usarmos os valores reais, 9 mil kms ano e o consumo de 16.9 kwh que é o médio.

          • Realista says:

            E a produção em Portugal baixou a produção de 60.000GWh (2016) para 50.000GWh (2021) – redução de 20% – sem esquecer que andamos a encerrar centrais elétricas a carvão.

            É ridículo andarmos a falar de impacto energético, até porque a transição não acontece do dia para a noite.

          • JL says:

            Era giro ter aí um cálculo semelhante para outras alternativas, como hidrogénio e efuels. Lol

          • Realista says:

            Segundo as minhas pesquisas 1kg the Hidrogénio necessita de 50kWh para ser produzido (e admito que fui mais rápido a pesquisar as fontes – se alguém quiser partilhar/atualizar dados estou à disposição)

            Um veículo a hidrogénio consome por cada 100km aproximadamente à volta de 1kg.

            Assim podemos assumir que o consumo é de 50kWh /100km pois apesar que os veículos transformam o 1kg novamente em energia só que em vez de 50kW apenas recebem 33kW porque se perde na transformação.

            # Desta forma:

            50kWh /100 km = 0.5kWh por km

            0.5kWh * 16 795km = 8397.5 kwh por veículo por ano…

            8397.5kWh * 7.090.000 veículos = 59 538 275 000 kwh

            Reduzido para GWh, onde 1 GWh = 1.000.000 kWh

            # 59 538 275 000 / 1.000.000kWh = 59 538 GWh

            59538/50981 = 1.16…

            Assim seria necessário aumentar a produção de 2021 em 116% o dobro não chegava!!!

          • JL says:

            É um pouco mais, 50 kWh é só a produção, agora ainda faltam vários estágios de compressão e arrefecimento antes de abastecer, onde pode adicionar mais 10 kWh.

            No caso dos sintéticos são cerca de 27 kwh por cada litro produzido.

          • Realista says:

            Nos combustíveis sintéticos sendo 27kW por Litro… Por Litro!!

            Significa que se o consumo de um carro normal a gasóleo anda nos 5L/100km, traduz-se em 135kW/100km.

            Mas nem quero usar 5L/100km, vamos supor que só gasta 3L/100km são 81kW/100km

            0.81Wh/km * 16795 km = 13603 kw/ano.

            13603kw/ano * 7.090.000 veículos = 96 445 270 000kW

            Reduzido para GWh, onde 1 GWh = 1.000.000 kWh

            96 445 270 000 / 1.000.000 = 96 445 GWh

            96 445/50981 = 1,89

            Teria que ter um aumento de energia de 189%… num cenário a consumir 3L/100km, se fosse 5L/100 necessitava de pelo menos 315%!

            Nenhum dos cenários é melhor que o do veículo elétrico.

          • JL says:

            Contas por baixo, porque a média de consumo dos carros aos dias de hoje situa-se nos 6.5 litros/100 kms.

      • jorman says:

        não sabes do que falas, nem tudo são teclas, se não entendes de eletricidade ou eletrónica não tentes ensinar.
        um carregamento a 16A monofásico corresponde a 3.6kwh, uma carga completa de um carro com bateria de 36kw são precisas 10horas isso sem considerar perdas agora uma família com dois carros 3.6*2=7.2ka a maioria das casa têm 6.9ka de potencia contratada.

        um tesla para uma carga completa precisa no mínimo de 20 horas numa tomada shuko

        todos os valores foram calculados de formula simples, nao entrando com as perdas, resistências internas, energias ativa e reativa.

        • JL says:

          Contas certas para quem faz muitos, a bateria só carrega aquilo que gastou antes.

          Faltou se essa parte.

          • JL says:

            Além disso para o cidadão comum, ele passa mais horas em casa, eu trabalho a 100 kms de casa e raramente carrego a mais e 8 amp, ou cerca de 2500 w, já que a minha puxada é de 3.6 kva.

        • Realista says:

          Com um consumo médio de 18kW/100km (exagerado para simplificar) significa que necessitas de 36kW para percorrer 200km.

          Quantas pessoas que conheces que necessitam de fazer 200km por dia e por carro numa casa?

          São 73.000km/ano por viatura a média de km por carro anda nos 9000km.

          Depois o problema sou eu de não saber eletricidade…

          • Realista says:

            Já agora, um aparte:

            6,9kvA = 30A (monofásico)

            Com 6.9kVa podes perfeitamente carregar 2 veículos a 10A cada (2,3kW) sendo que se chegares às 22:00 e colocares os carros a carregar e saíres às 7:00 (são 9 horas de carga) consegues carregar em cada carro com 20.7kW que dá para (+/- 160km) para cada um.

            E ainda te sobra 10A para as outras coisas se te apetecer ligar a máquina da loiça por exemplo.

            Já se a andares o dobro da média nacional no dia-a-dia (40km) e no segundo dia fizeres o mesmo tens dois carros com uma bateria de 52kW quase cheia…

            E a ideia com baterias grandes é mesmo essa, todos os dias carregas um bocadinho.

            E eu estou a dizer para ligares às 22horas porque eu ligo o meu às 19:00 a 16A (3.6kw) e ainda tenho amperagem suficiente para ligar tudo o resto.

            Aqui só se trata de saber gerir e se não souberes como gerir usa um balance loader e tá feito, nem te precisas de preocupar com mais nada, é só chegar a casa e ligar o carro na tomada.

            Se precisares de carga no fim de semana num carro porque vais para fora, chegas às 22:00 e colocas a carregar a 16A (3.7kw) que mesmo que saias às 8:00 de casa tens um carro com 48kw!!

      • yamahia says:

        @Realista todos esses equipamentos são ligados por momentos. Não é a mesma coisa q um ekektro de bateria pequena que precisa da terça parte do dia sempre a dar-lhe.

        • JL says:

          Qual é a diferença em termos de potência.

        • Realista says:

          Para o consumo tanto faz que gastes 3.7kW (16A) durante 1 hora ou 0.23kW (1A) durante 16 horas…

          Vai dar ao mesmo, o teu consumo será 3.7kWh de uma maneira ou de outra.

          É o mesmo que encheres uma piscina a 10L/min durante 1 hora ou a 1L/min durante 10 horas… Em ambos os casos vais gastar 600Litros.

      • Orlando says:

        E quantas horas para carregar I’m carro electrico?? Compare ai com as outras maquinas domesticas..

        • Realista says:

          O meu demora cerca de 10 segundos a carregar:

          – 5 segundos para ligar a tomada quando chego a casa;
          – 5 segundos para desligar a tomada quando saio de casa.

          Sim, porque não é necessário deslocar-me de propósito a uma bomba durante alguns minutos; nem ficar a segurar na mangueira enquanto está a ser feito o enchimento, nem tenho que perder tempo a pagar e depois a voltar a casa…

          Muito mais rápido porque o processo faz-se sozinho.

          • Sergio says:

            não te esqueças que tens que mandar o cabo da extensão do setimo andar cá para baixo.

          • Realista says:

            Mesmo prédios que não possuam ligações nas suas garagens, já existem soluções para condomínios resolverem o problema.

            Para além disso está em vigor o financiamento onde o estado comparticipa, desde 2020, com 80% do custo da instalação de carregadores para veículos elétricos em condomínios multi-familiares com ligação à Rede Mobi.E.

            Por acaso não preciso de extensões. Carrego numa tomada normal que tenho na garagem. Mas mesmo que precisasse de enviar a extensão do sétimo andar cá para baixo era mais rápido que ir à bomba, estar a segurar na mangueira enquanto abasteço, ir para a fila para pagar e voltar… E o melhor de tudo é que ainda ficava mais barato!!!

          • Realista says:

            PS: Aliás quem necessitar de instalar um ponto de carregamento de veículos numa garagem pode solicitar aos operadores que eles neste momento andam a fazer isso de graça. Só é preciso ceder o lugar para estacionar.

          • JL says:

            Outro sensacionalismo, a energia no prédio vai de baixo para cima e não de cima para baixo. Soluções não faltam.

  4. freakonaleash says:

    Apostem na combustão a GPL, mais limpa e mais barata que as de gasolina e gasóleo.

  5. europa says:

    pq a europa é contra os motores a combustão e não encontra alternativas ao gaz natural?

  6. Realista 2 says:

    Esta senhora gosta do fumo nas ruas e nos parques subterrâneos. Deve ter uma saúde de ferro.
    Deve estar a ganhar alguma coisa com isto.
    Ninguém no seu prefeito juízo continua a defender os carros a combustão.
    De facto, o problema desta planeta são mesmo os humanos.

    • Realista says:

      Arranja um nome para ti… não copies o meu.

    • David says:

      Meus caros…
      Uma mudança deste tipo não pode ser exigida em tão pouco tempo!
      Uma mudança deste tipo requer imenso… e verbas que a população não está preparada para tamanho investimento!
      Depois é um investimento que provoca poluição de igual forma ou pior! Independentemente do que digam… para não falar na perfuração de solos e consequentes lençóis d’água, florestas… para não falar que a maior reserva de lithium está debaixo d’água!
      Tudo muito bonito falar pq nos incomoda o fumo!
      Antes de falarmos em mudanças pq não mudamos o estilo de vida em que a maioria se pudesse andava dentro dos supermercados com o seu respectivo carro, ou que sai de casa para ir tomar café a 2passoa de pastelarias, etc…
      Ou então passar a usar máscara ara não respirar ar impuro, ou preservativos para evitar o crescimento da populacao ou outros problemas adjacentes…

      Quero com isto dizer, se aqueles que têm possibilidades de ter um eléctrico, carregar os mesmos em respectivas casa, usando energia solar ou rede pública etc óptimo! Parabéns!
      Mas há quem não tenha essas possibilidades!
      Manutenção, e tal… mas o custo da substituição de uma bateria tb não é barata… que pode acontecer a qualquer momento dependendo da avaria e se é suportado por garantia ou não…
      Questões de seguros!
      Questões que precisam de ser respondidas… muitas questões…
      E respondam, a pensar num ordenado médio…

      • JL says:

        Tem sim poluição, mas menor e com possibilidade de ser neutra, coisa que não existe mais nenhuma tecnologia conhecida que o possa fazer.

        Não, a maior reserva de litio, está na água, literalmente na água do mar, é onde está a maior reserva de litio, mas com as reservas conhecidas nem é preciso ir para ela, já a alternativa, está maioritariamente debaixo de água sim, aqui deve-se ter enganado.

        Substituição de bateria ? não entendi porquê, só se houver problemas prematuros, que segundo os ultimos dados são muito raros, também considera o custo de substituição do motor num veiculo convencional ?

        Seguros são iguais, essa questão que está a querer referir é apenas um problema de 1 ou 2 marcas não estarem a disponibilizar o que é necessário, e estão a tratar do problema.

        Para quem tem um ordenado médio, já devia estar a pensar nestes há muito tempo, já que estes gastam muito menos.

      • Realista says:

        A transição demora vários anos.

        Basta veres que os motores com Adblue obrigatório foram introduzidos em 2018 e poucos são os que andam na rua que usam. Aliás se perguntares a alguns condutores o que é AdBlue nem sequer te sabem responder…

        Eu comprei um carro em 2018 e via-me à rasca para encontrar Adblue à venda.

  7. Bruno says:

    Alguma medida firme a nível global terá que se tomar para proteger o ambiente, em alguns países estão a sofrer com alterações climáticas e tendência é para piorar caso não haja nenhuma mudança.

  8. Tuga Pobre says:

    Pessoal isto é so para inteerter, é impensavel daqui a 12 anos deixar de existir motores a combustão.
    Carros a Pilhas como já foi dito anteriormente é completamente inviavel para o publico em geral.
    Nada tenho contra os eletricos ou semilares, tenho é tudo contra que com a desculpa do clima me proibam do que quer que seja.
    Acho muito bem que a tecnologia continue a evoluir para que seja o mais possivel neutra em poluição, mas o optimo é inimigo do bom.
    Era bom que estes senhores se deixassem de radicalismos.
    Transportes publicos, estes fazem-me rir. Quem fala deste tema vive garantidamente numa cidade. Portugal não é so cidades. Venham para o interiror e façam a vossa vida com transportes publicos….

    • Tuga Pobre says:

      E mais, falam nos eletricos como solução. Já alguém teve a brilhante ideia de fazer um estudo de quanta eletrecidade é precisa para manter a atual frota de motores a combustão no mundo? Onde é que vão arranjar esta eletrecidade ?

      • Realista 2 says:

        A sério que o vosso problema é arranjar eletricidade?
        A eletricidade pode ser gerada em qualquer lado, quase com qualquer coisa. Afinal ela é gerada para sacar o petróleo da terra, e não é pouca, acredita!
        Basta investigar um pouco mais nas diversas formas de gerar eletricidade!

        Pensam que a eletricidade está a ser imposta?
        O que está a ser imposto é infelizmente a continuação do petróleo que tem muitos interesses e máquinas de marketing para denegrir o que é o bom. E sabem que mais, vocês acreditam cegamente, muitas vezes sem questionarem.

        Devem ter uma saúde ferro e gostam de cheirar fumo. Já cheira mal esta conversa contra a eletrificação.

      • JL says:

        Já existem vários estudos, mais 15% do consumo atual, uma fração daquilo que é necessário para outras soluções.

        Essa é a questão que faço quando defendem outras soluções que gastam muito mais.

        Já agora, com carros a pilhas sim, é inviável, já se provou isso nos países onde existem, mas cá na Europa existem apenas algumas centenas e vendem cada vez menos .

  9. JPG says:

    E o elétrico passou a ser moda e esta em tudo, ferramentas etc, se usares pouco, quando lhe fores pegar, vais ver, bateria viciada, grande negocio.

    E se o elétrico passar a ser a única opção, que acredito que não, daqui a uns anos, vão dizer afinal a parte ambiental não melhorou quase nada ou mesmo nada.

    Quanto à parte ambiental, fabriquem objetos duráveis e não descartáveis, como e a tendência atual.

    Qunato a parte ambiental, fabriquem e objectos duraveis e nao descartavesi, como e a tendencia atual.

    • JL says:

      Por isso mesmo, estes são os mais duráveis, não precisam de levar nada durante anos e quando levam é meio litro de óleo, já viu isso acontecer num a combustão ? Em que descarga todos anos litros de óleos, e outras peças.

      Esses sim, descartáveis, até porque na maioria das vezes mudam peças que nem era preciso mudar.

    • Realista 2 says:

      As baterias são recicláveis até 90% (dito por um ambientalista na televisão) e não viciam assim como se diz.
      O carro elétrico é durável porque é muito simples e tem muito menos componentes para manter.

      Com os elétricos a parte ambiental é assim: É melhor poluir uma única zona onde não mora ninguém, nem animais, do que todas as cidades, aldeias e vilas.

      Para ti é só o negócio que interessa? E a saúde?
      Se queres falar em dinheiro, acredita: Quando os elétricos forem ainda mais moda, vão ser ainda mais baratos.

      • JL says:

        Além de que as baterias que viciavam já não existem há 30 anos.

        Eles preferem um negócio onde todos os dias lhes vendem uma coisa que nao chegam a ver, a comprovar que quantidade lhe venderam é que no momento a seguir é pura e simplesmente para queimar onde de aproveita uns 30 %. Isso sim é que não é negócio.

        • David says:

          As baterias viciam, podem demorar mais tempo, podem desgastar lentamente, mas acontece!
          concordo com um leitor…. se tivesse todas as condições já, por mim trocaria… até pq gosto de alguns modelos eléctricos e tem muita coisa interessante…Mas não sei se realmente é tudo tão linear… pode compensar para muitas pessoas mas não sei se é assim tão compensatória para outros… e não esquecer a praticabilidade da coisa…

          • JL says:

            Não é verdade, as baterias não viciam, só diz isto quem não pesca nada do assunto, e você já provou isso por várias vezes.

            As baterias que viciavam já não se fabricam desde os anos 90.

            O que você quer dizer é degradação, no entanto entanto os fabricantes têm feito muito por isso nos últimos tempos, não só aperfeiçoando o seu controle como aumentando a capacidade escondida da bateria para que esse efeito reduza ao longo do tempo, como sabe quanto menos atingir os limites da mesma, menos degradação terá. Na prática é isto que os fabricantes implementam.

            Tenho um carro a fazer 9 anos com 180 mil kms e a degradação está nos 5%, isto porque foi bem tratado, num carro novo e tratado da mesma forma, acredito que daqui a 9 anos terá metade disso de degradação.

          • Yamahia says:

            Tem a certeza que essa bateria é de origem?. Tem o certificado? Mostre aí
            https://youtu.be/UngZwFh8wgY

          • JL says:

            Tenho. Não existem certificados.

            Caso não saiba quando adquire um tesla e o regista na sua conta tesla , após enviar os documentos para eles, fica com acesso a todo o histórico de intervenções no carro.

            Mostre lá outra marca que faz isso ?

            Curioso; que esses explodiram o carro mas antes tiraram a bateria, motores e electrónica para vender .

      • André says:

        As baterias até podem ser 100% recicláveis, a vontade de as reciclar é que é depois pode ser 0%, isto porque para um fabricante fica infidávelmente mais barato comprar nova que estabelecer um plano de reciclagem para as suas baterias. Especialmente quando as especificações e o design das baterias muda de X em X anos e todo o ciclo de reciclagem que vem com elas tem de mudar também. Não te deixes levar pelo greenwashing, o plástico das Coca-Colas também é super reciclável, vai lá perguntar á Coca-Cola se o recicla. Já para não falarmos da mineração de metais pesados, que destroi brutalmente os eco-sistemas.

        • JL says:

          Muda, quando a matéria prima aumentar de preço, tratam logo da reciclagem, até porque isso é um objectivo da UE.

          • André says:

            Boa sorte a acreditar nisso então!

          • JL says:

            Nao foi o que aconteceu com as de chumbo ?

            Agora até pagam para ficar com elas, o chumbo é um mineral caro ?

          • André says:

            Isso não vai acontecer, há demasiados interesses económicos, por essa ordem de ideias já a crise climática estava resolvida. Mesmo sendo um objetivo da UE, as empresas têm dividendos a pagar aos shareholders e receitas para fazer 😉
            Espero que não aches que os eléctricos vieram resolver os problemas todos…

          • JL says:

            Como nao vai acontecer se já aconteceu ?

            Procure pela Northvolt que já produz baterias com material reciclado.

          • JL says:

            Não, eles vieram resolver alguns problemas que os a combustão criaram.

          • André says:

            Não percebeste, mas ok 🙂

          • JL says:

            Eu percebi, você é que se recusa a aceitar.

          • André says:

            A aceitar o quê? Que os eléctricos vieram camuflar e continuar sem mudar absolutamente nada da indústria automóvel e do nosso planeamento urbano?? Tira as palas dos olhos.

          • André says:

            https://youtu.be/XCECoZBZ5aU
            Lê uns livros e vê uns vídeos antes de vires aqui fazer uns comentários sobre sustentabilidade quando claramente não percebes nada do assunto.

          • JL says:

            Você é que tem de ler livros, já que não o faz,.

            Não sabe que vídeos do YouTube são pagos por visualizações, logo quanto mais sensacionalista for, melhor.

            Eu falo daquilo que sei, não do que os outros me querem impor, tal como você quer.

          • André says:

            Tanta ignorância…
            Eu trabalho e estudo no ramo da sustentabilidade e ação climática. Não tem mal nenhum não saberes, tem mal não quereres saber ou achares que estás certo. Atiras a laracha do sensacionalismo sem qualquer tipo de sentido ou fundamento, o que falei e partilhei contigo é um facto, não é algo inventado. Se falas daquilo que sabes, precisas de saber muito mais, porque o que sabes é pouco.

        • Realista says:

          Referir que uma garrafa é reciclável não significa que a Coca-Cola vai reciclar cada garrafa vendida para fazer novas garrafas Coca-Cola… isso não faz sentido do ponto de uma empresa pois nem sequer devem saber onde é o seu produto é deixado fora para reciclar.

          O que tens que questionar não é se a Coca-Cola recicla, mas que percentagem de produto reciclado ela utiliza no fabrico dos seus produtos! Assim, a mesma afirma que 25% incorpora material reciclado mas que este ano de 2023 irão utilizar 50%.

          https://www.cocacolaportugal.pt/sustentabilidade/medio-ambiente/coca-cola-aposta-economia-circular

          Mais: Um produto pode ser 100% reciclado, mas existe matérias primas que quando recicladas não possuem as mesmas características técnicas. (Não sei se é o caso das baterias) mas ao ser reciclado significa que o mesmo componente pode ser reutilizado noutro tipo de industria a cumprir outra função em que a alteração das características técnicas não seja um problema e nesse aspeto é uma vantagem do aspeto ambiental.

          Sinceramente, não faz muito sentido essa sua argumentação…

    • Realista says:

      A gasolina têm prazo de validade;
      Os vedantes têm prazo de validade;
      Os pneus têm prazo de validade;
      A correia de distribuição têm prazo de validade;
      O óleo têm prazo de validade;
      Os filtros têm prazo de validade;
      Os tubos do combustível têm prazo de validade;

      Achas que se deixares o teu carro parado durante 5 anos ele vai ligar à primeira e mesmo que ligue achas que os componentes estão bons para usar de forma regular?

      Eu cá sempre ouvi dizer (mesmo antes dos elétricos) que os veículos mesmo parados dão despesa…

  10. Joca says:

    O post fala da Polónia e a seguir associa 8 (além da Polónia, também a França, Itália, República Checa, Bulgária, Hungria, Roménia e Eslováquia) que “se apresentarem, formalmente, contra o limite de emissões imposto pela UE, por considerarem que é contraproducente e prejudicial para indústria”.
    Convém separar as emissões.
    Umas são as emissões de CO2 – e aí a UE já aprovou, quer o plano para permitir que, em 2030, os valores das emissões de CO2 estejam 55% abaixo do nível de 2021 (o que implica um crescimento na produção e venda de veículos elétricos), quer o fim, em 2035, da venda de veículos novos com motor de combustão interna (com exceção dos a e-fuel).
    A Polónia diz que vai levar o assunto ao Tribunal de Justiça da UE e gostava que mais países aderissem. Isto também pode ser visto como uma retaliação da Polónia em relação à UE, que tem apertado bastante com a Polónia por questões de natureza política e institucional.
    A contestação dos 8 é distinta, é para evitar a aprovação pela UE de regulamentos sobre emissão de outros poluentes – que não o CO2 – que, uma parte, pode até prejudicar a transição para os veículos elétricos. Esses poluentes são, designadamente, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio e e outros que também estão presentes nos veículos elétricos como as partículas de travões e pneus.
    A contestação, atualmente, não é a Polónia e quase mais 7. É a Polónia, só.

  11. TT says:

    Parabéns à Polónia, mais uma vez mostra que é gerida por gente séria e inteligente!

    • JL says:

      Ah estou a ver, dos 27 eles é que são inteligentes. HAAHAHA

    • José Maria Oliveira Simões says:

      Há interesses muito poderosos que querem impor a todo o custo a proibição dos automoveis com motores de combustão interna. Aposto que esses interesses devem ter investido muito em minas de litio.

      • JL says:

        É isso é, deve ser por isso que muitas em Portugal não conseguem aprovação.

        Loool, com cada opinião.

        • José Maria Oliveira Simões says:

          Pergunta ao Galamba que ele conta tudo… Mas não é só em Portugal. Na china também há litio. Muito litio. Muito mais que em Portugal. Está a ver o tamanho de Portugal e da China, certo ? Comparando Portugal á China, Portugal é um pontinho no mapa que se tem que ver à lupa …

          • JL says:

            Não, há pouco lítio na China, mais que em Portugal mas é dos que têm menos.

            Então que interessa o litio de Portugal ?

          • yamahia says:

            A Alemanha tem o suficiente debaixo das suas termas no Reno. Se querem continuar a brincar aos elektros, vão para lá esburacar aquilo e deixem PT em paz.

          • JL says:

            Nem só debaixo do Reno.

            A maior reserva encontrada no mundo está num la foi seco nos eua.

  12. José Maria Oliveira Simões says:

    Ganhar dinheiro ? Será ?
    Alguém pensou que podia ganhar dinheiro com o litio ! E não se esqueceu do hidrogenio !!!
    Vai daí , fecham as centrais a carvão …
    Não interessa para nada se é mais caro …
    Eu quero, posso e mando !!!
    E voilà. Ainda por cima está escudado com o discurso oficial da CEE.

    • JL says:

      Se existem minas de lítio há 100 anos, só agora é que se lembraram disso ?

      Sabe quantas existem em Portugal muito antes destas polémicas.

      Então e o hidrogénio é diferente em quê? Tem minas de lítio na mesma, mais as de platina e iridio. Além disso o hidrogénio é a forma de manter tudo igual, você tem de ir a uma bomba abastecer.

      Sabe quanto custa fazer 100 kms a hidrogénio ? E quanto custam os carros?

  13. Tuga Pobre says:

    Carros a pilhas, atualmente é tecnologia que alem de dispendiosa não é funional pelos inumeros comentarios que já forram referidos…
    Ainda não vi no mercado nenhum 100% eletrico a custar menso de 30 Mil. Fazendo uma conta basica, partindo do principio que este valor tem uma durabilidade de 10anos, dará 3000€/ano. Quantos Portugueses tem disponibilidade de dispensar do seu rendimento 3000€ /ano para o automovel, sendo que neste valor não esta o custo para o fazer mover….
    Será que esta realidade vai mudar nos proximos 12 anos ? Carros a preços que o Tuga comum possa pagar ?

    • JL says:

      Os inúmeros comentários que viu, ou só leu o lhe convinha ou não sabe ler.

      Nao existem a menos de 30 mil, então tem mesmo problemas de visão.

      3000 euros por ano = ao combustível para usar durante um ano + desvalorização de um carro a combustão que custa 10000 euros.

      Afinal são caros ?

      Enquanto preferirem queimá-lo, literalmente, não vão ter muitas hipóteses.

      Mas fique descansado, os fabricantes andam a anunciar que em 2025 vai existir paridade de preços, tanto pela descida que tem acontecido pelos eléctricos como pelo aumento dos a combustão.

    • JL says:

      Ja agora, carros a pilhas não existem Portugal , esteja descansado, nos países que existem custam mais do dobro disso.

    • Mr. Y says:

      Não há nenhum abaixo dos 30 mil?

      https://www.dacia.pt/gama/spring.html

      Desde 20.400€ e tem 41 em stock. Aproveita!
      E há mais baratos mas aí já seriam estilo papa-reformas…

  14. Jakim says:

    Fim de motores de combustão em 2035? É um bocado como a série dos anos 70, Espaço 1999, em 1999 supostamente era naves, era bases na Lua, etc. Estamos em 2023 e base na Lua vou esperar…mas sentado. A mesma coisa se vai passar com o “fim dos motores de combustão em 2035”, vou aguardar…sentado. Sem stresses.

  15. Joca says:

    Automóveis elétricos para aqui, automóveis elétricos para ali …
    E quando houver muitos carros elétricos para carregar … na “garagem Rua” ?
    Os sarilhos que isto vai dar. A SIC passou hoje o vídeo seguinte, que resumo:
    – Um motorista TVDE dirigiu-se ao posto de carregamento de Odivelas, o mais barato
    – O lugar estava ocupado. Viu que esse carro já estava carregado, tirou o cabo de carregamento e pôs no carro dele a carregar.
    ~ Deitou-se no banco do jardim, adormeceu e acordou a arder – tinham-no regado com álcool e pegado fogo. Está bastante mal.
    https://sic.pt/programas/casafeliz/homem-pede-socorro-depois-de-alguem-lhe-ter-ateado-fogo-foi-um-ataque-covarde/

    • Realista says:

      A parte mais incrível nem é o fogo, é alguém conseguir tirar o cabo do carregador ainda ligado ao carro…

      Entretanto:

      https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/video–confrontos-em-almada-durante-espera-para-abastecer-carros-veja-as-imagens

    • PP says:

      O JL já explica

    • JL says:

      História mal contada, o cabo não sai do carro.

      • Joca says:

        Pus o link da reportagem da SIC. Se o cabo de carregamento estava no posto de carregamento ou pousado no carro que estava junto ao posto não é relevante. O que é relevante é:
        – E quando houver muitos carros elétricos para carregar … na “garagem Rua” ? Vai dar sarilhos ou não?
        O abastecimento num posto de combustível é – abastecer, pagar (ou pagar e abastecer) e andar. E, ainda assim, formam-se filas, às vezes demoradas.
        Agora, quanto aos postos de carregamento elétricos – que são poucos e distantes uns dos outros, mesmo que aumentem o número (e, como em tudo, há uns com preços mais baratos e com maior afluência, como o de Odivelas). Estou com pressa (ou mesmo sem pressa), vejo um carro a carregar, vejo pelo vidro do carro que já está carregado – e do condutor nem rasto. Isto não cria um “caldinho” para dar sarilho?
        Isto é que creio que o PP gostava que explicasses.

        • JL says:

          Eu não disse que o acontecimento era mentira, eu disse que estava mal contada, o cabo não sai do carro enquanto este não for destrancado dentro do carro ou pelo dono, isso é um facto.

          Aqui também, é carregar tirar o carro e seguir, se as pessoas ainda não se habituaram a isso, é questão de multarem como já se faz, existem lá sinais de transito para isso.

          Nos postos de combustivel que é como diz, também há muitos problemas, e não é dificil dar com eles, o problema não é a tecnologia, são as pessoas que não são civilizadas.

          São poucos porque há poucos carros, se for a paises com mais numeros vai ver que estão por todo o lado. Não vale a pena haver muitos, quando há poucos carros.

          A mim isso cheira a vingança por outro qualquer problema e nada tem a ver com o cabo.

        • PP says:

          Obrigado Joca 🙂 🙂 🙂

        • Realista says:

          Entretanto:

          https ://www.dn.pt/pais/ha-197-postos-sem-qualquer-combustivel-fora-das-grandes-cidades-11208923.html

  16. Joõa says:

    Ter em consideração dois pontos fundamentais… Peso e Energia.
    Quanto mais peso… mais Poluente é o veículo, poderemos dizer que representa mais Poluição.
    Quanto mais pesado, mais energia é necessária para se mover.

    Ao efetuar a dita transição energética, quanto maior for a ação Industrial, Humana, entre outros, maior vai ser a poluição, pois mais massa é deslocada e maior energia é requerida.

    Um exemplo básico: Uma pessoa está a andar tranquilamente e outra a correr. Qual é a que “polui” mais?
    A que está a correr, pois liberta mais CO2 e despende mais energia.

    Ter em conta que são duas Partículas de Oxigénio e uma de Carbono… e Sim, um motor a combustão liberta mais Ar pelo escape que partículas derivadas do combustível. Para terem uma noção o ponto de mistura ar / combustível é 14,7:1… o que quer dizer que para 14,7 unidades de ar apenas é dada 1 unidade de combustível.

    CO2 desempenha um papel importante na regulação do pH do sangue e dos fluidos corporais.
    CO2 encontra-se nos Oceanos 98% a 99%, na Terra 1% a 2% e na Atmosfera 0,04% a 0,05%.

    “O vapor de água é o gás mais importante no efeito estufa, o dióxido de carbono (CO2) é o segundo mais importante. O metano, o óxido nitroso, o ozono e vários outros gases presentes na atmosfera em pequenas quantidades também contribuem para o efeito de estufa.”) – What is the Greenhouse Effect? IPCC, 2007 (em inglês)

    Em relação aos veículos elétricos… por manterem o peso das baterias em marcha, são mais poluentes, pois têm mais peso que um veículo tradicional, além que os pneus, o fator mais importante no andamento, vai ser destruído mais rapidamente, sendo necessário a sua substituição e um ciclo poluente.

    A física mostra-nos que um Avião, Carro ou Mota elétrica, hidrogénio, ou com qualquer combustível da moda, nada tem a ver com a sua poluição.
    Qual é que poluí mais ? Um Avião, Carro ou mota elétrica ? … O mais Pesado, no seu fabrico e na sua deslocação, pois “Nada se Cria, Nada se Perde, Tudo se Transforma”.
    Qual é que polui mais e gasta mais energia… Um Avião/Carro/Mota com pessoas de 50kg ou com pessoas de 100kg ? O mais pesado.

    E para verem que é uma nova Palermia, podem verificar que têm que medir em PPM’s (particulas por milhão = 1 000 000 ou 10^6)… algo que ninguém vê, mas todos acreditam.

    • JL says:

      Ah sim, porque não falou do comboio ? Não lhe convém ?

      O comboio pesa mais que o avião, qual gasta mais ?

      Então prove lá que um carro a combustão da mesma categoria gasta mais que um eléctrico ?

      Assim vai ver os quantos disparates acabou de dizer.

      • Joõa says:

        Com o comboio adicionado ao exemplo e se o comboio pesar mais, vai gastar mais energia na sua transformação e na sua deslocação. A física mostra-nos que um corpo mais pesado tem de se realizar mais trabalho para deslocar essa massa.

        Um exemplo com o Avião, Comboio ou mesmo Carro … Qual é que gasta mais energia e polui mais? Continua a ser o mais pesado.

        Toda a massa para produzir um carro é transformada, quanto maior o peso do veículo, mais energia e poluição é feita. Carro mais pesado, mais poluente. Um bateria de um elétrico pesa muito mais que um tanque cheio. Pois a densidade energética é que é o fundamental… Como exemplo 5Kg de combustível dão para fazer mais de 100km e que no caso de 5kg de bateria elétrica, é muito inferior.

        Poderia indicar quais os disparates? Posso expressar algum argumento melhor.

        • JL says:

          Errado, é o avião que gasta mais.

          Não tem nada a ver com o peso.

          Todos eles, porque não leva em consideração a eficiência dos sistemas.

          Exemplo, um carro elétrica para fazer 100 kms precisa de cerca de 100 kgs de baterias, mas ele gasta cerca de 15 kwh para o fazer, enquanto um carro a combustão que gaste 5 litros são 50 kwh para fazer o mesmo, já que a energia se mede em kwh ou joules e não em litros ou kilos.

          Aprenda física, está a precisar.

          • JL says:

            Dou mais exemplos:

            O que consome mais energia, um atleta a correr, ou um ciclista ? tendo em conta que o ciclista além do peso dele tem de fornecer energia também para mover também o peso da bicicleta.

            Outro:

            Um navio carregado de contentores, ou os camiões a transportar os mesmos contentores ? o navio vai pesar mais do dobro que todos os camiões juntos, no entanto o navio consome 60x menos para transportar os mesmos contentores.

          • Joõa says:

            Esperava que fosse um argumento válido.
            Um veículo elétrico antes de circular, já poluiu o equivalente a cerca de 10 anos de veículo a combustão, devido ao processo de exploração para a bateria e outros minerais (fósseis), processo de transformação, entre outros consumos de energia.

            Pois o belo da coisa… é que “Nada se cria, Nada se perde, TUDO se transforma”.

            Pode observar que é o Peso que manda na poluição.
            Quando maior o peso, mais energia é necessária para deslocar essa massa…. é mesmo básico. Leis de Newton, Teoria da relatividade, tem em comum o que se chama de massa, que é igual ao Peso x Gravidade.

            A eficiência do sistema em termos de perdas é o que os construtores estiveram a fazer com as várias medidas do Euro, Euro 4, 5, 6 e agora Euro 7, das quais usam materiais mais leves e mais resistentes, restruturam o veículo para reduzir o atrito, tiram peso a certos componentes, entre outros pontos.
            O que por o lado das medidas Europeias, nem sequer dá para ver o resultado de tais ações (o que se coloca a questão: Foram medidas contra producentes ?).

            Vai concordar que se um carro elétrico estiver mais carregado, vai fazer menos quilómetros, certo ? para nem sequer mencionar as questões da temperatura da bateria, Ar condicionado, entre outros.

            A questão do peso, é visível em todos os transportes, uns têm menos perdas, outros têm mais. Comparar uma mota elétrica e um carro elétrico, qual é o mais económico na sua deslocação, a mota, menos peso, maior aceleração, menor poluição, entre outros.

            Qual o avião que será capaz de fazer viagens longas e levar bastante carga ou pessoas, várias vezes ao dia ? Acredito que a tecnologia elétrica atual ainda tem muito para percorrer.

          • Joõa says:

            O exemplo dos navios é muito bom, pois mostra que se está a adequar a carga/peso ao transporte… independente do tipo de combustível usado.

            Os veículos pesados, têm que andar devagar, pois o PESO ou Carga, vão representar um maior risco, por exemplo um Camião pesado, tem que ter muita cilindrada e gerar muita potência para deslocar a carga… e andar devagar, por ter a seu cargo muito Peso, pois para parar um veículo mais pesado é mais difícil (mesmo com mais de 4 sistemas de travagem).

            Por falar em risco rodoviário, um veículo eléctrico necessita de mais recursos para se extinguir o fogo… e por falar em extinguir.
            Os extintores denominados Neve Carbónica, são puros quilos de CO2.

          • JL says:

            Ah agora já está a mudar de assunto ? posso dar outro exemplo que você vê todos os dias.

            Qual consome mais: um veiculo da mesma gama, modelo, apenas muda o tipo de motor, um a gasolina ou a gasóleo ? não se esqueça que o a gasóleo é sempre mais pesado.

            Depende onde é o fogo, se for na bateria sim, se for fora da bateria não, até porque tem muito menos por onde arder. Fogo na bateria de alta tensão são muito raros.

          • JL says:

            Errado, porque você não está a considerar o fabrico do veiculo a combustão,

            Errado novamente, o veiculo a combustão usa 300 a 400x mais recursos que o eléctrico, a não ser que me venda dizer que estes são produzidos em arvores.

            Não, não é o peso que manda na poluição, em lado nenhum, e já lhe dei vários exemplos.

            Ah a eficiência é usar materiais mais leves ? não sabe o que é a eficiência ?

            Então porque um veiculo diesel é mais eficiente que um a gasolina ? sendo o diesel mais pesado ?`

            Porque um comboio é mais eficiente que transporte terrestre ? sendo que são mais pesados ?

            Usam materiais mais leves mas são cada vez mais pesados, quer mesmo comparar o consumo de um opel corsa novo, que pesa quase 600 kilos a mais que aquilo que pesada um opel corsa b dos anos 90 ? e este novo gasta menos 1 litro por cada 100 kms ? então o peso tem a ver ?

            Nas motas depende, normalmente as motas gastam muito mais que os carros, uma mota pesa 1/10 daquilo que pesa um carro e gasta apenas metade ? então o peso tem a ver ? devia então gastar 1/10. Errado, neste caso a mota é mais poluidora, já que nem sequer pode levar carga e apenas 2 passageiros.

            Sobre os recursos tem aqui:

            https://www.transportenvironment.org/wp-content/uploads/2021/07/2021_02_Battery_raw_materials_report_final.pdf

          • JL says:

            *Porque um comboio é mais eficiente que transporte terrestre ? sendo que são mais pesados ?”

            Terrestre por estrada, já que são ambos terrestres.

          • Realista says:

            É engraçado que quando perdem a argumentação mudam logo o assunto para outro tema!!!

            A falar do peso/consumo e depois de lhe serem apresentados factos mudam a conversa para o ambiente a 10 anos…

            LOLOLOLOL

  17. Joõa says:

    Como diz e bem… vários argumentos que indica são relacionados com o Peso.
    Por exemplo o gasóleo tem maior densidade energética que a gasolina e por isso, polui mais que a gasolina… logo dá para ver que o peso de mais Carbono e outros componentes. além disso, por ter maior densidade energética, vai libertar mais energia o que nos argumentos menciona que é mais eficiente.
    Com isto se mostra que esse peso adicional, despende mais energia.
    Um exemplo como os que deu pode ser o seguinte: Porque é que um veículo com 100 cavalos é mais eficiente que um semelhante mas com 50 cavalos.

    O caso do Opel, dá para verificar que melhoraram a eficiência do combustível, através de eletrónica e reduziram perdas de energia, conseguindo efetuar mais trabalho com mais peso e menor combustível…obtendo uma maior eficiência de combustível.

    Outro exemplo que usa é que os carros antigos, tinham menos materiais, atualmente, é Ar Condicionado, GPS, Vidros elétricos, Sensor para isto e sensor para aquilo, entre outros. Estes equipamentos adicionais foram para facilitar a interação e conforto Humano o que criou mais peso nos veículos.

    A eficiência e todos os argumentos se baseiam em detalhes de um veículo com mais capacidade de efetuar trabalho e da sua utilização.
    Tem um exemplo muito bom que circula todos os dias e faz vários trajectos…. o autocarro, em certas horas anda quase vazio. Ter em consideração que os veículos mais pesados, são de maior cilindrada e por isso poluem mais.

    As motocicletas têm uma vantagem em termos de peso e aerodinâmica em comparação com os carros. Por serem mais leves e terem uma área frontal menor, as motos requerem menos energia para se moverem e podem ter um consumo de combustível mais eficiente. Além disso, as motos geralmente possuem motores menores, o que significa que consomem menos combustível em comparação com os carros que possuem motores maiores.

    LoL… Está a medir a poluição pelo modo que se usa o veículo ou instrumento. Também já deu para ver que está a assumir que é algo linear ou proporcional.

    Sim, andar a pé polui menos, certo ? Pois o negócio é antigo e as vendas têm que subir. Quantas vezes já teve de substituir as baterias de algum equipamento ou mesmo o substituir ?

    Outra polémica que é grande é sobre as vidas que sofrem com a exploração do cobalto e outros minerais, até matam as crianças e tudo por ganância e imposições políticas.
    https://www.dw.com/pt-002/rdc-o-impacto-silencioso-da-explora%C3%A7%C3%A3o-de-cobalto/a-49405234

    Pode verificar que um veículo parado nada polui, enquanto está parado.
    Quando fizer a pesquisa e todo o estudo, vai verificar que o que manda na dita poluição é derivado ao Peso e os interesses políticos envolvidos.
    Boa sorte.

    • JL says:

      Afinal nao é o peso que conta, até agora não conseguiu provar em lado nenhum que o peso conta.

      Então mostre lá um carro a gasóleo da mesma gama a gastar mais que um a gasolina, fazendo a conversão da densidade, e depois vamos ver se o peso conta.

      Sobre o cobalto não acuse só os elecricos, acuse também os a combustão, alem de ser usado em ligas metálicas, é usado na refinação, mas claro que alguém sem conhecimentos como você , não sabe disto, mas fica aqui, quem o diz é o próprio instituto do cobalto.

      https://www.cobaltinstitute.org/essential-cobalt-2/powering-the-green-economy/catalytic-converters/

      Como sempre as maiorias gostam de acusar as minorias dos males das maiorias.

      Sobre a Mota mais um disparate, desde quando uma mota é mais aerodinâmica que um carro ? Uma mota precisa de mais potência em relação ao peso que um carro para fazer o mesmo.

      Enfim, vai continuar com os seu achismos disparatados ?

      • Joõa says:

        Em geral, as motos têm coeficientes aerodinâmicos mais baixos em comparação com a maioria dos carros. Isso ocorre devido à sua forma mais estreita e aerodinâmica, com menos superfície frontal exposta ao fluxo de ar. As motos são projetadas para minimizar a resistência ao ar e maximizar a eficiência em altas velocidades.

        Além disso, acabou de afirmar que o Peso é o importante, na última afirmação… pois a mota tem um menor peso.

        • JL says:

          Por acaso não disse em lado nenhum que só o peso conta, o peso é um dos factores que conta, mas quanto se passa para velocidades acima de 45 kmh, a aerodinâmica é um factor bem mais importante, tal como os atritos ao rolamento.

          Errado, as motas não são projectadas para serem mais aerodinâmicas que os carros, tanto que não o são, se fossem consumiam muito menos que os carros, o que não acontece. Basta ver que os carros conseguem mais velocidade que as motas.

          • Joõa says:

            A frase contém algumas afirmações incorretas. Vamos esclarecê-las:

            1. “As motas não são projetadas para serem mais aerodinâmicas que os carros, tanto que não o são.”
            Isso não é totalmente verdade. Motos desportivas de alta performance são frequentemente projetadas com foco na aerodinâmica. Elas apresentam carenagens e design que visam reduzir a resistência do ar, melhorar a estabilidade em altas velocidades e maximizar a eficiência. Embora carros esportivos também possam ser aerodinamicamente projetados, a natureza compacta e a menor área frontal das motos podem contribuir para uma melhor eficiência aerodinâmica em alguns casos.

            2. “Se fossem, consumiam muito menos que os carros, o que não acontece.”
            A eficiência de combustível ou consumo energético de um veículo não é determinada apenas pela aerodinâmica, mas também por vários outros fatores, como o tamanho e peso do veículo, a eficiência do motor, a transmissão e o estilo de condução. Embora as motos, em geral, tenham motores menores e sejam mais leves do que a maioria dos carros, isso pode contribuir para uma maior eficiência em termos de consumo de combustível ou energia em determinadas situações.

            3. “Basta ver que os carros conseguem mais velocidade que as motas.”
            A velocidade máxima de um veículo não é determinada apenas pela aerodinâmica, mas também por sua potência, relação peso-potência, configuração do motor, capacidade de aceleração e limitações de segurança. Embora alguns carros possam atingir velocidades mais altas do que a maioria das motos, isso não é uma indicação direta de que os carros são mais aerodinâmicos em relação às motos.

            Em resumo, a aerodinâmica é um fator importante tanto para motos quanto para carros e ambos os tipos de veículos podem ser projetados para otimizar a eficiência aerodinâmica. A eficiência de combustível ou consumo energético e a velocidade máxima são influenciadas por uma variedade de fatores e é importante considerar o contexto e as especificações dos veículos ao fazer essas comparações.

          • JL says:

            Foi o senhor que disse que as motas eram projectadas para serem mais aerodinâmicas que os carros, não eu.

            Exacto, então se têm menor tamanho é menor peso, porque consomem mais ? Estranho não é, mas é um facto.

            De fossem mais eficientes e como diz que são mais aerodinâmicas é mais leves, porque não consomem menos ? Você é que está a entrar em contradição por dizer que o peso é tão importante, como vê é importante mas pouco.

            Eu falo de velocidades máximas record em veículos comercializados, os mais rápidos são carros, e por uma diferença muito grande.

            Ok, já chegou ao peso, aerodinâmica, agora faltam os outros factores que determinam o consumo energético de um veículo.

    • JL says:

      O caso do Opel melhoraram a eficiência do combustível ? Loool, então mas eu estou a contar que ambos usam o mesmo combustível, inclusive tenho um Opel corsa B de 94, diesel e pesa 940 kilos, um novo pesa 1590 kg.

      Então o peso conta ?

      Conta muito mais a aerodinâmica do que o peso, até os pneus fazem mais diferença no consumo que o peso.

      • Joõa says:

        Os pneus fazem diferença, pois são eles que permitem ter mais u menos atrito , consoante as suas características e o Peso que têm que suportar.
        Logo, um carro Elétrico que pesa mais de duas toneladas, vai fazer diferença, nos pneus, consumo (tal como referiu), segurança, entre outros.

        A física mostra-nos que para deslocar algo mais pesado temos de consumir mais energia.

        Em relação ao Opel, um fator importante no débito do combustível são as centralinas (ECU’s), que têm vindo a ser melhoradas, como por exemplo as frequências de trabalho, os bits que processam (8bits, 16bits, 32bits…), entre outros.

      • JL says:

        Que tem a ver se um carro pesa mais de 2 toneladas ou nao ? O que nao faltam são carros com motor diesel a pesar mais de 2 toneladas.

        É verdade, a física mostra que com mais peso mais energia, o problema é que a energia aproveitada por veículos a combustão é muito baixa em relação a um eléctrico que aproveita 90% da que é la colocada, enquanto um a combustão aproveita uns 30% na melhor hipótese, é por isso se usam sistemas híbridos para reduzir essas perdas e deixar os a combustão mais eficientes, se sabe de física e não sabe de eficiência, então não vale a pena teorizar sobre o tema, está simplesmente a perder tempo onde o devia estar a aplicar nos estudos.

        Exacto , e sabe para que serve as novas ecu, tempos de processamento mais rápido, maior banda de dados ? Tudo para se obter mais eficiência que é coisa que você insiste em ignorar e está na base de tudo, até no seu ordenado.

      • Realista says:

        A física mostra-te que deslocar algo mais pesado do ponto 0 gasta mais energia, mas não em andamento. Existe um ponto em que a resistência de ar é mais importante para o consumo.

        Da mesma forma que afirmas que um carro com 100cv é mais eficiente que um de 50cv isso só é válido para viagens a velocidades maiores. A velocidades menores um carro com 50cv consome muito menos que um carro de 100cv…

        • Joõa says:

          “A física mostra-te que deslocar algo mais pesado do ponto 0 gasta mais energia, mas não em andamento.”
          Na realidade, a quantidade de energia necessária para deslocar algo mais pesado do ponto de partida é maior, tanto no início quanto durante o movimento. De acordo com as leis da física, é necessária mais energia para superar a inércia e vencer a resistência inicial ao movimento de objetos mais pesados. Além disso, a energia necessária para mantê-los em movimento também é maior, uma vez que a força de resistência ao movimento, como a resistência do ar e a resistência ao rolamento, aumenta com o peso do objeto, volto a repetir, Aumenta com o PESO.

          A resistência do ar é um fator significativo no consumo de energia de um veículo em movimento, especialmente em velocidades mais altas. À medida que a velocidade aumenta, a resistência do ar se torna um fator cada vez mais importante e contribui para um maior consumo de energia. Portanto, é correto afirmar que a resistência do ar se torna mais relevante em altas velocidades, mas essa característica é aplicada independente do tipo de combustível usado, se é elétrico, combustão, entre outros.

          O exemplo que foi dado da potência, está relacionado com as comparações que o JL tem efetuado (são da mesma ordem), pois a potência de um motor não é o único fator que determina a eficiência de um veículo. A eficiência do motor, a aerodinâmica, a transmissão, o peso do veículo e outros fatores desempenham papéis importantes na determinação do consumo de combustível ou energia. Em geral, um carro com maior potência (100cv) terá maior capacidade de aceleração e desempenho em altas velocidades. No entanto, em velocidades mais baixas ou durante a condução em condições urbanas, um carro com menor potência (50cv) pode ser mais eficiente, já que exigirá menos energia para se deslocar em velocidades mais moderadas. A eficiência do motor e outros fatores de projeto podem afetar o consumo de energia em diferentes faixas de velocidade.

          • JL says:

            Como vê, afinal os ve mesmo mais pesados consomem menos energia, até podia ir buscar um volvo ex90, vai consumir menos energia que uma scooter 125cc .

  18. pdsermqq says:

    A farsa do carro elétrico vai acabar mais cedo do que se espera. Estão a destruir o planeta ainda mais rapidamente.

    Os combustíveis sintéticos e hidrogénio são o futuro, limpo.

    • JL says:

      Mais um electrobofico que defende aquilo que não conhece em detrimento daquilo que também não conhece. Loooool

      • Joõa says:

        “Quando se fala que o carro elétrico não polui, só um terço da afirmação está correto.”

        https://pt.wikipedia.org/wiki/Carro_el%C3%A9trico

        • JL says:

          Dizem que não polui na estrada, o que é totalmente verdade em relação aos a combustão, que é sempre o único ponto onde dizem que polui.

          Ou o a combustão não polui antes de chegar à estrada ? E na produção de combustível ?

          Acha mesmo que o mundo está errado e você está certo !

          • Joõa says:

            O argumento é da Wikipédia… será o mundo, ou um facto do mundo?

            Independente do tipo de combustível, quanto maior o peso, mais energia tem que se aplicar.
            Um exemplo que pode verificar é simples… quantos HP tem um elétrico e quantos km fazem ?

            Exemplo:

            Opel Corsa B 14i 16v
            Potência : 90 PS / 89 HP / 66 kW @ 5800 rpm
            Peso : 910 Kg / 2006 lbs
            Relação Peso/Potência : 10.1 kg/hp
            Autonomia : 621 Km / 386 miles

            https://www.ultimatespecs.com/pt/car-specs/Opel/3335/Opel-Corsa-B-14i-16v.html

            Tesla Model 3 Standard
            Potência : 204 PS / 201 HP / 150 kW
            Peso : 1610 Kg / 3549 lbs
            Relação Peso/Potência : 7,892 kg/hp
            Autonomia (EPA): 354 Km / 220 miles
            Cx : 0.23
            Tempo de carga : 7 (H:m)

            https://www.ultimatespecs.com/pt/car-specs/Tesla/106026/Tesla-Model-3-Standard.html

            Na relação peso-potência, geralmente é preferível ter uma relação menor, o que significa ter menos peso em relação à potência do veículo. Isso ocorre porque uma relação menor de peso-potência geralmente resulta em um desempenho melhor em termos de aceleração e velocidade.
            Dá para verificar que a

            A relação peso/potência… é um indicador que realça o que venho a mencioar… O PESO, como sendo o fator importante.

            O peso afeta a eficiência do veículo, incluindo o consumo de combustível ou energia elétrica necessária para movê-lo. Geralmente, veículos mais pesados requerem mais energia para superar a resistência ao movimento, o que pode resultar em uma redução na autonomia.

            No caso de veículos movidos a combustível, um veículo mais pesado pode exigir um motor maior ou mais potente para fornecer a potência necessária, o que pode aumentar o consumo de combustível. Além disso, um veículo pesado coloca uma carga adicional nos componentes mecânicos, como motor, transmissão e freios, o que também pode afetar a eficiência e a autonomia.

            No caso de veículos elétricos, o peso também desempenha um papel importante. Um veículo mais pesado exigirá mais energia da bateria para se mover, reduzindo a autonomia total do veículo. Além disso, o peso extra também pode afetar a eficiência do sistema de regeneração de energia durante a desaceleração, resultando em uma menor recuperação de energia cinética.

            No entanto, é importante ressaltar que a autonomia de um veículo é influenciada por vários outros fatores, como aerodinâmica, eficiência do motor ou sistema de propulsão, capacidade da bateria, eficiência da transmissão e até mesmo o estilo de condução do motorista. Portanto, embora o peso possa ter uma influência significativa, não é o único fator determinante da autonomia de um veículo.

          • JL says:

            Mas afinal qual consome mais ? Fez o cálculo ?

          • JL says:

            Errado: as autonomias de ambos os veículos é influenciada por vários factores, ou os a combustão têm sempre a mesma autonomia ?

            Curioso, porque o meu corsa tanto fazia 4.5 como 10 litros aos 100 kms.

          • Realista says:

            Perdi-me a contabilizar a eficiência/peso na parte quem que o Opel Corsa B para percorrer 612km necessita de 450kW (42Litros de Combustível) e o Tesla para percorrer 708km necessita de 108kW (2*54kW) mesmo sendo mais pesado…

            Podes repetir?

          • Realista says:

            Perdi-me outra vez no ponto sobre o Peso/Potência:

            Opel Corsa: 910kg/66kW = 13,78Kg/kW
            Tesla: 1610kg/150kW = 10.73Kg/kW

            Podes repetir?

    • Realista says:

      Claro que vai.

      Não existe produção de energia suficiente para produzir combustíveis sintéticos nem hidrogénio limpo, ainda afirmas que são o futuro limpo…

      Espera até saberes que 99% do hidrogénio produzido até agora é com recurso a energia não limpa.

      • Joõa says:

        Opel Corsa B 14i 16v:
        Potência: 66 kW
        Peso: 910 kg
        Relação Peso/Potência: 910 kg / 66 kW = 13,79 kg/kW

        Tesla Model 3 Standard:
        Potência: 150 kW
        Peso: 1610 kg
        Relação Peso/Potência: 1610 kg / 150 kW = 10,73 kg/kW
        Comparando as relações peso/potência, podemos ver que o Opel Corsa B tem uma relação peso/potência de 13,79 kg/kW, enquanto o Tesla Model 3 Standard tem uma relação peso/potência de 10,73 kg/kW.

        Neste exemplo o Tesla Model 3 Standard é mais eficiente do que o Opel Corsa B 14i 16v em termos de desempenho relativo ao peso.

        Ter em conta que se está a comparar um veículo de 1994 com um de 2018.
        Comparando um veículo com mais alguma potência e de 2017, com o Tesla de 2018 :

        Ford Fiesta 8 ST-2017:
        Potência: 147 kW
        Peso: 1285 kg
        Relação Peso/Potência: 1285 kg / 147 kW = 8,74 kg/kW

        Tesla Model 3 Standard:
        Potência: 150 kW
        Peso: 1610 kg
        Relação Peso/Potência: 1610 kg / 150 kW = 10,73 kg/kW

        Comparando as relações peso/potência, podemos ver que o Ford Fiesta 8 ST-2017 tem uma relação peso/potência de 8,74 kg/kW, enquanto o Tesla Model 3 Standard tem uma relação peso/potência de 10,73 kg/kW.

        Uma relação peso/potência menor indica uma maior eficiência em termos de desempenho, pois indica que o veículo tem uma potência maior em relação ao seu peso. Portanto, com base nas relações peso/potência, o Ford Fiesta 8 ST-2017 é mais eficiente em termos de desempenho relativo ao peso do que o Tesla Model 3 Standard.

        • JL says:

          O Ford Fiesta consome 1.5 litros aos 100 kms ?

          É isso que consome o tesla em termos energéticos e comparativos.

          • Joõa says:

            A comparação indicada é sobre a eficiência relacionada com o peso/potência.

            Outra comparação muito usada, será os dois veículos efetuarem a distância Norte a Sul do País. Qual é que chegaria primeiro ? A resposta desfavorece o elétrico, pois o tempo de carga é maior, além de fazer menos km’s, pois a autonomia do Fiesta indicado é de 700 km, mesmo quase o dobro do Tesla.

            Resumindo, uma pessoa que tenha um veículo a combustão tem as suas vantagens, tal como o elétrico, mas o mais importante é Existir a opção de escolha.

          • JL says:

            Depende do tempo que tenham disponível e do uso que lhe dão. Se eu fizer isso regulamente, só optava por um ve com grande autonomia, hoje em dia existe ve que fazem essa distância com 30 minutos de carga, numa viagem de 6 horas não e meia hora que me tira vida.

            Agora não vou comprar um veículo que tem grande autonomia e só o vou usar uma vez por ano.

          • Realista says:

            Estas a brincar só pode…

          • Realista says:

            A comparação que fizeste é de um motor às 6000rpm.

            Ou seja, para todas as rpm inferiores a 5000 o motor do Ford é menos eficiente…

            É por isso que em ambiente urbano e em AE nas velocidades recomendadas um veículo elétrico consome menos, muito menos porque consegue ter um rácio peso/potência muito inferior que qualquer veículo a combustão que normalmente trabalha entre as 750rpm e as 2500rpm (dos 0km/h aos 120km/h) e para essas rotações o rácio peso/potência oscila entre 50kg/kW e os 20kg/kW…

            É por isso que um qualquer Veículo elétrico citadino com 1200/1400kg e um motor de 60/80kW é mais eficiente que qualquer carro térmico, especialmente em ambiente urbano.

            PS:

            No entanto ainda tens que procurar mais pois o Model 3 Standard possui uma potência de 208 kW (279hp) e não 150kW o que lhe dá um rácio peso/potência de 7.7kg/kW

            https://en.wikipedia.org/wiki/Tesla_Model_3#2020

            😉

        • Realista says:

          Estas correto na teoria, mas para teres uma ideia do absurdo que estas a dizer repara que o motor do Fiesta só produz 147kW quando se encontra no pico de 6000rpm… e só aí é que tens 147kW, antes e depois das 6000rpm não tens os 147kW de potência o que o torna ineficiente para todas as outras situações.

          Já te imaginaste o que é a andar a 140km/h em terceira ou quarta mudança ou então em primeira a 50km/h para andares nas 6000rpm constantemente e seres mais eficiente que um Tesla nas mesmas velocidades?!

          Com certeza que eras eficiente mas não era por muito tempo até a caixa ou outro componente rebentar e nesse caso lá se vai a eficiência…

          Na verdade que os carros a combustão só são eficientes a altas rotações e consequentemente velocidades, mas para isso necessitas de estar SEMPRE no pico das rpm nunca, mas nunca podias descer disso.

          Era ligar o carro de manhã e o motor passar logo para as 6000rpm… LOL

          🙂

          • Realista says:

            Na verdade, pensando bem nem a 6000rpm a 50km/h estavas a ser muito eficiente porque estavas a debitar 147kW e só estavas a obter ter 50km/h enquanto que um elétrico pode mudar a potência quando quer e como quer de forma instantânea…

          • Joõa says:

            Essa eficiência que mencionas, traduz-se no desperdício e mais baixa quilometragem de um elétrico, pois tal como dizes quando carregas no acelerador a potência tem que ser limitada por causa de todos os componentes e até conforto. É por isso que um bom carro com um motor mais elástico (capacidade de rotação), pode ser mais eficiente e minimizar as perdas.

            Exponho um exemplo, para verificar se compensa a dita transição. Por exemplo a aquisição de um Tesla Model 3, comparando com um veículo que faça 10L/100km (já estou a esticar) e para o preço do combustível 1,7€/litro.

            Portanto, com um orçamento de 40.000€ (Valor Novo), considerando um consumo de 10L/100km e um preço de combustível de 1,7€/litro, seria possível percorrer aproximadamente 235.294,12 km. É importante ressaltar que essa é uma estimativa teórica e sem levar em conta outros fatores, como a depreciação do veículo, manutenção, custos adicionais, entre outros… isto só em valor de Combustível.

            Se o veículo fizer mais de 200 mil km’s (já estou a considerar alguns ajustes) já compensa a aquisição de um Tesla Model 3.
            Sem considerar acidentes, vendas, mais de 15 anos as baterias (já estou a dar uma benesse) e outros fatores que podem ocorrer antes dos km’s mencionados, o que deixaria de compensar.

            Além disso e das eficiências, consumos e todos os argumentos que tentam, sim tentam racionalizar algo, existe um fator mais importante. O sentimento… que traz o gosto/paixão/prazer de ter um determinado veículo, seja a carvão, pilhas, gás, entre outros.

          • JL says:

            Eu compro já 10 carros iguais a esse que gasta 10 litros e por esse preço.

  19. Realista says:

    Um motor elétrico é mais eficiente que um motor a combustão… não há volta a dar, é um facto.

    Basta teres em consideração que 1L de gasóleo produz na queima o equivalente a 10kWh, e assim, para teres um termo de comparação o meu carro neste momento está com um consumo médio de 10,5kwh/100km. Basicamente o meu consumo é de 1L/100km enquanto que um diesel por muito eficiente que seja dificilmente andará abaixo dos 4L/100km (e então com o uso que dava ao meu antigo BlueHdi que estava nos 7L/100km).

    É não há volta a dar em termos de eficiência, um carro elétrico será sempre mais eficiente… quanto a este assunto estamos encerrados seja pelo rácio peso/potência seja pelos consumos aos 100km.

    Quanto ao fator económico, não estou a entender as tuas contas, isto porque num cenário mais realista para um veículo que gaste 6L/100km ao preço de €1.4L para percorrer 200.000km custa-te €16.800 .

    Já num veículo elétrico mesmo com um consumo um pouco acima do normal de 18kWh100km e que cada kW te custe €0.18/kW (acima dos preços praticados atualmente) circular 200.000km custa-te €6.500.

    Assim o custo de posse de um Tesla ao fim de 200.000km seria os €40.000 acrescidos de €6.500 ou seja €46500.

    Para igualar os custos, um carro a combustão da mesma gama teria de custar €29.700 para compensar os €16.800 de combustível.

    E nem sequer estamos a entrar em linha de conta os custos do Adblue, que aumentam sempre o custos por litro, nem do IUC, nem pneus, nem de revisões/manutenções…

    Agora diz-me um Sedan a gasóleo que custe menos de €30.000 e que tenha 230hp e caixa automática… pois, tá difícil.

    Assim em termos económicos também estamos conversados.

    Quanto ao sentimento, sei que é subjetivo, mas conduzir um elétrico é a melhor experiência de condução que já tive desde o humilde Dacia Spring ao Renault Twingo, Nissan ou Tesla. É outro nível em termos de conforto e suavidade que nenhum veículo a combustão consegue emular para além de basta um pequeno toque para se sentir toda a potência do motor de forma instantânea… é mesmo incrível! 😉

    • JL says:

      Ainda há quem de questione sobre a eficiência do motor eléctrico ? Bem, aparece muito isso por aqui, temos de começar a perguntar porque é que as fábricas não usam motores a combustão nas linhas de montagem . Looool

    • Joõa says:

      Embora seja verdade que os motores elétricos são geralmente mais eficientes do que os motores a combustão, é importante considerar que existem diferentes tipos de motores a combustão, como motores diesel e gasolina, que também possuem níveis variáveis de eficiência.

      Alguns argumentos são exagerados, no entanto como se verificou, que através do rácio peso/potência a eficiência depende dos veículos a comparar. Além disso existem algumas limitações, como o Tempo de carga e a Durabilidade da bateria, impacto ambiental da produção de baterias, Dependência da rede eléctrica, Autonomia, Manutenção e substituição da bateria pode ser mais cara do que a manutenção de um veículo movido a combustível, que também são factuais.

      Certo, carro novo e com potência é muito melhor, o sentimento vai fazer parte da compra. Carros com maior potência podem ser mais desafiadores de conduzir e exigir mais habilidades para controlar corretamente. No entanto, com prudência e responsabilidade ao volante, é possível desfrutar de um carro potente de forma segura.
      Além disso os veículos mais pesados têm maior inércia e podem levar mais tempo para travar ou manobrar. No entanto, o peso do veículo não é o único determinante do risco rodoviário.
      Como podes verificar existem vários tipos de veículos, sendo o importante existir escolha para uma determinada função e deve existir a Escolha.

      Exagerando também, se fosse tudo obrigado a transitar para motos e toda a carga seria encarregue a comboios ou outro tipo de transporte. As pessoas para deslocarem-se e para “poupar” o ambiente teriam que mudar para as motos e elétricas, deixando de haver opção.

      Um melhor exemplo, a partir de “amanhã” só seria possível deslocarem-se em motores a Hidrogénio. Esta restrição cria conflito nas escolhas e decisões das pessoas.

      O que realmente está em questão é a limitação da escolha.
      Cada pessoa deve escolher se prefere andar de Jacto privado, barco, carro, comboio, tractor, quer seja a pilhas, carvão ou outro combustível… e deve ser respeitada a pessoa e o veículo em que se desloca, por exemplo: tanto num carro pequeno como num “carrão”, independente do combustível.

      Colocar pessoas contra as outras pessoas, é uma má política e visa a ter interesses relacionados.

      • JL says:

        Que tem eficiência a ver com tempo de carga ?

        Os a combustão têm ainda mais problemas, duração do motor, tem de mudar peças todos os anos, e essas não caiem das árvores, dependem da rede de postos de combustíveis e do seu negócio meio estranho, ao contrário dos ve’s, não dependem da rede, isso não é verdade, você poder ter a sua produção sem estar ligado à rede, eu estou mas apenas para backup, já que 90% da energia que consumo é produzida por mim. Impossível num a combustão ou qualquer outra tecnologia .

        Durabilidade dos motores, dos escapes, sistemas auxiliares, quer mesmo comparar essa parte ? Quando uma bateria dura mais que tudo isso ?

        Sim, os seus argumentos são exagerados, até porque considera que o tempo de carga é tempo dispendido pelo utilizador, o que não é verdade, só o é para os a combustão e outras tecnologias, o veiculo leva tempo carregar mas eu não estou lá a olhar para ele como você tem de fazer.

        Sim, nos a combustao a autonomia nao é um problema, o problema é o custo dessa autonomia e quantas vezes ela é realmente usada na vida do carro.

        Troca de bateria ? Porque razão havia de trocar ? Até hoje só troquei uma num veículo que não foi por se danificar, já que está a ser usada até hoje, mas sim para lhe aumentar a autonomia e até foi usada uma bateria de um carro batido e de outra marca, veja só as vantagens, qualquer bateria desde que haja espaço pode ser adaptada em qualquer carro.

        Limitação de escolha ? Onde ? Em que país ? Nunca vi nada parecido, vive nalgum país comunista ?

        • Joõa says:

          Estes últimos dois anos, mostraram o que se poderia fazer com a lei e até limitaram as pessoas em diversos aspetos, com leis anticonstitucionais.

          Veículos a combustão não precisam trocar peças todos os anos: Embora os veículos a combustão exijam manutenção regular e a substituição de peças ao longo do tempo, isso não significa que seja necessário trocar peças todos os anos. A manutenção e a substituição de peças dependem de vários fatores, como o tipo de veículo, o estilo de condução e a manutenção adequada, tal como um elétrico, também tem a sua manutenção e atenção existem certos detalhes muito importantes no manual do proprietário, muitas vezes ficam por se mencionar.

          Durabilidade dos motores e sistemas auxiliares: Tanto os veículos a combustão quanto os veículos elétricos possuem componentes sujeitos ao desgaste ao longo do tempo. A durabilidade de motores, escapamentos e sistemas auxiliares varia de acordo com a qualidade do veículo, manutenção adequada e estilo de condução. Não é correto afirmar que uma bateria elétrica durará necessariamente mais do que esses componentes.

          Embora seja verdade que a substituição de baterias pode ser uma opção para aumentar a autonomia de um veículo elétrico, é importante notar que as baterias também têm uma vida útil limitada e eventualmente podem precisar ser substituídas devido à degradação ao longo do tempo. A viabilidade e o custo de substituição da bateria podem variar de acordo com o veículo e o mercado.

          É importante considerar que cada tecnologia de veículo possui suas próprias vantagens e desvantagens, e a escolha adequada depende das necessidades individuais, estilo de condução, infraestrutura disponível de carga e preferências pessoais.

          Um exemplo só para entender o que está em “jogo”:
          É a favor de que todas as pessoas passem a usar só e só transportes públicos ? isto por causa do clima e outros fatores verdes.
          A resposta do exemplo serve para fazer o meu ponto de vista.

          • JL says:

            Existem peças para trocar todos os anos, filtros por exemplo, quando não troca num ano, troca no outro.

            Sobre a bateria, também não é correto dizer que ela dura menos que um motor tradicional, só porque sim, até porque é feita para durar a vida útil do veículo, tal como acontece com qualquer outro veiculo.

            As baterias nao tem vida útil limitada, onde viu isso ! Há alguma coisa que lhe limite a vida ?

            Eu sou a favor que se use os meios necessários e eficientes para se reduzir tanto o consumo de energia como a pegada ambiental.

            Não é isso andamos a fazer há mais de um século?

      • Realista says:

        Nós só estamos a considerar os motores a gasóleo, porque se formos para a gasolina o cenário ainda é pior.

        Quanto aos exemplos exagerados, só o são para o gasóleo pois, mais uma vez, nunca na vida consegues andar a 140km/h a 6.000rpm. A essas velocidades andas a 2.000rpm onde o rácio peso/potência é largamente superior a qualquer elétrico e de longe 🙂 E mesmo que andes a 6.000rpm a 140km/h estas a ser ineficiente porque estas a consumir combustível em demasia para a velocidade que estas a debitar (sem contar com o esforço na caixa)… E nem estamos a contar com outros fatores como por exemplo um veículo a combustão perder potência com a altitude.

        Quanto ao impacto ambiental, é verdade que um EV necessita de mais recursos ao inicio mas criticar esses aspeto é ter uma visão enviesada porque o que interessa é o somatório de todos os anos de operação do veículo e não apenas no ano Zero…

        Relativamente à dependência da rede elétrica, nem é preciso dizer nada. Cada vez existem mais postos de carregamento e onde existe eletricidade existe forma de carregar um VE nem que seja numa tomada normal, já o combustível não se pode dizer o mesmo. Se ficares sem combustível no interior do país podes ter a certeza que vais ter de andar várias dezenas de quilómetros a pé para (e se) encontrares uma bomba.

        Também ignoras que a larga maioria das baterias são modulares, isto é, se acontecer um problema não necessitas de trocar a bateria toda. Por exemplo a bateria de um BMW i3 é composta por 96 células, em 8 módulos de 12 que compõem o pack de baterias. Assim em caso de problemas podes trocar só um módulo de 12 em vez das 96…

        Não duvido que o sentimento de comprar um Lucid Air Shappire com 1200cv seja muito melhor e mais barato que qualquer carro a combustão. 🙂

        Quanto ao Hidrogénio, já falamos por aqui mas para produzir 1Kg de hidrogénio é necessário 18kWh de energia pelo que o impacto energético é muito mas muito maior que os veículos só a bateria… isso é só falar por falar.

        Relativamente às escolhas se achas que as escolhas deveria ser livres, muito bem:
        – eu escolho usar gasolina com chumbo, novamente. Queres saber porque é que surgiram as normas EURO para os motores? Vai ver o impacto de se usar chumbo nos combustíveis e depois diz alguma coisa…

        • JL says:

          18 kWh não, 50 kWh de electricidade, mais os recursos necessarios( sim os electrolizadores nao são feitos de madeira nem duram para sempre) e mais uns 10 kWh por cada kilo para o fazer chegar aos tanques do carro.

          Há um grupo de toyota mirai, há dias foi la um dono de um leaf dizer:”epa gostava de conhecer esta tecnologia e ter um carro com mais autonomia e mais rápido de carregar”

          As respostas foram claras: “nao se mete nisso, troque o leaf por um eléctrico que carregue mais depressa e tenha mais autonomia.”

          Outros até disseram :” você é louco, se soubesse o preço que custa fazer 100 kms mais depressa comprava um Camaro para substituir o leaf.”

          Lol

        • Yamahia says:

          ” para produzir 1Kg de hidrogénio é necessário 18kWh de energia pelo que o impacto energético é muito mas muito maior que os veículos só a bateria…”
          Maravilha. Estamos quites loool

  20. Joõa says:

    No entanto, é comum considerar a vida útil média de um carro entre 10 e 15 anos, com base na quilometragem média percorrida durante esse período. Alguns carros bem cuidados e mantidos podem durar mais de 15 anos, enquanto outros podem ter uma vida útil mais curta devido a vários fatores.

    É importante notar que a vida útil de um carro não está diretamente relacionada apenas à sua idade em anos, mas também à sua condição geral, desgaste dos componentes, histórico de manutenção e outros fatores individuais. Recomenda-se realizar manutenções regulares e seguir as orientações do fabricante para aumentar a vida útil do veículo.

    Basta observar um exemplo das pilhas recarregáveis.

    Então sendo assim, abdicaria de uso de carro ou outro veículo e teria que usar apenas transportes públicos, pois é para aí que querem chegar (com as cidades de 15min.), onde pode deslocar-se a pé.

    Todas as medidas implementadas há mais de um século e até agora só só agravaram o clima, mas pode-se usar o último argumento dos dois anos… “vai ficar tudo bem”.

    • JL says:

      Pilhas recarregáveis ? Que isso tem a ver ?

      Por acaso não, o que tem agravado é o constante aumento populacional, as emissões até têm vindo a reduzir per capita desde há 30 anos, curiosamente desde que foram implementadas as normas Euro de emissões. Até noutras atividades, normas antipoluicao para navios e aviões existem muito antes dos carros, desde os anos 70, para as empresas desde os anos 90quem não se lembra da norma 14001 ?

      Tem de estudar um pouco mais…..

      • Joõa says:

        Se usar pilhas recarregáveis, vai ver que tem que ir adquirir mais, pois chegam a um ponto e deixam de funcionar como suposto. A durabilidade é reduzida com várias cargas.

        É verdade que existe aumento populacional, mas o mais curioso é que todo o mundo cabe na Ucrânia, se o país traz algo conflituoso, podemos escolher o como outro exemplo o estado do Texas. Desta forma podemos verificar que a população é mesmo pouca, em relação ao planeta. O que se pode dizer é que existe muita ganância.

        Correto que se tem reduzido as emissões, no entanto podemos observar que durante esses vários anos as situações têm vindo a piorar (segundo se diz). O que leva a questionar tais medidas.
        Ter em consideração de que a percentagem de CO2 na atmosfera é de 0,04% e se desce abaixo de 0,02% (0,0150%), deixa de existir possibilidade de vida.

        Maior parte dos seres vivos necessitam de CO2 para viver… e muitos vivem sem eletricidade.

        • JL says:

          Então qual é a diferença para outras tecnologias ? as outras duram para sempre ? pois, é que até duram menos, e bem menos.

          Se sobe a 0.08 % deixa também de haver vida.

          O problema nem é o CO2, são os outros gases bem piores envolvidos, é esses que se tem combatido.

          Ah esse é o seu argumento ? portanto podem viver com CO2 dos carros, mas sem eletricidade é na boa? LOOOOL

          • Joõa says:

            Qual destes gases é que são os “piores” ? os em menor %? os 0,04% ? ou os gases combinados que chegam a 0,1% ?
            Valores de gases na atmosfera:
            Nitrogênio (N2):~78% em volume.
            Oxigênio (O2): ~ 21% em volume.
            Dióxido de Carbono (CO2): ~ 0,04% em volume.
            Argônio (Ar): ~ 0,93% em volume.
            Neônio (Ne), Hélio (He), Metano (CH4), Criptônio (Kr) e outros gases: Combinados, representam menos de 0,1% em volume.

            Estes gases são muito perigosos… é por isso que os políticos querem ter as vantagens do campo na cidade, pois os ditos problemas, são problemas políticos e criados por políticos e estão nas cidades.

            Acredito que já tenha visto o vapor de água expelido pelo tubo de escape que pode condensar-se e tornar-se visível na forma de pequenas gotículas de água, normalmente no inverno ou climas frios, podem aparecer como fumaça branca saindo do escape. Isso é conhecido como “emissão de vapor de água” e é um fenômeno normal em carros a combustão.

            Dou-lhe um exemplo, para poder comparar o impacto ambiental… pegue no Smartphone e verifique quanto tempo dura ? 1 a 2 dias ? Deveria durar mais ? Tem muitas Apps a consumir a bateria sem fazer “nada”?

            As tecnologias vão avançando, como o exemplo do moto elétrico da Yamaha. Só por ser inovação em nada quer dizer que as pessoas têm de ter a última tecnologia, ou mesmo sequer necessitem.
            Por acaso tem o último Iphone 14 Pro ? Precisa dele ? ou ainda continua a usar o seu antigo telefone ?

            As pessoas vão continuar a andar de jatos privados, ter veículos de alta cilindrada, entre outras coisas que poluem muito.

            O argumento é que os que poluem mais estão a dizer aos que poluem menos, para se preocuparem com a sua poluição.
            As Indústrias são um dos maiores poluentes.

            Ter em conta que “NADA se Cria, NADA se Perde, TUDO se Transforma.”

          • JL says:

            Nenhum dos gases que preocupam os ambientalistas, e não apenas os politicos está ai lista, essa lista é do ar encontrado numa atmosfera limpa, não daquela que encontra no meio de uma cidade.

            O vapor de água é um gás efeito de estufa, não é preciso dizer mais nada.

            Sobre o smart phone tenho um iphone SE de 2016, a única coisa que levou foi um display, porque partiu….
            A bateria dura cerca 1 dia, dependendo da utilização, mas esse exemplo não serve de exemplo, já que os smart phones recebem atualizações para novas funcionalidades todos os meses, o que os deixa “mais pesados” em termos de software, e isso também provoca mais gasto de bateria, logo não é um exemplo que sirva para o caso, nos carros acontece exactamente o contrário, o que não faltam são casos de updates de firmware/software que deixaram os carros mais eficientes e a gastar menos bateria, o meu eléctrico com 8 anos gasta menos agora que gastava em novo,e tem tudo a ver com as muitas atualizações que levou.

            O seu carro gasta o mesmo que em novo ? quanto gastou com ele para o manter nesse estado ? pois é.

            As pessoas vão andar de jatos e de carros até eles existirem desse modo, não deu já por isso que querem acabar com esses maus exemplos ?

            Os russos andam a matar ucranianos, certo ? sendo assim podemos todos partir para o mesmo, ou seja, os maus exemplos servem de referência, não é esse o seu argumento ?

            “O argumento é que os que poluem mais estão a dizer aos que poluem menos, para se preocuparem com a sua poluição.
            As Indústrias são um dos maiores poluentes.”

            È exatamente aquilo que você está agora a fazer, está a tentar convencer os que poluem menos que devem poluir menos….

            Quais industrias ? aquelas que você também consome ? até a industria que estamos aqui a usar polui muito ? vamos desligar tudo isto para poluir menos ?

            Sim, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, neste caso em dióxido de carbono, óxidos de azoto, óxidos de enxofre, entre outros muitos gases prejudiciais.

          • Realista says:

            Se é tudo tão benigno, tranca-te numa garagem pequena com essa água a sair do escape, faz uma sesta, e depois diz-me resultado…

          • Yamahia says:

            “moto elétrico da Yamaha”
            @Joõa, que moto é essa?

          • Yamahia says:

            “um iphone SE de 2016, …
            A bateria dura cerca 1 dia”
            Com o @JL as baterias duram sempre eternidades loooloool

          • JL says:

            Duram o que duram, é verdade que não deixo aberto 500 aplicações ao mesmo tempo.

          • AiOGajo says:

            Os Nokia 3310 duravam 1 semana.

          • Yamahia says:

            lool
            Nesse só se andar em modo voo eheh

          • JL says:

            Duravam se não lhe mexerem, hoje os telemoveis fazem muito mais trabalho e com muito mais utilidade, lógico que o consumo é muito maior.

  21. Joõa says:

    O vapor de água é o mais abundante gás efeito de estufa.

    É necessário compreender o que se está a tentar fazer…
    “Coloque a máscara!” seria um dos argumentos nestes últimos anos usado, uma forma de colocar pessoas contra pessoas. Dizer que apenas o lado de um argumento, onde todo o cenário tinha sido criado vários anos antes.

    Pode verificar que na fatura da eletricidade o que está poluir, foi escolha do fornecedor de eletricidade, pois maior parte da fonte de energia é derivada das escolhas que a empresa decidiu, para o cliente final só tem é que pagar.

    O exemplo do telefone é também um bom exemplo, em vários aspectos:
    – Usa Bateria (pode ser removível e degrada com o tempo, a sua substituição vai ser inevitável, principalmente se tiver bastante tempo parada. Não dura o mesmo tempo que novo ? certo?);
    – A substituição do LCD, mostra que deseja manter e bem o telemóvel, fazendo-o durar mais;
    – As novas atualizações só são feitas se autorizar, tal como as várias aplicações, necessitam de consentimento. Descobri que se parasse ou suspendesse as apps do Google ganharia mais 2 dias, fazendo durar 4 a 6 dias.

    O carro consome tanto ou menos comparado com um novo e é só colocar combustível e andar.

    A questão e possivelmente passou despercebido, mas nestes últimos anos andaram a matar pessoas de todo o mundo e fizeram com que as pessoas aceitassem isso. Pois não são as pessoas que querem andar a matar outras pessoas, são os políticos que decidem e são eles que escolhe a guerra ou a paz. O resto que lhe possam dizer é teatro.

    As pessoas mesmo na alimentação decidem comer os ditos maus exemplos e depois enchem-se de medicamentos para compensar (também está a tomar medicamentos para a tensão e para os diabretes? é algo que está na moda e que os médicos prescrevem, de preferência dizem que tem que tomar aquilo para o resto da sua vida (Cliente fidelizado) ).

    A questão é mesmo essa, se a industria petrolífera, polui muito, vamos desliga-la ? Se a extração fosse com painéis solares e fontes renováveis, passaria a ser verde? No fundo para o consumidor final, isso tudo é irrelevante, pois apenas “querem” o produto final. Os políticos é que andaram a comprar e vender taxas de CO2 e agora querem colocar isso nas pessoas, só para terem mais taxas e taxinhas.

    Um exemplo do Iphone que surgiu há alguns anos, sobre a exploração da mão de obra das crianças (por acaso o algo semelhante que se está a fazer com o cobalto e o lítio, para as baterias) na produção de telemóveis. Em nada impediu de adquirir o telemóvel, o que fez reforçar a sua exploração.
    O que é o mau exemplo ? a escolha de um produto ? ou a decisão de como o produto é feito/disponibilizado ?

    Pois o que se está a fazer e como disse anteriormente é para “resolver” o aumento populacional, é matar o máximo de pessoas, quer seja Russo, Ucraniano, Chinês, Indiano, ou outro. Qual é o mau exemplo do extermínio das pessoas ? será imoral ? pois nada de racional existe em colocar as pessoas umas contra as outras.

    Uma pessoa fechada em casa, ou melhor, em uma divisão só por si vai libertar CO2 e vai criar um ar mais contaminado. Por esse argumento ao exterminar mais pessoas, deixaria de existir o mesmo CO2 que atualmente existe… e é essa agenda que está a ser seguida.

    • JL says:

      Em algumas cidades do mundo é recomendável o uso de máscara.

      Sobre o telemóvel, não é inevitável. Até hoje nunca mudei a bateria a nenhum deles, normalmente a casa 5 a 7 anos troco. Não vale a pena comparar baterias de telefone com carros, não são iguais nem em química nem no modo em que trabalham, as baterias dos carros aguentam muito mais ciclos e têm controlo ativo de temperatura.

      A minha factura da luz vem com 100% renovável, porque assim escolhi. No entanto apenas gasto 10 % da rede, os restantes 90% são produção própria.

      Não, o carro consome tanto ou mais que quando era novo, se nota que consome menos é porque também mudou os seus hábitos de condução.

      Andaram a matar ? Quem ?

      Então as pessoas são livres ou não ? Ou são os médicos que obrigam as pessoas a comer muito ? Não entendi.

      Exacto, as taxas de carbono servem para isso mesmo, para os poluidores pagarem mais e incentivarem a consumir menos é melhor, melhor sistema não conheço sem meter a liberdade das pessoa em causa.

      Não, com o litio não se está a fazer isso, e como o cobalto só falam das baterias, mas o que é curioso é que o cobalto é usado em outras indústrias como a de refinação de combustíveis, e nunca culpam esses, isto é mais uma prova de que a maioria gosta de culpar as minorias dos seus males.

      Quanto aos restantes mitos e falácias não comento.

      • Joõa says:

        Todos os argumentos, passam por dizer que é recomendado, pois as pessoas são livres.
        O que se viu nestes últimos anos e espero que tenha terminado é a imposição de escolhas.

        Se escolher a pilhas, a carvão ou outro método é livre. Impor seria restringir-lhe a liberdade, algo que nos passados anos fizeram.

        O carro tem sido constantemente monitorizado em termos de afinação, pois os combustíveis através das normas Euro passaram a ter outros componentes. Além disso também tem bateria LiFePO4 (escolha própria).

        Já reparou que se tornar autónomo em energia, vai deixar de pagar as taxas e taxinhas e vai deixar de fornecer capital para a restante sociedade. É bom, individualmente, mas para a empresa de energia é mau, pois fica sem 1 cliente.
        Se todas as pessoas fizerem isso… o que resultaria ? as empresas energéticas ficariam sem clientes.

        O exemplo das taxas de carbono, faz lembrar as BigPharma, que só por desrespeitarem leis, está tudo bem, eles pagam… mostrando que o crime compensa (é o exemplo que dão). Teve o exemplo das televisões a forçarem/coagir as pessoas a fazerem algo e a passarem desinformação 24 sobre 24.

        É preciso reconhecer que existem preocupações ambientais e sociais relacionadas com o lítio e o cobalto em várias indústrias, mas que acontece, acontece.

        • JL says:

          Recomendado ? onde dizem isso ?

          A pilhas ? não existem cá carros a pilhas, nem a carvão, isso é coisa do passado. Lembro que é você que está sempre a dizer que lhe restringem a liberdade, coisa que nunca senti.

          Sim, tem as lifepo4, nem usam cobalto e têm muito pouco litio, os carros eléctricos mais vendidos no mundo, são as que trazem.

          Já viu que as pessoas deixaram de ir ao sapateiro com os sapatos, deixaram de comprar cavalos, deixaram de comprar muitas outras coisas que desapareceram com o tempo, que aconteceu com essas pessoas ? É exatamente o mesmo, eles continuarão a fornecer energia aos que não têm como produzir ou não conseguem produzir por falta de espaço, já viu que a galp antes vendia só gasolina e gasóleo, agora já vende eletricidade e carregamentos de ve’s ? pois é, eles não querem ser os próximos sapateiros…

          As televisões forçaram ? estranho, a minha ainda tem o botão on/off, onde posso desligar quando poder, aliás, os ultimos tempos passa semanas desligada.

          Sim, existem preocupações, e acho bem que exista, para que essa atividade seja cada vez mais controlada e regulada, só tenho pena que o façam usam uma minoria, os carros a combustão também usam litio, sabe onde ? é muito simples, basta ver quais são as utilizações que o litio tem.

      • Realista says:

        Usas argumentos que se aplicam também ao carro a combustão mas que teimas em ignorar:

        – Se deixares um carro a combustão parado também necessitas de substituir vários componentes. Bastam 6 meses e o óleo degrada-se, em 12 meses o combustível degrada-se. As juntas degradam-se, os vedantes degradam-se por falta de lubrificação e por aí fora… porque é que teimas em ignorar que muitos dos pontos de criticas num veículo elétrico também acontecem num veículo a combustão??

        E deixa-me que te diga, é muito mais barato trocar 2 ou 3 módulos de uma bateria do que ter que andar a trocar todos os vedantes de um veículo a combustão…

        Quanto as empresas deixarem de ter clientes, estou a ver que ainda escreve cartas numa maquina de escrever Olivetti e tira fotografias com máquinas Fuji ou Kodak… que raio de argumento falacioso.

        • Realista says:

          PS: As operadoras do PBX mandam cumprimentos.

        • Joõa says:

          O único ponto que tenho a apontar… chama-se peso e faço essa nota em qualquer tipo de veículo. Eu até agradeço que comprem elétricos, especialmente Teslas.
          Qualquer tipo de veículo ou transporte tem vantagens e desvantagens… a bicicleta, sem ser elétrica… é menos poluente comparada com outros veículos. É salvar o planeta o que querem ? pois o argumento serve para umas coisas e cai noutras.

          É por isso que os maiores poluidores são os que pesam mais. Quanto mais matéria, mais energia é requerida para ser transformado… e isto só no processo de transformação, para nem sequer falar no ciclo de vida, sendo mais pesado para o planeta.

          Citando… um artigo sobre a substituição da bateria: “Replacing a Tesla battery can cost you up to $25,000 to replace an entire brand-new pack. If you need a separate module (of which there can be up to 16 in a Tesla battery) to be replaced, the cost for each unit ranges between $5,000 and $7,000”

          Sim é barato, considerando o valor do Carro.

          O que se está a tentar fazer é criar uma limitação que só um tipo de veículo pode circular, o que vai contra vários direitos, incluindo o de circulação… é isso o que está em causa. O resto, ser a pilhas ou a carvão é indiferente.

      • Yamahia says:

        “A minha factura da luz vem com 100% renovável, porque assim escolhi. ”
        @JL nao me diga que ainda acredita nessa tanga.

        • JL says:

          Claro que acredito, é uma situação muito fácil de controlar, basta verificar quem são os fornecedores/produtores dessa mesma electricidade.

          Mas claro que para si não, só o é se essa eletricidade for usada para alimentar lâmpadas incandescentes e carros a combustão. LOOOL

          • Yamahia says:

            Fdx vc tem três cabo só para só dedicado ao solar, ao eolico e ao hídrico.
            Que luxé.
            O seu vizinho já não tem…ele que pagasse eheheh.
            Anda tudo alucinado tá visto.

          • JL says:

            3 cabos ? Sim, a fase , o neutro e a terra, que são os mesmos que vêm do contador da eredes.

            Claro, se o vizinho quiser o mesmo que pague, aliás, já pagaram, na minha rua todos têm, alguns nem pagaram nada, apenas cederam o espaço inutilizado, como troca deixaram de pagar luz.

            Também tem isso no diesel ?

            Realmente anda bem alucinado você.

          • Yamahia says:

            Fdx vc acredita mesmo no pai Natal looloool

          • JL says:

            Não é no Pai Natal é no certificado.

  22. Joõa says:

    O carro a combustão normalmente às 750rpm +/-50 está em “descanso”, pois a potência máxima de um veículo pode estar em diferentes regimes. O tipo de condução utilizado vai poder indicar ao motor se quer mais ou menos potência.
    Da mesma forma em um elétrico, as pessoas vão progressivamente carregar no acelerador, o carro vai gerir o débito de energia. Pois uma condução normal é feita progressivamente, ou verificas que os condutores dos veículos elétricos andam de “pé a fundo” ? Se andam o carro necessita de mais potência e uma melhor relação de caixa.
    A gestão eletrónica tem avançado de forma a evitar perdas de potência no débito de energia elétrica, sendo criados perfis de utilização de forma a garantir melhor gestão de energia (ou dizendo, evitar tanto desperdício de energia).
    A relação da velocidade e rotação do motor, está diretamente relacionada com a caixa e a sua desmultiplicação.

    Por exemplo: Se tiveres o carro a combustão em uma garagem do centro de Lisboa e dizerem que só podem circular veículos elétricos no centro de Lisboa, o carro vai ficar na garagem.

    O exemplo que dás do comboio, é o mesmo que apoio, dar a escolha… no entanto podes verificar que existiam carros elétricos em carris nas grandes cidades e com bastante.
    É verdade que existem carros elétricos… mas também existem Baterias com rodas e dão para carregar o telemóvel, alguns mais bonitos que outros. 🙂

    O foco nem é o elétrico… é a proibição da escolha. Os fabricantes de veículos devem ter escolha no que pretendem fazer. Na tua casa mandas tu ou manda o teu vizinho ?
    Vamos, trocar se achavas correto…Exemplo: A Tesla agora tinha de passar SÓ a produzir veículos a Hidrogénio.
    O futuro é o Hidrogénio verde, É verde… tem muita energia, sai água no tubo de escape, é limpo… blábláblá.
    O que achavas neste cenário? Pois é o que estão a fazer, é forçar os construtores a seguirem uma imposição.

    • JL says:

      Por é que a tesla tinha de passar só a produzir veiculos a hidrogénio ? o mundo é livre e cada um produz o que bem entende, pelas suas palavras você é que quer que o mundo produza só aquilo que você quer.

      Tanto que o confirma logo na linha abaixo:

      “O futuro é o Hidrogénio verde, É verde… tem muita energia, sai água no tubo de escape, é limpo… blábláblá.”

      É verde e vão usá-lo como a forma menos eficiente possível ? que coisa ridícula, é a mesma coisa que usar painéis solares para alimentar lâmpadas incandescentes, faz isso em sua casa ou está disposto a fazer ?

      Tem muita energia ? errado, precisa sim de muita energia para ser produzido e tem uma eficiência ridiculamente baixa, por isso quem não lhe conhece as vantagens e as desvantagens dizerem que é futuro, e por isso nem sequer ser presente, porque os desafios são muito grandes para que se torne viável, é preciso que o preço da eletricidade renovável baixe para níveis de 1 a 2 centimos por kwh, o que não se espera nos próximos.

      Esqueça queimar hidrogénio em camaras de combustão, a única maneira viável e util é usar pilhas de combustível, não existe vantagem nenhuma em combustão, ninguém quer ter veículos com menos de 100 kms de autonomia e gasta 150 euros para os fazer.

      • JL says:

        Já agora, carros a hidrogénio são eléctricos, a única diferença é o modo como abastecem e armazenam a energia, de resto são iguais.

        • Yamahia says:

          Uma diferença muito importante lool

          • JL says:

            Sim, imensa, que os deixa mais pesados, 4 a 5 x menos eficientes e que lhe tira toda a viabilidade.

          • Yamahia says:

            “lhe tira toda a viabilidade”
            @ JL Fie-se na virgem looolooolool

          • JL says:

            Sim, mesmo com os pesados subsídios que têm, os americanos agora já só têm subsídios nos carros, que passa dos 50% do valor do carro. Por isso haver muitos em segunda mão que não valem nada. Assim que se acaba os 3 anos e 15 mil dólares de combustível gratuito, valem 10 mil em segunda mão.

            É só viabilidade….

    • Realista says:

      Para as mesmas rpm um motor elétrico consegue debitar MAIS potência porque não necessita de converter energia e é por isso que consegue ser mais eficiente mesmo com o aumento de peso, não estou a entender qual é o problema em entender isto…

      Se não acreditas na teoria, vai para a prática e experimenta andar num VE durante 100km e regista quantos kW gastaste e quantos kW gastas num veículo a combustão.

      Quanto ao resto, não te preocupes porque desde 2011 que é restringido o acesso de veículos anteriores a 2000 no centro de Lisboa (excepto residentes ou clássicos) isto já acontecia mesmo antes dos carros elétricos andarem na rua ou de saírem estas normas EURO.

      A proibição existe por um motivo e não apareceu do nada só para estragar a vida de quem gosta de andar de fumarento…

      • Yamahia says:

        Nem sempre o máximo de potência e torque é aconselhado. Se essa merd* debita sempre os máximos, dispenso. Eheheh

        • Realista says:

          Antes pelo contrário, por ser instantâneo um veículo elétrico têm muito mais facilidade de adequar a potência e o torque que as rodas debitam no solo e o que faz ser ainda mais eficiente… Basta pensar que para debitar menos potência o motor a combustão necessita de:

          1 – ajustar a borboleta de admissão
          2 – ajustar a injeção
          3 – isto é repetido por vários cilindros até ocorrer o efeito desejado.
          4 – a potência é desmultiplicada para a caixa
          5 – a potência é transmitida para as rodas.

          Enquanto um motor elétrico consegue debitar o máximo ou não debitar nada instantaneamente várias vezes por segundo.

          • Yamahia says:

            Kick-off tipo carrinhos da antiga feira popular?

          • Joõa says:

            O que estás a referir é apenas o uso de menos peças, sendo mais simples.
            O teu instantâneo também passa por um acelerador elétrico, que por sua vez comunica com a centralina de forma a debitar alguma potência… quanto mais carregares no pedal, mais potência vais debitar. Em relação ao torque poderá ser mais problemático em algumas situações, tais como:
            – Em superfícies escorregadias, como estradas molhadas ou com gelo, o torque instantâneo pode levar a derrapagens e perda de aderência dos pneus, tornando a condução menos estável;
            – Cargas mais elevadas sobre os componentes mecânicos, como eixos, transmissões e diferenciais. O que pode acelerar o desgaste desses componentes, especialmente se o veículo for frequentemente submetido a acelerações bruscas ou arranques intensos;
            – O torque instantâneo requer uma maior quantidade de energia da bateria para fornecer uma aceleração rápida. Isso pode resultar em um consumo de energia mais rápido, reduzindo a autonomia do veículo em uma única carga de bateria;
            – Ao debitar mais rápido energia, vai ter que ajustar as perdas mais rapidamente. Além disso é eficiente em comer pneus, isso é certo. Especialmente se andar com a casa às costas ou a famelga toda, o que a ajuda a economia na compra de novos pneus.

            O que se recomenda adotar um estilo de condução mais suave e evitar acelerações e travagens bruscas de forma a ajudar a prolongar a vida útil dos pneus.

            Além disso é importante ressaltar que a eficiência e o controle instantâneo dos motores elétricos são características valiosas em termos de desempenho e economia de energia. No entanto, outros fatores, como a aerodinâmica, o PESO do veículo e a eficiência da transmissão, também influenciam a eficiência geral de um veículo elétrico.

          • JL says:

            Todas os tópicos que descreveu são iguais em ambos os tipos e todos os tipos de veículos, não altera em nada, os veículos estão desenvolvidos para suportar as cargas de força que estão disponíveis. Tinha razão se não houvesse qualquer controle sobre isso, e no entanto existe, nenhum veiculo coloca o motor electrico em potência máxima enquanto não estiverem reunidas algumas condições, ainda assim todo o sistema é bem mais rápido que qualquer outro sistema de propulsão.

            Dou o exemplo do porsche taycan, tem uma caixa automática de 2 velocidades, este quando muda para a 2 velocidade não coloca o motor no torque máximo rápidamente, mas sim progressivamente para que a parta nada. A tesla já tinha testado esta solução, mas sem este tipo de controle a caixa acabava por partir, no caso da porsche também usam 2 embraiagens que permitem também reduzir o pico de torque instantâneo nalguns momentos.

            “Além disso é importante ressaltar que a eficiência e o controle instantâneo dos motores elétricos são características valiosas em termos de desempenho e economia de energia. No entanto, outros fatores, como a aerodinâmica, o PESO do veículo e a eficiência da transmissão, também influenciam a eficiência geral de um veículo elétrico.”

            Isto também se aplica, e até com mais importância nas outras tecnologias de propulsão, já que até são menos eficientes.

          • JL says:

            A transmissão de dados desde o acelerador até ao controlador de motor, em muitos casos (Tesla, Porsche) é praticamente instantânea, já que o acelerador é um sensor analógico ligado diretamente ao controlador, o tempo de resposta é o tempo da conversão ADC, que usando os DSP fica-se pelos 5 a 10 nanossegundos. Nos casos onde existe uma comunicação can bus, anda pelos 5 a 10 milissegundos.

          • Realista says:

            O carro a combustão necessita disso tudo e ainda de ajustar mais coisas do que foi dito em cima sem contar com o turbo e/outros componentes… Assim um tempo de resposta de um carro a combustão anda entre os 1/4 a 1/2 segundo de resposta enquanto que um motor elétrico o tempo é curto (não instantâneo óbvio) mas por ser tão curto pode ser arredondado para a perto de zero (O tempo de resposta é literalmente o tempo que a eletricidade demora a percorrer o circuito elétrico).

            Como é mais rápido isto permite ajustar melhor as rodas do carro e o débito de força ao solo de uma forma incomparável. Até porque no espaço de tempo em que um motor a combustão demora a alterar a potência, um motor elétrico consegue fazer ir dos 0 aos 100% para os 0% múltiplas vezes coisa que um motor a combustão não pode fazer no mesmo espaço de tempo…

            Assim, um motor elétrico consegue reajustar muito mais rapidamente a sua potência se detetar que um dos pneus está a deslizar mais rapidamente que outro.

            E este ajuste instantâneo também ajuda a conservar o pneu.

            Aliás fabricantes já referiram isso mesmo, pois o motor como consegue responder de forma a evitar excesso de força a ser transmitida para os pneus, estes são mais conservados:

            https://www.nokiantyres.com/company/news-article/there-is-a-common-misconception-related-to-electric-cars-in-reality-tires-will-last-for-a-long-time/

            Já o torque instantâneo é óbvio que gasta mais bateria, da mesma forma que gasta mais combustível acelerar rápido… mas ninguém está a falar em consumos. Isso é só argumentar por argumentar, pois estas a referir um aspeto que é válido para todos os veículos.

      • Joõa says:

        Só para lembrar, que normalmente se pensa que um clássico é um carro muito antigo… pois confundem um veículo clássico com veículo histórico.
        Só para tua informação um veículo clássico pode ser um veículo novo.

          • Joõa says:

            É isso mesmo… clássicos.

            Em relação aos pneus, em nada tem a ver se é elétrico ou ICE… é o PESO… e por norma uma Hibrido ou Elétrico gastam muito mais do que um carro normal. Mais peso, tem que ter maior desgaste, até parado. A gravidade é tramada.

            Dou-te um exemplo e nem sequer tem a ver com o andamento, ou quantos quilómetros faz.
            É o seguinte, por exemplo ao estacionar um carro, a direção ao virar para a esquerda e para a direita (quase aos extremos, para estacionar), o pneu sofre bastante desgaste com o peso do carro, nos laterais. Este exemplo é meramente uma constatação de factos.

            O ajuste de ambos os carros está relacionado com a elétronica, entre outros fatores.

            Após comparar um iX3 Msport Impressive com um X3 18d sDrive Pack M, verifica-se que:
            Potência = iX3 (286); X318dsDPM (150)
            Vel.Max. = iX3 (180); X318dsDPM (198)
            Acelera. = iX3 (6.8); X318dsDPM (9.4)
            PesoBruto= iX3 (2725); X318dsDPM (2410)
            Preço = iX3 (83691); X318dsDPM (68889)

            Consegue-se ver que o iX3 é mais caro, com mais potência e maior aceleração, contudo o mais fraquinho da comparação consegue ter maior velocidade de ponta e ser mais barato.
            Além de ter mais espaço de mala (40L).
            Isto para nem colocar o X3 M ou semelhante,
            pois a o valor de aceleração seria nas casas dos 4.x segundos.

            O X3 30 d xDrive Pack M é considerado com a mesma potência e faz 5.7s dos 0-100km/h, sendo a velocidade máxima 245 km/h, sendo uma boa comparação com o iX3 e estando perto com o mesmo peso.

            Se levares o carro cheio, num elétrico fazes mais quilómetros que com o carro praticamente vazio ? isso diz tudo… PESO.
            … e SIM… aplica-se a qualquer tipo de veículo.

            Um tanque cheio, vai-se gastando e vai reduzindo o peso (menos de 50kg), no elétrico o peso permanece e fica a influenciar a dinâmica de condução (perto de 200kg ou mais).

          • JL says:

            Sem olha aos outros valores, num carro a combustão cheio faz mais kms com o mesmo depósito ?

            Como se o peso fosse tão importante, o peso tem menos relevância que a aerodinâmica.

          • Realista says:

            Não é só o peso porque lhe falta incluir também o nível de força que o pneu exerce sobre o piso e dimensão do pneu, entre outros.

            Se só o peso fosse uma verdade eu não conseguiria gastar os pneus de uma mota a fazer burnouts mais rápido que os pneus de um camião TIR… portanto o peso é uma componente mas não é a componente que mais contribui.

            Outro exemplo são os pneus mais finos que se gastam mais depressa que os pneus mais largos porque possuem uma superfície de contacto menor e como tal a força que o pneu exerce sobre o solo é maior por cm2 pelo que fazem gastar mais depressa e isto no mesmo carro. E por norma os veículos elétricos possuem pneus mais finos para maximizar o alcance e portanto da-lhe a sensação que os pneus dos elétricos gastam mais rápido, quando é apenas um trade-off.

            Outro julgamento errado no estacionamento é o roçar de rodas no chão. Os veículos elétricos possuem um circulo de viragem MAIOR que os carros a combustão porque não possuem componentes a ocupar espaço como um motor frontal, ou seja, necessitam de roçar MENOS as rodas para fazerem as manobras, mas nem isso está a ter em conta no seu raciocínio.

            O julgamento que está a fazer é a pegar numa componente que lhe interessa e a julgar tudo só por essa componente. Isso é chamado o viés de informação, porque possuis um preconceito contra o carro elétrico que te impede de ver a informação toda.

  23. Joõa says:

    Os próprios argumentos que indicas, mostram que o peso é elemento fundamental.
    ” nível de força que o pneu exerce sobre o piso”… é derivado da força gravítica sendo o Peso o fator diretamente relacionado com a massa.

    As dimensões do pneu, mais fino, mais grosso e outras características como XL, índice de velocidade, entre outros… são características que vão permitir que o pneu se desgaste menos e providencie uma melhor dinâmica de condução. Sabes porque é que se os camiões têm pneus mais resistentes ??? Pois é… chama-lhe carga, peso, massa… o que quiseres.
    O testemunho de um híbrido a desgastar os pneus em pouco tempo, é um facto que comprovei. O circulo de viragem depende de cada veículo e como mencionas, sendo maior, o atrito em todo o seu circulo de viragem vai providenciar maior desgaste.

    O desgaste está relacionado com o seu uso, com burnouts, sem burnouts, condução mais agressiva, características de pneus e outros fator, contudo… pelas leis da física presentes… todos, todos os veículos sofrem do mesmo… o PESO… é por isso que durante anos se mudaram para ligas leves, mais resistentes e reduziram o peso do veículo… até o uso do carbono e outros materiais de forma a garantir melhor desempenho e maior segurança, pois o peso afeta em muito a dinâmica de um veículo.

    O argumento que uso é atribuído a qualquer veículo, sendo os mais pesados os que poluem mais, quer sejam a pilhas ou a carvão. É verdade que ao andar com mais PESO, mais cuidado é necessário ter, independente do desempenho, cavalagem, entre outros, pois, como toda a gente sabe… que o peso de um veículo pode influenciar sua capacidade de aceleração e desaceleração, bem como sua estabilidade. Além de ser um facto que os elétricos e híbridos são mais pesados.

    Ter em conta que o CO2 que existe atualmente, também existia à milhões de anos. Nada se perde, Nada se cria, TUDO se Transforma.

    Tendo dois veículos iguais com os mesmos pneus, mesma condução no mesmo piso, até pode ser o mesmo elétrico. Um com mais 400kg do que outro, o que tem mais PESO, vai sofrer mais no desempenho, segurança, autonomia e até no desgaste dos pneus… Certo ??? Pois é… a Gravidade é tramada!

    • JL says:

      Errado, o peso que o pneu faz sobre o piso depende da área em contacto.

      As medidas têm também a ver com a segurança.

      Mudaram para ligas leves não por isso, mas sim para que o peso não suspenso seja menor, para dar mais segurança e conforto ao veiculo.

      Errado, nunca viu reduzirem peso aos veiculos, viu sim aumentarem, tanto por culpa dos sistemas de segurança como por maior conforto e até carros serem maiores.

      Errado, os veiculos mais pesados são os comboios, no entanto estes são os menos poluidores.

      Não existem veiculos a pilhas por cá, não entendo porque insiste em falar neles.

      O que interessa para as emissões é a EFICIÊNCIA, se quer provar o que diz, meta um carro de 800 ou 900 kilos de há 20 anos comparado com um que pesa o dobro e mostre-me qual é menos poluente.

      São mais pesados e também mais seguros, é um facto.

      Se o CO2 é tão bom para a saúde, experimente meter um carro a trabalhar numa garagem consigo lá dentro e depois veja se é bom.

      E qual tem pneus maiores e mais largos, desses 2 ? Então agora já não depende do estilo de condução ?

      Os electricos apesar de terem muito mais torque, têm muito mais suavidade na tração, coisa que não abona nos a combustão. Mas gostava de ver um a combustão aguentar os mesmos pneus durante 160 mil kms como está a acontecer com o de um amigo meu.

      • Yamahia says:

        “Mas gostava de ver um a combustão aguentar os mesmos pneus durante 160 mil kms como está a acontecer com o de um amigo meu.”
        Esta é para gravar numa pedra para a posteridade.
        LOOOLOOOLOOL

        • JL says:

          Então porquê? Qual a estranheza disso ?

          • Yamahia says:

            É preciso lata. Se aguentar 27000 já pode deitar foguetes.
            Já lhe mostrei estatísticas disso .

          • JL says:

            27 mil ?

            Portanto como encontrou um tesla performance sempre a andar no prego e a gastar os pneus aos 27 mil, todos vão durar isso.

            Sendo assim os a combustão nem a 10000 kms chegam, era o duravam os bidgestom potência s02 no meu corsa.

            Enfim, onde chega o ridículo.

          • Yamahia says:

            Um?!
            Afinal lembra-se. Escuso de postar outra vez.
            Faça la um esforço a ver se era só um ou uma legião deles.
            O carro eléctrico come mto mais pneu, não há como negar.

          • JL says:

            Faça você o esforço e mostre muitos a fazer isso, tal como
            Zoe, leaf e etc. uma andorinha não faz a primavera, senão os a combustão passam a gasta los em 10000 kms.

          • JL says:

            Comece por culpar os a combustão, que usam muito mais os travões que os eléctricos.

          • Realista says:

            Os fabricantes de VE usam pneus mais finos para reduzir a fricção e ao mesmo tempo maximizar o alcance da bateria. Como os pneus finos desgastam-se mais depressa que os pneus largos dá a sensação que gastam mais depressa mas o desgaste é igual ou se não menor porque os EV possuem um melhor controlo de tração, que ao colocar o mesmo pneu num carro a combustão.

            https://www.nokiantyres.com/company/news-article/there-is-a-common-misconception-related-to-electric-cars-in-reality-tires-will-last-for-a-long-time/

          • Yamahia says:

            @Realista. Haverá sempre que venha a tentar mandar o barro à parede a ver se cola. Essa Nokian quer de alguma forma angariar mercado através da empatia na tecnologia emergente uma vez que não tem nada que preste para a tecnologia presente.
            De facto o que o homem diz não é verdade. Nem poderia ser:
            “Os pneus sofrem um maior desgaste nos veículos elétricos?
            Sim, sofrem. Como referido anteriormente, veículos elétricos contêm baterias recarregáveis que, apesar de o tornarem o veículo mais ecológico do que um carro a combustão, também o tornam 20% a 30% mais pesado quando comparado com um automóvel a combustão.
            Este peso adicional acaba por aplicar uma maior pressão sobre os pneus. Por sua vez, esta pressão acaba por criar um maior desgaste.
            Este desgaste dos pneus é observável quando o pneu demonstra falhas ou ranhuras visivelmente mais largas do que o normal. Isto revela envelhecimento dos pneus.
            Sendo mais vulneráveis, devido a estarem sobre uma carga mais pesada, é normal que estes pneus não tenham tanta resistência a fragmentos de pedra ou algo que possa causar um furo.”
            https://blueacademy.hyundai.pt/artigo/pneus-para-carros-eletricos/

          • JL says:

            Então mas citou um artigo a diz que os veículos eléctricos são mais ecológicos ?

            Isto é melhor que ir ao cinema, depois ainda há malta que me diz para ir embora. Looooooooll

          • JL says:

            Com mais de 500 mil kms em eléctricos, nunca tive um furo. Mas pronto, há sempre essa possibilidade.

          • Yamahia says:

            É natural que o digam. Que são mais ecológicos, que são zero emissões, etc. Afinal é o departamento elektro da marca. Não é essa a imagem que todos os elektros tentam fazer passar? Pq haveriam eles de ser diferentes? lool

            Ao contrário do que vc possa pensar até gosto de ler o que eles têm a dizer. Depois é só separar o trigo do joio e nesta questão dos pneus limitaram-se a contactar o óbvio e a explicar por a+b pq assim é.

          • JL says:

            Mas não constataram o óbvio, só se meterem os mesmos pneus em veículos com pesos diferentes. É mesmo por isso que usam pneus diferentes, tanto em largura como em altura.

            Tem um tesla model x no grupo tesla onde os pneus duraram 101 mil kms, o que não faltam são casos idênticos, os do meu já passaram os 50 mil e ainda têm muito para rodar.

            Claro que separa, tudo aquilo que interessa. Lol

  24. Joõa says:

    Até parece que só aplicaram ligas leves em peso não suspenso… LOL.
    Se souber onde se encontra esse peso não suspenso num carro, estou a ver que faria festa.
    Pois o peso não suspenso contabiliza muito pouco em relação a todo o veículo.

    O veículo com mais peso, vai ser o mais poluente… 1º porque na sua transformação foi gasta mais energia e 2º para mover a sua massa necessita de mais força/energia… quanto mais energia se consome mais se polui / transforma. A eficiência que tanto menciona está relacionada com o consumo, algo que está relacionado com avanços em minimizar perdas. Se pegar em um veículo antigo, atualizar para um com eletrónica mais sofisticada, materiais mais leves, vai verificar que vai passar a consumir menos. Carro cheio = maior consumo = maior poluição = maior risco de acidente = maior desgaste de pneus e outros componentes = maior insegurança.

    O desgaste do pneu está relacionado com o atrito que por sua vez é resultante do movimento do veículo que tem um determinado peso. A aquisição de um pneu deve ser feita segundo as suas características em vez de uma determinada marca e ponderar qual o seu uso. Os pneus normalmente têm uma referência de desgaste, que por vezes poderá ver no lateral do pneu como Treadware.

    A suavidade na tração que menciona está relacionada com a eletrónica e a sua afinação.
    A energia gasta e a poluição feita para transformar um matéria-prima em um comboio é muito maior que um veículo a pilhas ou a carvão (entenda-se pilhas como bateria e carvão como um derivado do petróleo).
    Quanto maio a massa / Peso maior a sua poluição.

    Mas para ver que o Peso é muito importante, pegue em 4 garrafões de água de 5l e mova-os para outro sítio… vai chegar à conclusão que além de ter de fazer mais força e gastar mais energia e caso ande a com eles com passos rápidos e necessitar de parar rapidamente vai ver que é mais difícil do que com apenas um garrafão.

    • JL says:

      Ninguém disse que era só nas jantes.

      Nem tem de contar para o resto do veiculo, o peso não suspenso quanto menor, melhor para a segurança e conforto do veiculo.

      Pilhas são baterias ? nem sabe o que é uma bateria nem uma pilha ? bom se nem sabe o que é isso, para quê continuar a dizer disparates ?

      Portanto um comboio polui mais que um carro ? e o carro faz o mesmo que o comboio ? transporta o mesmo numero de pessoas ?

      Ah o carvão é um derivado do petróleo ?? LOOOL

      Bom, exemplo dos garrafões foi bem explicito que não vai lá chegar, estude fisica, talvez um diz entenda os disparates que diz por aqui.

      Por aqui me fico.

      • Joõa says:

        Ao mencionar pilhas estou a espelhar o valor de um elétrico como se de uma pilha se trata-se e ao mencionar o carvão estou a realçar o valor do Carbono de um veículo a combustão, de forma a liga-los a tais termos, pois são bem diferentes. Ninguém afirmou que o carvão é um derivado do petróleo… assumir tal coisa é estupidez.
        Alguns carros elétricos, parecem autênticas “power banks”, pois até dão para carregar o telemóvel e andam.

        Como menciona cada transporte tem a sua finalidade, o comboio é diferente do carro, no entanto para desenvolver um comboio é certo que se polui mais que no desenvolvimento de um carro. A questão é que falam do clima e se anda de jato e transportes grandes pesados e poluidores.

        Os fabricantes sabem que o peso dos veículos elétricos é um fator importante na condução.
        Além disso desenvolvem sistemas para dar a sensação de um veículo de combustão interna, para parecer algo mais real, mais aproximado com o de combustão (tornando-o mais “falso”).
        Parecem aqueles indivíduos que colocam símbolos e etiquetas de outros carros no seu. Como uma tentativa de enaltecer o veículo e a sua própria personalidade.

        A notícia relacionada com o IONIQ 5 N, mostra isso mesmo…

        “Além disso, o N Pedal foi desenvolvido como uma solução para lidar com o peso e o tamanho inerentes aos veículos elétricos, enquanto visa alcançar as caraterísticas de resposta rápida de manobrabilidade verificadas nos Hyundai i20 N WRC, vencedores de provas nos Mundiais de Ralis.

        O risco de fadiga dos travões devido ao peso relativo do EV é minimizado através da maximização da potência de travagem regeneradora, o que resulta numa menor força de travagem aplicada aos travões mecânicos.

        O N e-shift simula a transmissão de dupla embraiagem (DCT) de oito velocidades dos automóveis N com motor de combustão interna. Simula uma mudança de velocidade através do controlo da saída de binário do motor e a sensação de solavanco entre mudanças. Como resultado, dá ao condutor uma experiência de condução mais precisa e interativa que se aproxima mais dos veículos com motor de combustão interna do que os veículos elétricos anteriores.

        O N Active Sound+ está associado ao N e-shift para melhorar a experiência de condução dos veículos elétricos, criando uma experiência sensorial mais envolvente e emocionante para o condutor. Incorpora um sistema de 10 altifalantes (oito internos e dois externos), que oferece três temas sonoros distintos. O tema “Ignition” simula o som dos motores 2.0T dos Ns e o tema “Evolution” proporciona um som caraterístico de alta performance inspirado no RN22e.”

      • JL says:

        E porque não usa o nome deles, é assim tão difícil ?

        Tanto que disse que está lá no seu post: ” carvão como um derivado do petróleo”

        Curioso, então os carros a combustão são geradores portateis de grandes dimensões, é que também dão para carregar telemoveis.

        Se andassem de carro (que nem é possível de continente para continente) em vez de avião, poluíam muito mais.

        Um navio que transporta milhares de contentores, é 60x menos poluidor que os mesmos camiões que eram necessários para fazer o mesmo serviço, CASO fosse possível.

        Então e depois ? onde está o erro de criar alguns sistemas para parecerem com outros carros ? as pessoas levam o seu tempo a adaptar-se.

        Curiosamente já há marcas a fazer carros a combustão que se portam como eléctricos e não são, pode começar pelo nissam e-power.

        Não é novidade nenhuma a colocação de sons de motores em carros, mesmo nos a combustão, isso é muito usado em superdesportivos a combustão.

  25. Joõa says:

    Em nada está em causa a funcionalidade do veículo. o que está em causa é proibição de um determinado tipo de veículo, quer seja barco, jato privado, hiper-carro, mota, entre outros.

    Daqui a algum tempo quando começarem a verificar que a radiação dentro de alguns veículos elétricos, também podem dizer que os veículos elétricos têm que ser proibidos e tem que se transitar para os a hidrogénio.

    A escolha deve existir, se quiserem elétrico a combustão (ficava mais engraçado com os outros termos) ou outro tipo… que escolham.
    Pois como mencionava anteriormente, o sentimento na compra por vezes é um fator importante (quer seja induzido por técnicas de marketing ou algo que a pessoa necessita para preencher a sua vida).

    A artificialidade em sons ou outros semelhantes, são funcionalidades para fazer subir as vendas.

    • JL says:

      Ninguém vai proibir a sua circulação, fora as zonas em centro de cidades onde até há vários anos sao proibidos.

      Radiação ? Isso já foi discutido dezenas de vezes, será que não sabe diferenciar radiação electromagnética de radiação ionizante? Essa sim prejudicial.

      Nao entendi? Então eléctricos a baterias emitem radiação, e eléctricos a hidrogénio não ? Looool

      É assim é, cada um escolhe o que quer.

      Óbvio que são para fazer subir vendas, tal como escapes pipi’s.

  26. Joõa says:

    No exemplo dado o argumento da radiação é o pretexto para efetuar uma nova transição energética, quer seja falso ou verdadeiro… o importante é colocar as pessoas a transitar para outro tipo de energia.
    Pois o movimento é que dá vida a economia.

    Todas as frequência interferem na saúde Humana. O exemplo que pode demonstrar isso é observado com o argumento de Paracelso… “A dose é o veneno.”…( também alguns estudos também o dizem há muito tempo).
    Se pegares em um ratinho (a cobaia, como é um experimento científico tudo bem) e colocares em um micro-ondas a baixa potência, vais ver que ele aparenta estar tudo bem e sem sintomas, se ficar muito tempo exposto acaba por sofrer o inevitável.
    Pode verificar que a verdadeira poluição (as radiações sem fios) tem aumentado muito, ao que digo que estão a transformar o ser Humano, no ratinho do micro-ondas… (é uma questão de tempo).
    O tempo de exposição é crucial… outro exemplo é o Sol… é bom receber uma boa exposição solar… se for muita, já temos expressão de cancros e outros sintomas.

    As proibições criam precedentes, pois o próximo argumento será a sua aplicação em outras áreas com o pretexto inicial (o da cidade).
    Como mencionei anteriormente, através dos políticos que querem que a cidade seja como o campo… ar limpo, sem poluição sonora, tranquilo, relaxante… algo que as pessoas da cidade preferem quando fazem férias… distanciar-se do habitual e escolher outro destino novo, tranquilo e relaxante.

  27. Joõa says:

    Conclusão
    O sistema nervoso das crianças é mais vulnerável aos efeitos das ondas eletromagnéticas do que o dos adultos. Embora não haja estudos sobre os efeitos dos EMF na saúde infantil, princípios de precaução devem ser seguidos para crianças e a exposição a EMF entre crianças deve ser minimizada. O fato de que os EMFs são possivelmente cancerígenos de acordo com a IARC não deve ser negligenciado ou interpretado com viés, e as opiniões dos médicos devem ter mais peso do que as das indústrias no estabelecimento de políticas de segurança para o uso de EMF. Além disso, é necessário um estudo que avalie os efeitos da tecnologia de frequência 5G na saúde das crianças.

    Fonte: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32683815/

    • JL says:

      Ainda bem que deixou um link, e como pode ver, tem aí a gama de frequências que podem ser potencialmente perigosas.

      É por isso mesmo que não se usam. Nem em ve’s nem em qualquer outro equipamento.

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