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Categoria: Humor

E Porque Hoje é Sexta

A prestigiada revista Time, na sua última edição, traz na capa o secretário-geral das Nações Unidas e ex-primeiro-ministro de Portugal, António Guterres. No artigo, o assunto foca-se no combate às alterações climáticas, com o título “O nosso planeta está a afundar-se”, António Guterres surge numa fotografia com água até aos joelhos vestindo fato e gravata.

Há pessoas que falam com muita propriedade, até porque se o assunto é afundar os países, a revista norte-americana deixou uma pista “quente”. Por falar em agricultura, como diria o Engº. Sousa Veloso, que apresentava a TV Rural “despeço-me com amizade, até ao próximo programa”.


E Porque Hoje é Sexta

Esta semana tivemos a presença do Miguel, que andou a regar uns canteiros, mas quem fez mais estragos foi o Ronaldo que marcou 3 aos suíços. Por falar em desporto, o mundo anda atento ao desenrolar da novela Neymar. O craque brasileiro meteu-se num problema que, diga-se, tem contornos estranhos. Aliás, o mundo anda estranho.

Já que o assunto são coisas estranhas, deixamos umas imagens bizarras, outras divertidas para iniciar o seu fim de semana à maneira.


E Porque Hoje é Sexta

Está calor que até parece verão. O rally de Portugal está na rua e com muito power. Vamos dar um espetáculo ao mundo.

Para animar, deixamos boas imagens e bons vídeos. Bom fim de semana.


E Porque Hoje é Sexta

Não esquecer de ir votar no próximo domingo. Feitas as devidas recomendações cívicas, vamos agora a coisas sérias. Imagine-se o poder que tem hoje um smartphone. Assim do nada em vez de bombas e balas, usam-se smartphones para fazer guerra entre os EUA e a China. Quem diria!!!

Por falar em coisas bizarras, já viram as imagens de hoje?


E Porque Hoje é Sexta

Ilustração de Joe, um Berardo qualquer de outra dimensão que não tem o recheio, apenas uma garagem incrivelmente abrangente… mil milhões de ideias nessa boca.

Está na moda dar tanga e pôr o povo de tanga. Divertido ouvir “não me lembro, não tenho ideia, não tenho memória disso” e ouvir “eu não tenho dívidas minha senhora”. Assim, a modos que em jeito de fim de semana, divirtam-se com o que hoje deixamos de obras de arte, da “colação bastardo”.