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NASA tem um grave problema: o regresso à Lua antes de 2030 começa a ser pura fantasia

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Anónimo says:

    A ver vamos se é desta que vão mesmo á lua… o deserto no Nevada na Área 51 é grande o suficiente para conseguirem enganar (de novo) americanos e estrangeiros…
    If you can’t make it… fake it!

    • Hugo says:

      Claro, o mundo são só americanos. Em plena guerra fria a URSS eram estúpidos e embarcaram na mentira LOOOL
      Se é para dizer que foi mentira mas tens muita coisa por explicar para além do “já lá foram e agora não vão”.

    • Manuel da Rocha says:

      90000 biliões de perfis, concordam consigo… os mesmos 90000 que juram que a Terra é um tabuleiro, com 100000 triliões de km, sendo que, mesmo de avião, precisam de 50000 anos, para chegar ao fim, de qualquer lado.

    • Max says:

      6 tripulações pousaram na superfície lunar, são 18.
      Muitas centenas estiveram nas salas de controlo.
      Milhares participaram na construção de foguetões e naves.
      Além das tripulações dos navios que que fizeram a recuperação das naves no mar ou trabalhavam nos hospitais que trataram os astronautas.
      E nem um deles denunciou a “fraude”, ou contou a um familiar que o fizesse!
      Países como a URSS e países europeus, os respetivos astrónomos e técnicos que acompanharam as comunicações, também não denunciaram uma “fraude” – que, se existisse, não perderiam a ocasião de a denunciar.
      E o mais que os negacionistas arranjam é que são gravações em estúdio, que nas fotografias tiradas da superfície lunar não se vê as estrelas, ou que a bandeira aparecia esticada por efeito do vento (tinha uma armação de arame para não ficar murcha).
      Eu até me parece bastante saudável não acreditar em tudo, mas há limites, para a tolice.

  2. Logus says:

    A China vai primeiro, a Nasa nem tem fatos. São à medida e não há costureiras.

  3. Sérgio V. says:

    Fantasia sempre foi.

    • Jose says:

      Liguem para a Kodak e perguntem se há ou houve alguma película fotográfica que resista as temperaturas na lua,vejam no YouTube uma entrevista com o dono da Hasselblad marca da máquina fotográfica a responder que não fizeram nenhuma máquina para resistir aquela condições(mas vão procurar mesmo não fiquem na ignorância) perguntem se há baterias hoje em dia para resistir a semelhantes temperaturas,questionem como é possível ter um ar condicionado num fato daquele tamanho e como seria alimentado.Vejam a entrevista do Bill Clinton.Vejsm a entrevista dos primeiros falsonautas sobre se viam estrelas e a trapalhada das respostas, é óbvio que poderia escrever talvez um livro e não ia ser pequeno sobre a maior fraude da humanidade mas seria uma seca fazê-lo aqui.Há tanto tanto para pesquisar procurem.

  4. Luis says:

    Já todos vimos as cuecas á noiva…

  5. Stanley says:

    E aí, você já pensou em se hospedar em um hotel na lua? Que ideia incrível, né? lol

  6. Max says:

    Diz o post que “o regresso [dos EUA] à Lua antes de 2030 começa a ser pura fantasia”.
    A questão é que se dá por garantido que Trump fez essa exigência à NASA – os chineses anunciaram que iam pousar uma missão tripulada na Lua em 2030, por isso a dos EUA tem que ser antes … e durante o mandato de Trump (que termina em 2029).
    Por isso, sabe-se que a NASA reabriu o concurso e já assinou os papéis com a Blue Origin para substituir a Space X – ver o post do link acima “Embora a NASA tenha aberto a porta à Blue Origin para missões posteriores”. Não é para missões posteriores, é já para a missão Artemis 3, se a Space X, se não cumprir o prazo. E a Blue Origin é capaz de cumprir? Está a fazer por isso.

    • Fernando says:

      Em que missão é que a blue origin substitui a spacex já agora ?

        • Max says:

          Já gora … No link acima resumi as fases da missão Artemis 3 (tal como ainda está prevista, e que se mantém mesmo que a Blue Origin substitua a SpaceX), que é muito mais complexa que as missões Apollo:
          – O foguetão Saturno V, lançava a nave Apollo, constituída por 3 módulos: de Comando (onde viajavam os tripulantes), de Serviço (propulsão, energia, oxigénio e água), e Lunar que descia à superfície lunar e voltava a acoplar ao módulo de Comando.
          O tempo de permanência e de deslocação na superfície lunar foi aumentando – da Apollo 11 (total de 21h30 e 2h15 fora do módulo), à Apollo 17 (75h, i.é 3 dias, e 22h de deslocações fora do módulo). Na Artemis está previsto uma semana.
          A missão chinesa, prevista para 2030, é idêntica à missão Apollo: foguetão lançador + nave com todos os módulos. O tempo de permanência que tem sido anunciado é de 6h, que se admite seja o tempo fora do módulo lunar.
          Por ser mais simples, tem mais possibilidade de cumprir os prazos.

          • Fernando says:

            Estás a baralhar tudo e o link que mandas te nem tem nada a ver com o assunto mas nem te vou responder vais invetsigar, não houve nada em que a BO substituisse a spacex, a spacex continua a trabalhar no lunar modulo visto que ganhou o concurso da NASA

          • Max says:

            Ó Nandinho, não te metas com os crescidos 😉

          • Fernando says:

            Com crescidos? tu não fazes a minima ideia do que estás a falar, sabes a quanto tempo acompanho de perto a exploração espacial ? Digo te o mesmo não fales do que não sabes

          • Max says:

            Deixa de ser nandinho e responde a uma questão – a NASA assinou ou não assinou recentemente com a Blue Origin documentos que prevêem que substitua a SpaceX na missão Artemis 3 – se a SpaceX não puder cumprir os prazos? Foi apenas isso que escrevi (e a meta de 2029 imposta por Trump).

          • Fernando says:

            Não, não esta prevista nenhuma substituição, a Blue origin entrou sim na competição mas por conta propria sem receber praticamente fundos da NASA só recebe para usar enquanto que a spacex recebe para o desenvolvimento.
            Basicamente a mesma competição que aconteceu com a boeing e a spacex para o transporte de astronautas até à ISS, esperamos uma competição melhor porque realmente a boeing foi vergonhosa chegando ao ponto de spacex ter de ir buscar os astronautas que eles deixaram lá devido a problemas.
            Para o lunar lander a spacex foi a única escolhida estranhamente a BO entrou sim mas para competir não para substituir.

          • Max says:

            Quando dizes “lunar landing”, dá a ideia de um módulo que se separa da nave que transporta os astronautas, como nas naves Apollo.
            “Basicamente”, o que aconteceu foi:
            1) Em 2021. a NASA selecionou a SpaceX para construir a nave (a Starship HLS) utilizada para transportar 3 astronautas (da nave Orion em órbita lunar) para a superfície da Lua e retorno; 2) Em final de 2025, a NASA “abriu o contrato do módulo lunar à concorrência, em vez de manter apenas a SpaceX, devido a atrasos”.
            E qual é a concorrência? A Blue Origin que tem um contrato da NASA de 5 mil milhões dólares para transportar astronautas para a superfície lunar a partir da Artemis 5, e contratos para transporte de um rover e carga para a Lua em vários voos não tripulados da sua nave Blue Moon, até 2027.
            Quem, efetivamente, vai transportar os astronautas da Orion para a Lua, a SpaceX ou a Blue Origin, para além das soluções técnicas, depende da SpaceX cumprir o calendário – e, se não cumprir, da Blue Origin cumprir o seu quanto aos voos não tripulados à superfície da Lua.

      • Manuel da Rocha says:

        A SpaceX quer 80000 milhões de dólares, para a Ship poder servir o Artemis 3… entre 2032-2070. E 60000 milhões, para o veículo, do Artemis 4, para 2038-2070.
        Daí que, a NASA, avançou com 800 milhões, para, a Blue Origin lançar o MK-1, no próximo outono, recolher dados e lançar o MK-2, em Junho, de 2027, para aterrar, descolar e regressar, à órbita lunar, entregando amostras, a uma sonda, que regresse, à Terra. Se tudo correr bem, o MK-3, estará pronto, em Maio de 2028. Para suportar, o Artemis 3.

  7. Pois Pois says:

    Mandem o Trump !!!!!!!!!!!!! bilhete só de ida…

  8. AlexS says:

    O SLS tem componentes do tempo do Space Shuttle não admira que aquilo de problemas.

  9. Grunho says:

    Lógico. Para haver “regresso” à lua era preciso que os américas já lá tivessem estado, em vez do estúdio de TV no meio do deserto do Nevada. O filme Capricórnio 1 com Elliot Gould, James Brolin e OJ Simpson explica muito bem isso e o final é teatral.

  10. José Bonifácio Boni. says:

    Impossível é: A volta dos que nunca foram.

  11. Joao says:

    Nao entendo a dificuldade……se….se ja la foram com tecnologia que nos dias de hoje da para enfiar num telemovel,, como nao chegam la facilmente nos dias de.hoje?????

    • Rui says:

      Tem toda a razão. Mas a suposta tecnologia da altura era muito inferior à de um telemóvel…era mais idêntica à de uma simples calculadora de secretaria

    • AlexS says:

      Infelizmente a maior parte das pessoas não entende o que é a perda de know how específico e a perca industrial nas ultimas décadas.
      Por exemplo placas de blindagem de 300mm dos couraçados da I e II guerra. Hoje ninguém consegue fazer uma blindagem com dimensão e espessura e demoraria bastante a reaprender. A Inglaterra perdeu no inicio de seculo XXI a capacidade de fabricar canhões. Agora com a guerra na Ucrania está tentar montar uma fabrica. Com o nosso mundo dominado pela politica e pela conversa politica não basta um decreto para as coisas aparecerem é preciso construir saber detalhado sobre os items especificos, uma cadeia de produção e para items extremos maquinaria fabricada de propósito. Os Franceses há uns 5 anos tiveram sérios problemas com as soldaduras em centrais nuclearese tiveram de ir buscar 500 soldadores especializados Americanos porque não havia suficientes em França- Macron outro idiota Europeu tinha prometido fechar mas de 1 dezena de centrais nucleares e desinvestir da tecnologia de modo que se encontrou com um sarilho industrial nas mãos…os ingleses estiveram 10 anos sem construir submarinos nucleares. a partir do fim dos 90…trabalhadores e engenheiros foram para outras industrias obviamente… tiveram como os Franceses de pedir ajuda aos Americanos.

    • Manuel da Rocha says:

      Há 50 anos atrás pagava 500 euros (preço convertido) por um carro e 3 euros, de combustível, davam para fazer 500km.
      Acha que evoluiu?

  12. Anung says:

    Nunca fui de desconfiar destas coisas até porue o meu interesse por elas é pouco.
    Mas as justificações para não se conseguir fazer uma coisa que foi feita 6 vezes em 3 anos há 56 anos atrás começa a cheirar a azedo…

    Por outro lado, se nunca tivessem feito pousos na Lua certamente a Rússia e a China já o teriam denunciado!

    • carlos fernandes says:

      Julgo que a resposta esteja na dimensão de dinheiro que está a ser investido de momento ser menor.

    • Manuel da Rocha says:

      Razão: Em 1965, a NASA recebia 198000 milhões de dólares, por ano (valor actualizado, pela inflação). Hoje, são 22530 milhões, por ano.
      Além de que, naquela altura, eram 300000 funcionários (americanos, europeus, mexicanos, canadianos, australianos…), e 80%, do povo americano, apoiava, as missões espaciais.
      Hoje, nem 14%, apoia. Até a missão Apollo XVII (a última alunagem) só perdeu, na cobertura jornalística, para os desastres do Challenger e Columbia. Para o resto, por cada 243000 americanos, que viram a Apollo XVII ser lançada, 1 vê algum lançamento, em directo. Sem apoio, directo (os 800000 biliões de perfis online não safam, apoio directo), da população, ninguém quer, grandes, investimentos em missões que, o risco é 44%, no máximo, para correr bem… quando há humanos, a bordo.

    • Fernando says:

      Basta ver os budget da NASA nesses anos e agora para perceber, nesse altura gastou se rios e rios de dinheiro nunca de forma sustentável para lá chegar. E depois há outro fator o interesse dos cidadãos na altura estava tudo ao rubro com isso há 3º vez já enjooa e já ninguem quer saber e já se começa a questionar o dinheiro gasto naquilo e isso tem influência. E secalhar desta vez vai acontecer o mesmo, secalhar vai se gastar o dinheiro até eles finalmente admitirem que realmente aquilo não tem nada de interessante e mais vale desistir. Não é só por ser um grande feito que se torna compensatório.

  13. Gustavo says:

    A capsula da spacex do artigo corresponde a Dragon que é usada para levar astronautas para estação internacional a partir de um Falcon 9. A orion é que vai até orbita da lua e foi feita pela lockheed martin.

    • Vítor M. says:

      Exato. Como diz no texto, a Orion será lançada pela SLS e irá até à órbita da Lua. Depois acoplará ao sistema de aterragem humana (HLS) da SpaceX para descer à superfície lunar.

      • Manuel da Rocha says:

        O problema é que a Ship (esse HLS) só estará disponível, se pagarem 80000 milhões (80 biliões) de dólares, à SpaceX, lá para 2032-2070.
        É que, a SpaceX sacou 13400 milhões, para desenvolver, o Ultra Heavy, com a promessa da Ship, estar disponível, em 2027. Há 1 ano atrás, o Elon pediu 80000 milhões, para conseguir ter, disponível, a versão humana, lá para Novembro, de 2028, encaixando com o SLS. O Trump recusou. Foi a razão para se separarem.
        Se o Artemis 1 tivesse falhado, SpaceX iria receber os 80000 milhões, seguidos de 60000 milhões, para aterragens, entre 2032-2045. Funcionou… a Blue Origin, já tem o MK-1, a ser testado e está, a montar, o MK-2 e MK-3, para obter, o contrato para o Artemis 3 e Artemis 4. Já possuía o do Artemis 5.

        • Vítor M. says:

          Calma, o teu comentário mistura alguns factos reais com números e acontecimentos que não têm base em dados oficiais. E repara, no geral, a maior parte das afirmações é falsa ou especulativa. Vamos ver se percebes.

          Valores reais dos contratos do HLS: a NASA atribuiu à SpaceX um contrato inicial de 2,89 mil milhões de dólares para desenvolver o sistema de aterragem lunar (HLS) para a missão Artemis III. Mais tarde, em 2022, foi adicionada uma modificação contratual de cerca de 1,15 mil milhões de dólares para uma versão atualizada destinada à Artemis IV. 

          Ou seja, os contratos conhecidos somam cerca de 4 mil milhões de dólares, não dezenas de milhares de milhões.

          O que está incorreto ou sem provas no teu comentário? “80 mil milhões para ter o HLS disponível”. Não existe qualquer registo oficial de um pedido de 80 mil milhões de dólares para o HLS ou para a versão tripulada da Starship. Os contratos públicos estão na ordem dos mil milhões, não dos dezenas de mil milhões.

          “SpaceX recebeu 13.400 milhões para o Ultra Heavy”. Também não há dados oficiais que indiquem esse valor pago pela NASA. O desenvolvimento do sistema Starship e Super Heavy é maioritariamente financiado pela própria SpaceX, com contratos específicos da NASA apenas para a versão lunar.

          “Trump recusou os 80 mil milhões e separaram-se”. Também não há qualquer evidência pública de um episódio político desse tipo relacionado com o HLS. Os contratos da NASA seguem processos formais de concurso e orçamento aprovados pelo Congresso.

          “Se Artemis 1 falhasse, SpaceX recebia 80 mil milhões”. Não existe qualquer mecanismo conhecido deste tipo. O contrato HLS é de preço fixo por marcos de desenvolvimento, não depende de um falhanço de outra missão.

          “Blue Origin já tem MK-1 testado e contratos certos”. Como escrevemos, a Blue Origin recebeu um contrato de cerca de 3,4 mil milhões de dólares para desenvolver um segundo lander lunar para missões posteriores (como Artemis V). Mas não há confirmação pública de versões “MK-1, MK-2, MK-3” operacionais como descrito no comentário.

          Portanto, 😉 o teu comentário não é fiável. Os valores reais dos contratos do sistema de aterragem lunar estão na ordem dos 3 a 4 mil milhões de dólares para a SpaceX e cerca de 3,4 mil milhões para a Blue Origin, muito longe dos 80 mil milhões mencionados.

  14. Nome says:

    Como é que se “regressa” onde nunca se foi?!

  15. SD says:

    MAXa ser MAX, melhor Aves…. mas que grande BOOT saiu aqui na rufa ao pplware.

  16. PJA says:

    O problema do programa Ártemis é  que tem um orçamento de menos de metade do programa Apollo. Não há milagres, ou há mais dinheiro, ou a NASA precisa de ajuda.

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