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Descobertos seis novos coronavírus em morcegos. Mais um passo contra a COVID-19

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Alvaro Pinto says:

    Onde, como, quando…

    https://youtu.be/Le_rfTdayLs

    Talvez isto ajude a dissipar algumas dúvidas.

    Mas vale o que vale… Será verdade ? Mentira ?

  2. rui coeelho says:

    nem mesmo assim os comedores de morcegos e caes nao perdem a pratica

  3. NT says:

    Agora pode ter sido um cão?
    Bem acho é que foi um “acidente” de laboratório, como por exemplo a “conspiração” do HIV (sim uma outra pandemia que muita gente já esqueceu).
    Não digo que é um plano maquiavélico da elite dos 0,1% que quer dominar o mundo, mas uma arma biológica que correu mal e ‘saiu’ dos laboratórios.

    • rikardo pereira says:

      às vezes convem ler um pouco para perceber como este tipo de virus passa para o ser humano.

      sim este virus tem culpa humana, sabem porque ? porque simplesmente destroem tudo. ha que começar a deixar certos bixos nos seus lugares, ou entao, daqui a uns anos voltamos a ter um igual ou pior

    • Ceguito says:

      Já foi mais que provado que o virus é natural e não criado.

    • Toni da Adega says:

      Durante Milénios tivemos Novas doenças/virus e ou pandemia . Em que laboratório foram criados?

  4. George Orwell says:

    O cão ? O morcego ? O pangolim ? E o gato, está imune ? E os tigres do zoo de Nova Iorque ?
    Com efeito, provar que um determinado animal selvagem é portador de estirpe próxima – não chega a 100% – do vírus da COVID-19 – não significa necessariamente prova de que o vírus se transmitiu, directamente e “tout court” do animal à comunidade, aliás, os investigadores apontam para um reservatório intermédio ainda desconhecido e, por elementar regra lógica e até científica, de uma premissa parcial não se pode extrair uma conclusão genérica por muito peregrina e não descartável que esta hipótese se apresente. Se tivermos em conta que a R.P.China continuou a acusar médicos que denunciaram o vírus, perseguiu jornalista e apagou uma página de uma universidade chinesa que sugeria a responsabilidade humana na transmissão, além da notável coincidência da localização do laboratório nível 4 em Wuhan, e a surpreendente declaração do porta-voz da diplomacia chinesa quando, via Twitter, atribuiu a culpa ao exército americano, todos estes factos abonam muito mais para a tese da mão humana, ainda que acidental.

    De facto, é muito mais fácil acusar o pangolim, o morcego, o cão etc., – decidam-se acusadores ! – quiçá todos eles em associação criminosa por fazerem parte da ementa inspirando guturais arrotos desde tempos imemoriais, à falta de um bode expiatório pouco comum na ementa local. A mesma putativa culpa atribuída à natureza pelas actuais alterações climáticas – curiosamente, os negacionistas da antropogenia climática estão muito silenciosos perante as actuais fotos de satélite – , ficando a incógnita sobre quem será o culpado de um eventual e futuro inverno nuclear, talvez um gene egoísta.

    Com efeito, se no passado as grandes catástrofes eram invariavelmente de ordem natural, desde o sec. XX que o homem tem nas suas mãos o poder de, por erro ou dolo, ser ele mesmo a maior ameaça à existência humana. Com efeito, graças à Ciência que tanto desenvolvimento proporcionou e tantos males resolveu, e à qual devo o privilégio de escrever estas míseras e humildes linhas, o “homo sapiens” – “homo deus” para alguns – passou a ter o poder de produzir um inverno nuclear, destruir massivamente todos os equilíbrios naturais essenciais à sua sobrevivência, provocar e/ou amplificar uma pandemia, poderes de tal grandeza que fizeram com que a eventual colisão com um asteróide decaísse no “top” das hecatombes capazes de conduzir a humanidade à extinção.
    Não é por acaso que o simbólico “Doomsday Clock” mantido desde 1947 pela Universidade de Chicago se encontra no presente a 140 SEGUNDOS do fim do mundo, o valor mais próximo de sempre. Em boa verdade, nunca fez tanto sentido a frase de Plauto popularizada por Hobbes “ Lupus est homo homini lupus” ( o homem é o predador do homem ), ainda mais num clima de agónico relativismo e niilismo bem patente com o “salve-se quem puder” que as nações daquilo a que teimam em chamar de União Europeia adoptaram no combate ao COVID-19.
    Bastará uma mera distracção como afirma o princípio Murphy : “o que pode acontecer errado, vai acontecer errado, no pior momento possível”, foi o que aconteceu, por exemplo, em Chernobyl.

    E ninguém é ingénuo para descartar a existência de cientistas investigando alguns dos mais letais patógenos, desenvolvendo-os ao nível da maior resistência nomeadamente em ordem à produção vacinas, além dos laboratórios militares secretos onde, apesar da biosegurança de nível 4, não é possível excluir um erro capaz de fazer escapar o patógeno e potenciar a transmissão deste designadamente ao próprio cientista e/ou comunidade, um equivalente da iatrogenia médica.

    Foi o mundo colhido de surpresa ? NÃO, rotundamente NAO !
    Com efeito, uma das exegese do dogma do bíblico pecado original resultante da toma do fruto da “ÁRVORE da CIÊNCIA e da VIDA” consiste em subsumir tal infracção à renúncia do estado natural de equilíbrio com a natureza substituindo este pela descoberta científica usurpando assim uma competência exclusiva do Divino autor das leis naturais. Ao infringir o equilíbrio natural, o homem e a mulher foram expulsos do Éden e passaram a pagar a sua sobrevivência com o suor do rosto, nova realidade que seria exemplificada pelos descendentes quando Caim optou pela agricultura e Abel pela pastorícia, num clima de anomia que culminaria no fraticídio de Abel. Mais tarde, S. Paulo veio clarificar que “o salário do pecado é a morte” (Rom. 6:23), e João no Apocalipse veio listar os sinais do fim, entre eles, a peste. Um desfecho em consequência de o “homo deus” ter assumido por si mesmo o controlo de duma espada de Dâmocles que pode conduzir à sua eliminação que poderia vir a replicar-se quando a IA e os robôs se rebelassem contra o seu criador, o tal putativo “homo deus”.
    E não só no Génesis, também o mito grego de Prometeu revela tragédia análoga quando Prometeu furta o fogo aos deuses a fim de os humanos ficarem tão poderosos como aqueles, o que culminaria no suplício de Prometeu às mãos da justiça divina.

    No Éden do Génesis, a simplicidade de obedecer às normas naturais do Criador constituía o único preço para desfrutar da criação onde tudo era suficiente, natural, sem culpas a atribuir. Ali, ao Arquitecto do jardim cabia a semântica da sua criação, ao habitante humano cabia o significado do habitar, numa harmoniosa dicotomia uma vez que o humano nunca pode igualar Deus por não poder dissociar-se da natureza da qual faz parte integrante. No Éden, podia nunca vir a conhecer o número pi nem o teorema de Pitágoras mas comungava de uma significativa felicidade sem erros, porque o erro começa justamente com a ciência, aliás, o erro é essência da sua metodologia, porém, quando se cometem erros da dimensão dos actuais, a humanidade pode ter de pagar o preço que há milhares de anos o Génesis e o mito de Prometeu já tinham antecipado.
    E serão estes episódios, Éden e Prometeu, despicientes lendas, ou terão eles um significado simbólico bem mais profundo que o devir do tempo, esse grande sábio, pode conceder razão prática ?
    Ou, pelo contrário terão maior valor as fábula do pangolim e/ou do morcego, agora a do cão e todos os demais animais do jardim zoológico, a do decretado fim da história ou a do “homo deus” agora degradado a um “salve-se quem puder “ perante tão minúsculo e invisível ser ??

    • RPG says:

      Alguém está a precisar de sair de casa com urgência 😀

    • RM says:

      Que seca. Boring. Fiquei com dor de cabeça só de ver algumas palavras. Socorro. Next.

    • Paulo says:

      Ia para ler mas olhei com mais atenção e disse: “Nah!!” 😀

    • George Orwell says:

      Eu podia pintar o problema de cor de rosa e minimizar com paliativos de fuga a realidade.
      Podia tentar emular Trump dos primeiros tempos ou Bolsonaro do presente. Infelizmente o país irmão vai brevemente aperceber-se da tremenda irresponsabilidade do seu líder quando se confrontar com a dimensão da dura realidade.

      Também, num doce escapismo de inimputabilidade, poderia culpar a natureza pelas alterações climáticas e confiar cegamente que o vírus se transmitiu directamente, sem mais, do animal ao humano. A este propósito, aconselho a leitura daquilo que o Daily Mail deu recentemente a conhecer :
      https://www.dailymail.co.uk/news/article-8211291/U-S-government-gave-3-7million-grant-Wuhan-lab-experimented-coronavirus-source-bats.html

      Mas, não consigo, não seria honesto com quem me lê nem comigo próprio. Sempre fui fiel em relação ao que penso e digo por muito cru ou negro que seja, mesmo que fique só.
      Noutros assuntos sou bem mais “sereno”. Daí que compreenda e aceite bem os comentários.

    • Dark Sky says:

      Sabes por que é que Adão e Eva foram expulsos do Paraíso?

      E disse Deus: “Vocês andam em pelota … caquinha aqui, caquinha ali, cagam-me o Paraíso todo! Agora foram-me comer as maçãs preferidas! Xô, já não vos posso aturar, já daqui para fora!”.

      Parece-me a versão mais plausível.

    • Robin Hood says:

      Escreveu um livro? Vou esperar virar um filme pra ver isso!!

    • Jose says:

      Li tudo e gostei – não concordo com uma posição ou outra, mas genericamente concordo com a visão que retrata, fundamentou os seus argumentos com uma mestria que não está ao alcance de todos -, pois apesar de longo, o texto é de leitura agradável já que escreve muito bem. Podemos também retirar uma conclusão muito simples: a arrogância do Homem em entender que, por poder hoje observar uma ínfima parte do real, julga dominar toda a Natureza. Daí a desorientação – até mesmo surpresa – que hoje constatamos ao ver as reacções nos mais diversos níveis, desde o político ao científico! Ninguém sabe ao certo a origem do mal, sobram teorias e conclusões precipitadas, quiçá, muitas delas tendo como fundamento o opaco regime chinês, que como tristemente sabemos, tem sérias dificuldades em lidar com a verdade e com a realidade – a concreta, fora de conjecturas filosóficas -, que encaminhou o mundo para a actual situação. Situações como esta são lições de humildade. Obrigou muitos a olhar para dentro da “caverna”, precepcionar nas sombras a realidade que lhes tem escapado, para espiar os seus medos e ao mesmo tempo voltar a encontrar a coragem para um novo devir. Quero com isto dizer que teremos de repensar o nosso papel, como aponta, no mundo em que vivemos e qual a forma se como queremos ou viremos viver daqui para a frente. A conclusão, é que a escada para o divino ou o domínio absoluto sobre a Natureza, para o humilde animal Homem, não está hoje mais curta do que quando há perto de seis milhões de anos desceu das árvores e olhou pela primeira vez o mundo à sua volta.

      • George Orwell says:

        Muito obrigado por partilhar a sua visão e pela honestidade quando refere não estar de acordo com aspectos parcelares do meu comentário.
        Elogio igualmente o seu texto, independentemente de ele me ser favorável, destacando a sua profunda e inspiradora imagem da escada para o Divino que nunca encurtou desde que o homem primitivo desceu das árvores, bem mais eloquente e eficaz que muita da minha prosa, com ela eu teria poupado muito texto. Concordo em absoluto consigo quando refere que o ser humano deve aproveitar este grande desafio, tirar dele todas as ilações, repensar a futura maneira de estar, num novo paradigma mais condizente com o ser e o dever ser. Se o vírus da Covid-19 nos permitir, cá estaremos para lutar.

    • Cisco says:

      Ora aqui o resultado de mais uma mutação do Covid-19. O coitado do George Orwell foi fortemente atacado. Temos que o pôr em quarentena (as mãos sobretudo).

  5. jorge says:

    Para minha opiniao o virus é trabalho do ser humano, no pricipio se falou do pangolim, existem pangolins em africa e nunca se viu nada, ha morcegos em quase todo mundo, e porque tinha de vir da china, me cheira a invençao de laboratorio.

  6. Dark Sky says:

    Animem-se.
    Pode haver até 1,7 milhões de vírus desconhecidos em animais e mais de meio milhão podem ter o potencial para causar doenças humanas.

    E sempre houve passagem de vírus mortais de animais para humanos, lá no meio da selva. Os humanos morriam e a história acabava ali. As coisas mudaram, estamos na era das pandemias e vai ser preciso lidar com elas – como se tem que lidar com as alterações climáticas.

    Fonte “DN”: https://www.dn.pt/vida-e-futuro/um-virus-causou-o-covid-19-cientistas-dizem-que-mais-uns-milhares-estao-a-espera-12075449.html

    Declaração de interesses: com tanto artigo que tenho colocado ultimamente do “DN”, declaro que não ganho de lá um tusto, nem tenho lá parentes. Costumo é reconhecer qualidade quando a vejo.

  7. Asdrubal says:

    São conhecidos pela ciência 40 coronavírus e foram adicionados mais 6 ao conhecimento humano. O que é estranho, conhecem-se tantas variedades de um tipo de vírus, mas não se sabe nada deles. Porque nunca se lembraram de estudá-los? Já se tinham acontecido pelo menos 2 epidemias neste ainda curto século, e não se lembraram que um deles poderia tornar grave. Ou será que não estudaram porque não era economicamente viável? E porque não “plantar” um vírus para se tornar economicamente viável?…

    • Dark Sky says:

      Bem, o SARS-CoV (de 2002-2003, o 1, porque o que causa o Covid-19 é o SARS-CoV-2) podia ter sido estudado melhor e ter-se encontrado uma vacina. Esse estudo podia facilitar que agora se descobrisse uma vacina para o SARS-CoV-2, em menos tempo.
      Em si, a vacina do 1 não dava para o 2, tem que ser desenvolvida para cada vírus específico. Os vírus são tantos , pode haver 0,5 milhões com potencial para causar doenças humanas, que é impossível desenvolver vacinas para todos.

      O SARS-CoV-1 não foi mais estudado e não foi desenvolvida vacina porque se limitou a 8000 casos e cerca de 800 mortes .

      Então a teoria da conspiração é que isto é obra das farmacêuticas – para ganhar dinheiro com as vacinas? Bem, sempre é melhor do que a outra que diz que a vacina cuja investigação está a ser financiada por Bill Gates lhe vai permitir controlar a humanidade.

      Se é isso, a tua teoria tem uma falha. Há já muitas vacinas em testes. – quem criou o SARS-CoV-2 estava com esse trabalho todo, a matar pessoas, e depois aparecia outro com a vacina? Achas economicamente viável? Não tinha que aparecer já com a vacina antes que outro se antecipasse? 😉

  8. Mmendez says:

    A nova ordem mundial em acção

    https://youtu.be/_fbDN_UhajU

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