Como a NASA ajudou a Ferrari com o seu primeiro veículo elétrico
A Ferrari nunca comprometeu a excelência. Por isso, para criar o seu primeiro carro totalmente elétrico, a marca italiana recorreu não apenas ao designer do iPhone, mas consultou até a NASA! Uma equipa de luxo para um automóvel luxuoso.
Depois de décadas a dominar o mundo dos motores de combustão, a lendária marca italiana prepara-se para lançar o seu primeiro veículo totalmente elétrico.
Conforme vimos anteriormente, para desenhar o habitáculo do chamado Luce, a Ferrari associou-se à LoveFrom, o coletivo criativo liderado por Jony Ive, o homem por detrás do design do iPhone e de grande parte dos produtos Apple.
A berlina, que deverá ser totalmente apresentada ainda este ano, conta com um interior desenhado por Ive e o seu sócio, Marc Newson, priorizando os botões e interruptores físicos.
Um carro de outro mundo com ADN italiano
Tendo em vista a excelência, a marca de Maranello chegou mesmo a consultar a NASA, com o objetivo de garantir que a brutal aceleração do carro, dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,5 segundos, não causará desconforto aos ocupantes.
Numa entrevista à Autocar India, o diretor-executivo da Ferrari, Benedetto Vigna, afirmou que os veículos elétricos podem acelerar a um ritmo tão intenso que "por vezes perturba o nosso cérebro".
Assim, além de muitos estudos médicos, a marca colaborou com a NASA, pois queria descobrir "qual é o nível de aceleração que perturba as pessoas". Afinal, uma aceleração demasiado intensa não é algo necessariamente positivo, fazendo apenas com que se fique à espera "que chegue o momento de parar a aceleração".
Detalhes sobre o Luce, o primeiro Ferrari 100% elétrico
A apresentação faseada do primeiro elétrico da Ferrari já revelou algumas informações preliminares sobre o modelo.
Em outubro, a marca anunciou que o elétrico teria mais de 1000 cv e aceleraria dos zero aos 100 km/h em 2,5 segundos, com uma velocidade máxima de 309 km/h.
Além disso, sabe-se que terá quatro motores elétricos e uma bateria de 122,0 kWh, bem como direção traseira independente, e o sistema de suspensão ativa do Purosangue e do F80.




















“chegou mesmo a consultar a NASA, com o objetivo de garantir que a brutal aceleração do carro, dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,5 segundos, não causará desconforto aos ocupantes.”
Enquanto isso o plaid vai dos 0-100km/h em 2.1s 😀
E depois lava na boca de um Clio.
Só falta dizer que o Clio também deu na boca dos Porsches, BMW e Ferrari.
Não devia ser permitido, este nivel de aceleração. Pode ser a diferença entre, conseguir reagir a um obstáculo, ou não conseguir. Não me parece, que o cérebro humano, consiga ter qualquer tipo de reação, neste espaço de tempo.
“…bateria de 122,0 kWh, …”
Deve ser levezinho.
Mais uma lata condenada ao fracasso.
A Ferrari não sabe o que faz.
Ainda bem que recorreram ao designer do iPhone, ufa a Ferrari pelo historial das carros muito feios
“Para desenhar o habitáculo do carro”.
Basta leres “iPhone” e ficas doido, já nem consegues ler bem o resto da notícia, lol.
Tens de tratar disso, ficas mais doido com um telemóvel do que com uma mulher.