Já ouviu falar em Lua de neve? Já olhou para o céu? Notou algo de diferente? No final do dia desta sexta-feia até segunda-feira de manhã vai conseguir ver uma lua cheia bem maior que o habitual.
O fenómeno foi batizado de “Lua de neve” e será a primeira super lua deste novo ano de 2020.
Não é a primeira vez que se fala de painéis solares que tiram partido da irradiação terrestre. Nesse sentido, a ideia em volta da tecnologia existente tem como finalidade conseguir produzir energia elétrica, mas durante a noite. Assim, segundo os investigadores da Universidade da Califórnia, para desenvolver painéis solares que geram eletricidade à noite, é necessário que estes operem exatamente da forma oposta aos painéis solares que funcionam durante o dia.
Poderemos em breve ter painéis a captar energia 24 horas por dia.
O surto de Coronavírus já fez 490 mortos e mais de 24 300 pessoas infetadas em todo o Mundo. No entanto, parece haver alguma luz ao fundo do túnel, pois uma equipa de investigadores da Tailândia afirma ter descoberto a cura para a epidemia, afirmando que já curaram uma paciente chinesa.
Esta poderia ser a notícia mais esperada por estes dias.
Com a tecnologia atual, com o poder de processamento computacional, é possível elaborar cenários hipotéticos da Terra em condições nunca testemunhadas. Há, inclusive, programas de exploração oceânica dedicados a descobrir pedaços da história por baixo dos mares. É um exercício importante para perceber o planeta atual e, sobretudo, perceber um eventual futuro da Terra.
James O’Donoghue, cientista planetário da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA), lançou uma nova versão de uma famosa animação feita pela NASA em 2008, com a Terra despida de oceanos.
Estamos cada vez mais conhecedores do nosso Sol. Temos mais informação científica, imagens de alta definição e muitos outros dados que ajudam a perceber o que se passa com a estrela. Assim, uma equipa de cientistas da Universidade de Warwick deu a conhecer uma descoberta excecional. A cada 25 anos, a Terra é atingida por uma grande super tempestade solar suficientemente poderosa para causar estragos nas redes de energia, satélites, sistemas de navegação aérea e de telecomunicações e equipamentos eletrónicos, em geral.
De acordo com o novo estudo, outras tempestades menos poderosas, mas também perigosas, ocorrem com muito mais frequência, cerca de uma vez a cada três anos.
O desenvolvimento da ciência, suportado em nova e revolucionária tecnologia, tem permitido importantes avanços. Foram apresentados dois estudos científicos que...